Foi numa dessas tardes que conheci Rafael.
Ele era o novo tratador principal do haras. Um negão imenso, de quase 1,95m, pele negra bem escura, corpo definido de quem trabalhava pesado o dia inteiro. Braços grossos, peito largo e um olhar penetrante que me deixava desconfortável desde o primeiro dia. Ele não falava muito, mas eu sentia que ele observava demais.
Naquela tarde específica, eu havia acabado de sair de uma sessão intensa com Zeus. Minhas pernas mal conseguiam me sustentar. Meu short de corrida estava encharcado, e eu sentia o sêmen grosso do garanhão ainda escorrendo pela minha coxa interna enquanto caminhava pelo corredor dos boxes. Eu tentava andar normalmente, mas meu andar estava claramente estranho — lento, aberto, trêmulo.
Foi quando ouvi a voz grave atrás de mim:
— Tá tudo bem, dona Lívia?
Virei-me assustada. Rafael estava encostado na parede, braços cruzados, olhando diretamente para minhas pernas. Ele claramente viu o filete branco escorrendo pela minha coxa esquerda.
Eu congelei.
— S-s-sim… só estou um pouco cansada — gaguejei, tentando sorrir.
Ele não sorriu de volta. Seus olhos desceram lentamente pelo meu corpo, parando na região entre minhas pernas. Depois olhou para o box de Zeus, que ainda bufava agitado.
— Você vem bastante aqui… quase todo dia — disse ele, a voz baixa e calma. — Sempre sozinha. Sempre sai assim… andando estranho.
Meu coração disparou. Senti o rosto queimar de vergonha e medo.
— Eu não sei do que você está falando — tentei desconversar.
Rafael deu dois passos na minha direção. Ele era muito maior que eu. Imponente.
— Eu limpo os boxes, Lívia. Eu vejo o que sobra na palha. Vejo o jeito que os garanhões ficam agitados depois que você sai. E hoje… — ele apontou discretamente para minha perna — …você tá pingando.
Fiquei em silêncio, sem saber o que dizer. Parte de mim queria correr. Outra parte, a mais pervertida, sentiu uma excitação doentia com a situação.
Ele baixou ainda mais o tom de voz:
— Eu não vou contar pra ninguém. Mas quero algo em troca.
Engoli em seco.
— O quê?
Rafael olhou ao redor, certificando-se de que estávamos sozinhos, e então falou direto:
— Quero te foder. Quero sentir essa boceta que aguenta pau de cavalo.
A frase crua me acertou como um choque. Senti minha boceta, ainda inchada e cheia de porra de Zeus, contrair involuntariamente.
— Aqui? Agora? — perguntei, a voz rouca.
— Não. Amanhã. Depois do expediente. Tem um celeiro velho atrás do haras. Ninguém vai lá.
Eu deveria ter dito não. Deveria ter ameaçado denunciá-lo. Mas eu não disse nada. Apenas assenti levemente com a cabeça.
No dia seguinte, voltei ao haras mais cedo. Fui primeiro até Zeus. Estava tão nervosa e excitada que deixei ele me foder rápido e bruto, de pé, apoiada na parede do box. Saí de lá novamente destruída, boceta latejando, cheia de sêmen fresco.
Quando o sol começou a se pôr, fui até o celeiro velho.
Rafael já estava lá, sem camisa, o corpo negro brilhando de suor. Ele era ainda mais impressionante sem roupa. Abdômen marcado, peitoral largo e uma enorme protuberância na calça.
— Tirou a roupa — ordenou ele, sem rodeios.
Obedeci. Tirei o vestido e fiquei nua na frente dele. Meu corpo ainda trazia marcas da sessão com Zeus: mamilos vermelhos, coxas meladas, boceta inchada e brilhando.
Rafael soltou um suspiro longo ao me ver.
— Porra… que puta safada.
Ele me puxou com força, me beijou com agressividade e desceu a mão direto para minha boceta. Enfiou dois dedos grossos sem aviso.
— Ainda tá cheia dele… — murmurou, sorrindo. — Que delícia.
Rafael me virou de costas, me curvou sobre uma pilha de fardos velhos e abriu minhas pernas. Senti a cabeça grossa do pau dele roçando minha entrada. Ele era enorme. Não tanto quanto Zeus, mas muito maior que qualquer homem com quem eu já havia transado.
Ele empurrou devagar, mas firme. Abriu minha boceta ainda sensível do cavalo e entrou inteiro. Gemi alto.
— Aaaahh… caralho…
— Isso… aguenta. Se aguenta pau de cavalo, vai aguentar o meu também.
Rafael começou a meter com força. Estocadas profundas, ritmadas, dominantes. Cada vez que ele entrava, o sêmen de Zeus escorria mais. O barulho era molhado, obsceno. Ele segurava meus cabelos loiros como rédea, puxando minha cabeça para trás enquanto me fodia.
— Confessa… você gosta de ser usada por animal, né?
— Gosto… — gemi, quase chorando de prazer.
— Então agora vai ser usada por mim também.
Ele me fodeu por quase meia hora. Em várias posições. Primeiro por trás, depois me colocou de frente, segurando minhas pernas abertas. Gozei duas vezes antes dele finalmente gozar dentro de mim, misturando seu sêmen grosso com o de Zeus.
Depois daquela primeira vez, tudo mudou.
Rafael se tornou parte do meu ritual secreto. Eu ia ao haras, fodia com Zeus (e às vezes com Titã), e depois ia encontrar Rafael. Ele adorava me comer logo depois do cavalo. Dizia que minha boceta ficava mais quente, mais molhada e mais aberta.
Certa tarde, ele me surpreendeu. Enquanto Zeus ainda estava dentro de mim, metendo forte, ouvi a porta do box abrir. Rafael entrou. Em vez de parar, ele abriu a calça, tirou aquele pau preto enorme e enfiou na minha boca enquanto eu era fodida por trás.
Eu me senti completamente usada. Um garanhão me arrombando a boceta e um negão forte fodendo minha garganta. Gozei tão forte que quase desmaiei.
A partir dali, as sessões se tornaram ainda mais extremas. Rafael começou a me filmar discretamente com o celular enquanto eu chupava Zeus. Depois ele me fodia assistindo o vídeo, me chamando de “puta de cavalo”.
Uma vez, ele me fez ficar de quatro no chão do celeiro, Zeus montado em mim, enquanto ele enfiava o pau na minha boca. Eu estava sendo usada pelos dois ao mesmo tempo — animal e humano.
Em casa, minha vida dupla ficava cada vez mais perigosa. Meu marido continuava viajando muito, mas quando estava presente, eu precisava disfarçar os hematomas leves nas coxas, os mamilos sensíveis e o andar estranho.
Certa noite, depois de uma sessão especialmente pesada com Zeus e Rafael, cheguei em casa quase às 23h. Meu marido estava na sala.
— Amor, você está bem? Tá andando estranho de novo…
Sorri, cansada, e respondi com a voz doce:
— Só treinei demais hoje. Corrida longa.
Ele balançou a cabeça e voltou para a TV.
Fui tomar banho. Enquanto a água caía, passei os dedos na minha boceta destruída — inchada, vermelha, cheia de sêmen misturado. Sorri sozinha no banheiro.
Ninguém nunca imaginaria.
A nutricionista perfeita, casada, bem-sucedida… era na verdade uma vadia insaciável que adorava ser arrombada por cavalos e depois dominada por um negão forte.
E eu não queria que isso mudasse nunca.