Paraty, RJ.



Oi, sou nova aqui, descobri o site, há poucos dias.

Para a minha segurança, vou me nomear como: Vitória. Sou paulistana de 35 anos, mãe de uma princesinha.

Nunca fui “Santa” na vida, viu? - Fui casada por cinco anos, mas mesmo naquela época de casada, já me metia em algumas aventuras... escondidinha do ex, lógico.

Adoro uma safadeza bem feita, daqueles encontros super proibidos, essas que são difíceis de esquecer.

De dia eu sou fisioterapeuta, cuidando do corpo dos outros, com muito profissionalismo. Mas em algumas noites, quando minha filha vai passar alguns dias na casa do pai dela, meu ex-marido... aí eu libero a puta que existe dentro de mim. A minha segunda personalidade, e confesso a vocês: Gosto mais dessa...

Gosto de dar e receber bem gostoso, sem frescura. Adoro uma pegada firme, chupada caprichada, sentar devagarinho no pau, sentindo cada centímetro entrar, tanto na bucetinha, quanto no cuzinho. Adoro quando me fodem bem forte, de quatro, puxando o cabelo enquanto eu gemo bem safada.

Criei esse perfil aqui no “Contos Eróticos”, justamente pra contar minhas aventuras, aquelas que eu não contaria nem para as amigas mais fiéis.

Se você curte uma mulher experiente, sem vergonha e com bastante fogo no rabo, chegou no lugar certo, amores.

Viagem à Paraty, RJ.

Gente, vou te contar uma das minhas aventuras mais recentes e mais gostosas, que ainda me deixa com a buceta latejando só de estar lembrando agora.

Foi em fevereiro desse ano de 2026, dei uma escapadinha sozinha pra Paraty, RJ. Minha filha ficou na casa do pai dela, meu ex-marido.

Arrumei minhas roupas, biquínis e tudo mais, enchi o tanque do carro, e saí dirigindo de São Paulo pra lá. Deu mais ou menos, umas 6 horinhas de estrada, com duas paradas para ir ao banheiro e comer.

Cheguei na pousada em Paraty, no finalzinho da tarde. Fiquei numa pousadinha charmosa no centrinho histórico, com aquelas ruas de paralelepípedo, casarões coloniais brancos com janelas coloridas.

O quarto era simples, mas bem agradável, com uma varanda pequena que dava pra sentir o cheiro do mar misturado com a mata.

Na primeira noite, rodei a cidade: caminhei pelo centro histórico, tirei fotos, comi um camarão maravilhoso num restaurante à beira do cais, tomei caipirinha de limão gelada.

Depois fui caminhar mais um pouquinho, conversei com alguns turistas, falando sobre a cidade histórica. Nesta noite não aconteceu nada, porque estava cansada devido a viagem. Voltei pra pousada, tomei banho e não saí mais, fiquei assistindo televisão até dormir.

No dia seguinte, fui pra Trindade, RJ. Praia linda, com aquelas águas cristalinas e pedras enormes. Fiquei de biquíni fio-dental, daqueles que quase não cobre nada, deitando na areia e sentindo o sol queimando minha pele.

Foi nessa praia que eu conheci dois rapazes. Eu tinha decidido fazer uma trilha pra uma cachoeira ali perto, na região de mata atlântica.

Estava subindo sozinha, levando a minha bolsa, quando encontrei o Pedro e o Edilson, eles eram primos, dois caras bem legais, corpo, tinham em torno de 35 a 40 anos. Eles também estavam fazendo a mesma trilha que eu.

Começamos a conversar, eles eram de, São José dos Campos, SP, foram super simpáticos comigo, e com aquele papo bem direto.

Como não sou boba e nem inocente. Logo percebi os olhares deles descendo pros meus peitos, pra minha buceta, bunda, enquanto eu andava pela trilha.

Gente, a química bateu forte, e foi imediata. Chegamos num cantinho mais isolado da mata, um lugar, perto da praia, com umas pedras grandes, sombra das árvores e bem reservado.

Eu já estava ensopada só com a tensão do momento em si. Como se diz por aí: “Fui atacante”. Parei, olhei pra eles com cara de safada e falei na lata, direta: 'Vocês vão ficar só me comendo com os olhos, ou vão me comer de verdade?' - Meu único empurrãozinho neles foi esse.

Não demorou nada. O Pedro veio primeiro, me agarrou pela cintura e me deu um beijo daqueles que chupa a língua, a alma, enquanto o Edilson foi mais ousado, já descia a mão pra dentro da calcinha do meu biquíni, enfiando dois dedos na minha buceta encharcada.

Eles tiraram a roupa toda bem rapidinho, fiquei só de chinelos, completamente nua no meio da mata. Eles tiraram as bermudas, e eu quase gozei na hora: dois paus só pra mim.

O do Pedro (lado esquerdo), era um pouco mais comprido, o do Edilson mais grosso, os dois já babando pra mim.

Comecei ajoelhada, chupando um de cada vez, babando bastante, engasgando no pauzão do Edilson enquanto o Pedro segurava minha cabeça. Depois eles me colocaram de quatro numa pedra inclinada. O Pedro meteu primeiro na buceta, bem fundo, esticando tudo, socando forte enquanto eu gemia alto pra caralho.

O Edilson enfiou o dele na minha boca, me fodendo os dois buracos ao mesmo tempo. Trocaram de posição várias vezes.


Depois o Edilson me pegou no colo, de frente pra ele, e me desceu no pau dele devagarinho enquanto eu rebolava, sentindo aquela rola grossa abrindo minha buceta molhadinha.

Foi uma loucura, e o melhor de tudo, que ninguém atrapalhou.

O Pedro veio por trás e começou a comer meu cu. Primeiro devagar, cuspindo pra lubrificar, depois metendo cada vez mais fundo. Eu estava sendo duplamente penetrada na mata, gritando de prazer, gozando sem parar. Eles me viraram de todos os jeitos: de lado, eu por cima cavalgando um enquanto o outro metia no cu, até me colocarem de joelhos de novo no final.

Deitei em cima da toalha azul, que era do Pedro. Os dois gozaram quase juntos, bem na minha boca, bochechas, escorrendo nos meus peitos. Eu lambi tudo que consegui, com cara de puta safada, olhando pra eles enquanto passava a língua nos lábios.

Quando tudo acabou, me limpei, com uma garrafinha de água, que tinha na minha bolsa, porque não ia voltar com o rosto todo sujo de sêmen, né? – Após esse rolo todo, fiquei conversando com os “novos amigos”.

Quando voltamos, fui almoçar com os rapazes, peguei o número do WhatsApp deles. Voltei pra pousada em Paraty, com as pernas bambas, buceta e cu doloridos, mas com um sorrisão no rosto.

Fiquei dois dias lá, e não transei com mais ninguém. Foi uma das melhores aventuras e foda da minha vida.

E foi assim, gostaram?

Foto 1 do Conto erotico: Paraty, RJ.

Foto 2 do Conto erotico: Paraty, RJ.

Foto 3 do Conto erotico: Paraty, RJ.

Foto 4 do Conto erotico: Paraty, RJ.

Foto 5 do Conto erotico: Paraty, RJ.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


Ficha do conto

Foto Perfil vitoria35
vitoria35

Nome do conto:
Paraty, RJ.

Codigo do conto:
265006

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
21/06/2026

Quant.de Votos:
5

Quant.de Fotos:
5