Emmy é uma DJ e escritora nipo-americana natural de São Francisco, Califórnia. É uma mulher poliglota, com um grande repertório e uma facilidade ímpar para se expressar. Não à toa, apesar de ser dos EUA, ela já viveu em diversos lugares do mundo. No Brasil, aliás, ela morou no Rio e em São Paulo, apesar de ter um encantamento pela cidade de Salvador e, sobretudo, uma certa tara pelos baianos e por seu porte atlético.
Após completar 30 anos, ela veio escrever um livro no Brasil e, de quebra, aproveitou essa jornada no país para se dedicar ao ofício de DJ. Em uma dessas festas, ela veio tocar na Região Metropolitana da cidade, num fim de tarde de domingo. Na ocasião, estava vestindo um óculos colorido, uma jaqueta jeans e uma saia de lycra, branca. Nos pés, um tênis vintage, Diadora. Enfim, Emmy é uma garota estilosa. Vale ressaltar que, como uma típica asiática, ela tem cabelos lindos, longos e sedosos. Ela, apesar de magra, tem pernas e braços torneados por praticar, às vezes, ginástica olímpica. E tem um sorriso encantador, um misto de alegria e de beleza. Isso não passou batido, inclusive, pelo mattuto do Fred, que, naquele dia, estava trabalhando como segurança no local em que Emmy se aventurava como DJ.
Ele tinha sido preso duas vezes e, àquela altura, estava solto há cerca de 3 meses. Estava com 45 anos e tentando se fixar em algum trabalho. Por morar no mesmo bairro do dono daquele bar, ele foi recrutado para ser segurança lá, embora não houvesse um contrato fixo. Assim, quando viu a Emmy, ele não desviou o olhar; pelo contrário, ficou fitando a garota, olhando da cabeça aos pés. Ela, que é muito ágil, percebeu o olhar do malandro, e deu um leve sorriso. Foi a brexa para o Fred se aproximar. Ele perguntou: - Quem é essa princesa que eu ainda não conheço? Ela sorriu e respondeu: - Prazer, eu sou a Emmy. Ele percebeu um certo sotaque americano, mas, no entanto, não conseguiu identificar de onde ela era. Mas, começou a cortejá-la, dizendo que vagabundo não pode vacilar com uma gata dessas do lado, que ela tinha um brilho no olhar e, claro, um sorriso encantador. Papo vai e papo vem, ela disse que iria terminar de tocar, pois estava revezando o set como dj com um rapaz. Depois, iria conversar mais.
Fred saiu um pouco da pista e foi acompanhar o movimento na entrada do bar. Tava um dia tranquilo, sem brigas, com poucas pessoas no local. Quando Emmy acabou o set, ele tocou em seus ombros, dizendo se ela queria uma bebida. Ela adorou a ideia e deu o própriuo cartão de consumação para ele pegar uma bebiba para ela ( e pra ele, também). Ele não se fez de rogado e, em fração de segundos, pegou as duas bebidas. Ela se aproximou do balão e ficou conversando com ele, dando risada. Fred conversava com ela esticando seu braço sobre o pescoço da garota, criando uma certa intimidade. De repente, as luzes foram se ascendendo e o pessoal, indo embora. A garota, Emmy, perguntou qual era o ponto de ônibus mais próximo, afinal, era um pouco longe do local que ela estava morando em Sampa para voltar de uber. E, ainda por cima, era fim de tarde, o clima estava bom e, portanto, não gavia necessidade de pegar um carro de aplicativo.
Fred a acompanhou para sair do bar e, no percurso, começou a bolar um baseado. Ele sugeriu que parassem numa praça próxima ao bar, tranquila, a poucos metros de distância do ponto de ônibus. Ela topou e foi se envolvendo com o jeito divetido e natural do malandro. Chegando na praça, o baseado já estava devidamente apertado e, por isso, ele sugeriu que sentassem num banco que havia na praça atrás de uma pequena pista de skate. Assim, eles ficariam num local mais discreto e, então,as pessoas que passassem perto da praça não iria ver eles fumando. Eles fumaram, riram e se divertiram bastante nesse momento. Obviamente, o Fred aproveitou a situação para se aproximar mais de Emmy. Primeiro, ele começou a tocar em seus ombros. Depois, em seus cabeços. Aos poucos, ela foi se deixando levar, sendo seduzida por um cara que, de fato, ela havia conhecido há menos de uma hora. O Fred é muito bom de lábia e, para não perder tempo tempo, disse: - Sabe, a gente não pode deixar uma oportunidade de se divertir nessa vida. Estamos curtindo, está um clima bem agradável, mas ficaria melhor com um beijo seu. Ele não deu tempo para a garota indagar, e já foi dando um beijo nela. Foi um beijo quente, com pegada, pois o Fred aproveitou que foi correspondido para já descer as mãos sobre as pernas de Emmy, que, diga-se de passagem, estavam expostas através da saia de lycra. As pernas dela, aliás, eram lindas, esbeltas, com um ótimo desenho. Ele era tão cara de pau que resolveu começar a beijar as pernas delas ali mesmo, tecendo elogios e dizendo que a pele parda dele combinava com a pele amarela dela, que era uma ótima mistura de raças.
trincado