'Por que você tá gritando?'. Viro de bruços. 'Não aguento mais. O único sábado que eu tenho pra fazer o que eu quero e não posso!'. Viro de barriga para cima. 'Eu só pedi pra gente ir no mercado, seu ignorante'. Desisti de dormir, olho a hora. São 08h15. Sento e olho para a cama dos meus irmãos... Vazia. Mais gritaria! Levanto, saio do quarto. Ricardo estava arrumado e o Rodrigo com roupa de futebol, ambos sentados no sofá. Eles me olham e reviram os olhos... Eu olhos para os meus pais discutindo na cozinha. Entrou no banheiro e longos minutos depois eu saio do banheiro. Mais gritaria.
- Gente, por que essa gritaria cedo? Sentei na mesa para tomar o café da manhã. Fui acordado sem a minha vontade.
- Sua mãe que tá reclamando que eu vou jogar futebol com o Beto. - Meu pai respondeu bufando. - Só tenho um sábado pra descansar e não posso fazer o que quero.
- E eu não trabalho, seu egoísta! - Minha mãe já vermelha de ódio.
- Quer saber? - Meu pai dem um murro na mesa. - Você estragou meu humor desde ontem com seu ciúmes e hoje você inventou de ir pro mercado pra eu não ir jogar futebol. Eu vou no mercado e você vai pra puta que te pariu!
- Vai se fuder, Rômulo! - Minha mãe já irada. - Você tem que tomar no cú seu, babaca!
- Vou tomar no cú, mas longe de você! - Meu pai saiu e foi para o quarto, saiu com a carteira e a chave do carro.
Eu continuei na mesa como se nada tivesse acontecendo. Os meus irmãos não estavam mais na sala.
- Ô mãe, deixa o pai jogar bola hoje! - Minha mãe me olhou me fuzilando.
- Cala essa boca, seu moleque. Você não sabe nada da vida.
- O que eu fiz? - Eu disse e parei de comer para olhar para a minha mãe.
- O QUE VOCÊ FEZ? NADA! QUEM FEZ FOI AQUELE TROUXA DO TEU QUE NUNCA DEVERIA TER TE PEGADO DAQUELA DROGADA. - Levei um soco no braço.
Olhei para o meu braço, olhei para aquela mulher que não é a minha mãe e voltei a comer como se nada tivesse acontecido. Minha mãe ficou me olhando sem entender.
- Desculpa, filho. - Recebi um abraço. - Eu estou estressada com o seu pai tem uns meses.
Fiquei imóvel por um instante, olhei o reflexo dela pelo espelho e ela estava chorando.
- Tudo bem, mãe. Relaxa!
Dei dois tapinhas de consolo no braço dela e sai.
Domingo
Roberto e o Ricardo me acordou para sair com eles. Olhei a hora e era 09h. Os dois estavam lindinhos... Roberto de bermuda jeans e regata preta e o Ricardo com camisa azul e shorts marrom. Roberto tinha saído do quarto, Ricardo tirou o lençol que estava me cobrindo. Eu estava dormindo só de cueca. Ele ficou admirando meu corpo...
- Gostou? - Passei a mão pelos meu peito, desci para a barriga e peguei no meu pau, que estava meia bomba.
- hurum! - Olhei para o pau dele e estava duro. Levantei e dei um selinho nele.
Sai do quarto de cueca, nós sempre saíamos vestidos do quarto. Mas naquele dia eu resolvi que iria mudar as coisas para eu sair ganhando.
O Roberto estava sentado no sofá, ele me olhou querendo me devorar. Entrei no banheiro e minutos depois sai. Ainda de cueca, fui até a cozinha para tomar café. Meus pais não estavam em casa, Roberto estava na varanda e o Ricardo me olhava do sofá da sala.
- Vocês vão me levar pra onde? Vocês sabem que não gosto de acordar cedo.
- O Beto que sabe!
Fui até a varanda e o Roberto estava cuidado daquele pássaro insuportável.
- Vai botar uma roupa, Raul. O vizinho pode aparecer e te ver pelado.
- Não tô pelado... Tô de cueca. Assim eu estou pelado. - Virei de costas para o Roberto e abaixei a cueca até os joelhos.
- Que isso, Raul! Ficou maluco? - Olhei o Roberto por cima do ombro e ele estava fixado na minha bunda, derramou a água do potinho do pássaro.
- Não me diga que vc não gostou?
- Gostei pô!
- Ah tá! - Empinei a bunda para colocar a cueca.
- De quem é essa roupa que está na máquina?
- A mãe colocou o uniforme do pai pra bater. - Me aproximei do Roberto e dei um selinho nele, ele ficou surpreso. Quando ia sair, Roberto pega meu braço e me puxa para ele, agarra minha cintura.
- Você tá brincando com fogo, moleque!
- Eu quero me queimar! - Apertei a bunda dele.
Sai da varanda e o Roberto ficou rindo. Fui para o quarto me trocar. Já estávamos trancando a porta para sair quando eu disse que tinha esquecido a minha identidade. Abri a porta, fui na varanda, peguei a água sanitária e joguei na roupa que estava na máquina. Guardei a água sanitária no lugar.
- Pronto. Vamos!
Segunda
Acordei era 10h. A casa estava silenciosa. Depois da briga dos meus pais por causa da roupa manchada, eles não estão se falando. Meus irmãos ficaram chateados, mas eu não! Claro que não contei para isso para eles.
O dia foi normal... Escola, casa, jantar, tv e cama.
Terça e quarta
A mesma coisa... Escola, casa, jantar , tv e cama.
Quinta
Abri os olhos... Esfreguei e tentei ver as horas. São 09h40. Levanto e vou ao banheiro. Ninguém em casa? Ricardo foi pra onde? Vou para a cozinha e vejo o Roberto na varanda cuidando do pássaro. 'Ué, ele não foi pra escola?'. Roberto estava só de samba canção. Pensei rápido e para o quarto tirar o pijama, fiquei só de cueca. Fiquei vendo o que o Roberto ia fazer e para minha sorte, ele sentou no sofá e ligou a tv. Abri a porta.
- Bom dia! - Me espreguicei.
Bom dia, meu molequinho. Desfilando de cueca pra mim? - Imitei um modelo na passarela e ele riu. Entrei no banheiro para fingir que estava mijando e escovando os dentes.
Sai do banheiro e passando por ele, Roberto da um tapa na minha bunda, 'Ai!' eu falei e passei a mão na minha bunda. Voltei e sentei no sofá. Nos olhavamos e riamos um para o outro, Roberto estava sentado com as pernas cruzadas, levantei e fui até ele, ele me olhou sem entender, descruzei as pernas dele se sentei em seu colo. Roberto está sem reação com a minha atitude, os braços dele estavam repousados no sofá, peguei-os e coloquei na minha bunda.
- Aperta! - Eu mandei olhando nos olhos do Roberto. Ele apertou.
Sinto o pau dele duro. Dou leves reboladas sobre o pau do Roberto e ele ainda sem reação.
- Tô doido pra fazer isso a muito tempo. - Puxo o cabelo dela pra traz e dou um beijo na boca do Roberto.
Nossas bocas se entrelaçavam, nossas línguas invadiam a boca um do outro. Roberto me afasta um pouco, ficou me olhando com cara de tesão.
- Colava a língua pra fora.
Roberto era obediente, ele coloca linga pra fora e eu lambi sua língua. Paro de lamber, o pau dele está muito duro, rebolo com mais intensidade. Roberto geme com mais tesão. Eu pego o queixo dele a forço de leve para abrir a boca dele, sem receio, dou uma cupida dentro da boca dele e voltou a beija-lo com volúpia. Levanto do colo do Roberto e seu pau está apontando para cima, duro feito um tronco de árvore. Meu pau tbm estava duro, Roberto ia levantar, mas eu impeço colocando o meu pé no joelho dele. Vou deslizando a coxa dele e coloco meu pé dentro da samba canção dele pela abertura da perna. Roberto pega na minha coxa e vai deslizando, toca meu pau e aperta por cima da cueca, depois agarra minha bunda e toca no meu cú. Sensação maravilhosa! Tiro tiro a mão dele e dou um passo para trás, tiro a minha cueca, meu pau está saindo lubrificação. Pego com o dedo e coloco na boca, vou até o Roberto e o beijo de novo, ele pegava no meu pau e na minha bunda com força. Cuspi mais uma vez na boca dele. ' Você é maluco, Raul' ele me disse, afirmei com a cabeça.
Mau pau estava pulsando. Eu estava com tesão e o Roberto também. Coloquei uma perna no sofá, peguei a cabeça do Roberto e enfiei a pica na boca dele, fundo. Ele me empurrou e tossiu engasgado. Eu ri com a cena o agarrei pelos cabelos e enfiei o pau de novo na boca dele, deixei uns segundos e tirei, os olhos dele lacrimejando. Na época meu pau deveria ter uns 15cm, não era tão grande. Me afastei do Roberto, ele estava vermelho, respiração forte.
- E aí? Gostou do meu pau?
- Muito! Agora chupa o meu.
Roberto tirou a samba canção. Que pau grosso! A base do pau e a pelvis estavas brancas por causa do vitiligo. Ele era todo depilado, suas bolas era médias lindas. A cabeça do pau dele era vermelha e muito babona. Antes dele vir para cima de mim, eu fui até ele e segurei o saco dele. Ele deu um gemido de dor e tesão.
- Vou te chupar, mas não agora. - Ele não entendeu. - Vira, encosta no sofá e empina a bunda.
Roberto olhou para mim e não assimilou o que eu estava mandando. Apesar do Roberto ser maior que eu, eu não estava com medo. Pelo contrário, estava a um passo da dominação completa do Roberto.
- Não escutou o que eu mandei? - Apertei o saco dele com mais força.
- Ssiim. - Roberto fechou o olho de dor.
Apertei mais uma vez e ele deu um grito.
- Vira porra, eu tô mandando!
Tirei a mão do saco do Roberto. Ele virou, encostou no sofá e empinou a bunda. Que bunda linda! Redonda e musculosa. Toquei na bunda dele, pele macia. Abri e vi o cuzinho dele, piscou involuntariamente. 'Abre você a bunda pra mim', mandei. Roberto abriu a bunda. Os músculos das costas dele se contraíram.
- O que você quer que eu faça com seu cuzinho? - Silêncio. Dei eu tapa forte na bunda do Roberto que ficou a minha mão marcada. - Responde caralho?
- Eu quero que você chupa o meu cú!
Eu ri. O cú dele piscava demais! Cú sem pelo, cú virgem. Dei a primeira lambida... Roberto gemeu. Comecei uma sequência de lambidas e ele gemia mais forte, circulava a língua e ele empinava ainda mais o cú. Até que enfiei a língua. 'Caralhowww que gostoso', escutei Roberto falando. Cuspi no meu dedo e no cú do Roberto, sem avisar enfiei um dedo no cuzinho virgem do Roberto. ' Seu viado, filha da puta', ele me xingou. Tirei até a ponta de dedo e enfiei de novo, 'caralho, seu arrombado', eu ri alto.
- Tá rindo?
- Você tá gostando, se não tivesse não tinha deixando eu nem lamber seu cú. - Roberto riu, empinou mais a bunda.
Cuspi mais uma vez nu cu dele sem dois dedos meus e enfiei de uma vez só! 'Aaaiii meu cú, caralho Raul, você que me matar?', circulava com dois dedos dentro do cu dele. Tirei os dedos e enfiei a língua. Levantei e passei o pau na entrada do cu dele.
- O que você vai fazer? - Perguntou Roberto assustado. Mas não saiu da posição, continuava empinado para mim.
- Não te interessa! - Dei um tapão na bunda dele que fez barulho. Ele gemeu de dor.
Continuei a esfregar meu pau no cu dele, a lubrificação que saia do meu pau ajudava a fricção, Roberto gemia e agora rebolava de tesão. Entre uma fricção e outra, meu pau quase entrou, ele deu um grito de dor. Puxei o Roberto pelo pescoço até nos beijarmos, chupei a língua dele. Coloquei o Roberto na positivo anterior e comecei a me masturbar. Enfiei dois dedos no cu do Roberto e ele gemia e rebolava. Aumentei o ritmo da punheta, e estava preste a gozar, tirei os dedos do cu do Roberto e gozei no buraquinho que se formou no cú dele. Roberto estava se masturbando também, virei ele de frente, me ajoelhei e coloquei o pau dele na boca. Ao sentir a minha boca, Roberto goza na minha boca. Leite grosso, quente, engoli uma parte a outra escorria pelo saco sujando o sofá. Levanto, sento no colo dele e beijo a boca do Roberto, ele retribui o beijo e sorve o leite dele que estava na minha boca. Termino o beijo com três selinhos e saio do colo dele, ele estava arfando, parecia que tinha corrido uma maratona.
- Raul, que loucura foi essa?
- A loucura que nós dois queria fazer maior tempão!
Nós dois rimos. Eu fui para o banho. A porta estava aberta e o Roberto entrou. Ele queria tomar banho comigo, mas eu disse que alguém poderia chegar.
- Limpa o seu leite que está no sofá!
- E a sua porra que na no meu cú? Não limpo?
- Por mim eu deixava aí. Melhor, eu deixava tudo dentro!
- Você não era assim, irmãozinho.
- Quem disse? Agora vai limpar o sofá antes que alguém chegue.
Roberto saiu do banheiro e foi limpar a pequena bagunça que fizemos.
Sexta
Acordei com um beijo do Roberto.
- Bom dia!
- Bom dia! Que horas são?
- 6h50.
- Tá maluco de me acordar a esse hora?
- Tô muito maluco! - Dei um soco no braço do Rodrigo. Ele riu e me deu mais beijos no rosto todo. - Vou pra escola.
- Tá bom. - Roberto me um beijo de língua. - Boa aula e cuidado!
- Obrigado! Pode deixar.
Olhei e o Ricardo estava dormindo e voltei a dormir.
Sábado
Leitor, chegou o dia do meu aniversário!