Meu Amante de Quatro Patas

Tudo aquilo que vivi com o Rex nas férias em Minas não foi apenas uma experiência passageira. Aos 19 anos, quando voltei para o Rio de Janeiro, eu já era outra mulher. Meu corpo havia despertado para um tipo de prazer que nenhum garoto da minha idade conseguiria oferecer. O Lucas, meu namoradinho de quase um ano, se tornou quase insuportável. Transamos duas vezes depois que eu voltei e, nas duas, eu mal senti alguma coisa. Ele metia rápido, gemia alto por menos de três minutos, gozava e rolava para o lado. Eu ficava ali, olhando para o teto, fingindo um orgasmo enquanto minha boceta latejava de frustração.

Eu precisava de algo mais bruto. Mais forte. Mais animal.

Meus pais haviam se mudado para uma casa maior em um condomínio tranquilo na Zona Sul, com um quintal espaçoso nos fundos. Foi nessa época que decidiram adotar um cachorro. Eu mesma fui ao criadouro escolher. Quando vi o filhote de Rottweiler, forte, com patas grandes e olhar dominante, soube imediatamente. Batizei ele de Thor.

Nos primeiros meses, cuidei dele como uma boa dona. Levava para passear, dava banho, brincava. Mas conforme Thor crescia e se transformava em um macho robusto de mais de 45 quilos, meu desejo secreto também crescia. Eu reparava em tudo: nos músculos das patas, no peito largo, no volume que aparecia entre as pernas quando ele se excitava. Meu coração acelerava só de olhar.

A escalada começou devagar.

No início, eu repetia o ritual que aprendi com o Rex. Sempre que ficava sozinha em casa, chamava o Thor para o meu quarto. Tirava toda a roupa, deitava na cama e abria as pernas. A língua dele era ainda mais larga, mais grossa e mais poderosa que a do Pastor Alemão. Ele lambia minha boceta com fome verdadeira, passando a língua áspera do meu clitóris inchado até meu cuzinho, pressionando forte. Eu segurava a cabeça dele com as duas mãos, rebolando contra sua boca enquanto gemia baixinho:

— Isso, Thor… lambe sua putinha… mais fundo…

Eu gozava rápido, às vezes em menos de dois minutos, tremendo inteira e molhando o focinho dele. Depois ficava ali, ofegante, acariciando seu pelo enquanto ele lambia o resto do meu gozo.

Mas logo aquilo não bastava mais. Meu corpo queria ser preenchido. Queria ser montada.

A primeira vez completa aconteceu numa sexta-feira à noite, quando meus pais viajaram para São Paulo para um congresso. Eu estava sozinha em casa com ele. Tomei um banho demorado, passei óleo corporal com cheiro de baunilha na pele, vesti apenas uma camisola fina e transparente. Meu coração batia forte quando chamei o Thor para o quarto e tranquei a porta.

Fiquei de quatro na cama, empinando bem a bunda, o peito pressionado contra o colchão. A camisola subiu, expondo minha boceta já encharcada. Thor subiu em mim quase imediatamente, instintivo. Senti suas patas pesadas na minha cintura, as unhas arranhando levemente minha pele. Seu pau vermelho, pontudo e molhado cutucava entre minhas coxas até encontrar o alvo.

Quando ele acertou e enfiou de uma vez, soltei um gemido longo e rouco:

— Aaaahhh, Thor! Isso!

Ele era mais grosso que o Rex. Mais forte. O Rottweiler começou a meter com potência animal, rápido, profundo, sem qualquer delicadeza. Eu sentia cada estocada reverberando no meu corpo inteiro. O barulho molhado de sua pica entrando e saindo da minha boceta enchia o quarto. Suas bolas batiam contra meu clitóris, e eu rebolava para trás, completamente entregue.

— Me fode, Thor… mais forte… sou sua cadela agora…

Ele babava no meu pescoço, grunhindo enquanto me arrombava. Eu gozei pela primeira vez com ele dentro de mim, apertando seu pau com força, tremendo inteira. Mas Thor não parou. Continuou metendo com fúria. O nó inchou rapidamente, pressionando minha entrada, esticando minhas paredes internas ao limite. A dor misturada com prazer era viciante. Quando ele gozou, senti jatos quentes e abundantes me enchendo, muito mais sêmen do que qualquer homem conseguiria. Escorreu pelas minhas coxas, molhando os lençóis.

Ficamos presos pelo nó por quase vinte e cinco minutos. Eu gozei mais duas vezes só com a pressão constante dentro de mim, gemendo como uma puta no cio.

A partir daquela noite, Thor se tornou meu amante secreto e diário.

Eu acordava mais cedo só para transar com ele antes da faculdade. Às vezes, de manhã, eu ficava de joelhos no chão do quarto e chupava seu pau vermelho. Segurava com as duas mãos, lambia da base até a ponta, enfiava o máximo possível na boca, sentindo o gosto forte e almiscarado. Thor ficava agitado, mexendo o quadril, e eu adorava.

Depois da aula, eu chegava em casa, tirava a roupa na lavanderia e deixava ele me foder contra a parede da sala. Outras vezes, eu ia para o quintal à noite, ficava de quatro na grama e deixava ele me montar ao ar livre, com o risco de algum vizinho ouvir meus gemidos.

Eu estava completamente viciada.

Uma noite, depois de um dia estressante na faculdade, eu nem esperei anoitecer. Coloquei Thor no banco de trás do meu carro e dirigi até um canto mais escuro da Lagoa. Estacionei, passei para trás, tirei o short e a calcinha e deixei ele me foder ali mesmo, no carro. O vidro embaçou com nossa respiração e o cheiro de sexo animal tomou conta do ambiente. Gozei tão forte que precisei morder o braço para não gritar.

O Lucas terminou comigo um mês e meio depois. Disse que eu estava estranha, distante, sem vontade de transar com ele. Eu sorri por dentro. Na mesma noite em que ele terminou, eu tranquei o quarto, coloquei uma música alta e fodi com o Thor por quase uma hora seguida. Deixei ele me montar em três posições diferentes, gozando quatro vezes, até minha boceta ficar vermelha e inchada. Quando ele gozou pela última vez, o sêmen escorreu tanto que formou uma poça no chão.

Thor me ensinou que eu não precisava mais de namorados. Homens comuns tinham se tornado insuficientes. Eu ansiava por tamanho, força bruta, dominância animal e aquele cheiro selvagem que me deixava molhada só de sentir.

Foi nessa fase, ainda com 19 anos, que comecei a pesquisar discretamente sobre haras e criadores de cavalos na internet. Olhava fotos de garanhões grandes, de membros enormes pendurados, e minha boceta latejava de desejo. Thor era incrível, poderoso e insaciável… mas eu já sonhava com algo muito maior.

Ele tinha sido o segundo grande degrau da minha escalada.

E eu mal podia esperar para subir ainda mais alto.


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Ficha do conto

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ladylivia

Nome do conto:
Meu Amante de Quatro Patas

Codigo do conto:
262697

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
22/05/2026

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