DJ japonesa na casa do malandro



Finalmente, eles chegaram à casa do Fred. Era o momento do pôr do sol. Eram um sobrado simples, com um porão. Basicamente, a ideia do Fred era levar a japa no porão e currá-la de todas as formas. Mas, como era domingo, a mãe dele estava fazendo um culto de Candomblé e, portanto, gavia várias pessoas no local. Nos quartos, estavam suas irmãs. Então, o Fred teve a ideia de subir no telhado da própria casa. Ele ia como se fosse pro porão e, antes de chegar no porão, tinha uma escada que dava acesso ao telhado.

Apesar da japa estava eufórica e com tesão, ela tava um pouco preocupada. Assim, subindo no telhado e vendo o pôr do sol, ele traria um fundo mais romântico para aquele momento. Então, ele ajudou a japa a subir os degraus, aproveitando para abraça-la por trás e tocar em seus seios e sua bunda. Lá em cima, no telhado, ele a colou em seu colo, provando que é um cara romântico e protetor. Ficou beijando a japa dizendo frases românticas em seu ouvido, ao mesmo tempo que alisava suas pernas e tocava sua buceta. Neste momento, inclusive, ele confessou a ela que gostaria de namorar...que tinha falta de cuidar de uma garota. Ela, como era bem livre e aventureira, topou embarcar na onda dele, isto é, se deixou levar. Então, ele foi percorrendo o corpo dela com suas mãos e, quando parou novamente na buceta, começou a tocar uma siririca pra ela: o toque íntimo, combinado com o clima romântico de um fim de tarde num dia quente de outono, foi o cenário ideal para Emmy se soltar e se jogar, definifivamente, nas mãos do malandro.

Ele, como não é bobo, percebeu que ela tava molhadinha, pronta pro abate. Mas, antes dele resolver finalizá-la ali mesmo, ela se adiantou, se agachou e começou um boquete. O que saltou do short simples e surrado de Fred foi uma pica dura, grossa, de cerca de 25 cm. Um forte odor exalava no ar. Mas, aparentemente, a Emmy não se importava. Afinal, ela chupava aquela pica com maestria, lambendo muito o saco dele até a cabeça do pau; ela ficou assim uns 10 minutos e, quando o Fred estava perto de gozar, ele ouviu um barulho no corredor, do pessoal subindo a escada do porão, se despedindo. Então, ele se tocou que o culto estava sendo finalizado. Ele deu mais um tempo no telhado, dando uns amassos gostosos na japa, curtindo o momento com calma, ainda meio deslumbrado por estar pegando uma mina tão gata, depois de anos atrás das grades.

Então, ele abraçou a japa, apertou sua bunda e disse: agora, a gente vai brincar lá no porão. Vou te enrabar gostoso, baby! Ela riu e deu o telhado com ele, indo rumo ao porão. Ao chegar lá, ela sentiu um tesão inexplicável. Afinal, era um local um pouco diferente dos hotéis ( e motéis) que ela tinha transado até então; o ambiente era simples, misterioso e meio místico, uma mistura de um terreiro com um quarto dos fundos. Tinha sofá, cadeiras, mesas e, mais ao fundo, alguns santos e uns pneus de caminhão. Os pneus, aliás, eram da mecânica que ele já trabalhou e que ficava ao lado de sua casa. Rapidamente, Fred colocou Emmy em seu colo e a levantou, deixando a bunda dela colada no seu rosto. Ele lambeu, de maneira frenética, o cu e a buceta rosada de Emmy durante uns 15 minutos, fazendo ela gozar umas duas ou três vezes, no mínimo.

Depois, ele a colocou em cima de uma mesa, e começou a introduzir um plug anal no seu cuzinho. De fato, ele tava lubrificando o local para depois passar a rola. Ele ficou um bom tempo brincando com o cuzinho dela, lambendo, usando o plug e colocando os dedos. Chegou a introduzir dois dedos lá dentro, num momento que ela já estava muito excitada. A partir daí, ela gritava, urrava, suspirava de prazer. Ele aproveitou, aliás, para brincar com os seios dela, que eram um meio termo entre pequenos e médios, mas bem duros, com bicos empinados. Ele fazia formatos ciruclares no bico dos seios, puxava e depois apertava. Ela gritou e sentiu muito tesão com isso, falando palavras desconexas. Ele ainda teve tempo para brincar com os pés dela, lambendo os dedões, a sola dos pés, depois juntando os dois pés como apoio para uma punheta, em que ele passava sua rola grossa no meio deles e mantinha sua ereção.

Quando ele percebeu que ela já estava muito excitada, ele resolveu colocá-la em seus braços, levá-la no colo até o fundo daquele porão, justamente numa parte em que fica atrás de uma parede, bem no canto, onde ficam os pneus. Ele a colocou de quatro nesses pneus. Assim, ela ficou na altura do pau dele. Na primeira estocada, ela gritou muito. Depois, ele foi estabelecendo um ritmo cadenciado, deixando a japa acostumada com sua rola. Quando parecia que ela estava acostumando, ele aumentou o ritmo, e começou a dar umas estocadas bem fortes, um misto de prazer e de violência. Ela chorava, gemia, gritava, esperneava, mas ele continuava, parecia estar muito realizado, como se estivesse num sonho, comendo uma japa maravilhosa. Então, ele colocou ela na posição de cadeirinha, e comeu o cu dela até gozar. Segundos antes de gozar, ele tirou Emmy desta posição, fez ela chupar o pau dele e jorrou litros e litros de porra no rostinho angelical dela, no cabelo e nos peitinhos. Ela ficou deitada no chão por uns 15 minutos, extasiada, toda suja de porra, mas muito satisfeita.

Ela ainda dormiu na casa dele e, até ela ir embora no final da tarde seguinte, eles treparam mais umas 3 vezes. Realmente, eles criaram uma química incrível, pois, quando não estavam transando, estavam se beijando, trocando carícias, carinho, seja na rede ou mesmo em cima do telhado. Assim, eles fecharam um contrato: ela apareceria lá, no final de semana seguinte, para mais uma jornada de muito sexo selvagem.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico trincado

Nome do conto:
DJ japonesa na casa do malandro

Codigo do conto:
265009

Categoria:
Interrraciais

Data da Publicação:
21/06/2026

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