Visitando o banheiro masculino na festa sertaneja no interior do RJ
Este caso, assim como os outros nossos, aconteceu mesmo. Fomos a uma famosa festa de exposição no interior do Rio de Janeiro. Fomos curtir o show da Luísa Sonsa. Alice é fã dela. Chegamos na cidade por volta das 00h, o show já estava bombando, um clima de azaração tremendo. Alice foi arrumada para o crime. Usava um sobretudo marrom, botas até a altura do joelho, meia calça, saia curtinha e blusa bem decotada. Estava muito frio, por isso tomamos bastante caipirinhas, deixando-nos bem altos. Ficamos em um local bem próximo ao palco, e por incrível que pareça estava vazio. Aguardamos o show da Sonsa dançando muito, vez por outra eu ia ao banheiro que tinha próximo. Era um corredor de banheiros químicos para homens e outro para mulheres. Como era o único ali, estava bem cheio, principalmente o dos homens. Só tinha um segurança na entrada controlando o acesso, indicando o lado dos machos e das fêmeas. O lado masculino tinha um labirinto de banheiros, bem escuro, onde os homens entravam e saiam rapidamente. O corredor fazia um "L", o final dele não tinha saída, e obrigava o mijão a voltar pelo mesmo caminho que entrou. Enfim, fiquei com aquilo na cabeça e lembrei de um vídeo que saiu do show sertanejo onde uma esposa dava para vários num local escondido. Aquilo atiçou minha noite. Dançamos muito. Num determinado momento em que eu voltava do banheiro, vi uma dupla de rapazes, pareciam novinhos, se aproximando dela. Fiquei ao longe observando. Ela dançava sozinha os modões do DJ. Um deles, o mais ousado, chegou perto e perguntou se ela queria um par na dança. Ela olhou na minha direção, porém sem me ver, e acabou aceitando o parceiro de dança. O outro amigo, ficou um pouco de lado, olhando as pernas de Alice. A dança deles estava num ritmo bem malicioso. Ele envolvia a cintura de Alice por dentro do sobretudo. Ela já acariciava a nuca do parceiro, com o rosto colado ao dele. Percebi que algumas vezes ele falava bem ao pé do ouvido dela. Ela rebolava e mexia muito gostoso. Fiquei excitado ao vê-la ali dançando com outro macho. Vez por outra, ela se virava e era encoxada por ele. Ele agarrava a cintura dela e apertava seu corpo contra o rabo dela. Ela jogava seu longo cabelo negro de um lado para o outro, batendo nele e por vezes o envolvendo. Sua cara da safada denotava que já havia esquecido de mim naquele momento. Nesse momento, ele já aproximava-se cada vez mais da boca de Alice. Ela o encarava e falava coisas no seu ouvido. Nessa altura, eles já estavam próximo do muro do evento, perto de um bar. Numa dessas viradas aconteceu o esperado: ela rebolava o rabo nele, tinha até subido o sobretudo, ele não aguentou, já dava para ver o volume na calça. Ele começou a beijar sua boca com ela de costas para ele. Aos poucos ela foi se virando e encostando no paredão. Ele de frente para ela, os dois abraçados como namoradinhos, que delícia. O amigo ao ver que seu companheiro tinha se dado bem, foi dar uma volta. O beijo era longo, eles continuavam a dançar esfregando-se um no outro. A mão dele já estava na raba de Alice, por baixo da saia, onde o sobretudo e o paredão escondia de curiosos. A mão dele subia da bunda para o peito de Alice, ela tentava colocar o sobretudo sobre a mão dele, mas dava para perceber o seio direito dela para fora, ele apalpando o bico durinho dela. Como era um local de pouca luz, vi que a mão direita dela apertava o pau do sertanejo, por cima da calça. Num dado momento, juntou um pessoal para pegar bebida perto deles, e ela se ligou onde estava e ficou me procurando na multidão. Eu vi e cheguei perto. Os dois ainda de mãos dadas, quando ela, ousada, nos apresentou: "Oi, amor! demorou! Olha, você demorou tanto que encontrei meu namoradinho...o Bruno!" - O rapaz não entendia nada, ficou pasmo. Ela, novamente: "Bruno, este é meu marido!". Apertamo-nos as mãos, ele com um sorriso sem graça e desconfiado não sabia o que dizer. Descobri que Bruno era dali mesmo da cidade e que estava ali dando um perdido na noiva. Falei com ele que era muita ousadia, pois a cidade era pequena e corria um grande risco de encontrar conhecidos ali. Ele amenizou e disse que sempre fica naquele espaço, sem muitos conhecidos e muitos turistas como nós. Alice e Bruno ficaram no maior clima de romance, ele se recostou no paredão, ao lado do bar, e ela encostou-se nele, sendo envolvida pelo seu braço direito. Eu, como bom corninho, fiquei ali, só servindo caipirinha e conversando com eles. Foi bom pois falamos de nossos gostos e que ali ele não teria romance, nós queríamos putaria e pronto... que já era para ele não ficar achando que iria rolar motel, telefone, encontros futuros. Algum tempo depois volta o amigo de Bruno. Chegou perto e Bruno foi logo apresentando sua namorada Alice e o boi dela (que era eu). Conhecemos o Felipe, que era alto, atlético e mais pintoso do que Bruno. Ele disse que era solteiro e que só foi para a festa porque Bruno o chamara. Alice, dando uma de namoradinha ciumenta disse: "então é você que levou meu gatinho para o mal caminho, né? aposto que você é o mais safado dos amigos dele..." Felipe riu sem graça, ainda meio que sem entender a situação sorriu de forma tímida. Nesse momento, começou o show da Luísa Sonsa, ou Alice se atentou para o show, não lembramos. Aquelas músicas de funk deixou Alice com um fogo danado. Ela dançava como uma putinha, sarrando a bunda em Bruno e Felipe só de olho no decote dela, seus seios pareciam que iriam pular no meio da dança. O clima estava perfeito, até que Bruno e Felipe olhavam para o meio da galera com cara de assustado. Alice perguntou o que era para Bruno, ele estava bem abalado, disse: "Você não vai acreditar, o irmão da minha noiva tá trabalhando como segurança aqui na festa". Ela soltou a mão de Bruno na hora, o cunhado de Bruno veio caminhando em nossa direção e o cumprimentou. Eu estava mais afastado, Alice ficou ao lado de Felipe, meio sem saber o que fazer. Bruno apresentou seu cunhado a Alice como namorada de Felipe. Ela, safada como sempre, tratou de cumprimentar o cunhado com dois beijos na face e se recostou em Felipe, que a abraçou pela cintura. O cunhado de Bruno parece que tinha percebido o clima de sacanagem que rolava ali. Ele ficou conosco, estava trabalhando, com colete da festa, Bruno não sabia o que fazer. O funk rolando e Alice começou a dançar com Felipe. Num certo momento, Felipe tasca um beijo de língua em Alice, que corresponde imediatamente. Os dois ficam no rala e rola ali na frente de todo mundo. O coitado do Bruno ficou sem graça com tudo aquilo. O cunhado, por sua vez, sorria com cara de safado, olhando para Alice com malícia. O cunhado chegou a comentar com Alice: "Ah se eu não estivesse trabalhando, certamente iria te tirar para dançar". Alice astuciosamente respondeu: "Ué, qual o impedimento de você aproveitar? Posso esperar as coisas ficarem mais tranquilas para isso acontecer". O cunhado ficou todo animado e confirmou sua suspeita que aquilo tudo ali era uma putaria das boas. Bruno chegou mais perto de mim, enquanto Alice e Felipe se beijavam, e disse: "Pô amigo, parece que nós perdemos né? meu cunhado não vai arredar o pé daqui, ele é tarado!". Aquilo caiu como uma luva nos meus planos. Pedi a Bruno para esperar, pois eu iria desenrolar para todo mundo se dar bem naquela noite. Já era umas 5h da manhã, os shows haviam terminado, o espaço mais vazio, somente as pessoas bem alcoolizadas estavam ali. Os funcionários do evento já não controlavam nada, alguns até dormiam encostados no paredão. Fui ao banheiro químico para dar uma última olhada para ver se dava para rola ali uma sacanagem. Estava totalmente vazio e escuro. A gambiarra que iluminava o corredor já havia sido apagada, sem seguranças nem pessoas usando os banheiros, um ambiente ideal para Alice ser comida ali. Chamei o cunhado (estou preservando o nome por ser um conto real) de Bruno num canto, abri tudo que estava acontecendo ali, sem, entretanto, revelar que Bruno já tinha pegado minha esposa. O cunhado ficou hiper animado, falei com ele que a ideia era levar Alice para o fundo do corredor dos banheiros químicos masculinos e lá nós (eu, ele, Bruno e Felipe) comeríamos ela. Falei com Alice e ela, com certo medo, aceitou a ideia, desde que não houvesse problemas. Combinamos do cunhado ir na frente, ela atrás e depois nós todos. Assim foi feito! O cunhado ficou parado na porta comum dos banheiros e olhando para os lados, fez sinal para Alice entrar no labirinto masculino. Ela foi entrando se perdendo na escuridão do corredor. Eu, Bruno e Felipe fomos em seguida, indicando o caminho para o final do corredor. Um detalhe interessante era que as portas abertas dos banheiros químicos escondiam o fundo do labirinto. Fomos abrindo as portas que antecediam nosso caminho, no final do corredor, ela abriu sua saia, arrastou o decote da blusa para os lados, ficando com seus peitões de fora, calcinha fininha e de sobretudo com bota. Bruno foi logo mamando o peito esquerdo, enquanto Felipe a beijava passando a mão em sua bucetinha. Eu cheguei por trás dela, ficando de frente para a entrada do corredor, até para impedir que outros estranhos chegassem ou filmassem. Tratei de retirar a calcinha dela e colocar em meu bolso, segurando sua saia também. Enquanto Bruno chupava seus seios fartos, dedilhava o cuzinho de Alice, ela rebolava e gemia muito, fiquei temeroso quanto a curiosos escutarem os gemidos. Depois de ser muito dedada, chupada e sarrada, Alice decidiu retribuir e ajoelhou-se abocanhando as rolas de Bruno e de Felipe. O rostinho lindo dela, toda maquiada, aparecia nos raios de luz que atravessavam as paredes de alumínio. Ela gemia como uma putinha. Os caras estavam delirando. Nesse momento, eu observei uma sombra chegando com o pau na mão. Era o cunhado de Bruno. Quando ele chegou, disse: "Bruno, eu vi você beijando essa putinha, sabia que ela estava com o marido e, então, sabia que iria rolar uma suruba". Ela mamou os três no fim do corredor. Com a boca cansada, ela jogou o sobretudo de lado e ofereceu sua raba para o cunhado de Bruno. Ele encapou seu pau e tratou de empurrar nela. Alice se escorava na parece de telha de alumínio, aquelas provisórias, Bruno e Felipe se revezaram chupando os seios dela que balançavam no ritmo da metida do cunhado de Bruno. Não demorou muito, o cunhado gozou. Ela deu uma reboladinha de leve, e chamou o próximo. Felipe mais que depressa entrou na fila, colocando tudo na minha putinha. Ela reclamava que o pau dele era grande demais para ela, e ele, por sua vez, delirava com o aperto daquela buceta. Disse que estava com a bucetinha toda assada já, que não iria aguentar dar mais. Depois do gozo de Felipe, Bruno disse que queria meter também, ela não queria na buceta. Então ela disse: "Bruno, olha só, vou deixar você colocar só a cabecinha no meu cuzinho, mas goza logo, tá?". Bruno entendeu o recado. Foi para trás dela, agachou-se e começou a lamber o cuzinho da puta, dedilhando sua bucetinha já arrasada pelos dois anteriores. Ela rebolava muito, seu gemido se misturava com o som da balada sertaneja que tocava. Depois de deixar o cuzinho dela bem relaxado, ela se levantou, empurrou Bruno para a parede de um dos banheiros químicos, e encaixou seu cuzinho no pau de Bruno, dizendo: "deixa que eu controlo, safado!". A cara de prazer de Bruno era invejável. A cada centímetro que sua rola entrava nos botes que Alice dava, ela soltava um gritinho, chamando-o de safado e de cachorro tarado. Depois de alguns minutos, o que era para ser somente a cabecinha, já estava com tudo dentro. Bruno socou sem camisinha no rabo de minha esposa. Só ouvia-se o saco dele batendo na buceta molhada dela e ela pediu para socar mais forte que iria gozar. Os dois chegaram ao orgasmo juntos, coisa muito rara. Bruno se contorcia conectado no rabo de Alice, enquanto ela rebolava para secar toda a sua rola gozada. Ela foi se recompor toda suada, ajudei-a a se vestir. Pedi ao cunhado de Bruno para sair na nossa frente para ver se tinha alguém. Isso já era quase 6h, dia amanhecendo. No caminho, lembrei que eu não tinha gozado ainda, pedi para ela aguarda no meio do caminho que eu queria gozar no cuzinho dela também. Ela então só levantou a saia e colocou a micro calcinha de lado, encostando-se num dos banheiros químicos. O cunhado ficou uns 5 metros de distância, bloqueando a entrada, enquanto Bruno passou a beijá-la novamente, falando para ela: "gostou putinha do seu show particular? foi arrombara por vários machos". Daí ela entrou no clima de novo e empurrei forte no cuzinho de minha mulher, todo gozado de Bruno. Larguei meu leite lá também e fiquei aliviado. No final nos despedimos, trocamos telefone e voltamos para casa. Queremos aventuras, não nos importamos com tipos de homens, se tem dinheiro ou condição, queremos putaria. Somos atraídos por situações e lugares inusitados: oficina mecânica, escola, depósito, fábrica, obras etc. Quem tiver essas possibilidades no Rio, pode fazer contato. Ate mais!
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