Bem-vindo à minha mente! Capítulo 2

- Raul, quem mandou você jogar no meu vídeo game, seu viadinho?
- E qual problema de jogar?
- EU JÁ FALEI QUE NÃO É PRA VOCÊ MEXER NAS MINHAS COISAS, SUA MARIQUINHA!
- Vai tomar no cú, Roberto! ENFIA ESSA PORCARIA NO MEIO DO SEU RABO, SEU FILHO PUTA, ESCROTO!
-VAI VOCÊ QUE JÁ DEU ESSE CÚ, SEU BICHA!
- SOU BICHA MESMO... E VOCÊ QUE É UMA ABERRAÇÃO!!!
- PELO MENOS EU TENHO PAI E MÃE, NÃO SOU ADOTADO IGUAL A VOCÊ!

Silêncio.

Não teve mais gritaria. Roberto estava esperando uma atitude agressiva da minha parte, mas não aconteceu. Olhei no fundo dos olhos dele e chorei. Eu vi o arrependimento e a culpa estampada na sua face, abriu a boca, mas sua voz estava embargada. Deixei ele sozinho e fui para o quarto, ao fechar a porta eu ri, tive que colocar a mão na boca para abafar o som da minha gargalhada. Escutei a tv sendo desligada e corri para deitar na minha cama. Roberto entrou, sentou na minha cama, ficou a por uns minutos escutando meus soluços. Ele levantou e foi para a sua cama, olhei para a cama e Roberto estava virado para a parede, o choro de culpa dele era música para os meus ouvidos.

Leitores, eu sempre soube que era adotado, esse assunto não era tabu para mim. Pelo contrário, eu usava a meu favor! Quando eu queria as coisas e meus pais não tinham como me dar, eu usava essa arma chorando copiosamente. E funcionava! Foi assim que eu ganhei os tênis da Nike que eu queria. Sobre a minha sexualidade eu não tinha certeza ainda, eu sentia alguma coisa pelo Ricardo, mas não sei se era só sexual. Toda vez que eu olhava para o Ricardo, meu coração acelerava, em alguns momentos meu pau endurecia e quando eu escutava ele falando sobre garotas, dos amigos com o Roberto eu sentia um ódio dessas pessoas que eu não conhecia direto e dele também. Eu sentia raiva dele com o Roberto, que era irmão. Mas deixando de lado esse sentimentalismo, eu percebi que o sexo era uma "arma" potente para eu conseguir o que eu queria. Ah! Já ia esquecer de contar um detalhes para vocês, o Roberto tem vitiligo. Por isso que eu tinha o chamado de aberração. Ele tinha vergonha da condição dele e eu falei para machuca-lo. E antes de deduzirem se eu fiquei com remorso, eu não fiquei!

Eu cochilei e quando acordei o Roberto não estava mais no quarto, levantei e todos estavam no sofá. Fui ao banheiro e quando sai, fui direto para a cozinha, a minha mãe falou que a minha comida estava no microondas, esquentei a comida e depois fui comer à mesa. Ricardo ficou me olhando do sofá, Roberto mexendo no celular, calado. Meus pais se entre olhavam, eu não tinha captado a intenção do olhar deles. Será que souberam da discussão? Será que o Roberto contou? E o que e como contou? Eu tinha que agir! Terminei de comer, lavei o prato e talher e fui até eles.
- Gente, Beto e eu brigamos e chamei ele de aberração.
- Ele contou. - Minha mãe apontou para eu sentar ao lado do Roberto. - Ele está de castigo por te falar aquela coisa horrível. Você é nosso filho!
Roberto está de cabeça baixa e escuto ele fungar.
- A culpa é minha... Eu não deveria ter ligado o vídeo game dele sem permissão.   Eu fiquei com raiva e falei aquilo! A culpa é minha! Tira ele do castigo. Por favor!!! - E comecei a chorar!
Roberto me abraçou forte, as lágrimas dele estava umedecendo a minha blusa, eu o abracei de volta. Deu certo? Meu pai era uma banana, todo sentimental. Um lerdo! E foi ele que tirou o Roberto do castigo. A minha mãe também não se impôs, porque aquela cena dos dois irmãos arrependidos a comoveu. Levantei e fui para o quarto. Me olhei no espelho e fiquei admirando as minhas lágrimas, os meus olhos vermelhos, sorrindo, limpei as lágrimas com as mãos e lambi. O gosto salgado das minha lágrimas e a culpa do Roberto me deixou excitado. Meu pau começou a endurecer, olhei para baixo e o volume que fazia me deixava deslumbrado. Toquei meu pau por cima do short, fiquei ouriçado, soltei um leve gemido, meu pau pulsou. Olhei para a porta e lembrei que não estava sozinho, a punheta da vitória teria que ser depois.

Me recompus e fui para a minha cama, Roberto entra no quarto e senta na minha cama. Me dá um leve tapa no ombro, eu olho para ele e devolvo o tapa, ele ri.
- Me desculpa? - Fiquei olhando o Roberto. Apesar de gostar dele, ele despertava em mim uma raiva.
- Claro Beto! Não posso ser teu irmão, mas sou teu irmão. - Abracei o Roberto, ele me abraçou de volta, forte, carinhoso. Uns dos abraços mais verdadeiros que eu recebi até hoje.
Depois do abraço eu fiquei de joelhos para ficar na altura do rosto do Roberto, peguei no rosto dele com delicadeza e olhei nos olhos dele, depois passei a costa da não pelo rosto dele. Roberto começou a ficar com as maçãs do rosto vermelhas... Por causa do vitiligo o pescoço dele estava com parte brancas, olhei e passei a mão, Roberto se arrepiou e eu sorri, ele começou a respirar mais rápido. Roberto fechou os olhos, eu me aproximei do pescoço dele e cheirei, vi os pêlos do braço dele se enrijecer, cheirei o pescoço dele mais uma vez e ele soltou um gemido baixinho, beijei o pescoço dele. Dei mais uma abraço nele, apertado...
- Eu tenho sorte de ter você como irmão! - Sussurrei em seu ouvido e sai deixando ele sozinho no quarto.

Ricardo estava na sala vendo TV. Sentei no sofá e fiquei, mais uma vez, admirando o Ricardo, ele está no auge da puberdade, 15 anos... Testosterona aflorada. Tinha pelos nas axilas, nas pernas, mas o peitoral e barriga eram lisas. Aliás os peitos dele eram lindos, desenhados, não por musculação, mas pela genética boa a família, os mamilos pequenos, sempre duros. Eu ia me levantar para sentar ou deitar com a cabeça no colo do Ricardo quando o Roberto saiu do quarto. Raiva! Reparei que o Roberto estava sem camisa, levemente suado e com o pau meia bomba, o short que ele estava era de tecido fino, sentou ao lado do Ricardo e colocou a almofada entre as pernas. Ele me olhou e sorriu... Maliciosamente eu pisquei para ele, levantei, toquei no seu ombro e fui beber água. Era perceptível que o Roberto tinha batido uma punheta no quarto, agora era saber quem foi a sua inspiração. Será que era eu? Será que foi depois de ter beijado o pescoço dele? Eu tinha que descobrir!

Voltei para a sala e sentei no sofá. Comecei a reparar no Roberto... Roberto estava com 16 anos, assim como o Ricardo, estava no auge da puberdade. O corpo do Roberto era mais definido, músculos crescendo por causa da academia. O biceps mão esquerda estava branco, assim como o antebraço e os dedos direito por causa do vitiligo. Como já disse antes, uma parte do pescoço também estava branco. Os peitorais desenvolvidos, seus mamilos eram iguais aos do Ricardo, pequenos e duros, sua barriga já mostrava o tanquinho, coxas e panturrilhas grossas. A diferença era que o Roberto depilava as pernas para salientar os músculos. Os dois sentados lado a lado me despertou um apetite sexual que eu não sabia que tinha por outras pessoas, eu só tinha tesão pelas minhas conquistas, independente de como foram conquistadas. Eu tinha que explorar essa nova sensação para meu benefício sexual e como manipular para benefício material. Mas com qual dos dois será o primeiro?

Meu transe mental foi desfeito pelo canto daquele pássaro maldito, eu tinha que dar fim no canário só não sabia como ainda. Levantei e fui à varanda, o canário cantava e a cada nota que esse bicho dava a vontade que eu tinha era de arrancar as penas dele, uma por uma.
- O Zico é lindo, né!? - Falou Roberto me abraçando por trás, como eu era pequeno, batia no peitoral dele. Ele se curvou e envolveu os braços no meu pescoço.
- E sim!
Virei os olhos e segurei os seus bíceps. Virei e abracei de frente, meus braços enroscados cintura dele e os braços dele apertando minha cabeça contra seu peitoral. O cheiro dele era parecido com o do Ricardo, pele macia, mas os músculos era duros. Fui abaixando as minha mãos até chegar em seus cóccix, ele precisou com mais força a minha cabeça contra seu peito, entendi como um sinal e avancei... Repousei a minha mão sobre a bunda do Roberto, redonda e dura por causa da malhação, ele não tirou a minha mão de lá, a respiração dele ficou ofegante e o pau dele pressionou minha barriga de tão duro que ficou. Eu queria mostrar para ele que eu tava excitado, mas não era o momento. Me afastei querendo sair, mas o Roberto me abraçou e pressionou o pau contra a minha barriga mais forte. Afastei nossos corpos, olhei para cima e vi a cara de desejo do Roberto, olhei para baixo e vio pau duro dele, latejando de tesão. Olhei para o rosto dele de novo e ele estava mordendo o lábio inferior, eu sorri com malícia, passei a mão no seu peitoral, nos mamilos duros, na sua barriga trincada e parei a mão no cós do short... O pau dele pulsando, a respiração dele já estava audível para mim, tirei a mão do cós, olhei para o rosto do Roberto de novo, peguei seu rosto e ficando nas pontas dos pés dei um beijo no canto da boca dele e entrei. Eu estava na cozinha bebendo água e olhando o Roberto pela janela, ele estava apoiado no tanque, de cabeça baixa, levantou a cabeça olhou para mim e balançou a cabeça rindo. Um minuto depois, ele entrou, foi para a cozinha e para a minha surpresa pegou na minha bunda e apertou. Depois saiu e foi para o banheiro.

Ricardo não estava na sala, fui para o quarto e ele estava deitado em sua cama mexendo no celular. Eu era doido para ter um celular, era o único da casa que não tinha. Meus pais falavam que eu era muito novo para ter um. Eu sabia que era para a minha proteção e tal, mas eu estava me lixando para isso. Eu queria ter um celular! Então resolvi usar minha nova arma para conseguir o celular. Sentei na minha cama e fiquei olhando o Ricardo... Ele estava sem camisa e shorts, olhou para mim fazendo careta. Ri e mostrei a língua para ele.
- Tá com essa cara porque?
- Eu queria um celular, quero conversar com meus amigos das escola, jogar, pesquisar algum assunto na internet para trabalho da escola e não posso.
- Eu sei que é chato, ter um celular ajuda muito.
- Não é!?
- Raul, pega a minha toalha por favor!
- Por que não pegou antes de tomar banho? - Gritei do quarto.
- Porque eu queria que você pegasse pra mim, seu mané!!! - Levantei e fui pegar a toalha.
- Pega! - Gritei da porta do banheiro. Roberto abriu a porta e ele só estendeu a mão e eu entreguei a toalha. Voltei para o quarto e sentei na minha cama.
- Você podia conversar com o pai e com a mãe para me dar um celular.
- Pode deixar!
- Você é o melhor! - Ele piscou para mim.
Roberto entrou no quarto e pegou sua roupa em seu armário e retornou para o banheiro se trocar. Minutos depois Roberto gritou que iria sair e bateu a porta. Olhei para o Ricardo e resolvi agir. Fui à sala me certificar se a porta estava trancada, ao voltar para o quarto, sentei na minha cama e o Ricardo continuava deitado concentrado no celular.
- Tá fazendo o que?
- Jogando.
- Legal! - Fiz um muxoxo.
- vem cá, deita aqui comigo pra me ver jogar. - Ele se afastou e eu deitei de barriga para cima. No estrado da cama de cima era cheio de desenho que o Ricardo e o Roberto tinham desenhado, fiquei olhando e pensando nos momentos que eu via Roberto e o Ricardo juntos... A cumplicidade dos dois eram forte, uma amizade, digamos, inabalável. A vontade de quebrar aquele estrado era imensa, virei de lado, de frente para o Ricardo, coloquei a perna em cima da perna do Ricardo, ele não se mexeu e continuou a jogar. Era um jogo de tiro qualquer, não suportava jogos. Suavemente, toquei no mamilo esquerdo do Ricardo com o dedo e circulava. Ricardo se arrepiou e comecei a esfregar, devagar a minha perna na dele, sentia os pêlos finos da perna dele.
- Ricardo, posso te fazer uma pergunta.
- Faz. - Fiquei quieto. - Não vai perguntar não?
- To com vergonha! - Parei de acariciar o mamilo do Ricardo e virei o rosto para o travesseiro.
- Não precisa ter vergonha. Pode confiar em mim! - Não escutava mais o som do jogo e senti ele virar para mim, ele colocou as pernas em cima das minhas. Virei o rosto e as pontas dos nossos narizes se encostaram.
- Como toca punheta? - Ricardo ficou me olhando, sério! - Escuto os meus amigos conversando sobre e quando eles me perguntam se eu já fiz eu digo que sim.
Ricardo continuou a me olhar, só que agora ele colocou a mão na minha cintura.
- Desculpa te perguntar isso. - Virei a cabeça e olhei para os desenhos. Ricardo tirou a mão da minha cintura e virou meu rosto.
- Para de bobeira! Só achei que você ia conversar sobre isso com o pai ou com o Beto. - Coloquei a mão no rosto dele.
- Não! Eu sempre queria ter essa conversa com você. Eu confio em você! - Ricardo sorriu e eu o abracei e senti o pau dele duro. Voltei para a mesma posição.
- Bom, bater uma punheta é fácil. Você tem que pensar ou ver alguma coisa que te deixa com tesão e fazer movimentos com a mão no piru.
- Mas como se o piru é mole. - Nós dois rimos. - E pensar em que? Ver o que? O que deixa o piru duro?
- Pensar numa mulher pelada ou homem. Criar uma história de sexo. Ver um videos ou foto... Tudo isso deixa o piru duro.
- Entendi. - A minha mão já estava na cintura dele. - Me mostra como é?
Ricardo ficou me olhando, os meus lábios secaram e eu os lambi devagar. Ricardo seguiu os movimentos da minha língua.
- Você tem certeza que quer que te mostre? - Eu fiz que sim com a cabeça. - Tá bom!

Ricardo saiu do quarto e quando ele voltou eu estava sentado na minha cama. Ele disse que foi ver se a porta estava trancada. Meus pais não estavam em casa, foram visitar a nossa tia. Ele deixou a porta entreaberta para escutar caso a alguém chegasse. Ele parou na minha frente, como eu estava sentado eu fiquei na altura do seu pau que estava duro. Ele estava nervoso e o nervosismo dele me deixava excitado. Ele colocou as mais não cintura, olhou para cima, para os lados e quando ele olhou para baixo me olhando para o seu pau duro, olhei para cima e mordi o lábio inferior, Ricardo passou a mão no rosto de nervoso, tornou a me olhar e eu sorri.
- Bom, com o piru duro... - o pau dele pulsou e eu fixei o olhar naquele pau duro. - Vo-você faz os movimentos até sair leite do piru. - Ricardo apertou o pau com força.
- Leite? - Ricardo pensou um pouco e explicou rápido que era um forma de falar do semen.
- Ah! Li no livro de biologia. - Lambi de novo os lábios. - E pode beber esse "leite"?
Ricardo suspirou fundo, o pau dele pulsou duas vezes e logo depois ele apertou o pau com força. Eu intercalava as olhadas entre a cara de tesão dele e o pau.
- Pode, se a pessoa quiser! - Olhei no fundo dos olhos do Ricardo e dei um sorriso malicioso.
- Huuummm! Tem gosto de que?
- Não sei! Nunca experimentei!
- Ah! - Mais uma vez lambi os lábios olhando para ele. - Será que é gostoso?
- Não sei! - Estava estampado na cara do Ricardo que ele queria me pedir para provar o leitinho dele, mas ficou calado. - Deixa eu te mostrar como bate punheta.
Ricardo abaixou os shorts e cueca até os joelhos. Era a segunda vez que via o pau dele, mas duro era a primeira. O pau dele estava centímetros do meu rosto, olhei para cima e nossos olhares se encontraram. Voltei a olhar para o pau dele... Reto, moreno, o prepúcio escondia uma glande rosada, o tamanho e grossura era proporcional para a idade, mas iria crescer e engrossar mais com o passar do tempo. As bolas eram pequenas envoltas por um saco enrugado e com uma leve penugem, os pentelhos era pequenos e grossos dando um contraste com os pêlos das pernas que eram finas. A lubrificação saia da cabeça do pau dele e pingava sobre o meu pé.
- Que aguinha é essa que está saindo do seu piru? - Ele riu.
- Não é aguinha não. É tipo uma babinha que sai antes do leite e ajuda na punheta.
Afirmei com a cabeça dando a entender que eu tinha entendido. A visão que o Ricardo tinha do alto o deixava com tanto tesão que a cada pulsada que ele dava com o pau, escorria a "babinha". Ele devia estar se controlando porque o pau dele estava a centímetros da minha boca, um movimento de quadril que ousasse dar, o pau dele entrava na minha boca. Ricardo colocou a mão sobre o meu ombro, nos olhamos e sorri maliciosamente. Ele deu uma passo para traz e eu pude vislumbrar o corpo do Ricardo por completo. O corpo está brilhando de suor, os mamilos estavam duros igual pedra, respiração forte.

Com os olhos fechados, ele iniciou a punheta de forma lenta. Agora eu via cabeça do pau do Ricardo exposta, inchada e agora avermelhada. A cada passada de mão na cabeça, Ricardo gemia baixinho. Ele abriu os olhos e me viu olhando fixamente para ele se masturbando e teve a certeza que não era imaginação. Agora de olhos abertos, Ricardo via eu colocando a posta do meu dedo na boca, via minha cara de tesão. O ritmo da punheta aumento junto com a respiração. Com os olhos fixos em mim, ele gemia mais e mais...
- Caraalhoooow - Neste momento eu fiquei com mais tesão. - Tô quase gozando, Huuummm
Agora a punheta está mais rápida, o abdômen do Ricardo se contraia, a respiração mais acelerada.
- Huummmmm tô quase gozando aaahhh
Ricardo me viu pegando no meu pau duro sobre o short e fiz questão de mostrar para ele.
- Aaaaahh Caraalhoooow uuuuuhhhhhh puta que pariu. - Ricardo gozou!
O primeiro jato caiu perto dos meus pés. O restante do gozo foi na mão dele. Eu levantei e fui até ele. O pau dele aí da estava pulsando ainda, a respiração dele estava rápida. Ricardo olhou para mim e riu e eu retribui.
- E aí? O que achou? - Ricardo falava com um pouco de dificuldade.
- Eu adorei! Gostei de tudo. Você é um ótimo professor! - Peguei a mão dele e cheirei o leite dele. - O cheiro do seu leite é maravilhoso. Será que o seu leite também é gostoso?
Lambi o semen do Ricardo que estava na mão dele. Lambi toda palma da mão e os dedos, Ricardo ficou olhando aquela cena e ficou sem ação.
- Seu leitinho é uma delícia. Acho que vou querer mais! - Sussurei no seu ouvido. Ele olhou para mim e eu dei um selinho na boca dele. Sai do quarto e deixei ele sozinho.

Me olhei no espelho do banheiro. Contemplei a minha cara de vitória, de fazer o Ricardo acreditar que eu não sabia o que era punheta. Eu estava de pau duro ainda. Tirei a minha roupa, sentei no chão e bati uma das minha melhores punhetas! Tentei não gemer, não queria que o Ricardo escutasse. Gozei sobre meu peito e barriga, espalhei o gozo e lambi o que estava na minha mão. Tomei banho e sai. Ricardo estava na sala, sentado no sofá.
- Raul, vem cá. - Fiquei em pé em frete a ele. - Não conta pra ninguém, tá?
- Vai ser nosso segredo. E eu ainda quero saber de mais coisas e eu só confio em você! - Fiz a minha cara de inocente.
- Vou gostar muito de te ensinar as coisas, você é meu irmão caçula. - Ele levantou, me abraçou e saiu. Segurei na mão dele e ele parou, dei outro selinho nele mais demorado. Me afastei, olhei nos olhos dele e ri. Ele ficou com as bochechas vermelhas e entrou no banheiro para tomar banho.
- Idiota! - Falei baixo.
E entrei no quarto para colocar uma roupa.

Agora eu tinha que decidir se eu faria a mesma coisa com o Roberto ou não. O Roberto era um pouco mais esperto do que o Ricardo. E apesar de carinhoso, a atitude que ele teve na cozinha me mostrava que ele era mais atrevido. Ser ou não ser safado com o Roberto?

A noite, enquanto jantavamos à mesa, Ricardo falou que já era hora de eu ter um celular. Olhei para ele e pensei que ele não levantaria este assunto naquele dia, mas sim em outro.
- Eu também acho. - Falou Roberto. Eu olhei para ele e ele riu para mim. - Semana que vem ele vai completar 14 anos e já tá na idade de ter um celular pra gente falar com ele.
Meus pais se entre olharam e meu pai falou que iria pensar. No quarto, já deitado, pensei de que estou quase conseguindo o meu celular.
- vocês estão dormindo? - Perguntei para os meus irmãos.
- Quase! - Respondeu o Roberto
- Não! - Ricardo virou o celular e ele está a jogando.
- Obrigado por falar com o meu pai pra eu ter um celular.
- Já passou da hora de você ter um. - Falou o Roberto.
- Você merece, Raul. Você é demais! - Eu entendi o que o Ricardo quis dizer.
- Boa noite, pessoal!
Virei para o lado e fechei os olhos.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


263876 - Bem-vindo à minha mente! Capítulo 1 - Categoria: Gays - Votos: 2
134338 - Tesão - Categoria: Gays - Votos: 7
134249 - Lapa-se! - Categoria: Gays - Votos: 9
134068 - Tesão de vizinho - Categoria: Gays - Votos: 23

Ficha do conto

Foto Perfil cariocatijucano
cariocatijucano

Nome do conto:
Bem-vindo à minha mente! Capítulo 2

Codigo do conto:
263978

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
07/06/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0