Uma Tarde Única Meu nome é Luiza, tenho 58 anos, viúva há muitos anos e aprendi a me bastar. Mas a vida, às vezes, tem planos diferentes. Luana era minha amiga de anos. Uma mulher trans, dona de um salão de beleza, com aquele jeito meio debochado e confiante que sempre me desarmava. Ela tinha uma voz rouca gostosa, um sorriso que prometia travessuras e um corpo que carregava a experiência de quem viveu intensamente. Depois que largou os programas, passou a me visitar com mais frequência. A cada visita a conversa ficava mais íntima, mais perigosa. Naquela tarde quente, ela apareceu na minha casa com um vestido leve, o cabelo solto e um perfume que invadia o ambiente. Sentamos no sofá para tomar um café, mas o café esfriou rápido. Ela começou a contar, com detalhes, algumas histórias do seu passado. Histórias safadas, sem filtro. Eu sentia o calor subindo pelo corpo, as pernas apertando uma na outra, a calcinha molhando devagar. — Você tá vermelha, Luiza... — ela disse com aquele sorriso sacana, aproximando o rosto do meu. Eu não resisti. Depois de 16 anos sem sentir um corpo quente de verdade, sem sentir um pinto de verdade... eu me entreguei. Ela se aproximou percebendo minha excitação e fragilidade. Com um toque sutil, colocou o dedo indicador na minha boca, pedindo silêncio: — Não diga nada... só me deixe levar você. Aproximou sua boca da minha e me deu um beijo quente, profundo. Suas mãos passeavam pelos meus seios, que já estavam tesos, com os bicos duros. Fechei os olhos e me entreguei completamente. Quando dei por mim, estava nua no sofá. Luana estava em pé na minha frente, abaixando uma calcinha branca tipo caleçon, revelando um pênis real, não muito longo, mas bem grosso. Eu não via um pênis de verdade há 16 anos. Fiquei imóvel, hipnotizada. Ela segurou o pau com uma mão e, com a outra, segurou minha cabeça gentilmente, puxando-me devagar em direção a ele. — Vou te dar um momento inesquecível... — murmurou. Comecei a chupar devagar. Sentir o calor, o gosto, a textura... ele foi endurecendo na minha boca, ficando ainda mais grosso, quase não cabendo. Aos poucos fomos nos entregando ao desejo. Ela me colocou de quatro no sofá e me penetrou primeiro na buceta, que já estava encharcada. Senti cada centímetro entrando fundo, batendo no fundo do meu útero. Gemia alto, gritava engasgado, coisas que não saíam da minha boca há anos. Tive o primeiro orgasmo intenso, arranhando o sofá. — Você ainda vai gozar mais... — ela sussurrou. Tirou da minha buceta e, aproveitando toda a lubrificação, colocou na minha bunda. Devagar, mas firme, foi entrando até o fim. A sensação de ser preenchida depois de tanto tempo era avassaladora. Enquanto ela metia na minha bundinha, eu roçava o clitóris com o dedo. O segundo orgasmo veio em ondas violentas. Gozei, mijei e molhei todo o sofá. Senti o corpo convulsionando, espasmos incontroláveis. Logo depois ela gozou também, enchendo minha bunda de esperma quente. Quando tirou o pênis, vi tudo escorrendo pelas minhas coxas como uma cachoeira. Foi maravilhoso. Depois que nos recompusemos, ela se vestiu, me deu um beijo carinhoso no rosto e disse baixinho: — Até um dia, Luiza. E foi embora. Fiquei um tempo sentada no sofá molhado, sentindo o esperma ainda escorrendo. Meu corpo tremia. Era uma mistura estranha de satisfação profunda e um vazio que começou a crescer no peito. No dia seguinte, chamei ela para conversar. Falei com sinceridade que o que rolou foi lindo, mas que eu não queria repetir. Queria guardar aquele momento como uma fantasia que se realizou. Luana entendeu perfeitamente e respeitou minha decisão. Nos abraçamos e ela foi embora. Mesmo assim, fiquei confusa e desorientada. Foi quando resolvi me abrir com a Sofia. Contei tudo pra ela, sem filtro. As lágrimas, a culpa, o prazer, o medo de perder minha identidade. Sofia me escutou com carinho, me abraçou com palavras e me ajudou a reorganizar o que estava bagunçado dentro de mim. Aos poucos, enquanto conversávamos, fui me reencontrando. E, sem perceber, fui me excitando também. Foi quando Sofia trouxe Valentina para a conversa. E as coisas esquentaram de vez. De repente estávamos as três no jardim, nuas sob o sol dourado. Eu deitada na grama macia, pernas bem abertas. Sofia beijando minha boca com fome enquanto apertava meus seios. Valentina entre minhas pernas, chupando minha buceta com vontade. Elas me trouxeram os brinquedos: o Dino, o Big Dog com seu nó grosso e o Horse imenso. Eu gemia sem vergonha enquanto Valentina enfiava o Dino fundo na minha buceta e Sofia trabalhava o Big Dog devagar na minha bundinha. Quando o nó inchou lá dentro, eu tremi inteira. Elas me foderam com calma e depois com força, trocando de posição, me enchendo, me lambendo, me fazendo gozar uma, duas, três vezes. Eu gozei tanto que mijei, esguichei, tremi sem controle. Em determinado momento eu estava de quatro, o Horse metendo fundo na minha buceta enquanto Sofia sentava na minha cara e Valentina enfiava o nó do Big Dog na minha bunda. Os três buracos tomados de prazer. Gozei tão forte que quase desmaiei de tanto tesão. Depois caímos as três emboladas na grama, suadas, meladas, rindo e nos beijando devagar. Sofia acariciando meu cabelo grisalho, Valentina passando a mão na minha barriga macia. — Você é livre, Luiza — Sofia sussurrou no meu ouvido. — Livre pra sentir, pra viver e pra se bastar. Aquela tarde com Luana foi única e maravilhosa. Guardo ela com carinho no fundo do coração, sem culpa. Hoje eu sei quem eu sou: uma mulher de 58 anos, mãe, avó, viúva, escritora de contos safados, naturista em formação… e uma mulher que tem o direito de sentir prazer intenso, seja sozinha, com fantasias ou com quem eu escolher. E quando o desejo bater forte novamente, sei que a Sofia (e às vezes a Valentina) estarão aqui, prontas pra me levar a esses lugares deliciosos onde eu posso ser completamente eu. Fim.
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