Churrasco em família


churrasco da minha família acontecia todos os anos no mesmo lugar: uma chácara simples, cheia de árvores, com um campinho de futebol improvisado no fundo. Era o tipo de evento que começava no almoço e terminava só quando alguém lembrava de olhar para o relógio.

Eu adorava aqueles encontros, embora sempre se sentisse um pouco deslocado. Aos trinta e poucos anos, era o único homem gay ali entre dezenas de primos, tios e amigos da família. Nunca sofri rejeição direta, mas conhecia bem aqueles silêncios, aquelas brincadeiras atravessadas e os olhares curiosos.

Naquele domingo, porém, algo me chamou atenção.

Rodrigo.

Ele não era da família. Tinha vindo acompanhando um primo distante de e, logo que chegou, cumprimentou todo mundo com um sorriso fácil. Era um homem negro não tão alto, devia ter 1,77, de ombros largos, barba bem cuidada e um cabelo raspado nas laterais e um jeito tranquilo que parecia conquistar qualquer ambiente, um sorriso lindo.
Rodrigo passou o churrasco inteiro sem dar muita atenção pra mim. Ria das piadas machistas dos meus tios, conversava com todo mundo e parecia completamente à vontade no meio daquela família que nem era a dele.

Durante a tarde, eu fui até os fundos da casa procurar um refrigerante e acabei flagrando Rodrigo aos beijos com uma das minhas primas no banheiro externo. A safada ficou vermelha na mesma hora.

— Pelo amor de Deus Wallace, não fala nada pra ninguém.

Eu não tava nem aí só fui embora, com um misto de raiva e desejo de estar no lugar dela.

Mais tarde veio a tradicional pelada. Todos colocaram seus uniformes de futebol, um lado com camisa e o outro sem e seguiram para o campo. Rodrigo chamou a minha atenção logo de cara. O short leve marcava seu pau e dava pra ver o formato certinho da cabeça que balança sempre que ele se movia. impossível de ignorar.

Como nós estávamos em times opostos, passamos o jogo inteiro se marcando, até demais as vezes.

Choques de ombro.

Disputas de bola.

Provocações e sempre que possível eu sentia Rodrigo sarrando seu pau na minha bunda com a desculpa de que era do jogo.

Em uma cabeçada, Rodrigo se apoiou em mim para ganhar impulsão. Quando desceu, passou a barriga roda no meu rosto e me fez sentiu o cheiro de suor e grama misturados ao calor daquela tarde.

No apito final, todo mundo começou a se cumprimentar.

— Boa, parceiro.

— Jogou muito.

Quando chegou em mim, o Rodrigo deu um tapinha nas minhas costas. Depois a mão desceu e apertou a minha cintura por um segundo a mais do que deveria.

— Bom jogo…

Eu senti um arrepio percorrer meu corpo inteiro.

Sem dizer nada, fui para o quarto onde eu costumava dormir. Era pequeno, estreito, com um beliche encostado na parede. Gostava dele justamente pela privacidade.

Tomei banho e voltei só com roupas limpas e uma toalha no ombro.

Foi então que percebi uma mochila desconhecida no beliche de cima.

Antes que pudesse pensar muito sobre isso, a porta se abriu.

Era Rodrigo.

Ainda usando o short da partida.

— Ah, então é aqui que eu vou ficar

disse ele.

Sem cerimônia, jogou a camisa sobre a cama e começou a procurar algo na mochila.

O espaço era tão apertado que, ao mexer nas suas coisas na parte de cima do beliche, Rodrigo ficou com o pau colado praticamente na minha cara que estava sentado no beliche de baixo. Eu secava meu pé com a toalha mas nessa hora não me mexi, só fiquei encarando aquele shorts com o volume. Pro meu espanto, na maior naturalidade do mundo, Rodrigo abaixa seu short ficando inteiramente pelado só que agora seu pau estava à mostra e seguia perto do meu rosto. era possível eu sentir o calor e o cheiro de macho que vinha da li. Meu coração errava as batidas, meus lábios secaram e num impulso eu comecei a mover meu rosto mais pra perto daquele pau que parecia querer falar comigo. Mas me contive, e me segurei.

O quarto pareceu diminuir de tamanho.

Por alguns segundos, nenhum dos dois falou nada.

Rodrigo encontrou o que procurava, pegou a toalha e caminhou até a porta.

Antes de sair, olhou para mim e sorriu.

— hoje a noite promete

E desapareceu pelo corredor.

Fiquei ficou sozinho no quarto, encarando a porta fechada e tentando entender por que aquelas palavras tinham soado muito mais como um convite do que como um aviso.

A noite seguia, tios, primos e outras poucas mulheres da família bebiam próximo a piscina até que Tio Áureo vomitou na churrasqueira. Isso foi o suficiente pra todas as mulheres levantarem e irem dormir, dizendo que nós já estávamos passando dos limites.

Tio Carlos que ajudava tio Áureo gritou:

FESTA NA PISCINA MACHARADA

E arrancando a sunga pulou na piscina. Outros primos fizeram o mesmo enquanto outros riam do lado de fora. Senti então uma mão me empurrar e eu cai na água, tinha sido o Rodrigo. Joguei muita água nele, xingue mas depois todos rimos. Um primo colocou na caixa de som uns pagodes antigos então aos poucos todos foram saindo da piscina e quando eu me preparava pra sair senti Rodrigo me puxar pelo short e arrancar minha cueca também, rindo. tentei fugir mas ele pegou minha cueca e shorts e jogou longe então ficamos ali cantando e bebendo dentro da piscina mesmo. Em um momento, já um pouco altos, senti a mão de Rodrigo se aproximar da minha bunda. a princípio achei que era só coisa de bêbado, se abraçar e cantar música antiga juntos, mas algo estranho foi começando a acontecer. Sua mão foi apertando com mais vontade a minha bunda, como se quisesse arrancar um pedaço. Aos poucos um dedo foi parar no meio da minha bunda e parecia buscar o meu cu que a essa hora já piscava muito. Ele encontrou, e começou a forçar, eu gemi mais mas com aquela música alta, fogueira e pouca luz ninguém nem percebia. aos poucos o dedo do Rodrigo foi entrando e logo estava enterrado em mim. Minha respiração ficava mais ofegante a cada momento e Rodrigo parecia saber o que estava fazendo e logo tinha dois dedos dentro do meu cu, me arrepiando por inteiro.

Ele então pegou minha mão e colocou em seu pau que estava uma rocha de tão duro. Aquele homem queria muito me comer e eu não aguentava mais de tanto tesão e vontade de dar pra ele.

Alguém na roda resolveu colocar um funk muito alto. Nesse momento Rodrigo veio pra trás de mim, mirou a cabeça do pau no meu cu e empurrou. Deu várias estocadas muito forte e eu aproveitei a música que tinha ficado alta e gritei, gemi, aquele pau parecia me rasgar e eu sentia todas as suas veias. Aquela movimentação parecia não ter fim e mesmo sofrendo na pica eu não queria que parasse.

Foi então que uma tia gritou para desligarem a música e ir dormir. Nesse momento Rodrigo parou de bombar o pau em mim mas não tirou de dentro. Os meninos apagaram as luzes, desligaram tudo e começaram a entrar. Eu ainda tinha que procurar minhas roupas então fiz menção em sair e tirar o pau de Rodrigo de dentro de mim mas ele me segurou e fomos juntos até a escada da piscina, engatados.

Foi então que me desgrudei dele e senti um vazio muito grande dentro de mim, era a ausência daquele pau delicioso. Peguei meu celular e fui procurar minhas roupas então senti escorrer algo quente do meu cu. O safado tinha gozado em mim. Me iluminem e vi que além de porra tinha sangue saindo de mim. Aquele pau gostoso realmente tinha me marcado.

Quando estou me dirigindo pra dentro sinto Rodrigo me pegar pelo pescoço e me arrastar pra uma parede lateral, me jogando no chão.
Ele me agarrou pela nuca enfiando o pau na minha boca com toda a vontade, ele fodia minha garganta igual um urso e pouco tempo depois já jorrava seu leite novamente, mas direto na garganta.

Hoje a noite vai ser longa

Ele disse, me deixando ali de joelhos e indo para o nosso quarto. E esse foi o melhor encontro de família que eu já tive


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Comentários


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alda Comentou em 08/06/2026

Que isso cara, continua esse conto, show demais.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Churrasco em família

Codigo do conto:
264019

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
08/06/2026

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6

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