— Meu. Deus! Roberto escutou a voz da esposa antes de ver. Quando levantou o olhar, sentiu um certo vazio no estômago. Amanda estava agachada no chão, praticamente pelada, usando apenas uma lingerie de cor azul escuro, que se agarrava fielmente ao seu traseiro bonito e seus enormes peitos. E na frente dela, de pé, estava um homem completamente nu. Entre as suas pernas, estava um pau gigantesco. — Amor! Olha o tamanho disso?! — disse Amanda, pegando o pau enorme e gordo e levantando na direção do marido. Depois, ela começou a rir, como se aquilo fosse uma grande piada e não algo real. — Amor, — disse Roberto — tem certeza que é isso que você quer? Amanda havia insistido muito para que aquilo acontecesse. Ela sempre fora uma mulher aventureira, desbravadora. Gostava de adrenalina. Frequentemente, aos finais de ano, levava o marido para praticar esportes radicais, como pular de bungee jump e paraquedas. Roberto, no entanto, era o completo oposto. Sempre que ia com a esposa, dificilmente participava das suas aventuras. Tinha medo da adrenalina, do calor do momento. Nos últimos tempos, Amanda tinha insistido em algo diferente. Queria, com todas as forças, fazer um ménage. A princípio, Roberto foi contra. Mas Amanda sabia fazer a cabeça do marido. Seus peitos grandes e sua bunda trabalhada na academia eram ótimas ferramentas de negociação. Se Amanda queria alguma coisa, ela fazia o marido dar. E agora, após quase um ano inteiro de conversa e convencimento — e por isso entenda sentar no pau dele até fazê-lo gozar diariamente — Roberto aceitou a proposta. — Eu não posso dar pra trás agora, mor — disse Amanda, encarando quase como se hipnotizada a imensa rola à sua frente. — Olha isso, meu Deus. Ela brincava com o enorme pau, enquanto o dono apenas sorria, olhando para baixo, deliciando-se com a felicidade da esposa. Ela o erguia em sua mão. Era visível o quão pesado era. Quando solto, pairava no ar como se atraído para o centro da terra. E Roberto, como sempre fizera, olhava. Fora pedido da esposa. “Assiste um pouquinho, Beto. Depois você entra.” E assim, como ele sempre fazia quando a esposa pedia algo, ele obedecia. — É grande mesmo, amor — disse ele, sem saber se olhava para a esposa feliz ou para as paredes brancas do quarto de hotel. — Ai, eu quero chupar ele todinho. Você quer que eu chupe, mor? Roberto sentiu o vazio no estômago expandir. — Eu…mor… Ele não conseguiu terminar de responder. Quando se deu conta, sua esposa de dez anos estava beijando a cabeça daquela enorme rola, com tanta intimidade que nem parecia que haviam se conhecido apenas meia-hora atrás. — Quantos…quantos centímetros? — ela perguntou entre beijinhos. — Vinte e três — respondeu o homem, num gemido baixo. — Caralho! — Amanda gritou, voltando a rir. — Amor, você só tem doze. Olha isso! — Eu tô vendo, mor — disse ele. E estava mesmo. Olhando sua esposa brincar com o pau de um desconhecido com tanta afinidade que era quase como se brincasse com o dele. Roberto achava que estava na hora de entrar na brincadeira, de participar com sua esposinha do ménage. No entanto, seu pau estava mole. Não conseguia deixá-lo rígido de maneira nenhuma. Aquela cena era humilhante demais para que o excitasse; Amanda era sua mulher, a quem ele jurara amor eterno e ela também, e vê-la daquela maneira era perturbador. Amanda, no entanto, estava em outro mundo. Dos beijinhos, passou a uma chupada rápida na enorme cabeça vermelha. Era impressionante como a ferramenta fazia os lábios da esposa se esticarem para acomodar seu tamanho absurdo. — Hnm…hnmmm…hnm — gemia Amanda, tentando encaixar mais daquela rola em sua boca. Pouco a pouco ela engolia mais e mais, agora alcançando quase um terço daquele pau. O homem colocou a mão sobre os cabelos pretos de Amanda e começou a empurrar levemente. — Ela não gosta que façam isso — disse Roberto, em bom tom, como o marido protetor que era. Mas ele foi o único a reclamar. Amanda, que começava a mamar bem lentamente o enorme pau, não disse nada. Por que ela não dizia nada? Ela sempre reclamou quando Roberto empurrava sua cabeça contra o pau dele. “Machuca” dizia ela. Mas e agora? Agora ela deixava que o estranho empurrasse a cabeça dela mais para o meio da sua rola. Sua boca se abria, com gemidos, para acomodar o membro, onde gotas de saliva salpicavam a pele branca. Tanto os lábios da esposa, quanto quase metade do membro, estavam reluzindo na luz fraca do quarto. Amanda babava em cima dele. — Ah, isso, que boquinha gostosa — gemeu o homem. Amanda tossiu. Tossiu com o pau ainda em sua boca e uma jatada de saliva voou dos seus lábios ocupados. Roberto levantou-se da cadeira. — Amanda? Tá tudo bem? Cara, vai com calma, ela… Mas logo depois, Amanda, como se possuída por algum espírito, fechou os olhos e sozinha engoliu mais do membro. Chegara agora na metade e parara; não havia espaço em sua boca para mais nada. — Tá vendo, cara? — disse o homem com um sorriso de escárnio. — Ela sabe bem o que faz. De repente, Amanda recuou toda a extensão do pau até retirá-lo de sua boca e o membro pesado caiu. Uma ponte de saliva misturada com líquido pré-ejaculatório formou-se entre os lábios de Amanda e aquela rola enorme. — Caralho! Porra, meu Deus! É…mano…é muito grande… Amanda arquejava, esbaforida. Recuperava o ar para os pulmões com muita rapidez. — Amor, você tá bem? — perguntou Roberto. — Aham…eu tô…eu tô ótima — disse Amanda, erguendo os olhos para o homem bem-dotado acima dela. Era um olhar sujo. Um olhar safado. E Roberto não gostou nada daquilo. — Amor, — continuou ela — cê acha que eu aguento um desse? — Amor, eu não sei…você acha que… — Ah, você aguenta sim — interveio o homem, acariciando os cabelos da esposa de Roberto. — Você aprende. — Você vai me ensinar? — ela perguntou, com os olhos vidrados nos dele, um sorriso sujo nos lábios rosados. O homem sorriu. — Ensino, claro que ensino. Subitamente, Amanda virou-se para o marido. — Já tá duro, amor? Roberto sentiu o frio correr por sua espinha. Descendo a mão para sua calça, ele sentiu o pau mole. Meu Deus, como ele poderia competir com aquilo na mão dela? E mais, como sequer ficar duro sabendo que sua esposa estava se divertindo com uma rola com o dobro do tamanho da sua? — Ah, mor, não — ele disse, meio envergonhado. — É difícil vendo você fazer essas coisas. Eu amo você. Ele notou uma risada breve, silenciosa, vinda do homem. Mas sua esposa não riu. — Eu também amo você, Beto. Olha, a gente vai começar aqui e eu tenho certeza que você vai ficar durinho rapidinho. Durinho. A palavra era como uma facada para ele. Durinho. Amanda levantou-se e guiou o homem até a cama. Lá, ela deitou-se de costas, e Roberto conseguiu ver que a parte inferior de sua lingerie estava enxarcada. — Devagar — disse ela, conforme o homem movia sua calcinha para o lado. — Não tô acostumada com esse tamanho. O homem parecia ter escutado, mas também parecia hipnotizado em Amanda. Puxou a calcinha dela para o lado e começou a acariciar os seus lábios. Amanda gemeu, gemeu com vontade enquanto os dedos do homem passavam de cima para baixo em seu clitóris. — Ai, que delícia — disse ela, esfregando-se na cama. — Você vai meter em mim? O homem não respondeu, apenas pegou seu pesado pau, levantou e deixou cair em cima da buceta sensível da esposinha. Amanda gritou de susto. Era tão pesado assim? Capaz de fazê-la gritar só de sentir cair em cima? — Você quer? — ele perguntou. Amanda assentiu. — E o maridão? — ele continuou, virando para olhar para Roberto, sentado no canto da sala. — Ele quer? Amanda colocou seu olhar sobre o marido. — Você quer, amor? Que ele coma essa bucetinha? Roberto sentia nojo de si mesmo naquele momento, principalmente porque sabia que estava prestes a concordar. Não queria desanimar a esposa, e não queria também ficar apenas olhando. Mas com o pau mole, olhar era tudo que podia fazer. — Quero — ele respondeu brevemente, como se aquela simples palavra pudesse diminuir a humilhação. A esposa sorriu, depois moveu o olhar para o homem bem-dotado e mordeu os lábios. Ele primeiro roçou o pau nos lábios enxarcados de Amanda, sentindo-os se moverem para engolir a ponta da sua cabecinha. Ou melhor, cabeçona. Deu dois tapinhas com ela na bucetinha e perguntou se a esposa estava pronta. — Ai, acho que sim — disse Amanda, rindo. Mas ela não riu por muito tempo. Assim que a cabeça entrou, seus olhos se arregalaram, sua boca se abriu e um grito de surpresa se espalhou pelo quarto. — CARALHO! — ela gritou. — UH…AI…PORRA, DEVA-…DEVAGAR, CARALHOOOOO… Roberto assistiu a cabeça entrar e sumir. Agora era a vez do resto. Preocupou-se com a segurança de Amanda, com seu bem-estar. Mas ela? Ela apenas segurava as pernas para o alto, enquanto o homem enfiava sua rola nela. — AIIIIII — ela gritou de novo. — Meu, é muito grande, eu não consigooooooah…ughn…ughn… — Você consegue — disse o homem, olhando seu enorme pau entrar. — Você é uma esposinha corajosa. E bem apertadinha. — Mor, tá tudo bem? — Roberto perguntou. — Ain…ain, mor, tá sim, é só que é muito grande, mor. — Tá doendo? — Tá, mor — respondeu Amanda, sua cara se contorcendo, olhando o homem entrar cada vez mais fundo nela. — Então para, mor. Eu também não tô muito a fim de… — disse Roberto. — Não! Eu consigo…eu consigo…eu…aaaAAAAI, CARALHOOOO, UGHHH! Aquele foi o último esforço de resistência. Diante de Roberto, o homem havia enfiado tudo naquela esposa, sua virilha encostando na virilha de Amanda. O marido estava incrédulo. Como? Como aquele pau, gordo e longo como era, havia conseguido desaparecer dentro dela? Amanda gritou uma outra vez e então o verdadeiro pesadelo de Roberto começou. O homem recuou, retirando quase metade do seu pau de dentro da esposa, para então descer com tudo, enfiando brutalmente dentro dela. Amanda gritou. Roberto tremeu. Mas o homem não parou. De novo e de novo ele subiu e desceu, de novo e de novo ele meteu na esposa de Roberto, o diamante no dedo dela reluzindo contra a luz do quarto, esquecido, abandonado. — Ain…ain, c-caralho, isso…mete…m-mete…i-isso…ain…ain… As palavras de Amanda entrecortavam a cada estocada, a enorme ferramenta reaparecendo e voltando a sumir. Ambos se olhavam, Amanda com o prazer estampado no rosto, e o homem com certa maldade. E então, eles se beijaram. — Amanda! A gente disse sem beijo! — gritou Roberto, mas a língua da esposa já dançava com a língua do homem. Quando finalmente pararam, ela o fitou. — D-desculpa, m-mor. É que t-tá…ain…é q-que tá m-muito gostosss… A última palavra se perdeu no ar enquanto os olhos de Amanda reviravam, tornando-se brancos. — Não estraga as coisas pra sua esposa, irmão — disse o homem, sem diminuir o ritmo. — Você deveria era agradecer por ter uma delícia dessa em casa. — Ela é minha esposa e a gente combinou sem beijos — protestou Roberto, furioso. Sentia o sangue fervido subir às bochechas. O homem apenas riu. — Tá certo, cara. Tá certo. E ambos continuaram a meter, com tanta força que Amanda parecia estar em outro planeta. Sua mente, onde quer que estivesse, não estava mais naquele quarto de hotel, mas num lugar prazeroso, novo, diferente. Aquilo destruiu Roberto. Sua reclamação parecia ter entrado por um ouvido e saído por outro. Ele tentou chamar a esposa, mas ela não o escutava, ou o ignorava propositalmente. De qualquer forma, quando o homem se inclinou para enfiar sua língua novamente na boca casada de Amanda, Roberto soube que aquilo havia sido uma má ideia. Mas o que ele deveria fazer? Empurrá-lo para fora dela? Não, ele conhecia a raiva da esposa. Conhecia sua fúria. Aquela morena era capaz de tornar a vida dele um inferno, de fazê-lo se arrepender de sequer ter levantado a voz para ela. Por isso, ele apenas assistiu, assistiu enquanto sua amada esposa devolvia o beijo e sorria de prazer. Meteram por mais alguns minutos, então Amanda, retornando do seu palácio de prazer, disse: — Vem cá, mor. Me dá um beijinho. Roberto estava hesitante. — Melhor não, Amanda. — Mor — disse ela. Apenas isso. Mor. Não fez nada além de dizer a palavra e olhar fixamente para Roberto. Aquilo foi o suficiente. Roberto, contrariado, levantou-se e caminhou até a cama. A metelância havia parado, e o homem estava com seu pau todo dentro da mulher de Roberto enquanto esperava ele se aproximar. Ao chegar perto, o marido beijou a esposa. Sua boca estava quente, sem dúvidas ainda do beijo de antes. — Olha, Beto — disse Amanda, retirando a boca dele da sua e fazendo-o olhar para baixo. Ela passou a mão pouco abaixo da barriga, onde havia um leve relevo. — Dá pra ver ele todinho dentro de mim. — Dá, amor — disse Roberto, humilhado. — Você gosta? — Eu… — Diz que tá orgulhoso de mim, diz. — Eu tô, amor. Eu tô…orgulhoso…de você. Amanda sorriu, seus lindos olhos de longos cílios encarando os olhos do marido. — Por que você não fica de quatro, gostosa? — disse o homem. — Assim vai ser mais fácil eu colocar tudo em você. Amanda nem sequer consultou o marido antes de se mexer para obedecer. Quando o homem retirou o pau de dentro dela, Roberto ouviu um leve vácuo molhado e aquilo o fez estremecer. Amanda gemeu. Então, virou-se com a ajuda do marido, empinando a enorme bunda redondinha. Um tapa ecoou no quarto. — Mas que delícia de raba, hein? Quer que eu bote tudo, Amandinha? — Bota — disse Amanda, numa voz quase inocente. — Bota tudinho em mim, né amor? Outro tapa. — Eu só boto se o maridão pedir. Amanda agarrou a mão de Roberto e olhou em seus olhos. — Pede, amor, por favor. Ele não vai colocar se você não pedir. Roberto engoliu em seco. Aquilo estava humilhante demais. Ele sentiu vontade de chorar, de sair correndo do quarto. Mas amava muito Amanda, e não queria decepcioná-la. Por isso… — Bota tudo — ele disse, com os olhos baixos. — Não, não, não — disse o homem para a surpresa de ambos. — “Bota tudo na minha esposa”, é isso que você tem que falar. Roberto travou. Olhou para a esposa. — Você quer que eu diga isso, Amanda? Ela assentiu. — Eu tô com muito tesão, amor. Por favor. Fala. Por mim. Aquela última frase acabou com ele. Por mim. O que ele não fazia pela esposa que tanto amava? — Bota…tudo na minha esposa. Por favor. O homem sorriu. E logo depois desse sorriso, Amanda gritou com o seu pau entrando na buceta dela. Roberto estava agora sentado na cama, segurando a mão da esposa enquanto seu corpo balançava para frente e para trás. Seus gemidos eram altos, mas abafados, pois a sua cara estava enfiada num travesseiro. Para frente e para trás ela ia, com os dedos grandes do homem agarrados a sua cintura. Uma lágrima escorreu do olho de Roberto. O homem percebeu. E, num momento de compaixão, disse: — Relaxa, cara. Mulher gosta é disso mesmo. Nenhuma presta completamente. Só relaxa. E aproveita. A bunda de Amanda exibia a marca dos tapas e seus gemidos causavam danos irreparáveis no psicológico de Roberto. Ver a sua esposa daquela maneira, sendo usada e, ainda pior, gostando, era a maior forma de humilhação para um homem. Tantos presentes ele a havia dado. Tanto amor. Tanto carinho. E agora ela parecia se esquecer de tudo enquanto contorcia-se em outro pau. — AI, PORRA — gritou ela, retirando a cara do travesseiro, apertando ainda mais forte a mão do marido. — NÃO PARA, EU VOU GOZAR! — Vai gozar, sua cachorra? — disse o homem. — EU…EU VOU, MEU DEUS…AIN, AIN…CARALHO, MOR…MOR, EU TÔ…EU TÔ QUASE… Mas o quase se tornou um urro gutural quando o homem puxou os cabelos de Amanda para trás, erguendo seu corpo. Seus peitos estavam balançando no ritmo das estocadas, o corpo moreno coberto de suor, sua testa pingando. O quarto estava quente e cheirava a sexo. Um sexo que Roberto não participara. E esse mesmo urro tornou-se um grito de prazer inigualável, um que o marido jamais havia provido à esposa. Ela gemeu, gritou, tremeu, tentou escapar, mas o homem fora mais forte e a segurou, e no lugar ela gozou no pau dele. Amanda estava em êxtase, seus olhos revirados, quase completamente brancos, enquanto sons de “ugh” e “ahh” saíam da boca dela para morrer nos ouvidos de Roberto. Mas o pior gemido, o mais doloroso, não foi o de Amanda, mas o do homem. — Merda, — ele disse — eu vou gozar, caralho! — Tira! — gritou Roberto. — Tira! O homem não usava camisinha. — Não! — gritou Amanda, ainda noutro planeta cheio de prazer. — Não tira. Por favor, não tira, continua. — Amanda?! Amor, como assim, ele… — Roberto, cala a boca, meu — gritou ela. — Me deixa, só…me deixa. Mete gostoso em mim, seu gostoso, não tira, por favor! Goza tudo nessa buceta, vai! Goza, caralho! Talvez tenha sido o olhar de pânico de Roberto, que ia da esposa para a sua bunda para o homem que a comia. Talvez tenha sido ideia dele desde o começo. Mas o fato é que, prestes a gozar, o homem retirou seu pau e puxou Amanda pelos cabelos, como se ela não fosse mais do que um brinquedo. Rapidamente, ele punhetava seu pau enorme, seus dedos quase não se encontrando, apontando aquilo como uma arma para o rosto de Amanda. E então Roberto viu a esposa fazer algo que ele nunca havia visto antes: ela sorriu, abriu a boca, estendeu a língua e fechou os olhos. O homem urrou. Urrou, e um jato de porra voou de seu pau, acertando a esposa no rosto. E então mais um. Três, quatro, cada um perdendo em potência do anterior, mas potentes ainda assim. Ao fim de menos de quinze segundos, Amanda estava coberta do líquido branco, que escorria pelo seu rosto, pescoço, que pingava nos seus enormes peitos e na cama. Era gosmento e líquido ao mesmo tempo. Ao fim de tudo, ela sorria, e os gemidos do homem se acalmavam. — Caralho — ele disse, seu pau amolecendo na sua mão. — Ufa, meu Deus. Eu gozei pra caralho. Nossa, você tá toda cheia de porra. Amanda riu. Seus olhos ainda estavam fechados, porque caminhos de porra escorriam por eles. Ela limpou os cílios negros com cuidado e, pouco a pouco, abriu seus olhinhos. Poucos minutos depois, o homem foi embora. Amanda tomou um banho, enquanto Roberto permaneceu deitado num dos cantos secos da cama de casal. Ele olhou para o lençol branco molhado, lembrou da cena em que vira a esposa. Sentiu uma dor no interior do seu peito. Quando Amanda saiu do banho, vestiu-se em silêncio. Ao se deitar, Roberto tentou fazer carinho na esposa, mas recebeu um tapa na cara. Aquilo o atordoou, deixou-o sem palavras. — Você nunca mais — disse ela, apontando o dedo para a cara dele, — você nunca mais me diz o que fazer, tá ouvindo, Roberto? Se eu pedi pra ele gozar dentro, é pra ele gozar dentro, tá escutando? Tá ouvindo? — Mas amor, ele tava sem camisinha! — Eu caguei! — Então, acertou outra mãozada na cara dele. — Isso é pra você aprender. Vai me obedecer? — Eu…eu vou, amor. — Ótimo. Agora vai dormir — disse ela, virando de costas para ele. — E nem encosta em mim. Roberto obedeceu, dentro dele um sentimento de culpa e raiva se misturando numa sensação odiosa. Ele nunca havia visto a esposa agir daquela maneira. Ela sempre fora brava, sim, mas nunca daquela maneira. Era culpa dele? Deveria ser. Ele deveria ter deixado o homem terminar dentro dela. Seria perigoso, sim, mas ao menos Amanda estaria bem com ele ainda. Chorando baixinho, ele adormeceu. Naquela madrugada, ele sonhou com a cena da noite anterior, e quando acordou pela manhã, estava de pau duro.
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