Esse conto é verdadeiro, como todos os demais. Pra eu começar, eu preciso voltar bastante no tempo. Meu primo Leonardo (nome fictício, claro) é 3 anos mais velho que eu. Quando eu era novinho, um ano antes da primeira dezena de idade, eu ia passar algumas semanas das férias na casa da minha tia, e era na mesma cidade em que eu morava, afinal era só para podermos aproveitar as férias brincando. Acontece que ele era um dos mais velhos da rua dele e ele fazia troca-troca (meinha) com os meninos. Quando eu falo que ele fazia troca-troca, na verdade ele botava os meninos para mamar ele e ele enfiava o pauzinho na bunda deles. Ele era o clássico fodedor. Como eu era mais novo, tentaram me arrastar para essa situação, para tentar me comer, mas ele não deixou e mandou todos eles me chuparem e ficarem de quatro para eu ficar esfregando o pauzinho no cu deles. Nós crescemos juntos e todas essas situações faziam ele ser um herói pra mim, um verdadeiro defensor. Mas eu sinceramente não via ele com olhares de maldade. Quando ele tinha 18 ele foi morar na minha casa por um período e nós grudados. Saímos juntos, éramos unha e carne. Ele então começou a namorar uma menina, mas isso não mudou em nada nossa situação. Eu fazia rolê com eles normalmente. Um dia houve uma confusão em casa e ele descobriu que eu era bissexual (sim, tenho tesão em homens e mulheres), mas ele não me tratou diferente. Mas na verdade ele conversava comigo, queria me entender, saber de quem eu gostava, do que eu gostava. Um dia bebemos e acabei abrindo o jogo pra ele dizendo que gostava de mulher, mas que adorava uma rola e ser feito de putinha pelos caras, com direito a tapa, foda forte e tal. A vida seguiu normalmente. Depois de um tempo saímos eu, ele e a namorada e bebemos muito. Ela morava perto da minha casa. Quando voltamos eu fiquei em casa e ele foi levar ela. Pouco tempo depois ele voltou pra casa. Um ponto importante, nós dormíamos no mesmo quarto. Apesar de ser de madrugada, meus pais estavam acordados. Fomos direto pro quarto e começamos a conversar. Ele desabafou, dizendo que ela não transava com ele, não do tanto que ele queria, não do jeito que ele queria, que ele queria que ela fosse só um pouco safada, como eu, que ele já ia ficar feliz. Eu estava deitado no chão, ouvindo o que ele dizia. Ele então começou a chorar e eu abracei ele e disse para ele ficar tranquilo, que ele era um homem bonito, gostosão, que logo ele ia achar alguma menina que transasse com ele como ele gostaria. Então ele virou e disse que queria naquela hora, e eu disse que seria difícil, pois só tinha eu. Ele disse que poderia ser, desde que eu fosse a puta que eu queria e que eu não comentasse com ninguém. Então ele tirou a rola pra fora, uma rola média (16cm), na grossura certa, retinha e me colocou para mamar ele. Comecei chupando, engolindo tudo. Ele passou a foder minha garganta. Então comecei a pedir para ele parar de me tratar daquele jeito, que eu era o priminho dele, com lágrimas nos olhos devido ao estrago na minha garganta. Era só drama e ele sabia, tanto que continuou e agora com direito a uns tapas de leve no meu rosto, me chamando de vagabunda, que a partir daquele dia eu ia ser o depósito de porra dele. Então ele me virou de quatro, abaixou meu shorts, colocou meu rosto no colchão, deixou meu rabo empinado, mandou eu abrir minha bunda e deu uma cuspida. Aí ele pincelou a cabeça no meu cuzinho e começou a empurrar devagarinho. Quando entrou metade ele enfiou tudo e ficou um pouquinho parado enquanto eu gemia, por causa da dorzinha que senti... Mas eu tava com muito tesão e pouco tempo depois pisquei o cuzinho na rola dele, dei uma rebolada e implorei pra ele me foder. Ele me fodeu igual um cachorro. Rápido, fundo e maravilhoso... Só o barulho do saco batendo na minha bunda e depois o barulho dos tapas que ele começou a dar na minha bunda. Ele começou a me xingar no ouvido de puta, de vagabunda, que agora eu era a priminha dele... Toquei no meu pau e não demorei a gozar. Quando meu cuzinho piscou pela gozada, ele acabou gozando dentro de mim, me enchendo de leite. Aí ele saiu de dentro de mim e eu fui ao banheiro me limpar, pois a porra do meu macho estava começando a escorrer pela minha perna, pois era muita porra. Parecia que ele estava realmente muito tempo sem dar uma gozada como aquela. Quando voltei pro quarto ele já dormia. Deitei com um sorriso bobo no rosto e as pernas bambas, pela foda maravilhosa que tive. No dia seguinte, parecia que nada tinha acontecido. Era só minha garganta, minha bunda com as marcas dos tapas e meu cuzinho doendo como lembrança. Claro que aconteceram outras coisas e nossa história se arrastou por alguns anos, mas vou seguir a ordem das coisas e depois eu trago a continuação desse caso. A imagem é só uma ilustração de como eu acabei naquela noite.
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