Categoria: Heterossexual
Data: 04/05/2026 22:51:54
Assuntos: Heterossexual, Corno, safada, Amigo, corninho, Esposa, Casada, Noiva, noivinha
?Dia 2 Comendo mulher do amigo.
O dia amanheceu com o sol batendo na janela do rancho, mas o calor vinha de outro lugar. Quando abri os olhos, ele já tinha saído. Ela estava lá, de costas para mim, a bunda virada na minha direção, apenas sob um shortinho fino. Eu já acordei com o corpo respondendo, o desejo latejando. Sem dizer uma palavra, aproveitando o silêncio da manhã, umedeci os dedos e os deslizei por baixo do tecido. Ela estava sem nada.
?Senti a umidade dela instantaneamente; ela fingia dormir, mas o corpo não mentia. O som discreto do prazer começando a fluir entre nós foi interrompido pelo movimento na casa. "Vou gozar no meu dedinho", ela sussurrou, com um olhar que prometia o que viria mais tarde. Saí do quarto para o café, agindo como se nada tivesse acontecido, mas o segredo queimava.
?O dia passou entre fumaça de churrasco e cerveja, mas meus olhos e os dela se cruzavam o tempo todo. Quando a noite caiu e o pessoal foi embora, a expectativa ficou insuportável. Ela se recolheu. Eu fiquei ali fora com o otário, que continuava bebendo, alheio ao incêndio que ele mesmo estava prestes a alimentar.
?— "Pode ir dormir, não ligo não. Pode ir deitar", ele disse, insistindo para que eu entrasse.
?Aquilo foi o sinal verde que eu não esperava, vindo logo dele. Esperei alguns minutos para não parecer ansioso demais e entrei. O quarto estava na penumbra. Ela estava lá, com aquele short curto, pronta. No momento em que entrei, meu pau já estava para fora, e ela não perdeu tempo. Ajoelhou-se e começou a chupar com uma fúria que a fazia engasgar. Eu segurava a cabeça dela, sentindo a pressão, enquanto olhava pela fresta da janela: dava para ver o vulto dele lá fora, a poucos metros de distância.
?— "Para, se não eu vou gozar na sua boca agora", avisei, a voz rouca.
— ´´Onde está ele?", ela perguntou, entre um fôlego e outro.
— "Está lá fora."
?Não aguentamos mais o jogo de cena. Mandei ela ficar de quatro. Segurei firme naquela cintura, sentindo a pele quente, e entrei com tudo. Comecei a bater com força, do jeito que eu sabia que ela gostava, ouvindo o barulho da carne batendo e a buceta dela respondendo, molhada, viva.
?Ela começou a gemer. No início, tentou abafar, mas o prazer era maior que o medo. Eu ouvia a voz dele conversando lá na área, o som da cerveja abrindo, e ali, no escuro, eu possuía a esposa dele com uma intensidade frenética. Ela se entregava na pichota, gemendo alto, desafiando o perigo, enquanto o marido, lá fora, não fazia ideia de que tinha acabado de me dar a chave do próprio quarto.
Continua vocês querem? Dia 3