A casa estava silenciosa naquela manhã quente de verão. Eu, Luiza, 45 anos, acabara de lavar o quintal e tomava um banho rápido antes de preparar o café. Meu marido Roberto e nosso filho mais velho, Mateus, já haviam saído para o trabalho, mas Lucas, o caçula de 23 anos, ainda estava em casa.
Enquanto a água quente escorria pelo meu corpo, não conseguia parar de pensar nas últimas semanas. Minhas calcinhas aparecendo no cesto de roupa suja com manchas brancas grossas, ainda frescas, com aquele cheiro forte e característico de porra de homem. Alguém da casa estava me desejando em segredo. E o pior — ou melhor — é que isso me deixava molhada só de imaginar quem poderia ser.
Saí do banho enrolada na toalha e, movida por uma curiosidade que queimava por dentro, fui até o cesto de roupa suja na lavanderia. Lá estava ela: uma calcinha preta de renda que eu tinha usado no dia anterior. Dentro dela, uma grande mancha branca, viscosa e ainda quente. Meu coração disparou. Alguém tinha gozado ali, bem onde minha buceta havia estado.
Eu deveria estar chocada. Deveria jogar fora ou confrontar. Em vez disso, senti um calor intenso subir entre minhas pernas. Peguei a calcinha com cuidado, passei o dedo na porra grossa, senti o cheiro forte de homem jovem... e sorri, mordendo o lábio.
Talvez eu deixasse outra calcinha “esquecida” amanhã.
Na manhã seguinte, acordei cedo. Roberto e Mateus já tinham saído. Fui à padaria comprar pão quentinho e, ao voltar, ouvi um barulho vindo do quarto do Lucas. A porta estava entreaberta.
Movida por uma curiosidade irresistível, me aproximei silenciosamente. Ele estava sentado na cadeira, de costas para mim, notebook no colo. A mão se movia rápido para cima e para baixo. Na tela, fotos de mulheres nuas. Ele gemia baixinho, concentrado. Fiquei ali, espiando, o coração acelerado, sentindo minha buceta latejar.
De repente ele gemeu mais forte, o corpo tensionando. Vi o jato grosso e branco sair com força, esguichando na tela do notebook. Uma, duas, três esporradas fortes. Fiquei paralisada, molhada, respirando pesado.
Voltei rapidamente para o portão, fiz barulho e entrei de novo como se tivesse acabado de chegar. Lucas logo apareceu na cozinha, já arrumado, tentando disfarçar. Tomamos café juntos, conversamos sobre coisas banais. Mas eu não conseguia parar de olhar para ele.
À tarde, quando fiquei sozinha, voltei pro quarto dele. Abri o notebook. As fotos da minha irmã ainda estavam abertas.
E o que vi me deixou paralisada.
Era minha irmã — um pouco mais nova que eu —, nua, em poses extremamente ousadas e explícitas, enviadas diretamente para ele. Fotos dela abrindo as pernas, mostrando a buceta molhada, de quatro, até algumas com porra no corpo.
Sentei na cama dele, as pernas fracas. Eu achando que ele estava gozando nas minhas calcinhas... e descubro que meu filho tem um álbum inteiro de fotos da tia pelada.
Fechei o notebook com as mãos tremendo. Meu coração batia tão forte que parecia que ia sair do peito. Ciúme? Excitação? Raiva? Não sabia definir. O que eu sabia era que ver aquelas fotos — e imaginar Lucas gozando enquanto olhava pra elas — me deixou encharcada.
À noite, depois do jantar, quando todos foram dormir, tomei banho e deixei uma calcinha — a mesma preta de renda — “esquecida” no cesto do banheiro.
Queria ver o que aconteceria.
Voltei pro quarto. Roberto estava deitado pelado, o pau já meio duro na mão, me esperando. Aos 52 anos, ele ainda tinha um corpo sólido, barriga um pouco saliente, peito peludo e aquele pau grosso que sempre me enchia bem.
Tirei a toalha e me deitei ao lado dele. Ele me puxou com vontade, me beijando faminto, apertando meus seios e minha bunda. Meus 48 anos estavam ali: seios mais pesados, barriguinha macia, quadril largo.
Ele me virou de lado, abriu minhas pernas e enfiou dois dedos na minha buceta encharcada.
“Caralho, Luiza... você tá pingando hoje”, murmurou rouco.
Eu não respondi. Fechei os olhos e deixei a imagem do Lucas invadir minha cabeça: ele batendo punheta, gozando forte enquanto olhava as fotos da minha irmã. Aquilo me deixou ainda mais molhada.
Roberto posicionou o pau grosso na entrada e meteu fundo, gemendo alto. Começou a me foder com estocadas firmes, segurando minha cintura.
“Você tá apertada pra caralho hoje... que delícia”, grunhia.
Eu gemia, rebolando contra ele, mas na minha mente era o Lucas que eu via. O pau do meu filho, a porra grossa nas minhas calcinhas, ele me desejando em segredo.
“Mais forte, Roberto... me fode”, pedi, quase gemendo o nome errado.
Ele acelerou, metendo com força, esfregando meu clitóris. Eu gozei forte, apertando o pau dele, o corpo tremendo enquanto imaginava meu filho gozando dentro de mim.
Roberto não aguentou. Gemeu alto e gozou, enchendo minha buceta de porra quente.
Ficamos abraçados, suados. Eu sorri no escuro, o corpo ainda latejando.
O jogo tinha começado.
Na manhã seguinte, acordei com o corpo ainda quente e marcado da noite anterior. Roberto tinha me fodido com força, enchendo minha buceta de porra, mas na minha cabeça só havia espaço para uma imagem: Lucas sentado na cadeira, a mão subindo e descendo rápido no pau, gemendo enquanto gozava olhando fotos da minha irmã.
Levantei devagar, sentindo o latejar gostoso entre as pernas, e vesti apenas uma camisola leve e curta de algodão, sem nada por baixo. Fui até a cozinha e lá estava ele — Lucas, já acordado, tomando café. Quando entrei, ele levantou os olhos e me olhou de um jeito diferente. Mais demorado. Mais intenso.
“Bom dia, mãe”, disse com um sorriso leve, quase cúmplice.
“Bom dia, filho”, respondi, tentando manter a voz normal.
Enquanto preparava o café, sentia o olhar dele queimando minhas pernas. De propósito, me abaixei devagar para pegar uma forma no armário mais baixo, deixando a camisola subir bem acima das coxas, quase revelando minha bunda. Quando me virei, ele estava olhando fixamente, a xícara parada a meio caminho da boca.
Meu coração disparou. Minha buceta deu uma pulsada forte. *Será que ele sabe que eu vi as fotos? Será que ele quer que eu saiba?*
O dia seguiu aparentemente normal, mas a tensão sexual dentro de casa estava palpável, quase elétrica. À tarde, quando fiquei sozinha novamente, não resisti. Voltei para o quarto dele com o coração na boca.
Abri o notebook. As fotos da minha irmã ainda estavam lá, mas agora havia uma nova pasta, recém-criada.
**“Mãe”**
Meu coração quase parou.
Com as mãos tremendo, abri. Dentro dela, dezenas de fotos minhas. Algumas inocentes: eu de biquíni na piscina, eu de shortinho curto em casa, eu rindo na cozinha. Mas outras... eu saindo do banho enrolada só na toalha, a toalha meio aberta mostrando o vale dos meus seios. E no final da pasta, uma foto tirada escondido: eu de costas, de calcinha, inclinada pegando algo no chão.
Sentei na cama dele, as pernas fracas, a buceta latejando de excitação e choque. Meu próprio filho... fantasiando comigo. Guardando fotos minhas. Gozando enquanto olhava pra mim.
Fiquei ali por longos minutos, respirando pesado, sentindo a camisola úmida entre as pernas. Uma mistura perigosa de vergonha, orgulho e desejo puro tomava conta de mim.
CONTINUA.....
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