Categoria: Heterossexual
Data: 20/12/2015 00:00:37
Última revisão: 20/12/2015 00:05:51
Assuntos: Anal Freira Padre Igreja, Heterossexual
Meu pai Carlos Zéfiro(Fictício) tinha fantasias constantes e escrevia regularmente contos com desenhos envolvendo padres e freiras. Anos após sua morte descobri uma irmã por parte de pai que era filha de uma venezuelana, e havia se tornado freira num convento em Puerto Cabello. Entramos em contato e ela me enviou um vídeo e partes do relato de uma de suas experiencias.
No convento em que vivia havia uma igreja que era frequentada pela comunidade local, e nela trabalhava Padre Júlio, um padre negro de origem cubana, e que algumas colegas de convento já haviam comentado terem visto através da janela do basculante, urinando no banheiro e sendo o dito padre possuidor de uma enorme e grossa cobra mulata. Todas nós após esta conversa tínhamos ficado muito excitadas e tivemos que pagar grandes penitências por nossos pensamentos libidinosos.
A madre superiora inclusive nos recomendou que não frequentássemos a igreja, e que nos mantivéssemos em total clausura, mas aquilo se tornou um martírio para mim. Nos recolhíamos cedo, após o lanche das 18 horas, mas eu não conseguia dormir, e sabia que Padre Júlio rezava a ultima missa das 6 da noite e ficava ainda por 1 ou 2 horas confessando alguns retardatários. Vesti novamente meu hábito, porém, Deus me perdoe, sem a grande calçolas que eramos obrigadas a usar como servas de Deus, e desci até a Igreja, encontrando Padre Júlio contrito em suas rezas sentado dentro do confessionário. Me ajoelhei junto a tela de separação da cabine do padre e lhe sussurrei que necessitava confidenciar meus pecados a Deus.
Padre Júlio gentilmente me disse que abrisse meu coração, mas não só o coração, como minha buceta desandaram a piscar aceleradamente com a voz grave daquele padre quarentão.
- Padre, me perdoe porque pequei, e o pior é que continuo pecando..
- Diga irmã, diga os seus pecados..
- Toda noite meu corpo arde em desejo pelos homens. Acordo no meio da noite nadando no meu suor e com as narinas tomadas pelo cheiro do meu próprio sexo. Necessito urgentemente sentir um homem dentro de mim.
- Filha de Deus, lembre-se dos seus votos de castidade..
- Eu sei padre, e é por isso que gostaria de minimizar meu pecado sentindo no ventre a picha de um padre e não de um homem comum.
- Que isso irmã. Como poderia eu também romper meus votos ?
- Pode padre, faríamos isso e nos perdoaríamos um ao outro frente a Deus...
E falando isso, não aguentei, levantei meu hábito e comecei a me masturbar lentamente. Padre Júlio sonhava em devaneios com os olhos semifechados quando os abrindo se deparou pela tela separatória, com um de meus dedos entuchados em minha buceta, já completamente babada.
Lentamente Padre Júlio foi se levantando, olhou ao redor para garantir a inexistência de outras pessoas na igreja e levantou também sua batina, finalmente liberando aquele enorme membro negro que eu tanto queria ver... Iniciando uma punheta de curso longo, encostou a chapeleta do caralho contra a tela e pude vê-lo em sua plenitude. Era um mastro grande, grosso, marron reluzente, e já brotava um pingo de porra do orifício no alto de sua cabeça.
Minha buceta nessa hora vazava meu mel copiosamente, e meu corpo estava quente, quente como nunca tinha estado antes. Eu precisava daquele pau, precisava tê-lo nem que fosse um pouquinho em minha boca, depois eu iria para o meu retiro e me siriri caria até morrer..
Dei a volta no confessionário e me ajoelhei em frente ao meu padre confessor, tomando-lhe gentilmente a vara nas mãos para a seguir senti-la com meus lábios molhados.
Como era gostoso chupar a vara de um homem daquele porte. Padre Júlio gemia baixinho e orava pra compensar o pecado que estava cometendo.
Pedi que voltasse a se sentar e de costas assestei aquela linda chapeleta na entrada da minha gruta molhada arriando lentamente meu corpo para a entrada triunfal do poste no âmago do meu ser.
Que pau gigantesco... Me tocava o útero. Coloquei meus pés sobre seus joelhos e passei a fuder o pobre homem com movimentos lentos e rítmicos, fazendo aquele caralho aflorar até a cabeça e depois mergulhar fundo no interior dos meus lábios inferiores.
- Será que algum dia seremos perdoados, irmã ?
- Sim padre, pois é um desejo real de dois servos de Deus. Meta mais fundo e mais rápido, meu confessor gostoso.
E Padre Júlio gemia em transe. De repente retirei todo o caralho da buceta e lhe pedi encarecidamente:
- Padre, me tome pelo cú...!
- Pelo cú, irmã ? Isso é sodomia... É um pecado ainda mais grave..
- Padre.. fodida, fodida e meia.. Fique quietinho e me deixe pagar meu pecado.
Mirei a cabeça da picha bem no olho do meu cú de freira e sentei com o cú na vara negra. Caralho como doeu.
Era muito grande e muito grosso para o meu anelzinho virgem de irmã de convento.
Até aquele dia eu só tinha usado meu furinho posterior para saída, mas aquele trem me entrando ao contrário, me rasgando as pregas, fervendo, pulsando reto a dentro me levou à loucura em segundos. Como que podia, eu uma freira tão contrita, ciente dos meus votos, estar agora completamente empalada, com o ânus completamente arrombado e ainda por cima por uma piroca eclesiástica.
Padre Júlio agora entrava em delírio e me segurava pelas ancas forçando ainda mais a entrada de seu falo em meu cú, até que olhei e dele só restava de fora aquele saco negro e pesado com as bolas grandes. O saco pesado e o homem com quem eu estava me deram uma mensagem divina e imediata ao cérebro. Ali haveria de ter muito leite guardado. E não deu outra, senti padre Júlio gemer no momento em que contrai meu esfíncter do prenúncio de um aleitamento e aquele trem negro vazou uma tonelada de leite dentro dos meus intestinos. Sentia ele latejar, pulsar dentro da minha
bunda e minhas pregas alagarem.
Lentamente aquela jiboia negra foi escorregando pra fora e um jatinho de porra branca esguichou do meu ânus no chão puro da igreja. Corri a limpa-lo com minhas próprias vestes e ainda ouvi padre Júlio se afastando e dizendo:
- Vá em paz irmã.. e não peques mais (até que tenha vontade de novo Beijoca.
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