Reencontro com o Rodrigo




Passaram-se duas semanas, passou um mês, e eu comecei a esquecer do Rodrigo. Até que um dia meus primos falaram que teria a despedida de solteiro de um deles, que era o Everton. E mesmo que aquilo tudo não me agradasse, porque eu sabia que ia ser um monte de macho, falando um monte de besteira e tudo mais, eu resolvi ir. Era uma quinta-feira, eu não tinha muito o que fazer. A despedida ia ser numa roda de samba que eu gosto. Então, dos males o menor. E pelo menos eu ia sair de casa e aproveitar um pouco. E assim foi. Botei a minha melhor roupa, passei meu bom perfume, e me arrumei bonitinho, e fui pra roda de samba com o meu primo. Meus primos, na verdade. O Wesley e o Fernando. Lá nós iríamos encontrar o Everton e os seus primos também, pra continuar as coisas. Chegando lá, depois de pegar um bom trânsito com o Uber, encontramos os meninos. E de cara, quem eu vejo de costas? O Rodrigo. Ele era um dos primos dos meninos. Do Everton especificamente. O que acabava me fazendo ser primo dele de terceiro grau. Eu não sei muito bem o que aconteceu ali. Até porque eu nem queria ser da família dele. Naquele momento eu tava meio que com um pouco de raiva dele. Eu não sabia nem como ele ia reagir comigo, eu não sabia como reagir com ele. Ele nem tinha me visto ainda, ele tava de costas. Mas era impossível não reconhecer aquele corpo, aquela cabeça, aquele cabelo. E assim que ele virou pra mim, pra cumprimentar a gente, aquele sorriso iluminou a noite inteira. E parecia que a roda tinha ficado em silêncio completo. Só pra ouvir aquele lindo "E aí, rapaziada?" que saiu da boca dele. Aos poucos a gente foi se cumprimentando, ele cumprimentou o meu primo Wesley, cumprimentou o Fernando e por último me cumprimentou. Só o toque daquele homem já me fez levitar. E parece que tudo que eu sentia de raiva dele tinha caído por terra, porque aquele abraço forte me pegou de um jeito que eu não sabia nem responder a mim mesmo. A noite tava seguindo, as coisas acontecendo, eles flertando com algumas mulheres. O próprio Rodrigo também flertando com algumas mulheres, e eu tava ficando com muita raiva disso, tava com vontade de dar uma porrada nelas. E aí, em um momento eu resolvi ir ao banheiro. Como tava um pouco apertado, as pessoas tinham que abrir caminho pra gente conseguir passar. Todos davam caminho, mas o único que ficou de frente pra mim foi o Rodrigo. Nesse momento, pra me desviar das pessoas, eu virei de lado, empinei minha bunda e passei ela bem no pau dele. E assim que eu tava indo, eu senti ele pegar minha mão e apertar. Eu olhei pra trás, ele tava com uma cara de safado, provavelmente devia ser do álcool. Me largou e eu fui pro banheiro, enquanto os olhos dele me perseguiam.

Eu fiquei em êxtase, não sabia mais o que fazer. Fui pro banheiro, lavei o rosto, pedi uma caipirinha e voltei pra mesa. E lá tava ele. E eu fiz a mesma coisa. Passei de lado pra desviar das pessoas e passei a bunda no pau dele. Que nesse momento tava uma rocha de tão duro. E eu via, percebia que ele tentava disfarçar. Conversa vai, conversa vem, a noite seguindo, o samba já tava na sua segunda rodada, as coisas estavam acontecendo, até que dessa vez, depois de ficar com uma garota que eu fiquei com muita raiva, o Rodrigo anunciou.

"Rapaziada, eu vou no banheiro".

E nesse momento ele manteve os olhos firmes no meu, como se fosse um convite. Eu fiquei no meu lugar, não fiz nada. E quando eu olhei pra trás, pra onde ele tava indo, ele retornou a me olhar e deu um sorriso.
Aquilo era sinal perfeito. Eu fui atrás dele. Falei pros meus primos que eu ia pegar uma caipirinha e já voltava. E fui. Ele entrou no banheiro, eu entrei junto. Ele foi pro mictório e eu parei do lado dele. Tinha alguns caras no banheiro também, então não tinha muito o que fazer. E eu, com um pouco de timidez, não ia fazer nada ali. Até que ele falou.

"Quanto tempo, não é, Wallace?"

Eu falei: "É, Rodrigo, bastante tempo".

Aí ele falou: "Saudade do sítio?"

Nessa hora me deu uma quentura no coração. Nós estávamos lado a lado, ombro a ombro.

Eu olhei pro olho dele e falei: "Muita, muita saudade. Mas o que eu quero agora é matar essa saudade".

No momento onde eu falei isso, eu olhei pra baixo e eu vi que o seu pau tava extremamente duro. E eu agarrei o seu pau. Nessa hora, os homens que estavam no banheiro sentiram um clima estranho e foram saindo aos poucos, deixando somente eu e o Rodrigo ali, naquele imenso vazio. Eu continuei com o seu pau na mão. Punhetei algumas vezes e ele jogou a cabeça pra trás e soltou um gemido.

"Ah, não faz isso, cara. Isso aqui é perigoso."

E eu falei: "Mas a gente não gosta do perigo?"

Dito isso, eu balancei o pau dele pra tirar as últimas gotinhas de mijo. Agarrei no seu saco e saí do banheiro. Ele ficou lá dentro um pouco. Pelo jeito não conseguia sair naquele momento. O pau devia estar duro igual uma rocha. Nessa hora que eu cheguei com os meus primos, eles perguntaram:

"Ué, cadê a caipirinha?"

E eu falei: "Cara, eu acho que o bar tá quase encerrando ou acabou o limão, não sei. Mas é melhor não beber mais não. Eu tô percebendo que vocês todos estão um pouco já passados no álcool."

E eles riram de mim. Nesse momento o Rodrigo veio atrás com a mão disfarçando um pouco o volume na frente da sua calça. E nessa hora, um cara meio bêbado esbarrou nele e depois empurrou ele. E ele, pra tentar fugir da confusão, só tentou sair, mas o cara continuou puxando briga e enfim, começou uma briga naquele momento. Os meus primos e os primos dele foram pra cima pra tentar apartar, e parece que só aumentaram a briga. Eu fui em cima pra tentar puxar o Rodrigo de lá, porque eu vi que a briga não tinha sido com ele, tava todo mundo bêbado. O Fernando, meu primo, nesse momento, não tava mais lá, tinha saído com uma das meninas. E eu descobri que o Rodrigo e seus primos estavam em um Airbnb num bairro próximo. E era lá que seria a despedida de solteiro, onde eles levariam algumas mulheres. Nesse momento as meninas sumiram. Só o único sortudo da noite foi o Fernando, meu primo, que não tinha nada a ver com a situação, mas já tinha ido pro Airbnb deles, pegou uma das chaves e foi pra aproveitar a noite com as mulheres. Nesse momento, o Wellington, meu primo, mandou eu pegar o Rodrigo, entrar num Uber e ir pro Airbnb deles e tentar acalmar as coisas enquanto ele ia pagar o que quebrou, tentar arrumar a conta e tentar se dar bem um pouco. Nesse momento, o primo do Fernando falou:

"Não, eu vou junto também. E vocês demais fiquem aqui."

Tinham outros amigos deles que chegaram, então eles iam ali tentar continuar a noite, ou naquela roda ou em outra. E então eu fiz isso. Chamei um Uber, botei o Rodrigo dentro e um primo dele também. E fomos. O primo na frente, eu e o Rodrigo atrás. O Rodrigo tava triste com a situação, até meio choroso por causa da bebida. E eu tentei confortar ele enquanto o primo dele falava: "Caralho, cara, por que você queria brigar?"

E eu falei: "Não, eu vi, não foi nada disso."

Eu senti que o Rodrigo tava triste, passei a mão na sua cabeça fazendo um cafuné, aproveitando que ninguém conseguia ver. Porque o carro tava escuro demais, uma música brega tocava no rádio do carro do Uber. Fiz um cafuné na sua cabeça, desci pro seu pescoço, passei no seu peito, na sua barriga, e senti sua respiração trancar. E sim, minha mão parou no seu pau. Que naquele caminho da cabeça ao pau, já tinha endurecido. E eu não ia conseguir resistir. Abaixei seu short, ele tava de regata branca e short preto. E caí de boca no seu pau ali mesmo. Eu não sei o que deu em mim, eu jamais faria isso em um momento comum. Mas aquele homem mexia comigo, mexia com os meus sentidos. E eu engoli seu pau, muito, muito, muito. Engasgava, chupava. E ele botava a mão na boca, pra tentar não gemer. Nesse momento eu senti que o Uber olhou pelo retrovisor e percebeu. E aumentou o volume do rádio. E falou pro primo do Rodrigo, “essa música é boa, né?”

E eles começaram a conversar, enquanto lá atrás eu fazia o meu serviço. E fui chupando aquele pau, até ver que estávamos quase chegando no caminho. No caminho eu intensifiquei. Intensifiquei, engasguei, até que senti a mão do Rodrigo na minha cabeça me afundando, fazendo o seu pau ir no fundo da minha garganta. E ele começou a gozar. Eu nem senti o gosto do seu leite, porque foi tudo na minha garganta. Eu engoli tudo, me engasguei um pouco. E o primo do Rodrigo falava, “tudo bem aí atrás, gente?”

E eu falei, “não, tudo bem. Só uma tosse seca que me deu.”

Enquanto eu limpava a boca, o Rodrigo subia a sua calça e o seu pau todo babado. E nós chegamos ao nosso destino. O primo do Rodrigo foi entrando, o Fernando tava em um quarto com uma menina, trancado. Enquanto isso, nós fomos pra cozinha. No meio da briga, o primo do Rodrigo tinha machucado a mão, porque bateu na mesa, ou bateu em alguém, eu não entendi muito bem. Então, em uma cozinha que era tipo uma ilha, tinha um balcãozinho com os bancos altos de um lado, e do outro lado ficava geladeira, fogão. Era um Airbnb até que bonitinho. Então o Rodrigo sentou nesse banco alto ao meu lado, enquanto do outro lado desse balcãozinho, o seu primo procurava gelo pra botar na mão. E nesse momento que ele procurava gelo pra botar na mão, eu continuava tentando provocar o Rodrigo, que tinha medo. Ficou um pouco ainda chocado com o que a gente tinha acabado de fazer no Uber. E ele não queria repetir isso ali na frente do primo dele. Então eu pensei, ué, na frente da minha família tudo bem, né? Mas na frente do seu primo... Mas eu falei pra ele nesse momento, pra não provocar. Nós já tínhamos ficado muito tempo longe um do outro. Então nesse momento, eu passei a mão nas suas costas, e ele tirou. Depois eu passei a mão na sua coxa, e ele tirou. Tentei passar a mão na sua coxa de novo, enquanto seu primo resolvia fazer alguma comida elaborada, um macarrão, alguma coisa. E ele tirou de novo a mão da sua coxa. Ele percebeu que eu fiquei um pouco chateado com isso, então senti a sua mão da minha mão. E ele botou a minha mão na sua coxa. E eu deixei ela ali, sem o seu primo ver, enquanto ele fazia aquela gororoba. Nós comemos. Eu falei que eu ia lavar a louça, enquanto seu primo falou que ia tomar um banho pra dormir. E depois resolver como aconteceria, porque eu acabei falando que ia dormir por ali também. Tava tarde pra ir pra casa, e eu não ia ir embora sozinho naquele momento. Ele falou “tudo bem, depois a gente se ajeita.” E foi pro banho.

Nesse momento eu fui lavar a louça. Assim que eu tava na pia, lavando as coisas, eu não vi mais o Rodrigo ali próximo, até que eu sinto ele vindo da sala em direção à geladeira. Mas ao invés de ir pra geladeira, eu sinto a boca dele no meu pescoço, e ele morde. Depois a sua boca na minha orelha, e ele morde. E ele vai descendo de pouco em pouco pelas minhas costas. As suas mãos grandes pegam na minha cintura. E eu sinto ele abaixar a minha calça. Ainda sobre a cueca, ele morde a minha bunda, enquanto eu lavo a louça. E ele abaixa a minha cueca, e abre bem a minha bunda, deixando o meu cuzinho bem exposto. E enfia sua língua quente e molhada lá no meio. E eu dou um gemido e falo, “Rodrigo, para, cara, o teu primo pode aparecer aqui”

E ele nem liga pra mim, nem me responde. E eu continuo lavando a louça pra fazer algum barulho de água, enquanto ele intensifica a sua chupada no meu cu. Minha bundinha lisinha, durinha que é redonda, grande, parecia que cabia direitinho na mão dele. E ele sabia disso, ele apertava ela com vontade, dava algumas mordidas e chupava com gosto. E parece que eu sentia sua língua entrar no meu cuzinho, e eu piscava na língua dele. E isso deixava ele mais louco ainda. Foi então que nós sentimos um barulho vindo do banheiro, e ele levantou a minha cueca, minha calça, e eu continuei lavando a louça. E ele sentou onde ele tava sentado antes, lá na sala. O seu primo saiu do banho e falou pra ele ir. E ele foi. E o seu primo começou a conversar comigo. Umas conversas estranhas, porque parecia que ele tava bêbado. Então terminei de lavar a louça, e ele falou:

“ó, só sobrou um quarto com duas camas pequenas, viu? Os meninos vão vir aí, mas eles vão dormir no sofá, que é sofá cama. Então lá no quarto vai ficar eu, você e o Rodrigo. Já que você não tava planejado vir pra cá, então você dorme num colchão que tem aqui lá no chão, e a gente dorme na cama, tá tranquilo?”

Eu falei, não, beleza. E ele foi pro quarto. Assim que ele foi, senti que o Rodrigo também terminou o seu banho e foi pro quarto. Eu achei uma pena, eu queria terminar nossa brincadeira. Eu tomei meu banho, fiquei bem limpinho. E fui pro quarto também. Felizmente naquele dia eu tava com uma cueca bem pequenininha, branca que realçava ainda mais a minha bunda. E como aquela noite fazia um pouco de calor, eu fiquei só de regata branca e minha cueca branca. Cheguei no quarto e já tava escuro. Então me ajeitei no colchãozinho que tava do lado da cama do Rodrigo, enquanto o seu primo já roncava. E fiquei ali, esperando a hora certa de dar o bote. Esperei mais um pouco. Pensei que o Rodrigo ia fazer algum movimento, e ele não fez. Então eu percebi que naquela noite, quem teria que fazer tudo era eu.
Minha mão, silenciosa, começou a tatear a cama do Rodrigo. Foi nesse momento que eu encontrei sua mão. Aquela mão gostosa e quente, que tinha pegado na minha bunda mais cedo. Peguei sua mão, senti os seus dedos que já estiveram dentro de mim, e me deu vontade de sentir eles de novo. Meu cuzinho já piscava. Eu peguei sua mão, fiquei de joelhos, trouxe elaaté minha boca, e comecei a chupar seu dedo. Então, chupei dois dedos. Eu não conseguia ver o rosto do Rodrigo naquela escuridão, mas eu sabia que ele devia estar totalmente chocado e em êxtase com o que estava acontecendo. Eu estava tomando toda a coragem que ele achou que eu nunca teria. Eu gostava de chupar o seu dedo. Meu quadril rebolava involuntariamente enquanto eu chupava. Até que eu comecei a sentir ele movimentando seu dedo dentro da minha boca. Os dois dedos dentro da minha boca. Foi então que eu segurei sua mão, botei minha cueca de lado, virei minha bundinha pra ele e comecei a introduzir um dedo dentro do meu cuzinho quente. Então eu senti ele falar "nossa", abafado por entre seus dentes que estavam fechados. E eu comecei a empurrar minha bunda naquele dedo. E comecei um vai e vem lento, segurando sua mão, e com a minha bunda já atolada no seu dedo. Foi então que eu senti ele afastar a minha bunda, preparar o segundo dedo pra matar minha saudade. E foi começando a introduzir lentamente. Eu já não fazia mais nenhum esforço, agora era a vez dele fazer. E ele começou a entender o recado e começou um vai e vem na minha bunda com os dois dedos, sentindo todo o meu cuzinho quente, mordendo seus dedos. Então não tinha mais pra onde correr. Eu tirei os seus dedos da minha bunda e voltei pro meu colchonete. Esse era o meu sinal. Não tinha mais o que fazer. Senti então a movimentação da cama e ele saindo e vindo pro meu colchão. Eu fiquei de quatro, e ele sentiu. Foi tateando o meu corpo, me sentindo inteira. Passou a mão pelas minhas costas, chegou na minha cintura e começou a abaixar minha cueca lentamente. E começou a linguar o meu cuzinho mais uma vez. Eu mordi o travesseiro pra não gemer. Aquilo tava muito bom, tava muito gostoso. Então ele tirou a minha cueca, e fez ficar mais empinado e abrir mais a perna. E eu senti a cabeça daquele pau gostoso tocando no meu cuzinho. Eu estremeci. Um frio atravessou a minha costela, até a minha nuca arrepiou. E ele começou a empurrar a cabeça daquele pau. Meu cuzinho já tava fechado de novo porque fazia tempo que ele tinha me comido. Mas parece que a minha memória muscular ia fazer parte dele. E eu fiz força pra engolir aquela cabeça toda. E ele foi puxando meu quadril em direção a ele. E eu entendi todo o recado. E eu comecei a empurrar o meu quadril em direção a ele. Até sentir a sua cintura colada totalmente em mim e o seu pau no fundo do meu cu. E eu comecei a movimentar pra frente e pra trás, pra frente e pra trás. E comecei a aumentar o ritmo, aumentar o ritmo. E ele me pegou pelo ombro e começou a me socar bem fundo, bem forte. Essas horas eu já tava maluco de tesão. Tirei o seu pau de dentro de mim, peguei ele e joguei na cama do meu colchão. Botei seu pau pra cima e sentei de uma vez só, fazendo o meu cuzinho engolir o seu pau. E ele falou, “caralho, moleque, tu vai me deixar maluco”

. E eu comecei a cavalgar com força e com vontade, segurando os seus peitos, que pareciam que encaixavam certinho na minha mão. Então, em uma sentada, comecei a rebolar com o seu pau todo dentro de mim. Eu queria sentir todo aquele homem. Eu não sei quando eu sentiria de novo. Senti algo quente naquele momento, mas não liguei muito. Continuei rebolando. Depois disso, comecei a sentar, subir e descer, subir e descer, subir e descer, até que eu sinto algo escorrendo no meu cuzinho. Será que ele tinha gozado? Bom, não sabia muito bem. Então, sinto a sua mão me virar rápido de lado e começar a me foder de ladinho. Eu não conseguia mais me segurar, eu comecei a gemer. Gemia fininho e falava:

“ai Rodrigo, vai, me come gostoso, vai. Eu sou todo teu, tu é meu macho. Eu vou dar meu cuzinho pra você pra sempre. Vai, me fode, me fode, vai, me fode, me fode. Gosta do meu cuzinho?”

Eu não conseguia mais segurar. Eu já não sabia se o seu primo já tinha parado de roncar ou parado de dormir, mas nós estávamos igual dois loucos se comendo. E nesse momento eu sinto que ele me pegou pelo pescoço e fez a minha cabeça virar e me deu um beijo quente na boca. Aquilo me fez ir à loucura. E sem eu nem me tocar, o meu pau começou a gozar sozinho. E nesse momento que o meu pau tava gozando sozinho, o seu pau também sentiu que o meu cu tava piscando e começou a gozar. E ele anunciou:

“caralho, eu vou gozar pela segunda vez no teu cu”.

Isso me deixou ainda mais maluco. E ele começou a gozar e eu senti mais uma vez o quente entrando dentro de mim. Eu tava completo. Aquele homem tinha me completado mais uma vez. E as suas bombadas começaram a se intensificar, menos.

Até que ficamos apenas de conchinha, respirando fundo e forte, recuperando o fôlego até que dormimos. Acordamos num pulo e já estava amanhecendo. Rodrigo dormia nos meus braços, o acordei e pedi pra ele ir pra cama e assustado ele subiu. Não sabíamos se seu primo tinha visto algo pra preferimos acreditar que não. Me organizei cedo, peguei meu Uber e fui pra casa. Quando chego em casa, olho meu celular e leio mensagem do Rodrigo: quero mais


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Ficha do conto

Foto Perfil wally007
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Nome do conto:
Reencontro com o Rodrigo

Codigo do conto:
265615

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
29/06/2026

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