DJ japonesa (Continuação)



Após Fred beijar a DJ asiática, e de tocar em suas pernas, ela olhou para o relógio e disse que, apesar de estar adorando aquele momento, ela teria que ir embora. Afinal, estava começando a escurecer e ela tinha algumas coisas pra fazer em casa, como, por exemplo, revisar um texto.

Então, o Fred, que é um cara atencioso, falou que iria acompanhá-la até o ponto, que, diga-se de passagem, ficava a 300 m de onde eles estavam. Vale ressaltar, ainda, que ele estava de bicicleta e, num gesto de carinho, falou para ela subir na bike com ele. Ela sentou no guidão e ele, no banco. Obviamente, com o ritmo das pedaladas se acentuando, ele aproveitou para roçar as pernas (e, claro, o próprio pau) nas pernas e na bunda da japinha. De fato, ela não reclamou; pelo contrário, deu suspiros de prazer. Ele aproveitou, inclusive, para encoxá-la e para dar umas lambidas no pescocinho dela. Assim, ao chegar ao ponto, ela foi seduzida pela ideia de, antes de partir, dar uma passada na casa dele, que, a propósito, ficava do outro lado daquela via, a poucos metros de distância. E, de quebra, eles iriam queimar um baseado que ele tinha em casa.

Quem vê essa história sendo relatada em poucas palavras não consegue sentir o calor dessa aproximação, a química que rolou entre eles e, antes de mais nada, a motivação que Emmy teve quando se deparou com o Fred. Vale lembrar que ela vem de outro país, é de outra geração e de outra cultura. Existe, também, um contraste social entre eles, ou seja, uma garota de classe média tendo uma relação com um ex-presidiário, pobre e periférico. Num primeiro momento, ela se sentiu atraída pela maneira dele de se expressar, pela postura e pelo jeitão de macho. E, levando-se em conta que ela tem muita atração por negros e pardos, ela sentiu água na boca quando ele disse que era capoerista. Ou seja, um segurança e capoerista, além de trazer a simbologia de um homem másculo e protetor, dispertou nela um tesão inexplicável. Não à toa, ela estava indo pra casa de um homem que, ai pé da letra, ela tinha conbhecido há menos de 1 hora. Não à toa, esse tesão falava mais alto, pois ela iria pra cama com um desconhecido, um malandro, mas, aparentemente, ela não queria para para refletir sobre isso; ela não queria frear seus instintos mais primitvos. Afinal,a energia sexual é a força mais poderosa que nós temos.

De repente, o Fred sobe uma passarela com ela naquela bike, dando mais amassos e arrancando mais suspiros da japinha gostosa. Quando foi descer da passarela, ele parou a bike, prensou a Emmy na viga de sustentação da passarela e, no lado oposto de onde passavam os carros naquela via de trânsito rápido, ele aproveitou pra dar muitos beijos nela - e sua língua percorria o pescoço, o rosto e as orelhas da garota. Agora, num movimento mais forte, ele esticou os braços dela e começou a sugar as suas axilas, fazendo a japinha virar os olhos de tanto prazer.

Eles montaram na bike novamente e logo chegaram à casa de Fred. Emmy estava eufórica e, ao mesmo tempo, um mpouco preocupada. Mas o Fred conseguia relaxá-la, com uma pegada que era um misto de carinho e de força.


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264843 - DJ japonesa não conseguiu resistir ao charme do periférico brasileiro - Categoria: Fantasias - Votos: 0

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico trincado

Nome do conto:
DJ japonesa (Continuação)

Codigo do conto:
264890

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
19/06/2026

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