Comi a esposa gostosa do meu sobrinho parte 7.



Comi a esposa gostosa do meu sobrinho parte 7.
Da série comi a esposa gostosa do meu sobrinho

Um conto erótico de Júnior Sanches Reis Castelhano

Publicado Por: Tuga069

Categoria: Heterossexual

Data: 16/06/2026 07:21:28

Assuntos: Heterossexual, Esposa, cuck, Corno, Casal, novinha, gostosa, tesuda, pedreiro, rabuda, Infidelidade

A Emma apertou o passo e dobrou a última rocha grande, me puxando pela mão para um vão estreito entre as pedras onde ninguém da areia conseguia enxergar. O mormaço ali dentro era ainda mais abafado, misturado com o cheiro de maresia e o perfume do bronzeador que cobria o corpo dela.

Assim que ficamos escondidos, ela se virou de frente, encostou as costas na rocha quente e soltou uma lufada de ar, com os seios fartos quase pulando para fora daquele biquíni preto milimétrico.

— Eu achei que ia enlouquecer lá na barraca, seu Tufão... Sentir a sua mão nas minhas costas e ver o tamanho do seu pau esticando o calção bem na minha frente — ela sussurrou com a voz sumida de puro tesão, agarrando o meu pescoço e me puxando para um beijo molhado, enfiando a língua com uma vontade que me tirou o resto de juízo.

Eu não pensei em Bernardo, em praia, em nada. Segurei firme com as duas mãos na calcinha fio-dental dela e puxei para baixo de uma vez, arrancando a peça pelas pernas e jogando na areia. A racha dela estava completamente exposta, clarinha, cheia de grãos de areia grudados nas laterais e ensopada de água de tanto desejo acumulado desde a noite anterior.

— Vai, seu Tufão... Coloca logo antes que alguém apareça, me arromba inteira! — ela pediu, arfando alto e suspendendo uma das pernas grossas, jogando a coxa bem em cima do meu quadril.

Abri o cordão do meu calção de banho e puxei para baixo, libertando o meu pau monstro que pulou rígido, latejando forte de tanto sangue, com a cabeça já babando. Segurei na cintura da Emma, dei uma levantada no corpo dela para alinhar o serviço e desci o quadril com ignorância, enfiando a barra de ferro todinha de uma vez só até o talo dentro daquela bucetinha apertada.

— Ah, caralho! — a Emma deu um grito agudo que ecoou abafado no vão das pedras, fechando os olhos com força e cravando as unhas compridas nas minhas costas suadas. — Entrou tudo... Meu Deus, que pau grosso! Soca com força, vai!

O barulho da nossa foda começou a estalar alto entre as rochas, um som molhado e rítmico que batia junto com o som das pessoas na água. A pele dela, escorregadia por causa do bronzeador, colava na minha a cada pancada, e eu metia com gosto, puxando o quadril dela contra o meu para o pau bater lá no fundo do útero. A Emma jogava a cabeça para trás na pedra, com a boca aberta respirando fundo, completamente entregue àquela loucura em plena luz do dia, enquanto o marido dela cochilava a poucos metros dali.

Eu continuei metendo com força, sem dar descanso, ouvindo o barulho da carne batendo uma na outra e o estalo molhado da buceta dela engolindo o meu pau inteiro. O mormaço daquele vão de pedra estava sufocante, fazendo o suor escorrer pelo meu peito e pingar direto na barriga da Emma, misturando com o óleo bronzeador e a areia.

— Gostoso... Muito gostoso, seu Tufão... Soca mais, soca com ignorância! — ela gemia baixinho no meu ouvido, mordendo o meu ombro calejado para conter o barulho, enquanto a racha dela apertava o meu pau como se quisesse arrancar a pele.

Eu segurei as duas coxas grossas dela por baixo, suspendendo o corpo da Emma da areia e colando ela ainda com mais força contra a rocha. Comecei a dar umas estocadas rápidas, curtas e profundas, fazendo ela revirar os olhos de puro tesão. A adrenalina de saber que o Bernardo podia acordar a qualquer momento e caminhar até ali só deixava o sangue mais quente.

— Olha como você tá toda aberta para mim aqui na praia, sua safada — falei grosso, sentindo a minha porra já subindo com força, o cano do pau esticando no limite. — Olha o tamanho desse bicho enterrado em você!

— Eu sou sua, seu Tufão... Sou sua piranha, bota tudo! — ela soltou num sopro, prendendo o ar e contraindo as paredes da bucetinha com tanta força que eu quase não aguentei.

Sentir aquele aperto violento me levou direto pro limite. Dei as três últimas bombadas com o máximo de força, enfiando o pau até o talo, e descarreguei tudo dentro dela. Senti o jato de porra quente encher aquela racha até derramar pelas pernas dela.

A Mariana deu um estalo com o quadril bem na hora, arregalou os olhos e deu um grito abafado, tremendo as pernas feito vara verde enquanto gozava junto comigo. A buceta dela bombeava feito louca, sugando o meu pau com uma força que me deixou até tonto. Ela desabou com a cabeça no meu pescoço, chorando de tesão, com a respiração totalmente cortada.

Ficamos ali grudados por uns segundos, ouvindo o barulho das pessoas na água, tentando acalmar o coração. Eu saí de dentro dela devagar, vendo o meu mel misturado com o dela escorrer pela coxa cheia de areia. A Emma deu uma risadinha safada, limpou o canto da boca e começou a caçar a calcinha do biquíni na areia.

— Limpa isso aí rápido, seu Tufão, e ajeita o calção — ela cochichou, já vestindo a peça de qualquer jeito e ajeitando o sutiã de cortininha. — Vamos voltar antes que o Bernardo sinta a minha falta. Hoje à noite a janta vai ser boa.

A gente deu aquela geral rápida no corpo, batendo a areia das pernas e ajeitando os panos para não deixar nenhum rastro suspeito. Eu amarrei o cordão do meu calção, dei uma respirada funda para o coração voltar pro lugar e saí do vão das pedras um pouco na frente, fingindo que estava só apreciando o mar. A Emma veio logo atrás, ajeitando o cabelo bagunçado e com aquela cara de quem tinha acabado de tomar um banho de bênção de tanto tesão.

Quando dobramos a rocha e voltamos para o visual da praia limpa, olhei de longe para a nossa barraca. O Bernardo continuava do mesmo jeitinho: largado na cadeira de praia, com as pernas esticadas na areia e o boné cobrindo os olhos, roncando baixinho na brisa da água fresca da tapada. O Rapaz não tinha nem se mexido.

A Emma passou por mim de raspão, dando uma rebolada que fez a calcinha preta sumir no meio da bunda de novo, e sentou na esteira bem mansa. Eu puxei a minha cadeira, peguei uma lata de cerveja que ainda estava meio gelada no caixa térmica e dei um gole comprido, sentindo o mormaço da tarde queimar as minhas costas suadas.

Não deu cinco minutos e o Bernardo deu um estalo, puxou o boné da cara e piscou os olhos por causa da claridade do sol.

— Rapaz... Acho que apaguei feio aqui — ele falou, dando uma espreguiçada boa e limpando a areia dos braços. — E aí, foram ver as pedras? O visual lá do outro lado é bonito?

— É bonito sim, Bernardo — a Emma respondeu na maior desfaçatez do mundo, deitando de barriga para baixo na esteira e olhando para o marido com um sorriso sonso. — Seu Tufão até me ajudou a subir numa rocha lá para ver melhor as pessoas a nadar no meio da tapada. O sol está bem quente lá pro meio.

— É, o mormaço hoje está de lascar — o rapaz disse, levantando e pegando a última cerveja do gelo. — Bom que a gente aproveitou bem. Tio, vamos dar a saideira e começar a juntar as tralhas para voltar para casa? Quero pegar a estrada antes do sol sumir de vez.

— Vamos sim, meu filho. O corpo já está pedindo o rumo de casa — respondi, levantando e começando a fechar o guarda-sol para disfarçar o olhar.

A gente arrumou tudo na caçamba do carro e pegamos a estrada para casa. No banco de trás, a Emma ia quieta, mas pelo espelho retrovisor de dentro do carro, ela ficava me caçando. Toda vez que o Bernardo focava a atenção em desviar dos buracos da estrada de terra, ela abria um pouco as pernas no banco de trás, me mostrando pelo espelho que ainda estava sem a saída de praia, com a racha marcada no biquíni molhado de suor e de porra.

Quando o carro encostou no portão de casa e o sol começou a sumir no horizonte, o Bernardo puxou o freio de mão e olhou para a mulher:

— Emma, toma um banho logo e dá uma geral no quarto que hoje eu estou querendo de novo, hein? Aquela de sexta me deixou no apetite.

A Emma desceu do carro, olhou para mim por cima do teto de metal, deu aquela piscada safada que quase me fez perder as pernas e respondeu pro marido:

— Pode ir tomando a sua chuveirada, Bernardo... Vou só botar a água do café no fogo e já vou lá cumprir minha obrigação com você.

Eu entrei na frente, pegando o rumo do meu quarto no rastro daquele mormaço que começava a esfriar, sabendo que a noite ia ser longa e que aquela parede fina ia testemunhar mais um jogo de pura safadeza.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Comi a esposa gostosa do meu sobrinho parte 7.

Codigo do conto:
264783

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
18/06/2026

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