Viajem com Sr. Laurindo

Olá, a todos!
Hoje vou lhes contar mais sobre a relação com Sr. Laurindo, pouco tempo
depois que fui a sua casa dele, conversamos bastante e contei a ele quer
queria tomar hormônios, pois queria ficar mais feminina possível e queria
fazer por mim não por outra pessoa, então numa tarde, ele combinou comigo
e fomos no hospital pois queria saber mais sobre isso, sem perder tempo
ele foi falar com a atendente sobre meu caso, morri de vergonha e logo
me encaminharam a um médico que estava no plantão, quando me chamaram
entramos na sala do doutor, eu morri de vergonha, pois ele começou a fazer várias
perguntas, como o porque eu queria tomar hormônios, e se era algo que eu realmente
queria, mostrou as consequências, e também perguntou pro Sr. Laurindo
se tínhamos relação e pior de tudo que ele respondeu que era todo dia, nessa hora
eu queria morrer, então ele me encaminhou para outro médico para uma consulta,
na saída eu perguntei pro Sr. Laurindo o porque ele tinha mentido, apenas respondeu
que assim eles aceleram os processos, depois disso alguns dias depois eu fui no
médico e começamos um tratamento com hormônios que o Sr. Laurindo fazia questão
de pagar os remédios, e pouco tempo o resultado começava aparecer, meus seios
começaram a aumentar, meu quadril também aumentou, eu engordei um pouco também,
sorte que minha mãe não percebeu pois sempre usava roupas largas.
1 mês depois o Sr. Laurindo fez aniversário de 63 anos porém ele passou por alguns problemas
de saúde inclusive parando no hospital mas depois se recuperou bem, depois de sua
recuperação voltamos a nos conversar, ele disse que iria visitar uns parentes no
interior e me pediu para ir junto com para fazer companhia, de inicio achei loucura,
eu ir na casa de parentes que nunca vi na vida, e o que ele iria dizer e também
tinha o seguinte o que eu diria para minha mãe e também nem tinha dinheiro para viajar.
Nisso ele me respondia por mensagem que não era para se preocupar, que ele pagaria
tudo e para os parentes ele falaria que eu estava apenas o acompanhando devido seu
o estado de saúde, e para minha mãe falei que tinha excursão da igreja que eu iria junto,
um dia antes eu estava ansioso, coloquei escondido minhas roupas femininas na mala e
também as roupas normais, era apenas um final de semana mas eu não queria passar vergonha.
chegando na sexta a tarde me despedi de minha mãe e peguei o ônibus e fui até o terminal
para pegar o outro ônibus até a rodoviária onde me encontraria com ele. Chegando no terminal
troquei de roupa colocando 2 calças legging e 4 calcinhas apenas uma camiseta mais
comprida e uma jaqueta, não sei se faria muito frio no ônibus, então peguei o outro
ônibus e fui até a rodoviária!
Chegando lá o Sr. Laurindo estava me esperando, desci e rapidamente ele veio me cumprimentando
pois fazia tempo que eu não o via, somente falávamos por mensagem pois ele estava no hospital,
nisso ele me elogiou bastante falando que estava muito bonito que os hormônios estava fazendo
um belo efeito, então começamos a conversar pois ele não me disse onde era a cidade que
eu teria que o acompanhar, eu me assustei pois teria que viajar a noite inteira, eu achava
que era perto mas não era, ele me tranquilizou avisando que estão o esperando lá.
O ônibus chegou e embarcamos, ele tinha comprado poltronas um do lado do outro, eu fiquei
no lado da janela e a viajem se iniciou as 23:30 da noite, logo o ônibus saiu da
cidade as luzes se apagaram, nisso o motorista tinha ligado o ar condicionado e já estava
frio, o Sr. Laurindo tinha levado um pequeno cobertor pois como já tinha feito aquele trecho
sabia que era frio e nos cobriu, passado mais ou menos uma hora e meia de viajem, eu estava
quase dormindo quando senti uma mão na minha cintura, eu levei um susto, era o Sr. Laurindo
me pedindo para ficar em silêncio, nisso ele me puxou pela cintura para seu corpo, eu falei
baixinho para ele parar, ele chega mais perto do meu ouvido e fala:
Sr. Laurindo: "Estou com saudades de você, minha nega!"
Eu: "Alguém pode nos ver aqui, o senhor está louco!"
Nisso ele coloca a mão por dentro de minha camiseta, me puxando mais perto ainda, beijando meu
pescoço, eu falava baixinho para ele parar, mas parecia que isso o excitava mais ainda, depois
eu senti sua mão baixar minha legging revelando que estava de calcinha, e falo para ele:
Eu: "Sr. Laurindo, alguém vai ver o senhor fazendo isso, para agora!"
Ele sem pensar se encaixa em mim arrumando o cobertor, e percebo que ele estava com a calça
aberta, pois o seu membro se encocha no meio do meu traseiro ainda protegido pela calcinha,
após isso ele me segura pela cintura, seu membro rapidamente começa a me lambujar, então
novamente eu peço para ele parar, pois no outro lado as pessoas poderiam ver, então
isso desperta sua consciência ele apenas fala para ficarmos daquele jeito, então ele me
abraça apertadamente fazendo sentir ainda mais seu pênis duro no meio da minha bunda,
fomos assim boa parte da noite, até termos que nos virar.
La pelas 7 da manhã chegamos na cidade, quando descemos um casal de idoso estava nos esperando
era a irmã do Sr. Laurindo e o marido que foram nos receber, a irmã do Sr. Laurindo era mais
velha tinha uns 78 anos e o marido 74, nisso fui apresentado como amigo devido o estado de
saúde ele, então o casal era bem simpático e nos levaram até a casa deles, era longe da
cidade zona rural praticamente, chegando lá percebi que era uma casa de madeira com
criação de galinhas, porco, algumas arvores, e campo a se perder de vista e matagais,
a casa era simples como disse de madeira antiga com 2 quartos, e banheiro bem humilde para quem
vive na cidade, então assim que chegamos o casal avisou que só tinha uma cama, porem tinha colchão
extras, falei que poderia dormir no colchão pois o Sr. Laurindo estava em recuperação, de
inicio ele discordou mais depois acabou concordando, depois da viajem longa acabei dormindo
no colchão, até esquecendo da roupa que eu estava, nem quis tomar café, quando acordei eram
perto das 11 da manhã, fui a cozinha só estava a irmã do Sr. Laurindo, ela falou que seu marido
e o Sr. Laurindo estavam na rua conversando com isso perguntei sobre onde ficava o
banheiro, a irmã dele me mostrou onde ficava, nisso me toquei eu tinha levado legging,
calcinha , shorts, calça, camiseta, e tinha somente um cueca, esqueci as demais, então entrei no banheiro,
assim que tirei a calcinha percebi que estava toda manchada, o Sr. Laurindo quase ejaculou nela,
nisso eu tive que lavar não tinha como guardar ainda mais com aquele cheiro e mancha, depois
disso eu me banhei e como o quarto não tem como se trocar, pois não tem portas apenas uma cortina
e algumas frestas, preferi vestir a roupa no banheiro, então peguei uma calcinha branca pequena
e coloquei, nisso eu fui pegar o shortinho que havia levado quando de repente, o cunhado do
Sr. Laurindo abre a porta do banheiro com tudo e me vê de calcinha com seios amostras, nisso
eu os tampo, colocando a mão em cima, e ele pede desculpa falando que achava que não tinha
ninguém com isso ele sai e fecha a porta rapidamente, eu fique muito assustado, pois até ai
ninguém tinha me visto depois do tratamento com hormônios, depois eu coloquei um shortinho
meio curto, até para não parecer vulgar, e uma camiseta curta que eu tinha levado, nisso
o almoço já estava pronto, e fui almoçar, conversamos normal a irmã do Sr. Laurindo
me perguntando várias coisas e o seu marido percebi que me olhava agora com jeito
diferente, fiquei meio apreensivo pois ele era mais velho do que o Sr. Laurindo e esposo
de sua irmã, então a tarde, fui convidado a um passeio nas estradas que tem lá foi legal
conversamos bastante, não tinha muita coisa para fazer um sábado a tarde, então voltamos
e quando deu umas 7 horas quis tomar um novo banho assim como todo mundo fez, fiquei com
pouco de receio do que tinha acontecido mais cedo, pois o Sr. Osmar (marido da dona Maria
irmã do Sr. Laurindo) tinha me visto, depois do banheiro fiquei com mais receio, pois eu
tive que estender as calcinhas, não podia deixar no banheiro então, para evitar algum
pensamento ruim lavei o shorts e a camiseta que eu estava e estendi lá foras as 3 peças
de modo que evitassem serem vistas dando a entender sobre os meus gostos.
Nisso jantamos e depois conversamos mais um pouco quando deu 10:30 fomos dormir, o
próprio Sr. Osmar falou que dormiam cedo na roça, então arrumei o colchão com lençol
e cobertor que dona Maria tinha fornecido e o Sr. Laurindo também arrumou a cama, então
adormeci, lá pelas 1:00 da manhã, levo um susto o Sr. Laurindo já sem roupa, em cima de mim
eu estava dormindo de bruços quando sinto ele me beijando o pescoço, nisso eu aviso ele
que ali não, pois a irmã dele estava dormindo ao lado, ele sem se preocupar continua
me beijando e passando a mão no meu corpo, eu assustado falo novamente para ele parar
nisso ele baixa meu shorts com a calcinha e coloca o pênis já visivelmente excitado
no meio das minhas nádegas, aquilo se torna sufocante, pois não podia falar nada
sem ouvirem, eu faço menção mais uma vez para ele parar, mas nisso ele pega na minha cintura,
puxa para cima e sem pressa, ele coloca a língua no meu anelzinho, eu já sem pensar em nada
começo a gemer, eu nunca tinha feito nada assim perto dos outros, enquanto ele chupava
eu me perdia em desvaneios e entregue a ele, eu gemia baixo, até que ele para e me puxa para
a cama dele, agora ele estava de barriga pra cima e me faz ir em cima dele, seu pênis
esta curvado de tão duro, então ele me segura pela cintura com uma mão e com a outra
ele deixa o pênis pra cima e eu novamente faço menção para pararmos, ele sem ligar
vai me guiando até minha entrada encostar na cabeça do seu pênis, nisso sinto que é tarde
demais, seu membro já estava bem molhado e ele inicia me puxando para baixo, sinto a
sua glande encosta abrindo caminho entre minhas nádegas, e sem querer solto:
Eu: "Aaaaiiiiiiii Seu Laurindo!"
Quando ele ouve isso, me abraça e começa a chupar meus seios que já estão maiores
e empinados, segurando meu traseiro e chupar com força me fazendo gemer em
seu pênis já todo dentro, eu apenas fechos os olhos, me deixando envolver sentido
aquela coisa grossa que agasalho dentro de mim enquanto sua língua me provoca
espasmos fazendo seu pênis adentrar ainda mais. Ele me abraçava forte enquanto
me chupava, eu já havia aceitado aquela situação, enquanto ouvia:
Sr. Laurindo: "Isso minha nega senta no seu macho, que peitos maravilhosos você tem!"
Ele pegava no meu traseiro e erguia e soltava fazendo seu pênis entrar, enquanto
me chupava eu o abracei sentindo o calor do seu corpo, quando eu abro os olhos,
vi uma cortina do quarto pouco aberta e uma sobra na parede, era o Sr. Osmar
nos observando, quando pensei ele falar algo, o Sr. Laurindo me chupar os peitos
mais fortemente, eu apenas fechos os olhos fingindo que não tinha visto.
Logo após ele se deitar e me faz mexer a cintura com seu pênis dentro,
agora suas mãos seguram meus seios enquanto ele me faz cavalgar, abro os olhos
novamente, percebo o Sr. Osmar se masturbando, e novamente fecho sentindo
o prazer de cavalgar, nisso o Sr. Laurindo começa a se movimentar,
seu pênis começa a ficar mais grosso e finalmente sinto seu sémen
adentrando meu corpo, sua ejaculação inunda dentro do meu traseiro, parecia
fecundar uma fêmea, eu senti pelo menos dois jatos forte e quente, nisso
ele me puxa me fazendo deitar sobre ele, me abraçando forte e seu
membro ainda rígido que devagar sinto saindo.
Quando me levanto o Sr. Osmar já tinha ido se deitar, eu volto para o
colchão me limpando com uma toalha e o Sr. Laurindo já satisfeito finalmente
descansa.
Acordamos meio tarde, acima de 10:30 o casal já estava em pé no domingo cedo,
o Sr. Osmar agora já me olhava com mais indiferença ainda, e mesmo sabendo
o que tinha acontecido pergunta pro Sr. Laurindo:
Sr. Osmar: "Que aconteceu que ouvi vozes!"
Sr. Laurindo: "Passei mal a noite, e tive que ser ajudado pelo meu amigo!"
Sr. Osmar: "Então porque não nos chamou Laurindo, parecia coito de cavalo e égua!" Ele
falou isso de forma bem sarcástica, e o Sr. Laurindo meio desconsertado por causa
da irmã fala:
Sr. Laurindo: "Não, não, meu acompanhante me ajudou bastante, não queria incomodar vocês!"
Nisso dona Maria da uma bronca no Sr. Osmar:
Dona Maria: Isso é jeito de falar Osmar, ele é meu irmão, meu convidado, esse tipo de coisa
se fala lá fora!"
Nisso ficou um clima meio chato, porém logo iniciaram outra conversa.
Dona Maria fez o almoço, e mais ou menos 13:30 o Sr. Laurindo me convidou para conhecermos alguns
lugares, pegou o carro emprestado do Sr. Osmar e ele me disse que iria me mostrar um rio, era
mais ou menos 20 minutos de carro, quando ele estacionou numa mata próximo a uma ponte,
então fomos debaixo a ponte ele quis nadar um pouco , eu não quis pois mal tinha roupa já
nisso ficamos conversando falei para ele do Sr. Osmar, ele apenas disse para não ligar
pois eram pessoas idosas e não tinha nenhum perigo, demoramos lá, quando deu 18:30
ele avisei para irmos embora, quando ele saiu da água ele me agarrou com tudo já tirando minha roupa
e mandando eu colocar as mãos na parede, e sem dizer nada, ele coloca a língua
no meu anelzinho ainda pouco aberto pelo que tinha acontecido na madrugada eu aviso que
alguém poderia nos ver, ele não liga, apenas me chupar com força, depois de uns 5 minutos
ele se levanta me abraçando por trás, baixa mais a calcinha com shorts e coloca
seu pênis nisso sinto uma dor forte porém ele me segura e puxa contra seu corpo, nisso ele
começa a beijar meu pescoço enquanto novamente eu agasalho seu pênis, ele levanta minha camiseta
fazendo meus peitinhos saltarem e começa a se movimentar, sem medo comecei a gemer pois
aquele homem com 63 anos tinha muito fogo, e a cada mexia ele colocava mais fundo fazendo
nossos corpos ficarem colados, como era maravilhoso senti o vigor dele dentro de mim,
nisso ele me segurou pela cintura, e a cada estocada me fazia quase virar os olhos,
era maravilhoso ter aquela independência, ele estava adorando, os hormônios estavam
fazendo o efeito desejado pra mim e para ele, aquele num gemido sinto novamente ele
plantando seu sémen dentro da minha barriga, enquanto me beijava as costas ele ejacula
quente e firme, quando ele termina seu pênis ainda está ereto e curvado, então estava
escurecendo eu me limpo com sua ajuda e voltamos embora, pois tínhamos que tomar
banho e arrumar as coisas para partimos no dia seguinte cedo.
No caminho conversamos bastante, novamente o avisei sobre o Sr. Osmar, ele novamente
afirmou que não precisava se preocupar com nada, pois ele era idoso e provavelmente
não conseguia fazer mal a uma mosca.
Então chegamos ele foi tomar banho primeiro eu fiquei conversando com a Dona Maria,
depois que o Sr. Laurindo saiu, eu arrumei as coisas na mala e fui pro banho, a dona
Maria tinha ido lá fora com marido e o Sr. Laurindo, nisso eu fui tomar banho lavei
a 3º calcinha que tinha levado pois novamente estava molhada de sémen.
Quando coloco a calcinha rosa pequena, nisso continuo me enxugando quando de repente
a porta de abre e era o Sr. Osmar já fechando a porta e avisando que estava muito
apurado que eu não era para me preocupar, eu fiquei assustado sem falar nada,
quando ele baixa o zíper da calça e tirar seu pênis para fora, parecia meio duro,
nisso percebo ele olhando fixamente meu corpo enquanto segurava seu pênis,
eu tentei me virar e continuar me enxugando, assim que ele terminou, ele fez
questão de encostar seu pênis no meu traseiro pedindo desculpas, aquilo era
grosso, confesso que me assustei e me arrepiei quando ele passou, ele me pediu
desculpas e saiu do banheiro, claro que isso foi uma desculpa para ele me ver
sem roupa, mas acabei não revelando a ninguém. Depois coloquei minha roupa e me juntei
a eles para uma prosa como dizem, porém seu Osmar não tirava os olhos de mim, mas isso
vou deixar para outro conto. Imagem meramente ilustrativa.
Foto 1 do Conto erotico: Viajem com Sr. Laurindo

Foto 2 do Conto erotico: Viajem com Sr. Laurindo

Foto 3 do Conto erotico: Viajem com Sr. Laurindo

Foto 4 do Conto erotico: Viajem com Sr. Laurindo


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Ficha do conto

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manusilva

Nome do conto:
Viajem com Sr. Laurindo

Codigo do conto:
264937

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
21/06/2026

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