Eu namorava o Lucas havia quase um ano. Ele era bonito, popular no colégio e, para os outros, parecia o namorado perfeito. Mas nossa vida sexual era uma grande frustração. A gente transava escondido, na casa dele quando os pais saíam ou no banco de trás do carro. Sempre rápido. Sempre egoísta. Ele metia por dois ou três minutos, gemia, gozava e pronto. Eu fingia orgasmo para não magoá-lo, mas por dentro me sentia vazia. Meu corpo pedia mais: mais força, mais tempo, mais intensidade. Eu tocava minha boceta sozinha à noite pensando em algo bruto, animal, proibido, mas nunca tinha coragem de admitir isso em voz alta.
Cheguei na fazenda dos meus avós no dia 3 de janeiro. O lugar era lindo, cercado de verde, mas o calor era insuportável. Meus avós eram pessoas tranquilas e saíam bastante para visitar vizinhos ou ir à cidade. Eu passava os dias lendo, nadando na represa ou simplesmente deitada na rede. Foi numa dessas tardes solitárias que tudo mudou.
O Rex era o Pastor Alemão da família. Um macho enorme, com pelo preto e marrom brilhante, musculoso, quase 40 quilos de puro instinto. Ele era manso com a gente, mas tinha um porte imponente. Eu sempre reparava nele. Reparava no jeito como andava, no focinho grande, nas patas fortes. Às vezes, sem querer, eu me pegava olhando para baixo dele, curiosa com aquele volume que aparecia quando ele estava excitado.
Naquela tarde específica, meus avós tinham saído para visitar uma tia doente e só voltariam à noite. O sol queimava lá fora. Eu vesti um shortinho jeans bem curto, daqueles que mal cobriam minha bunda, e uma regata branca fina, sem sutiã. Meus seios médios estavam marcando o tecido, os mamilos levemente endurecidos pelo ventilador. Deitei no sofá da sala grande, liguei a TV no mudo e comecei a me abanar.
Rex estava deitado no canto. Ele se levantou, veio até mim e começou a cheirar minhas pernas. Seu focinho frio subiu devagar pela minha panturrilha, depois pela coxa. Em vez de afastá-lo, senti um arrepio estranho e abri um pouco as pernas.
— O que foi, Rex? Tá sentindo meu cheiro? — sussurrei, a voz tremendo levemente.
Ele lambeu minha pele. Uma vez. Duas. A língua dele era quente, grossa, áspera e molhada. Subiu mais. Eu mordi o lábio e, num impulso que não consegui controlar, puxei o shortinho pro lado, expondo minha bocetinha lisinha e já úmida.
Rex não hesitou. Sua língua larga passou direto pela minha fenda, do cuzinho até o clitóris. Eu soltei um gemido alto, chocada com a intensidade. Era completamente diferente de qualquer coisa que o Lucas já tinha feito com a boca. A língua do Rex era forte, insistente, cobria tudo de uma vez. Ele lambia com fome, como se estivesse provando algo delicioso.
— Ai, Rex… isso… assim…
Segurei a cabeça dele com as duas mãos, rebolando devagar contra sua boca. O som molhado enchia a sala silenciosa. Meu shortinho estava todo de lado, minha regata subida. Eu sentia o prazer subindo rápido, quente, quase insuportável. Quando ele concentrou a língua no meu clitóris, chupando e lambendo ao mesmo tempo, eu gozei pela primeira vez na vida de verdade. Minhas pernas tremeram violentamente, minha boceta pulsou e um líquido quente escorreu. Eu gemi alto, sem conseguir me segurar.
Fiquei ali, ofegante, olhando para o teto. Rex ainda lambia devagar, limpando meu gozo. Eu estava chocada, excitada e com vergonha ao mesmo tempo. Mas o tesão era maior que qualquer vergonha.
Naquela noite eu mal dormi. Ficava relembrando a sensação da língua dele. Dois dias depois, meus avós saíram novamente para passar a tarde na cidade. Eu já sabia exatamente o que queria fazer.
Levei o Rex para o meu quarto. Tranquei a porta, fechei as janelas e deixei apenas uma fresta para a luz entrar. Tirei toda a roupa devagar, sentindo o coração disparado. Fiquei completamente nua, meus seios firmes, a boceta ainda sensível da outra vez. Deitei na cama primeiro, abri as pernas e chamei ele.
Rex subiu no colchão e voltou a me lamber. Dessa vez eu estava mais relaxada. Deixei ele explorar tudo: minha boceta, meu cuzinho, até meus mamilos quando ele subiu o corpo. Eu gemia sem parar, tocando meus seios enquanto ele me devorava.
Mas eu queria mais. Queria sentir ele dentro de mim.
Fiquei de quatro na cama, empinando bem a bunda. O colchão era baixo, perfeito para ele.
— Vem, Rex… sobe em mim, garoto…
Ele entendeu o sinal. Subiu nas minhas costas, as patas dianteiras apoiadas na minha cintura. Senti o pau dele, quente, vermelho e pontudo, cutucando entre minhas coxas. Ele dava estocadas instintivas, procurando. Quando acertou minha entrada molhada, empurrou.
— Aaaahh! — gemi alto.
Era grosso na base, mas pontudo na ponta. Ele entrou de uma vez, metendo rápido, desesperado. O ritmo era animal, selvagem. Rex me fodia com força, as patas arranhando levemente minha pele, o corpo peludo roçando nas minhas costas. Eu sentia cada estocada fundo, diferente de qualquer homem. Mais quente. Mais urgente.
— Isso, Rex… me fode… usa sua putinha…
Eu rebolava contra ele, gozando pela segunda vez enquanto ele ainda metia. O nó do pau dele começou a crescer, pressionando minha entrada, inchando dentro de mim. Doía um pouco, mas a dor misturada com prazer era viciante. Quando ele gozou, senti jatos quentes, abundantes, enchendo minha bocetinha jovem. Era muito mais sêmen do que o Lucas conseguia produzir. Escorreu pelas minhas coxas, molhando o lençol.
Ficamos presos pelo nó por quase quinze minutos. Eu tremia, gozando baixinho mais uma vez só com a sensação de estar completamente preenchida e dominada por um animal.
Quando ele saiu, eu desabei na cama, exausta, com o sêmen escorrendo de mim. Passei os dedos na minha boceta inchada e provei um pouco. O gosto era forte, salgado, animal. Sorri.
Naquele momento, olhando para o Rex deitado ao lado da cama, eu soube que algo havia despertado dentro de mim. O Lucas nunca mais seria suficiente. Homens comuns nunca mais seriam suficientes. Eu tinha acabado de descobrir um prazer proibido, sujo e extremamente poderoso.
Aquelas férias no interior foram o verdadeiro começo da minha vida secreta. O começo de uma jornada que me levaria, anos depois, a haras escondidos e a paixões ainda mais intensas com cavalos. Mas tudo começou ali, com o Rex, naquele quarto quente, aos 18 anos.
Bem iniciada