Já fazia um tempo que eu não via o Rodrigo, muito tempo mesmo. Mas na minha cabeça, depois da última vez, eu achei que nós iríamos ter um contato mais constante. Nós já havíamos entendido que tínhamos interesse um pelo outro, não tinha mais como fugir, não tinha mais como fingir e ele também entendia isso. Só que semanas depois daquele último encontro eu recebi uma mensagem no meu WhatsApp era ele falando assim:
“O que aconteceu entre a gente acabou e nunca mais irá acontecer”.
Eu fiquei muito triste confesso, eu tinha esperança de continuar ficando com aquele homem. eu achava ele o mais gostoso que eu já tinha encontrado, eu tinha tesão só em pensar nele. eu batia uma todos os dias pensando nele, pensando no que nós falávamos, pensando nas nossas conversas safadas no WhatsApp. ele tinha me confessado no whats que enquanto nós tivemos nossas aventuras ele também estava tendo um relacionamento e que não havia problema nenhum nisso, desde que tudo ficasse em sigilo. Mas naquele momento eu entendi que nunca mais iria ter nada deixei para lá
Quatro meses depois eu conheci o Gabriel. Ele é uma pessoa muito bacana, atencioso e maravilhoso, conheceu minha família. Qualquer pessoa gostaria de ter um cara desses. Um belo dia, os primos e amigos nos chamaram para ir no samba do passeio, que é um samba que fica no passeio público aqui no Rio de Janeiro perto da Lapa, e nós fomos.
chegamos lá por volta de umas 17h, cumprimentamos todo mundo e curtimos o pagode. Tava tudo muito legal, música boa, muita gente, barraquinhas. pouco tempo depois, lá pelas 18h eu senti uma mão no meu ombro. Quando eu olhei para trás, meu corpo gelou na hora. era o Rodrigo e ele não tava sozinho ele tava acompanhado da namorada, essa que eu cumprimentei e tratei muito bem, então segui olhando e cantando na roda de pagode junto com o pessoal.
Em um dado momento da noite, eu senti uma mão encostar na minha mão. achei estranho porque o Gabriel estava no meu lado esquerdo e quem tocou na minha mão tava no meu lado direito. Então, quem tava ali não era o Gabriel era o Rodrigo… continuei parado, imóvel até que aqueles dedos começaram a alisar os meus dedos…
um pouco tempo depois senti a mão subir até a minha bunda e apertar. Não era mão do Gabriel, eu conhecia aquela mão, eu conhecia aquela força que me tocava. Era o Rodrigo. Minha caipirinha acabou, alguém me ofereceu uma cerveja no copinho de plástico que eu também tomei. Em algum momento minha cerveja também acabou e eu disse que eu ia buscar mais, só que para minha surpresa, o Rodrigo falou que não, pois ele mesmo ia pegar a cerveja. Um tempo depois o Rodrigo voltou com seu latão na mão e um copinho de plástico na outra e me esticou o braço, oferecendo o copinho de plástico. Quando eu peguei vi que o copo não estava cheio, ele tava menos da metade. Em cima do líquido tinha algo branco, espesso e boiando.
Olhei para Rodrigo ele tava com uma cara de safado, só tava esperando a minha reação. Não pensei duas vezes levei o copo à boca e olhando nos olhos do Rodrigo eu virei tudo. restou um pouco nos meus lábios e com a ponta da língua eu tirei e também engoli. Na sequência eu puxei o Gabriel e dei um beijo muito forte em sua boca e depois eu olhei de volta para o Rodrigo que estava de olhos e bocas arregalados assustados com o que tinha acabado de acontecer. Sim, eu tinha beijado o cara que eu tava ficando com o gosto da porra do Rodrigo na minha boca.
A noite seguiu o samba tava comendo solto, tava tudo muito legal até que me deu vontade de ir ao banheiro. Avisei que ia ao banheiro e fui em direção aos banheiros químicos que ficam mais ao fundo do da roda de samba. chegando lá vi que as filas estavam muito grandes e eu não conseguia mais segurar. Então eu dei a volta no banheiro químico, e para quem conhece o Passeio Público aqui no Rio, sabe que tem muitas árvores e muitos arbustos e um parque grande mas também muito mal iluminado ele não tem iluminação alguma a noite, a não ser pelos postes na rua fora da grade. Então, para despistar os seguranças, eu dei a volta no banheiro químico e fui no meio de umas árvores e arbustos e comecei a fazer o meu xixi. É nesse momento que eu ouço um barulho de galhos quebrando, alguém pisando no chão. Me assustei e olhei para trás rápido achando que era um segurança que ia brigar comigo mas na verdade aquela sombra era conhecida. Eu não vi o rosto eu não via nada mas aquele cheiro aquele calor foi chegando perto de mim me preenchendo até que me pegou pelo pescoço enquanto a outra mão pegava pela cintura e empurrava para trás e me mordeu na orelha e disse:
“Eu já sabia que você era uma putinha mas agora tomar a minha porra e beijar o seu namoradinho isso foi golpe baixo.”
nesse momento Rodrigo depois de morder minha orelha chupar muito meu pescoço ele me virou com força e rapidez me deixando de frente a frente para ele. com uma mão ele continuava segurando a minha bunda apertando com força como se quisesse me devorar e com a outra ele me pegou pela nuca e me puxou para sua boca para um beijo forte gostoso quente, ardente. Um beijo misturado com vontade tesão e muita saudade. Um beijo com sabor de proibido.
Não era para estarmos ali, não era para estarmos fazendo aquilo mas agora não tinha mais como segurar, aconteceu eu era dele e ele era meu.
A mão que estava na minha bunda abaixou a minha calça e deixou a minha bunda toda de exposta, enquanto a outra continuava me segurando sem deixar minha boca sair da boca dele.
Foi então que ele me afastou um pouco e a mão que estava na minha bunda entrou com dois dedos dentro da minha boca e passou na minha língua inteira me fez chupar aqueles dois dedos como se tivesse chupando um pirulito. Logo em seguida depois de fazer eu chupar muito aqueles dois dedos ele voltou até minha bunda procurando o meu cuzinho, começou a pincelar o dedo ali e aos poucos foi introduzindo me fazendo gemer cada vez mais alto.
Meus gemidos foram abafados com um beijo dele e eu tava parecendo que as alturas e as nuvens com aqueles dedos entrando em mim e aquela boca preenchendo a minha boca e o corpo daquele homem preenchendo totalmente o meu. eu sentia que ia pegar fogo naquele momento.
Mas nada ia acabar ali eu sentia. Foi então que o Rodrigo me virou novamente, me deixando de costas para ele e me empurrou para eu ir em direção à árvore que nos escondia. Chegando muito perto dela eu apoiei com as mãos nela. Foi nesse momento que eu equilibrei e empinei sem querer minha bunda, o Rodrigo tirou seus dois dedos de dentro de mim que estavam fundos nesse momento e se agachou abrindo a minha bunda com as duas mãos e enfiando a cara lá no meio e me dando novamente aquele beijo de língua molhado com aquela língua quente no olho do meu cuzinho que não parava de piscar pedindo cada vez mais que o seu dono o consumisse.
E assim foi feito. Rodrigo se levantou encaixou a cabeça do seu pau na minha bunda e aquela aquela carne dura começou a entrar me rasgando com vontade com desejo mas ao mesmo tempo como se fosse algo fosse algo que soubesse o caminho que estava fazendo como se fosse um pau que sabia muito bem onde entrar um pau que sabia que aquele cuzinho era somente dele e sempre seria dele mesmo que qualquer outro dono aparecesse ele nunca seria preenchido da forma que o Rodrigo me preenchia.
Ele bombava muito forte, muito, muito e eu gemia com as mãos apoiadas na árvore.
Até que em algum momento sentimos que alguém se aproximava e foi nesse momento que Rodrigo me puxou para ele tirando minhas mãos da árvore, se aproximou mais da árvore e me abraçou completamente agora nós dois estávamos próximos, colados à árvore enquanto Rodrigo continuava com pau dentro de mim.
Ficamos em silêncio mas o quadril de Rodrigo não parava de mexer, não parava de entrar e sair de dentro de mim então a pessoa que estava passando passou mijou perto da árvore onde nós estávamos e saiu. Nesse momento veio outra pessoa e outra e outra porque as pessoas começaram a tentar mijar em algum lugar já que o banheiro químico estava lotado e ali Rodrigo continuava me comendo, até que em um momento ele desistiu de parar de tentar fazer silêncio e começou a me socar cada vez mais forte. Ele urrava de tesão e eu gemia querendo mais e mais da sua pica.
A essa altura outros caras perceberam que estava acontecendo algo ali e ao invés de sair eles se aproximaram ainda mais. Nessa hora meus olhos já tinham se acostumado com aquela escuridão porque tinham ainda alguns fachos de luz que vinham de fora da praça iluminada por alguns postes velhos da avenida.
Então eu pude ver que aqueles homens não estavam ali por acaso, muitos deles estavam admirando o que estava acontecendo com um semblante de que estavam com muito tesão e então alguns paus foram saindo de suas calças, enquanto os caras começaram a bater uma ali mesmo sentindo e admirando tudo que eu e Rodrigo estávamos fazendo.
Parece que essa situação toda deixou o Rodrigo ainda mais excitado até que um momento ele não conseguiu mais segurar e explodiu de orgasmo dentro de mim.
ele começou a meter, nem anunciou que iria gozar ele só gozou, até a última gota dentro de mim. Mas ele não queria ficar metendo para fazer com que a porra escorresse, ele queria que ela ficasse ali e eu levasse ela como memória e assim eu fiz.
Ele gozou, não falou mais nada fechou a calça e sai. Eu fiquei ali gozado com a porra dele toda dentro de mim. Levantei a minha calça e também saí.
Quando voltei para a roda de samba tava quase no final então Gabriel falou que era melhor a gente ir embora porque o Uber ia ficar muito caro depois e eu falei sim nesse momento comecei a me despedir do pessoal E também me despedi de Rodrigo e da sua namorada.
Quando eu cheguei perto do seu rosto para te cumprimentar em um abraço, ele sussurrou no meu ouvido:
“Isso vai ser mais um segredo nosso, eu não consigo ficar longe desse teu cuzinho, agora você vai ter que dividir ele com dois.”
Eu fingi que não ouvi, fiquei todo estremecido e fomos embora chegando em casa eu enquanto sentava no vaso para botar o Rodrigo para fora de mim me veio toda aquela lembrança de novo e agora eu quero mais e eu vou querer cada vez mais do Rodrigo.