(Continuação)
Depois de um sexo bruto e selvagem no vestiário, chegamos no meu apto. Entramos exaustos. Fizemos um lanche e fomos pro quarto.
De maneira muito natural Lucas foi conversando comigo e tirando a roupa na minha frente, sem constrangimento, numa cumplicidade total mesmo de amigos héteros, até ficar pelado. Eu nem prestei atenção no que ele disse observando suas curvas, sua bunda, seu jeitão másculo e sua piroca gigante pendurada junto com o saco escrotal balançando no meio das pernas, e pensando em como aquele homem pauzudo que esfola e alarga a buceta das mulheres simplesmente perde a máscara da masculinidade e vira minha puta quando estamos sozinhos.
Tirei minha roupa toda e deitamos pelados. O frio intenso daquela noite de sexta pra sábado, fez a gente ficar com os corpos próximos, lado a lado, cobertos por edredom bem pesado. Mesmo com a luz apagada sua voz grossa não se calava tentando explicar as discussões chatas com a namorada dele.
Enquanto ele falava, virei de lado e passei uma mão no seu peito, fazendo carinho e sentindo seu corpo. Um toque de amigo consolando. Mas a minha mão maliciosa foi descendo lentamente e explorando livremente cada parte do seu corpo seguindo na direção da sua virilha até alcançar o pênis. Nesse momento ele fez silêncio e respirou fundo. Com a minha mão afastei a pele da cabecinha e toquei o dedo bem na boquinha da sua piroca, aquele orifício fechadinho que parece uma boquinha e acessa o canal que traz prazer intenso para todo homem. Esse é um ponto fraco de todo homem. Meus movimentos lentos e circulares na cabecinha exposta, atiçaram a sensibilidade e deixam ele louco fazendo sua piroca enorme endurecer e pulsar com meu toque íntimo. Aproximei minha boca da sua orelha e lambi, consciente de que esse é outro ponto fraco dele. Meu dedo ficou cada vez mais melado de babinha que minava da piroca dele.
É incrível ter descoberto os pontos fracos do Lucas e explorar todas eles para desarmar seus escudos masculinos. A máscara de macho dele se fragiliza e seu corpo reage aos meus avanços sexuais, aceitando ser conduzido pelo labirinto de sensações intensas do prazer e do sexo entre héteros que se respeitam e admiram. Se sentindo protegido pelo sigilo da nossa amizade e do meu quarto, ele se sente livre para desativar a postura obrigatória de negro viril que todos cobram dele o tempo todo. Pelados na cama podemos explorar e viver intensamente cada desejo sexual reprimido.
Marcus geme baixinho enquanto eu toco seu pênis.
Então eu vou pra cima dele e fico na posição 69. Passo a língua devagar bem na boquinha da piroca dele. Ele geme mais forte e se arrepia todo. Sinto sua mão tocando meu pau e logo sua boca quente beija minha rola em retribuição. Um calafrio sobe pela minha espinha com meu pau sendo chupado por ele. Estávamos ali, os dois empenhados em dar prazer máximo um ao outro, num gesto de intimidade que ultrapassa a simples amizade de dois homens. Deixo o peso do meu corpo cair sobre ele fazendo minha rola invadir e explorar completamente sua boca e ele mexe a cabeça pra que ela chegue perto da sua garganta, fazendo ele engasgar na minha pica. O tesão tomou conta de nossos movimentos deixando o nosso sexo cada vez mais intenso. É hora de ativar seu terceiro gatilho.
Mandei ele girar o corpo comigo e ele veio por cima em nosso 69 safado. Fiz ele abrir bem as pernas e nisso recebi no meu rosto o saco escrotal gigante dele. Nessa posição parecia que em cima de mim tinha um touro com as bolas penduradas no meio das patas. Comecei a chupar os bagos dele, um de cada vez e depois tentando abocanhar tudo de uma vez. Ele tem uma sensibilidade grande nos testículos e gemendo gostoso me retribuiu intensificando a chupada no meu pau me fazendo delirar de tesão. Solto seus testículos e aproveito pra lamber o meio da sua bunda. A ponta da minha lingua toca o anelzinho dele e vou lambendo bem molhado seu cuzinho recém dominado.
Com o dedo do meio toco seu orificio e invado sem impedimentos, sentindo meu dedo ficar bem quentinho dentro do cuzinho dele. Nosso sexo de horas antes desarmou os escudos masculinos do seu rabo fazendo meu dedo entrar e sair um pouco mais livremente apesar de ainda apertadinho comparado com outros brother quer tenho. Eu precisava aproveitar a oportunidade e enrabar ele de novo
Mandei ele ficar de frango assado.
Acendi o abajur. A intenção era ver cada expressão facial dele. Abri bem suas pernas e fui lamber o seu saco e seu cú de novo. A luz do abajur mostrou a cabeça exposta da sua piroca toda melecada, molhadinha de pré gozo e gotas viscosas minando com o avanço da minha exploração em seu corpo.
Ciente que ter gozado antes tornaria nosso sexo mais longo, fui pra cima dele. Coloquei um travesseiro embaixo da sua bunda, peguei lubrificante na gaveta ao lado da cama e passei no meu pau sem camisinha e no cú dele. Queria sentir intensamente cada pedaço do canal apertado e quente dele.
Abri mais suas pernas e posicionei meu pau bem no olho do seu cú lubrificado. Comecei a sentir a cabecinha da minha rola beijando as rugas do seu ânus escorregadio. Olhei bem no rosto dele e disse sussurrando: "Abre esse cú pra mim, sua putinha, confessa logo que paga de negão macho mas adora se abrir e liberar a bunda pra mim. Vou te comer gostoso mais uma vez igual você faz com a sua namorada. Mas agora você é a minha mocinha. Abre logo pro teu macho, caralho!!!!"
Ele só começou a me chamar de "filho da puta" e parou de falar fazendo careta com minha rola abrindo passagem na marra. Segurei seus braços, abaixo do ombro, um de cada lado e forcei meu corpo pra frente escorregando minha rola invasora pra dentro dele.
Seus olhos fecharam, sua respiração parou e uma careta de dor parecia que terminaria em grito, mas ele se conteve como sempre faz. "Isso aí meu putinho, está tentando aguentar rola como macho sem gritar como mocinha??? Abre os olhos e olha pra mim. Quero ver nos teus olhos o tesão que eu sei que você sente".
Ficamos trepando olhando nos olhos e cada socada minha nele, dava pra ver o esforço dele em parecer machão apesar de estar curtindo. Dava pra sentir sua vontade de gemer alto pra mim. Nossos corpos roçacam com tanta fúria que o calor tomou conta me fazendo jogar no chão o edredom. Parecia cena de filme pornô com nós dois na cama, nossos corpos nús colados se esfregando brutalmente com meu pênis invadindo e aliviando o corpo dele numa pegada forte de machos trepando no cio e se entregando ao prazer máximo da nossa putaria juntos.
A sensação era que o cu dele era uma bucetinha quase virgem apesar de estar no corpo de um negão hétero. Segurei ele pelos ombros e fui metendo piroca. A fricção dos nossos corpos era tão intensa que meu pau entrava nele arrombando com tudo e nem dava mais tempo do anel dele se fechar antes de tomar outra estocada.
Em meu peito senti o pau dele duro feito pedra roçando entre os nossos corpos. A cada ida e vinda nele, a pele da cabeça do seu pau tampava e destampava, roçando entre nossos corpos até que ouvi ele gemendo e senti ele segurando a respiração, fechando os olhos, jogando a cabeça trás e ejacular intensamente entre nossos corpos. Era impressionante o tanto de porra saindo de novo de dentro do pauzão dele. Seus espasmos eram intensos fechando ainda mais o canal estreito do cuzinho e me fazendo delirar de tesão com minha rola dentro dele.. Era impossível prolongar nosso sexo com esse êxtase todo obrigando meu saco a descarregar dentro do Lucas uma nova carga de sêmen. Um arrepio gelado subiu em meu corpo enquanto meu pênis dilatou e pulsou forte abrindo passagem para mais uma carga de leite. Segurei muito forte o Lucas pelo ombro e dei uma socada bruta e muito funda na bunda dele ficando parado com meu pau pulsando e ejaculando lá dentro.
Segurei a respiração, dei um gemido pesado e fiquei zonzo olhando pra cara de safado dele (ele viu que eu gozei forte) com tudo em cãmera lenta, com uma vontade enorme daquele momento nunca acabar de tão prazeroso que estava.
Aos poucos fui voltando pra realidade e afastei meu corpo. A porra branca que ele gozou contrastou com a pele escura dele dum jeito mágico. Peguei uma cueca dele no chão e limpei nossos peitos. Joguei ela de volta no chão, peguei o edredom e nos cobrimos.
Ele colocou a mão em cima do meu peito e fomos dormir pelados. Esse momento foi especial pra mim.
Conto mais? Se comentarem e curtirem, eu continuo.



Showww, delicioso o conto, as fotos dão agua na boca e cuzinho. Heheh
Puta que pariu mano.... Um dos melhores contos que já li. Daora pacaralho... Tesao da porra aqui mano... Aceita meu convite de amizade ae. Conta mais ae. CURTE E COMENTA AE GALERA PRA INCENTIVAR ELE A ESCREVER MAIS!