Um dia eu estava no quintal de minha casa, de shortinho atochado no rego e brincando sozinho na piscina. Ao lado de minha casa havia uma outra, onde um rapaz conservava as telhas. De onde ele estava, ele me via e eu percebi que ele ficou de pau duro ao me ver brincar com o shortinho meio transparente e agarrado em mim. Eu percebi, fiquei excitado e resolvi deixar ele louco: a minha piscina era daquelas de armar – bem rasa – e eu fiquei de quatro me apoiando numa das bordas e de bunda virada pra ele.
Vi que ele trabalhava cada vez mais devagar, só me olhando e esfregando seu volume – bem grande, por sinal. Por sorte eu estava de camisa também e, numa ideia improvisada, a tirei e comecei a fingir que a lavava. De quatro, bunda virada para ele e rebolando ao esfregar a blusa. E ele lá, com o volume cada vez maior!
Fingi que havia terminado e veio o grande final: tirei meu short! E ele pôde ver meu cuzão, raspadinho dessa vez, bem aberto por conta do tesão que eu estava, e apontado direto para ele! E não deu outra: o rapaz botou a piroca pra fora e começou a tocar uma punheta em cima do telhado da casa! Por sorte não havia ninguém na minha casa nem na do vizinho que ele estava, pois sua jeba era muito grossa!
De propósito, virei minha cabeça para trás e o olhei. Ele me viu, mas continuou sua punheta. Então, passei minhas mãos em minha bunda, a alisei bastante, rocei meu dedo no cu já todo aberto e, para completar, abri bem minha bunda com as duas mãos! Meu cu ficou enorme! Todo aberto! Um túnel!
Ele não se aguentou, e o ouvi me chamar:
- Ei! Garoto!
Olhei pra ele, ainda mostrando meu cu imenso, e perguntei:
- Oi… que foi?
Ele, nervoso, só conseguiu falar:
- Posso ir aí?
Respondi:
- Daí de onde você está, é só botar o pé no muro e pular… vem..!
Ele assim o fez, e ao chegar em meu quintal, nem mexeu em seu short: sua piroca grossa e seu saco já estavam pra fora pela boca da perna do short, e ele já a apontou em minha boca para eu chupar. E foi o que fiz. Chupei aquela chapeleta, que era daquelas que se destacam do resto do pau, com as abas bem grandes, e a lubrifiquei com meu creme hidratante, que estava na mesinha ao lado da piscina.
Ele nem discutiu: encostou o cabeção em meu cu, já tudo aberto e piscando de tesão, e atochou a vara inteira em meu rabo!
Socou, socou, socou e eu consegui gozar bem rápido pelo cu dessa vez, pois normalmente demoro. Logo que gozei, ele percebeu isso – não dá pra esconder, os peidos são inevitáveis – e falou:
- Vou entupir seu cu de leite…
- Vai, soca… cospe tudo… me enche…!
E o rapaz deu uma mega esporrada no meu cu. Logo depois, tirou o pau e me deu um tapinha na bunda, já se aprontando pra pular o muro de volta.
E eu fiquei ali, com ele já de volta ao telhado, mas com meu cu aberto, apontado para ele e ainda peidando fora aquele monte de leite que ele esguichou no meu cu.
Acho que foi uma dessas fodas casuais mais tesudas que tive na vida!
Depois conto mais!
Beijos a todos!




