Era o Lucca e eu (real) Parte 1

Meninas, vocês irão compreender a mim perfeitamente. Todas nós na adolescência sempre temos aquele menino mais velho por quem temos uma "apaixonite". É o cara descolado que mora perto e você admira, que vai nas baladas antes de você ter idade para isso, que aparece com namoradas e provoca um ciúme danado na gente, que logo tem moto ou carro, que entra na faculdade, que nossos pais também o admiram, etc., etc., etc. Então, o meu é (era) o Lucca. Mudamos para esse condomínio quando eu tinha 15 anos. Lucca, 19. Eu, menina tímida, vinda do interior do Rio Grande do Sul, nem olhava para os lados. Mas, esse carinha era diferente: alto, educado, gentil, calmo, inteligente e bonitão. Percebia a forma como ele me olhava. No início era constrangedor. Ele sempre puxava assunto seja no elevador ou na piscina e até com meus pais juntos. Morria de vergonha. Aos poucos ao longo dos meses e anos a vergonha foi passando e as conversas fluindo de forma natural. Passamos a nos seguir no Instagram e no Facebook. Conversávamos pelo Whatsapp. Eu adorava a forma como ele me tratava. Me sentia uma princesa. Esporadicamente ele contava sobre seus romances. Eu fazia cara de paisagem, mas por dentro morria de ciúmes. Quando eu tinha 17 anos, em uma festa de Halloween, após algumas conversas e drinks, nos beijamos. Eureka, realizei o meu sonho. Aquele beijo ecoa até hoje nos meus pensamentos. Nos encontramos algumas vezes durante quase um ano. Tudo às encondidas. Ficamos nos beijos, mas últimamente pelo WhatsApp trocamos algumas fotos "calientes". Eu estava adorando tudo isso. Me sentia desejada a cada conversa e comentários sobre as minhas fotos. Tudo estava indo bem e eu apaixonada achando que era o homem da minha vida. De um momento para o outro de forma inesperada ele me bloqueou de todas as redes e ficamos duas semanas sem contato. Chorei, me desesperei e o procurava incansavelmente pelo condomínio. Um certo dia, o encontrei de mãos dadas com uma menina que parecia ser mais jovem que ele. Ele não me viu. Entrei em desespero. Me senti um lixo, usada e jogada fora. Certa sexta-feira, eu saía do condôminio para a faculdade e encostei o carro em outro ao tirar da garagem. Óbviamente, acionei a segurança que chamou o dono. Este chegou de forma estúpida. Me destratou na frente do segurança que nada fez. Para a minha sorte vejo entrando o carro do meu héroi: Lucca. Acho que ele percebeu minha aflição e veio até nós. Se dirigiu a mim e perguntou: - o que aconteceu? Tu está bem? - Nem tive tempo de responder e o estúpido interrompeu: - essa aí bateu no meu carro que estava parado. Me segurei para não chorar.Só que Lucca interrompeu ele e me abraçou: - senhor, respeito. A partir de agora sobre este assunto é comigo. - Nossa. Que príncipe. Me senti tão protegida e cuidada. Ao final de tudo, ainda sem graça e sem entender o motivo do sumiço dele, conversamos, mas não entrei no assunto dos bloqueios de redes sociais, etc. Ele estacionou o carro do meu pai e foi comigo até o meu apartamento. Agradeci e disse que iria fazer um bolo de cenoura como forma de recompensa. Mas não disse quando. Eu não tinha clima para ir na aula. Mas, tinha outro desejo dentro de mim: quente, lubrificada, sensível ao toque, até meus seios pareriam mais firmes e cheia de amor para dar.  Mandei mensagem perguntado se ele ficaria essa noite em casa. Ele respondei que sim. Disse que faria o bolo e em uma hora levaria. Fiz o tal do bolo. Tomei um belo banho, me depilei fiquei bem cheirosa e perfumada. Troquei de roupa umas dez vezes até escolher um moniquíni azul que é aberto na barriga e nas costas com um short-saia bem curtinho e uma sandalinha de saltinho para dar um empinada na minha bunda. Fui em direção ao apartamento dele com o coração saindo pela boca e o bolo ma mão. Pensei em desistir mil vezes. Mas, o desejo era maior. Eu sabia exatamente o que queria: fazer tudo o que um homem gosta para ele nunca mais pensar em ter outra mulher na vida dele. Estava disposta e pronta para tudo. Literalmente tudo. Até o que eu nunca tinha feito. Fui decidida. Eu não sabia o que fazer, o que falar.Tomei coragem e toquei a campainha. Ele abriu a porta e, por um segundo, pareceu esquecer o que ia dizer.Os olhos percorreram meu rosto, desceram rapidamente pelo meu corpo e voltaram para os meus olhos. Foi rápido. Rápido demais. Mas eu percebi.— Entra.A voz saiu mais grave do que o normal.Entreguei o bolo tentando disfarçar o nervosismo. Ele agradeceu com um sorriso breve e imediatamente se afastou, caminhando em direção à cozinha.— Quer um café? Água? Refrigerante?Achei estranho. Depois de tudo o que tinha acontecido entre nós, ele parecia determinado a falar sobre qualquer assunto que não fosse nós dois.Enquanto ele procurava duas xícaras no armário, percebi que evitava me encarar por muito tempo.Foi meio broxante e sem graça. Ele disse que eu estava linda e muito cheirosa. Ele também parecia desconfortável ou tenso. Uma vez mais agradeci por ter me protegido. Ficou um silêncio ensurdecedor e constrangedor entre nós...Enquanto ele falava sobre o bolo, sobre a faculdade, sobre qualquer assunto banal que aparecesse pela frente, eu só conseguia pensar na garota.A mesma garota que eu tinha visto duas semanas antes.A mesma mão que agora segurava a xícara de café tinha estado entrelaçada à dela.A lembrança voltou como um soco.Quem era ela?Namorada?Ficante?Ex-namorada?Ou alguém mais importante do que eu sequer imaginava?Eu observava cada movimento dele procurando respostas que não vinham.Havia momentos em que eu quase perguntava."Quem era aquela menina?"Mas alguma coisa me impedia.Talvez medo.Talvez orgulho.Talvez porque eu não quisesse ouvir uma resposta que me destruísse.Então permaneci em silêncio.E aquele silêncio foi crescendo entre nós.Quanto mais ele evitava tocar no assunto, mais minha imaginação trabalhava.Se era só uma amiga, por que me bloqueou?Se não significava nada para ele, por que desapareceu?Se sentia algo por mim, por que estava andando de mãos dadas com outra?Eu já não sabia o que doía mais.O bloqueio.A ausência.Ou a imagem dos dois juntos que insistia em se repetir na minha cabeça.Foi então que ele me olhou por alguns segundos.Tempo suficiente para perceber que havia algo que ele também estava evitando dizer.E, pela primeira vez naquela noite, tive a sensação de que aquela história era muito mais complicada do que eu imaginava.Dei um passo para frente, fiquei na ponta dos pés e dei um selinho de agradecimento esperando uma resposta. Ele ficou me olhando sem reação. Como eu estava muito decidida, fui em frente. Mantive os olhos presos nos dele enquanto, lentamente, puxava a alça do monoquíni pelo ombro deixando um seio à mostra. Não desviei o olhar em nenhum momento. Queria ver até onde ele conseguia se controlar.  Ele parou por alguns segundos me olhando. O maxilar travado. Respirava fundo como alguém tentando manter o controle. Os olhos desciam para o meu colo nu e depois voltavam para o meu rosto com olhar surpreso.Passou a mão pelos cabelos, nervoso, andando de um lado para o outro da sala.No que ele disse: — Eu te bloqueei porque tava ficando obcecado por ti. Porque toda vez que via uma foto tua eu perdia a cabeça. Desculpa. Eu respeito demais os teus pais, por isso decidi não seguir nosso romance. Sorri quando percebi ele olhando para minha boca.Ele tentou desviar os olhos. Não conseguiu.Me aproximei devagar.Quando toquei o rosto dele, senti a respiração mudar imediatamente.Foi ali que ele perdeu o controle.As mãos dele na minha cintura eram firmes, e isso me fazia sentir ancorada e ao mesmo tempo vulnerável, como se meu corpo entendesse antes de mim que não havia necessidade de recuar. Quando percebi que ele hesitou, senti um pequeno frio na barriga não de medo, mas daquela expectativa elétrica de quem sabe que está atravessando um limite invisível.Tão perto e tão longe do que eu sonhava. Eu só tinha dúvidas...Por dentro, tudo parecia se misturar: ansiedade e curiosidade, mas também uma onda crescente de calor emocional, uma sensação de ser vista de um jeito intenso demais para ser ignorado. Era como se cada segundo prolongado aumentasse ainda mais essa percepção de estar sendo desejada  e de, silenciosamente, corresponder a isso. Minha buceta era quente, úmida e parecia dilatada de tesão. Minha vontade de "apertar" as pernas, me tocar, ser tocada é quase que incontrolável. Era muito desejo. Tamanha paixão. Em vez de me afastar, meu corpo respondeu sozinho, inclinando-se ainda mais na direção dele, como se a proximidade fosse inevitável. Era estranho perceber isso: eu não estava sendo puxada, eu estava indo.Quando ele segurou meu braço e me trouxe para perto de forma mais rápida, meu peito reagiu imediatamente, uma mistura de susto leve e calor subindo pelo corpo. O impacto não foi de violência, mas de urgência  como se ele tivesse segurado algo que estava prestes a escapar há tempo demais.Fiquei tão perto que perdi a noção do espaço entre nós. O ar pareceu mais curto, mais denso. Eu conseguia sentir a tensão no corpo dele antes mesmo de olhar para o rosto.Ele fechou os olhos por alguns segundos, respirando fundo, e aquilo me atravessou de um jeito estranho. Era como assistir alguém lutando para não atravessar uma linha que já estava praticamente cruzada. E, ao mesmo tempo, isso me fazia sentir mais presente no próprio corpo, mais consciente da forma como eu estava ali, sendo escolhida e ao mesmo tempo escolhendo ficar.Por dentro, havia uma mistura difícil de separar: uma leve ansiedade que acelerava meu coração, uma curiosidade quase infantil sobre o que viria depois, e uma sensação crescente e quente de ser desejada de um jeito que eu não podia mais ignorar.— Tu não devia ter vindo aqui.Mas a forma como os olhos dele percorriam meu corpo dizia exatamente o contrário.— Não para… não precisa me respeitar— sussurrei perto da boca dele.Logo Lucca não resistiu e nos beijamos. Quente, de língua, molhado. Ofegante. Uma mão na minha nuca e a outra percorria minhas costas e a minha bunda.O beijo aconteceu como uma decisão que nenhum dos dois verbalizou.No primeiro toque, eu senti um tipo de impacto silencioso  não no corpo apenas, mas em tudo. Como se alguma parte de mim reconhecesse aquele instante antes mesmo da minha mente entender. E então veio a resposta: eu correspondi sem hesitar.O mundo ao redor perdeu importância. O som ficou distante, as ideias ficaram confusas, e o único lugar que parecia real era aquele ponto exato entre nós dois. Cada pequena pausa só aumentava a tensão, como se o ar não fosse mais suficiente.E, no meio disso tudo, havia uma consciência estranha dentro de mim: a de estar completamente presente. De estar escolhendo aquilo, mesmo sem precisar pensar na escolha.Quando o beijo desacelerou por um momento, eu ainda fiquei perto. O silêncio entre nós não era vazio era cheio demais. Eu conseguia sentir tudo o que não tinha sido dito ainda, e isso, de alguma forma, era ainda mais forte do que qualquer palavra.Por uns instantes ficou admirando meus seios com os olhos como quem olha para algo muito precioso. Tocou levemente com as ponta dos dedos que pouco gelados davam um aumentaram o clímax. Ele desceu sua boca até os meus seios,.segurava, lambia, mordia, chupava... Na primeira vez que colocou a boca no meu mamilo fez uma sucção... Meu corpo arrepiou todo...Meu pescoço revirara instintivamente para trás... ou de propósito. Voltava e beijava ou pescoço. Eu perdi por um instante a noção do que era pensamento e do que era reação: tudo virou sensação.Eu percebia meus seios "inchados" , sensíveis ao extremo... Meus mamilos estavam muito firmes...Era uma estranha de que cada beijo, toque da barba, mordida e principalmente as lambidas nos meus mamilos causavam um arrepio ou "frio na barriga" que descia até a minha bucetinha... A vontade de ser tocada era irracional e inevitável... Eu tinha a insana necessidade de algo roçando na minha buceta. Comecei a me acariciar ainda ali, em pé... Ainda por cima do monoquini. Ela estava quente, muito quente, aberta e encharcada.... literalmente aberta... Pronta para receber aquele pau....Eu não queria que aquele momento acabasse... eu estava ali totalmente entregue... Me sentido. A mulher mais desejada e gostosa do mundoUm calor começou a se espalhar pelo meu corpo de um jeito difícil de controlar. Não era só excitação, era também aquela vulnerabilidade gostosa de estar sendo totalmente percebida, como se não existisse mais nada em mim que pudesse ser escondido ou ignorado. Ele estava tão concentrado em mim, que parecia ser a única ou a mais importante de todas coisas ...Ele gentilmente me levou até o sofá, se ajoelhou em frente a mim, puxou o monoquíni para o lado e começou a me chupar. Abri ainda mais as pernas para ele se aproximar. Era o céu para mim. Sua língua lisinha, quente e molhada me encharcava de tesão. Eu relaxei naquele sofá confortável. Sentia os seus cabelos nas minhas coxas, o calor da sua boca, o molhado e a textura da sua língua explorando cada pedacinho da minha buceta que estava aberta e dilatada como uma flor a desabrochar. A impressão que eu tinha era de que ele sentia exatamente o mesmo que eu, pois, as velocidade, a pressão ... eram perfeitas... por vezes perdi um pouco da sensibilidade no clitóris... mas, quando ela voltava...meu tronco se contorcia involuntariamente. Era o Lucca e eu; eu e o Lucca. Naquele instante, o mundo lá fora parecia distante, sem importância. Havia apenas nós dois e aquela sensação tranquila de estar exatamente onde eu queria estar. Eu me sentia segura ao lado dele, como se pudesse baixar todas as minhas defesas sem medo de ser julgada ou ferida. Pela primeira vez, eu não sentia necessidade de me preocupar com minha aparência, minhas palavras ou meus defeitos. Nada precisava ser escondido.Às vezes eu ainda me surpreendia por estar vivendo aquele momento com ele. Durante tanto tempo, Lucca pareceu alguém que existia apenas nos meus sonhos e nas minhas idealizações. Agora, porém, ele estava ali, atento a mim, presente, fazendo com que eu me sentisse especial de uma forma que eu jamais havia experimentado. Eu me sentia escolhida. Vista. Importante.E talvez fosse justamente isso que tornava tudo tão intenso. Não era apenas o que eu sentia no meu corpo, mas o que acontecia dentro de mim. As inseguranças foram ficando para trás. A necessidade de controlar cada pensamento desapareceu aos poucos. Restava apenas a confiança, a entrega e a certeza de que eu não precisava fingir ser ninguém além de mim mesma.Pela primeira vez em muito tempo, eu não estava preocupada com o passado nem com o futuro. Eu apenas existia naquele momento. Era o Lucca e eu; eu e o Lucca. E, por alguns instantes, aquilo pareceu ser tudo de que eu precisava.Peguei a sua mão enorme para acariciar os meus seios e ...não pensava mais em nada...eu parecia muito conectada ao meu corpo ne expectativa do que eu queria que viesse logo em seguida...meu coração acelerou... eu gemia ofegante sem querer fazer isso...cada toque da sua boca, língua, barba, mãos, cada toque arrancava um arrepio diferente... como se minha pele tivesse despertado para uma linguagem que eu não conhecia....meus músculos ficaram tensos...aquela coisa gostosa lá na minha buceta parecia descer para as minhas pernas e subir para a minha barriga...meu corpo pulsava... um calor enorme tomou conta de mim....eu comecei a tremer e não controlava mais meus movimentos... meu quadril se movia aos toques da sua língua...parei de raciocinar por um instante....e...nesse momento tive um orgasmo.  Gozei com ele de boca, corpo e alma entre minhas pernas. Ele parecia um animal no cio querendo me devorar. Parecia que estava com fome e sede; fome e sede de mim. Fome da minha buceta. O puxei pelos cabelos e trouxe ele até a minha boca. Nos beijamos e ele começou a me penetrar num papai e mamãe quente, úmido e muito deslizante. Nossas bocas não se soltavam. Eu sentia cada milímetro entrando. Eu estava muito lubrificada que o seu pau deslizava perfeitamente: sem dor, sem medo. Puro conforto, tesão e prazer.É como se o corpo saísse de qualquer tensão (principalmente a que eu havia passado há algumas horas) e entrasse num modo de “deixa acontecer”. Totalmente relaxada, corpo sensível, principalmente a minha buceta. Uma sensação de calor, de estar mais “aberta” às sensações...uma sensação de entrega, de confiança, de estar totalmente presente ali.Meu corpo reagia sozinho em alguns momentos. Os músculos trabalhavam involuntariamente...E a minha buceta também reagia sozinha...era uma sensação de estar sendo preenchida... sensação de pressão gostosa por dentro... de estar mais consciente daquela região do corpo... parecia que o pau do Lucca não era algo estranho dentro de mim... era parte de mim... e naquele momento assim se fez...Não haviam palavras, apenas gemidos... respirações ofegantes...suor... e som do encontro dos nossos corpos.

Lucca parou para não gozar...

Nossas deu um tesão enorme relembrar e escrever isso tudo!

Se gostaram, eu posso continuar o que aconteceu depois!

Beijinhos da Duda!

Foto 1 do Conto erotico: Era o Lucca e eu (real) Parte 1


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Ficha do conto

Foto Perfil dudinhagaucha
dudinhagaucha

Nome do conto:
Era o Lucca e eu (real) Parte 1

Codigo do conto:
263410

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
31/05/2026

Quant.de Votos:
2

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