Fui abordada numa rua escura por um homem que me fez entrar num carro, onde estavam mais 2 homens, que rapidamente me vendaram e taparam minha boca.
Eu estava apavorada, não tinha ideia para onde me levavam.
Mais de uma hora depois o carro estacionou. Eles me fizeram caminhar, ainda vendada, e percebi que entramos num lugar frio. Então me prenderam numa espécie de tronco, minhas mãos para cima, meus pés juntos, é uma corda passava pela minha cintura e pelo tronco. Tiraram toda a minha roupa.
Senti um pânico quando um dos homens começou a passar a mão em mim. Pegava na minha bunda, nos meus peitos, apertava. Abria minha bunda, enfiava o dedo na minha bucetinha e cu...
Tirou minha venda e pude ver um grande galpão. Outras meninas presas como eu, e homens passando a mão nelas, como que verificando uma mercadoria.
O homem que estava comigo me deu um tapa forte na bunda, eu gritei. Disse que queria sair dali, gritava muito.
Ele chegou bem perto e sussurrou, sem perder a calma:
- Você é a minha puta agora. Vou fazer o que quiser com você. Se der mais um grito eu vou te dar uma surra tão grande que não vai sentar por um mês. Tua bunda vai virar um pimentão, vou te encher de vergões.
Não dei a mínima e gritei ainda mais alto.
Então ele soltou minhas mãos, me levou para uma mesa com dois buracos para encaixar meus seios. Prendeu meus braços a frente. Prendeu cada uma das minhas pernas nos pés da mesa. Fiquei toda exposta.
- Agora você vai aprender a me obedecer. Não vou colocar a mordaça. Você vai gritar, vai apanhar mais e mais. Até aprender.
Eu estremeci... O que ele tinha em mente??
- Vai apanhar com vários instrumentos diferentes. Sua bunda vai ficar muito vermelha, quente e marcada. Vou começar leve, com o chinelo. Depois vou usar o cinto, a palmatória, o chicote, a corda, e por fim a vara de marmelo. Você vai se arrepender de cada grito que deu. Ao todo serão 300 pancadas que receberá. Se eu achar que devo, vou aumentar.
Eu já estava tremendo só de pensar. Mas ele continuou.
- Ao mesmo tempo, seus mamilos ganharão grampos, e serão chicoteados por meu ajudante. Ao final, você vai agradecer pela surra, e vai implorar para que eu coma seu cu.
- Nunca!!! Seu verme nojento, me soltaaaaa!!
A primeira chinelada veio forte. Marcou imediatamente minha nádega direita. Logo depois veio a segunda, terceira... Eu ainda gritava e xingava. Ele continuou castigando minha bunda. A dor estava aumentando, minha bunda ficando muito quente.
No final das 50 chineladas, eu ainda gritava. Ele continuava calmo e pleno.
- Pelo jeito você não entendeu o que vai acontecer aqui... Sua bunda já está vermelha. Você não vai nem conseguir colocar uma calcinha.
Nisso pegou o cinto. Era um cinto grosso, que tinha uns buracos.
A primeira veio forte, bem mais que o chinelo. Ele estava colocando toda a sua força. E batia rápido. Vergões começaram a aparecer. A pele antes branca, agora estava cheia de vergões e vermelho escuro. A dor estava ficando insuportável... Mas eu não ia dar o braço a torcer. Continuava gritando e xingando.
- Ahh escrava... Como você vai se arrepender...
Disse isso e pegou a palmatória. Era uma palmatória retangular, de madeira grossa, toda furada. A primeira pancada já deixou um hematoma roxo... Meus seios estavam sendo severamente chicoteados também. Senti um ardor intenso na bunda, como se minha pele tivesse rasgado. Ele deu a segunda, a terceira... Na décima eu gritei: "cheeeegaaaa"....
Mas ele estava implacável. Continuava a golpear com toda a força. Meus gritos escovam naquele galpão. Ao término de 50, ele nem esperou, já pegou o chicote. Eu já estava com os seios super doloridos, então esperei o pior. O chicote estralou no ar e logo em seguida na minha bunda. A dor intensa que se seguiu me fez implorar:
- Por favor eu imploro... não me bata com isso, senhor, por favor... Faço tudo o que quiser...
- Você vai aprender a me respeitar. Eu disse que ia chicotear, ainda falta usar a corda e a varinha. Sua bunda nunca mais será a mesma. No final vc vai implorar que eu coma seu cu, senão vou começa tudo de novo.
- NAAAAOOOOOO por favor... Coma agora se quiser, eu imploro!! Não me bata mais...
Nem deu tempo de terminar a frase. O chicote voltou a estralar.
Eu chorava feito criança. Minha bunda e meus seios muito doloridos, eu muito arrependida de ter enfrentado ele.
A corda e a varinha foram ainda pior. A vara chegou a rasgar minha pele. Eu só chorava.
Quando ele terminou, perguntou:
- O que faço agora?
- Coma meu cu Senhor...
Ele deve ter ficado com um pouco de pena de mim, pois passou um lubrificante. Comeu meu cu com força, cada vez que socava eu sentia minha bunda arder...
Depois disso virei sua putinha particular. Morei no galpão por algumas semanas, sempre obedecendo suas ordens. Minha bunda ficou com marcas permanentes, nunca tinha apanhado desse jeito.