— Tchau, pai, tô saindo! Elena tinha 20 anos. Era uma garota loira, de olhos claros como um céu de meio-dia, cerca de 1,67m, com um belo corpo. A bunda era durinha e redonda, graças à academia que ela fazia três vezes na semana, e os seus seios, embora não muito grandes, eram firmes e bonitos. Toda sexta à noite, ela dizia aos pais que estava indo para a casa das amigas. Elena nunca dera aos pais motivos para desconfiar. Sempre foi uma garota estudiosa, de notas boas e com um belo futuro à frente. Os pais e ela compartilhavam sempre o mesmo desejo: que ela se tornasse médica. Foi para isso que ela estudou tanto e conseguiu uma bolsa de 100% para estudar numa grande Universidade em São Paulo. Era o orgulho da família. Uma pena a família não saber sobre Roberto. Do lado de fora, ela pegou o celular e abriu o aplicativo do Uber. Digitou o endereço. Vinte reais. Apertou o botão para confirmar e esperou. Roberto tinha vinte e sete anos. Era divorciado, mas não tinha filhos. Ambos se conheceram por acaso, numa balada, três meses antes. Foi Roberto quem tirou a virgindade de Elena. Era difícil para ele resistir a uma loirinha como ela. Por isso, no banheiro apertado daquela balada, ele a mostrou um novo mundo, um bem mais sujo e prazeroso, e conseguiu ver no olhar da moça o quanto ela gostara daquilo. Desde então, mantiveram contato, e todas as sextas-feiras, quando Elena dizia aos pais que passaria o final de semana na casa das amigas, ela ia para a casa de Roberto. Era seu primeiro “namorado”, embora ele a considerasse apenas algo para gozar e jogar fora. Para Elena, ele era um homem mais velho, bonito, que conhecia melhor o mundo. Para ele? Ela era apertada, obcecada e obediente. Não poderia pedir mais do que isso. O Uber parou na frente da casa dele. Ela saiu, pegou o celular e ligou. — Oi, amor — disse ela quando ele atendeu. — Tô aqui. Abre pra mim. — Tô indo — disse ele. Apenas escutar a voz do seu “namorado” era o suficiente para fazê-la suspirar. Tudo nele a atraia. Certo, ele nunca a havia pedido em namoro oficialmente, mas se viam toda semana, e tinham ótimos momentos íntimos. O que mais isso poderia significar? Era claro para ela que, assim como ela, ele também estava perdidamente apaixonado. Roberto saiu na garagem e abriu o portão. Quando Elena se aproximou, ele a puxou pelo cabelo e a beijou. Suas línguas dançaram e Elena sentiu-se flutuar. Quando se separaram, ela o observou. Como ele era bonito, charmoso. Como ele a fazia se sentir bem. — Então — perguntou ela, limpando um pouco de saliva dos lábios — o que vamos fazer hoje? Ele abriu caminho para ela entrar e fechou o portão quando ela passou. — Não sei, acho que vou ficar em casa hoje. O que você quer fazer? — perguntou ele. — Ah, o que você quiser — disse ela, com um sorrisinho. Ambos entraram em casa. — Tá com fome? Eu tô. — Não — respondeu ela — almocei antes de sair. Mas eu posso fazer um lanche pra você. Quer? Roberto assentiu. Elena gostava de servir ao namorado. Gostava do jeito que ele a olhava quando ela cozinhava para ele, ou quando fazia um simples lanche ou bolo, mas no qual ela depositava muito do seu amor e carinho. Ela foi para a cozinha, deixando sua bolsa no sofá da sala, e dos ingredientes que tinham ali ela preparou um lanche, regado de paixão. Levou o copo com refrigerante e o pão com carne para o quarto, onde o namorado estava, e sentou-se ao seu lado. Assistiu-o comer. Nossa, como ele era bonito e charmoso e… — Isso tá muito bom — disse ele, depois de engolir. — Só não é melhor que você. Ela riu. — Bom, eu tô aqui. Você pode ter os dois, se quiser. — Posso? — disse ele. Terminou de comer, colocou o prato e o copo de lado e agarrou a sua novinha pela cintura. — Por que você não me dá aquele boquete que só você consegue? Ela sorriu, encostando seus lábios nos dele. — Com muita saudade e carinho? — Com muita saudade e carinho. Alguns segundos depois, Roberto estava esticado na cama, as pernas abertas para os lados, enquanto Elena, no meio delas, removia a sua calça. Ela já sentia a ereção se formando e aquilo a deixava orgulhosa. Paixão. Era isso que aquela ereção significava. O puro amor de Roberto por ela. Aquele era o primeiro pau que ela havia chupado na vida. Tinha cerca de vinte centímetros e era grosso, muito grosso. Suas amigas lhe haviam dito que aquilo era bom, que ela tinha tirado uma sorte grande. Ela puxou a calça para baixo e a rola do seu namorado saltou para fora, ereta. Nossa, como era grande. Ela se lembrava de como, no banheiro da balada, ela teve de se esforçar para que ele coubesse dentro dela. Mas ela se esforçou, foi a boa garota dele, e agora, todos os finais de semana, ele a recompensava com aquele pau. Prestes a colocar a cabeça na sua boca, ele a parou. — Espera — disse, pegando o celular — deixa eu tirar uma foto. Elena riu, seu sorriso inocente fazendo o pau enrijecer ao máximo. — Amo como você gosta de me ver perto dele — disse ela, e colocou o pau contra o seu rosto doce. Era pesado. O flash explodiu no cômodo algumas vezes e então ele baixou o celular. Para Elena, aquilo era um ato de carinho. Para Roberto, ela era uma exibição. O que ela não sabia era que todas as fotos que ele tirava iam para o seu grupo de amigos. A “loirinha do fim de semana”, era como todos a chamavam. Roberto era o alvo de inveja, e todas as vezes que ele descrevia o quão submissa e obediente Elena era, seus amigos faziam questão de manifestar. Pediam para que ele a compartilhasse, mas não era assim que funcionava, ele sabia; Elena gostava dele e dele somente, e ele não era idiota de quebrar essa ilusão. Com o aval do namorado, Elena começou a mamar aquela rola grossa. Batia com ela na sua cara, porque sabia que era como ele gostava. Apertava seus lábios ao redor da cabeça vermelha e brincava com a sua língua ali, porque sabia que era como ele gostava. Falava coisas como “goza na minha boquinha” e “enche minha cara de porra” porque era como ele gostava. Roberto gemia enquanto Elena se deliciava no pau dele. Ela apertava a base e enfiava tudo em sua boca. Ou melhor, quase tudo. No começo, fora difícil, mas ele pedira para ela aprender e ela aprendeu. Treinavam todo final de semana. Agora, ela conseguia aguentar quase tudo em sua boca. Ela sentia o membro enorme descer na sua garganta, e via a cara de prazer do namorado. Aquilo a satisfazia muito. E Roberto sentia a boca apertada de sua putinha de final de semana, completamente molhada, e sua garganta apertando e relaxando ao redor do pau dele. Subitamente, ele segurou o cabelo dela e apertou sua cara para baixo. — Tira a mão — ele disse. GLOK! GLOK! GLOK! O som que vinha da boca de Elena o fazia estremecer. Era o melhor som do mundo, ele achava, e ver o rostinho dela ficando vermelho, seus olhos lacrimejando, não havia nada igual. Nesses momentos, Roberto acabava por pensar no pai da garota. Criara a filha com tanto cuidado e carinho. Dera a ela tudo do bom e do melhor. Respeito. Amor. Carinho. E agora ele colocava todo aquele fruto de amor e carinho para engasgar, chamava-a de puta, batia na cara dela. Se um dia o encontrasse, ele o agradeceria. Roberto sentiu o gozo subir e rapidamente puxou o pau para fora da boca apertadinha da sua putinha. — Caralho, você é muito boa. Novamente, a garota sorriu. Ele usou a boca dela por mais alguns minutos, fazendo-a ir cada vez mais longe. Até o domingo, ele pensava, ela já estaria aguentando tudo. — Puta que pariu — disse ele, inclinando-se para olhar bem para ela. — Você gosta, safada? Quando eu uso a sua boquinha? Elena respondia que sim, com a sua boca ainda cheia, suas palavras quase irreconhecíveis. — Boa garota — ele concluiu, e voltou a meter. Quando o rosto inocente da garota estava completamente vermelho e o seu cabelo bagunçado, ele bateu com o pau na cara dela e a mandou ficar de quatro. Elena, obviamente, obedeceu. Ela gostava de como o namorado sabia o que estava fazendo. Ele era experiente. Aquilo, ela pensava, era bom. Com ela de quatro, ele colocou o seu pau apoiado sobre a bunda dela e tirou outra foto. Ele não se dava ao trabalho de esconder o flash. Para Elena, aquelas fotos e vídeos eram sinônimos do quanto Roberto a desejava. No ângulo, Roberto enquadrou tanto o seu pau, quanto o cuzinho e a bucetinha rosa de Elena e clicou em enviar, com a legenda “fiquem com inveja”. Seu celular começou a vibrar poucos segundos depois. Todos falavam sobre o quão cachorra Elena era, que ela era uma puta safada, que ele iria estragar a garota. Mas Elena era só apaixonada. Roberto colocou o celular de lado e segurou o bumbum branco da garota. — Quer que eu coloque? — Quero, amor — ela gemeu. Estava molhadinha, esperando o namorado. — Então toma. Ele colocou a cabeça na buceta da garota, e quando enfiou o resto, escutou o seu grito de dor e prazer. Ele não colocava com cuidado. No começo sim, pois ela não estava acostumada, mas agora? Agora Elena era sua para fazer o que quiser. — Ai, amor…ai…ahn…ain, amoooor… — Ahh, que delícia de buceta, meu Deus… — Você…ahn…você gosta, amor? Roberto bateu na bunda dela, e segundos depois a marca vermelha dos seus dedos apareceu na pele branquinha. A garota gemeu alto. — Gosto pra caralho — disse ele, voltando a pegar o celular e iniciando um vídeo. — De quem é essa buceta? — Sua, amor…é sua! — Isso — dizia ele, apontando para o seu pau e para as costas da garota, dando tapas em sua bunda. — Quem manda em você, hein? — Ai, amor…v-você, você…ainnn…você manda em mim! Ele socava cada vez mais forte dentro dela, sentindo a buceta apertada dela esguichando, molhadinha, apertando e relaxando, apertando e relaxando…ele a domara. Fez da santinha do papai, o que ela certamente era, estava escrito em sua cara, uma puta. Sua puta. Só dele. Ele enviou o vídeo e deixou o celular cair. Agarrou a cintura da garota com as duas mãos e meteu ainda mais forte e mais rápido. — AI! AI! UGH! AMOR, DEVA…DEVAGAR, AMOR, EU…EUUUUAAHHHN…AMOOOOOOR…EU VOU…EU… Mas Roberto gozou antes. Ele não era idiota, por isso tirou de dentro para evitar problemas. Elena caiu na cama, de raba para cima, tremendo, mas sem atingir o clímax. Aquilo era um jogo gostoso para ele, vê-la prestes a se satisfazer, mas impedindo sempre. Roberto nunca a deixava gozar. Ele, ao contrário, gozava todas as vezes. — Vira pra cá! VIRA! Elena obedeceu, mesmo em êxtase extremo, e virou para o namorado que tanto amava. Ele a segurou pelo cabelo loiro. Se masturbava bem rápido, olhando para a carinha doce dela. — Sorri, vai! Elena sorriu. E mirando no rostinho da garota, Roberto gozou. Os jatos explodiram na boca, na bochecha, por toda a cara de Elena. Ele gemia enquanto sua grossa rola pulsava em sua mão. Deixou o rosto da garota de apenas vinte aninhos completamente gozado, com a porra escorrendo e pingando sobre a cama e sobre sua camiseta branca. Elena esperou a próxima foto sorrindo. Ela já sabia. Era a maneira dele demonstrar o seu carinho por ela, tendo ela sempre perto. E no grupo, mais uma vez todos elogiavam a loirinha. Assim eram os finais de semana de Elena e Roberto. Isto é, até que ele se mudou, três meses depois. Roberto não disse nada a Elena sobre o motivo de partir, e nem sequer disse que iria partir. Apenas arrumou suas malas, deixou a casa e desapareceu. Tudo o que a pobre garota tinha, ao final de seis meses sendo usada para o prazer de seu “namorado”, eram as conversas no Whatsapp e a foto vazia, pois ele a bloqueara. Elena sofreu. Muito. Chorava diariamente e os pais assumiam que era apenas uma paixão de faculdade. “Estava na época”, pensavam. Ela logo superaria. O que Elena nunca superaria era a fama de puta, pois alguns dos vídeos foram encontrados hospedados em um site pornô. Não demorou muito para rodar a faculdade, e para Elena receber os convites mais indecentes. Todos queriam a loirinha dos vídeos, todos queriam o que aquele homem misterioso tinha tido. No peito de Elena ainda havia um buraco deixado por Roberto, buraco esse que nem mesmo o pau dos colegas era capaz de preencher. Mas para a sorte deles, ela tentava e tentava e tentava…
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.