Eu estava de férias do meu trabalho em um atacadão, e como não tinha muito para fazer na capital de São Paulo, decidi dar uma passada no interior e visitar a família que tenho por lá. Meu tio tem uma chácara no interior de São Paulo, ele sempre gostou muito de mim, e sempre disse que deixaria as portas abertas para quando eu quisesse o visitar. Uma coisa levou a outra, e decidi aproveitar o parentesco e gozar minhas férias longe da correria da cidade.
Quando o avisei, ele logo se alegrou, disse que deixaria tudo arrumado para me receber. Foi uma viagem muito longa para os lados de Caiambu, quando cheguei, encontrei meu tio me esperando na rodoviária. Tio Roberto. Fazia muito tempo desde a última vez que o vi, em um jantar de família no aniversário dos meus primos. Um tiozão grisalho, corpo parrudo de marido, o famoso nem gordo e nem magro. Ele nunca fez academia, mas o trabalho na chácara havia definido seus braços, torneados e grossos, verdadeiras toras de madeira!
— Vincenzo, meu menino! — Meu tio me cumprimentou com um forte abraço, no qual pude sentir a força dos seus braços e os músculos de seu peitoral. Seus peitos eram grandes, não como os meus, femininos, mas sim músculos bem torneados, frutos de trabalho na chácara.
— Você não sabe o quanto fiquei feliz por você ter vindo me visitar!
— Eu que fico feliz por me receber em sua casa! — Disse para ele.
— Seus primos estão em casa, estão doidos para te ver! Ficaram felizes quando falei que você estava vindo passar uma temporada com a gente!
Ah, meus primos… isso me despertou muitas memórias, certamente boas. Desde jovem, havia uma desconfiança na família sobre eu ser gay. Meus primos, dá para dizer, foram os primeiros a descobrir a verdade, quando tínhamos entre dezesseis e dezoito anos. Perdi minha virgindade com os três, uma coisa que jamais pude imaginar que aconteceria, que poderia fazer. E desde então, sempre que ocorria de haver uma oportunidade, nos juntávamos para relembrar aqueles velhos tempos.
Da rodoviária até a chácara foi um percurso de uma hora e meia de carro, onde eu e meu tio viemos conversando sobre coisas mundanas, sobre a vida na cidade, sobre o seu divórcio com minha tia, irmã de minha mãe. Não temos um parentesco direto, de sangue, mas ele ainda é meu tio, apesar de tudo. Ele havia casado de novo com uma morena bonitona, mas que minha mãe detestava, pois ela foi amante dele.
— A Marina não está em casa, está trabalhando! Ela trabalha na cidade, como costureira.
— E volta que horas?
— Lá pelas 18:00 eu busco ela.
A chácara continuava a mesma coisa, igualzinha a como me lembro. Havia alguns gansos e galinhas correndo pelo lugar, e um chiqueiro ali perto, com alguns porcos. Era como uma fazenda, de fato, mas sem grandes plantações ou muito gado.
— Nestor, venha cá me ajudar a pegar as coisas do meu sobrinho! — Meu tio saiu do carro, falando com alguém. O segui para fora, e assim que eu olhei para a sua direção, vi o peão se aproximar. Um mulato bonito, alto e musculoso, braços grandes, pernas grossas, com uma cara de brutamontes. Aquilo não era um homem, mas sim um tacho de testosterona ambulante!
— Nestor, este é Vincenzo, meu sobrinho!
— Prazer, rapaz! — Nestor apertou minha mão, a sua era bem forte e calejada, com uma textura até que um pouco áspera. Fiquei tão sem palavras diante daquele homem suculento que apenas acenei com a cabeça, vendo ele ir e buscar minha mala no carro.
Quando entrei na casa, dei de cara com meus primos (ou pelo menos, dois deles) na sala de estar: Eduardo e Gabriel eram até que parecidos e seguiam a genética da família da mãe, cabelos pretos e cacheados, pele clara, mas torneada pelo sol. Pedro, meu primo mais velho, não estava lá. Assim que me viram, se levantaram num pulo, largaram o videogame e vieram até mim.
— Há quanto tempo, primo! Caraca ‘cê tá… diferente! — Disse Eduardo, me olhando de cima a baixo.
— Deu uma engordada, né?
— Só um pouquinho. Não estou tão gordo assim, né?
— Tá parecendo uma mulher! Olha, tem até peitos!
— Tá legal, vamos para com esse papo. Estão deixando o primo de vocês constrangido. — Disse meu tio, já intervindo. E ali, aquela conversa cessou.
O dia correu normalmente, com meus primos e eu conversando e relembrando histórias dos tempos de juventude na chácara, nos almoços de família e brigas generalizadas que sempre ocorriam. Por volta das 16:00, meu tio apareceu dizendo que ia para cidade resolver alguns assuntos e que estaríamos sós ali. Vi ele sair, e então voltei a assistir meus primos jogando videogame.
— Parece até que voltamos no tempo. — disse Eduardo entre alguns apertos de botão do controle e um gole de refrigerante.
— E quando vai ser a minha vez? — Perguntei para ele.
— Quando o Gabriel perder!
— Quando o Edu perder!
Eles começaram a jogar com mais intensidade, e logo o Edu perdeu. Peguei o controle do jogo e comecei a jogar, e ele, que não queria nos assistir, saiu e foi para cozinha fazer um lanche.
— Você é péssimo nisso, cara! Perdeu! — Disse Gabriel deixando o videogame de lado.
— Bom, eu nunca fui bom em jogos, não é?
— Ou eu que sou muito bom!
— Não vamos exagerar também. — Disse pra zombar. Gabriel se espreguiçou no sofá, e no mesmo instante eu voltei minha atenção para seu shorts tactel. Foi como um instinto, nem mesmo entendi porque havia feito aquilo, e logo olhei para a entrada da cozinha, onde Edu apareceu com um copo de suco e sanduíches.
— Vai querer um, Vi? — Ele me ofereceu e eu aceitei.
De repente, em meio ao mastigar e a conversa paralela, eu não pude deixar de secar Eduardo. Ele também usava um shorts tactel (por que esse tipo de shorts me excita tanto?), um shorts preto, e para o meu choque ele não estava de cueca. Vi sua rola contornar o tecido, e ela nem estava dura, esse era o choque! Meus primos sempre tiveram rolas grandes, e a de Edu era a segunda mais grande; a primeira, era do seu irmão, Pedro.
Depois de mais duas partidas de videogame, eu decidi ir para o meu quarto. Estava desfazendo minha mala quando Eduardo apareceu na porta do meu quarto.
— Tudo bem? Você saiu sem dizer nada. — Ele entrou no meu quarto e sentou na cama.
— Tudo, eu só vim arrumar minhas coisas.
— Ata. Achei que estava chateado por não jogar com a gente.
— Eu nunca liguei muito para esse negócio de videogame. Isso é uma parada de vocês.
— E o que você quer fazer? — Ele perguntou. Olhei para ele, ou melhor dizendo, para o pau dele naquela bermuda. Agora estava duro, pulsando no tecido da calça, uma rola grande. Ele reparou que eu estava olhando, apertou o pau sobre o shorts e disse:
— Porra, tá marcando muito, né?
— Tá. Devia comprar cuecas grossas.
— É que não gosto de usar cueca. Me sinto sufocado. — Disse Eduardo passando a mão sobre o pau.
Entendi o que estava acontecendo, e o que ele queria. Da sua rola marcando, olhei para ele, e para sua cara de puto. Estava me encarando como se quisesse me atacar, como um lobo, um predador! E eu era um cordeiro indefeso, mas não ingênuo.
— Topa? — Perguntou passando a mão sobre o pau, começando uma leve punheta sobre a roupa.
— Mas é o seu irmão…
— Tem razão. Me espera aqui!
Edu saiu do quarto às pressas, e eu fiquei sentado na cama sem entender nada. Voltou acompanhado, por ninguém menos do que Gabriel.
— O que é que vocês querem? Eu tava ocupado…
— Tava nada, cê tava procurando aquele jogo idiota! Já disse, eu perdi ele!
Eduardo se aproximou de mim na cama e então baixou a bermuda, revelando aquela rola bonita. Uma rola grande e da cabeça rosinha, o pré-gozo saia pela uretra, uma gota incolor e grudenta.
— Que porra é essa?! Cê me chamou pra cá só pra te ver… vai se fuder, Edu!
— Vem cá! Ele vai mamar você também, não é?
Eduardo me colocou numa saia justa. Eu não planejei transar com um primo, quem dirá dois! Seu pau tava a poucos centímetros da minha cara, aquela rola tão bonita e gostosa. Não resisti ao instinto de pegar, enchi a mão naquela pica quente, e ele logo gemeu bem grave, o que me fez encarar ele.
— Não olha pra mim não, olha pra cá! — Ele segurou minha cabeça com a mão livre e com a outra ele pegou o próprio pau e bateu na minha bochecha. Aquilo reacendeu algo em mim, não pude me segurar. Meti aquela rola na boca, chupando devagar, saboreando o seu sabor salgado e quente como se fosse a primeira vez que fizesse aquilo. Eduardo passou os dedos entre meus cachos, gemendo rouco enquanto dizia:— Ah, que boca quente!
— Ah Eduardo, eu não vou assistir isso não!
— Vem cá!
— Mas…
— Venha!
Afastei a rola dele por um instante, para ver Gabriel ali, na porta do quarto, me encarando enquanto mamava. Ser visto por alguém enquanto transa é tão excitante, é como uma droga, e eu já não sei mais como é o sexo sem ser flagrado. Gabriel me encarou, seus olhos dividiam sua atenção entre eu e o corredor da sala.
De repente, Edu segurou meus cabelos com mais força e começou a fuder minha boca. Sua pomba metia no fundo da minha garganta, então saia e eu ficava tentando recuperar o ar, apenas pra ele logo tentar de novo. Eu normalmente não me engasgava facilmente, mas Eduardo era ansioso, não previ que fosse por aquele caminho. Nem ao menos percebi quando a porta do quarto fechou e Gabriel se aproximou, tirando o pau pra fora e batendo uma enquanto me via sufocar no pau do irmão.
— Finalmente!
Edu afrouxou o aperto, e eu finalmente pude sentir o ar novamente. Agora tinha duas rolas pra mim, rolas grandes e branquinhas. O pau do Gabriel era um pouco diferente do irmão, era grande, mas cabeçudo, uma cabeça mais puxada para o roxo. E ele era pentelhudo — e como eu amo um macho pentelhudo!
Comecei a mamar os dois, dividindo e alternando entre as picas. Uma hora Eduardo tentava me foder a boca, outra hora o irmão brigava e logo segurava minha cabeça pra meter a rola na garganta à dentro. Nesse momento, pré-gozo e baba se misturam de uma forma que criam uma baba nova, me lambuzando a cara e a roupa de baba.
— Você sempre foi uma putinha, Vi — Disse Gabriel passando o pau na minha cara, segurando meu queixo. Ele cuspiu em mim, nunca antes alguém havia feito aquilo. Me surpreendi, mas também gostei. — Você vai ser nossa putinha, vai? Deita aqui, vai!
Deitei na cama com a cabeça para fora do colchão. Gabriel se aproximou da minha cara e enfiou a rola na minha boca, naquela posição parecia até que ele conseguia ir mais fundo dentro de mim. Ele fudeu minha boca bem devagar, parecia querer me torturar. Então Eduardo, que eu já havia até esquecido de que estava lá, com a gente, me fez notar sua presença ao puxar minha camisa para cima, mostrando meus peitos. Ele meteu a pica entre meus peitos, começando uma “espanhola” enquanto engasgava na rola do seu irmão.
Meu pau estava muito duro a essa altura, pulsando nas calças de maneira que chegava a doer. Suas mãos apertavam meus seios, acariciando e esfregando-os contra aquela pica quente.
— Vou gozar… engole tudo puta! Bebe o leite do teu macho, puta!
A gala invadiu minha garganta, quente e salgada, e eu a engoli como mandou. Gabriel tirou o pau da minha boca, todo babado e melado de porra, e o passou na minha cara, limpando em minhas bochechas. Mal tive tempo de respirar, quando Eduardo assumiu o lugar do irmão e começou a fuder minha boca, e diferente do outro, que ainda teve algum cuidado (ou ousou dizer, carinho), Eduardo me sufocou com sua rola. Suas mãos tocam minha garganta, sinto seu pau me invadir, tão certeiro e duro, que lágrimas escorrem por meus olhos marejados.
— Vai mamar, primo! Vai mamar e vai mamar gostoso! Você não queria rola, pois toma!
Eduardo violou a minha garganta, me fudeu como um bicho selvagem, guiado unicamente pelo pau. Quando tentava escapar da sua tora, ele apertava minha garganta com as mãos e enterrava a pica de volta. Não demorou muito para gozar, mas diferente do irmão, ele não quis gozar na boca.
— Vem cá, fica de joelhos!
Fiz o que ele mandou, como uma cachorra adestrada. Minha camisa estava erguida, meus peitos balançavam. Ele começou a tocar uma punheta, estava pronto para gozar. O primeiro jato de gala acertou minha cara, não minha boca, assim como o segundo. O terceiro acertou os meus peitos, me sujando ainda mais. Imediatamente eu me lambuzei naquela gala, esfregando meus peitos com tanto tesão, o que pareceu agradar meus primos.
— Nossa, faz tempo que não gozo assim! Fiquei até tonto!
Eduardo sentou na própria cama, ao lado da minha. O pau ainda duro pulsava, agora mais fraco.
Depois daquilo tudo, um banho era necessário. Por duas vezes reparei que meus primos me espiavam pelo espelho, e não pude deixar de rir. Sai do banheiro molhado, os cabelos grudam no meu rosto e a água escorria por meus peitos. Eles estavam na sala, e quando seus olhos bateram em mim, senti o fogo que queimava neles, me devorando com os olhos do sofá.
— Vocês fizeram uma verdadeira bagunça. — Disse caminhando pela sala.
— E você não gostou?
— Eu adorei!
— Daqui a pouco tem mais! Só deixa eu me recuperar que você vai ver!
Não pude evitar rir deles. De repente, uma ideia acendeu na minha cabeça. Abri minha toalha diante deles, expondo meu corpo mais uma vez, o que pareceu deixar eles tensos. Usei a toalha para enxugar os cabelos, quando de repente escutei um barulho estranho. O barulho de um carro estacionando.
Vesti a toalha bem a tempo de ver meu tio entrar pela porta de casa, junto da esposa e de Pedro. Meu coração batia tão rápido, e o ar havia escapado de meus pulmões, como se tivesse corrido uma maratona.
— Menino, mas o que é isso? — Brandou meu tio assim que me viu.
— É que eu… acabei de sair do banho.
—Tá, e vai ficar pelado? Se enxuga e vista uma roupa!
Respirei uma vez, tentando recuperar o fôlego, então ajeitei a toalha como um vestido e caminhei para o meu quarto. Quando me despi da toalha, vi meu pau pulsar, tão duro quanto o de meus primos. O pré gozo escorria, e não evitei lamber aquilo. De repente alguém bateu na porta, e eu logo vesti a toalha novamente. Era Pedro.
— Oi, Vi. Eu só… vim te cumprimentar. Você pegou todos nós de surpresa!
— Desculpa, é que eu acabei de sair do banho! O Edu me chamou, e ficamos conversando…
— Relaxa, fique em paz! — Disse ele, e não pude evitar os pensamentos que tinha. Pedro era ridiculamente gostoso. Usava calças justas (coisa de hétero, muito brega) e uma camisa polo preta que marcava o peitoral largo. Diferente dos irmãos que eram uns galegos, ele era um pardo gostoso.
Ele saiu do quarto, dando um sorriso daqueles que me fazem tirar a calcinha. É, eu vou aproveitar muito bem essa temporada na casa do meu tio.