Meu nome é Vitória, sou de São Paulo, capital. Tenho 35 anos, sou separada, tenho uma filha, o tesouro da minha vida.
Esse é o meu terceiro (Conto/Relato), e pra quem os leu, sabe que eu amo viajar sozinha. Sei que é arriscado para uma mulher, porém, sou um tanto teimosa. Deixo a minha sorte para Deus tomar de conta.
Sei lá, vejo algo de libertador nisso, sabe? Me refiro a viajar sozinha. Eu me sinto mais viva, mais aberta a conhecer gente nova… especialmente homens que nunca vi na vida. Na maioria das vezes, nessas viagens, acabo transando, sempre tem gente pra conhecer. É assim mesmo, eu não fico enrolando. Gosto de sentir a adrenalina, o prazer, o perigo, sou meio doida.
Já de antemão, falo a vocês: Essa viagem... FOI A MAIOR AVENTURA DA VIDA. Deu pra entender? - A melhor, foi ano passado, em julho de 2025, semana que vem, faz um ano. Foi para Itacaré, na Bahia.
Recomendo vocês conhecerem Itacaré: é um lugar muito especial e bom pra conhecer gente nova. Minha filha não foi comigo, ela passou parte das férias com o pai. Poderia ter chamado algumas amigas? Sim, poderia, mas preferi ir sozinha. Fui de avião por Guarulhos, SP.
Cheguei de noite em Itacaré, por volta das 22:00. Fiquei hospedada no hotel chamado: Barracuda Hotel and Villas, (recomendo).
A noite de Itacaré estava quente, aquele climinha de praia nordestina, barulho de ondas, e a sensação de liberdade que amo. Não deu pra fazer nada nesta primeira noite, cheguei cansada, tomei banho e jantei. Mais tarde, dei uma saidinha rapidíssima, fui até a areia da praia de frente para o hotel, fiquei olhando o mar, a região em volta, não deu pra ver muita coisa, porque estava escuro. Voltei para o hotel, escovei os dentes, caí na cama, e dormi feito uma pedra, só vim acordar de manhã.
No dia seguinte, acordei renovada, alegre e cheio de energia. O dia nasceu ensolarado. Minha primeira missão, foi banhar. Logo após, tomei café da manhã. Em seguida, passei protetor solar, coloquei o biquíni, (essa da foto), peguei minha bolsa, saí do hotel, querendo conhecer as praias, os lugares em Itacaré e região.
Meu primeiro objetivo: Passeio de escuna. Por intermédio do hotel, consegui o contato da empresa que fazia o passeio. Tive que pegar um táxi, e ir até o local de embarque. Táxi: R$50,00 – Passeio de Escuna: R$250,00.
O embarque foi tranquilo, a escuna era linda, parecia aqueles barcos de piratas caribenhos. Duante o passeio, conheci esses três homens gringos, (da foto). Dois italianos, e um nigeriano, ele mora há muitos anos na Itália.
O senhor de cabelos grisalhos, de camisa branca, chamava-se: Matteo. O negão de óculos escuros: Kayode. E o de camisa preta: Pietro. Eles eram amigos, estavam em Itacaré há três dias, vieram ao Brasil passar férias.
O primeiro a se aproximar, a puxar papo comigo, foi o coroa Matteo, detalhe: ele era casado, (reparem na aliança no dedo dele). Depois vieram os outros dois. Todos eram simpáticos e animados, (só reparar as fotos). Mesmo não sabendo falar em italiano, conseguia entender tudo que eles falavam.
Eles foram bastante curiosos pra saber quem eu era? Fizeram muitas perguntas: Meu nome, minha idade, de onde eu era, se eu era casada, se tinha filhos, o que eu estava fazendo ali sozinha?
Respondi; que viajava sozinha, que tinha uma filha, que morava em São Paulo, que passava férias, que estava solteira. A gente conversou sobre tudo… até que o papo foi ficando mais íntimo. Eles elogiaram meu corpo, eu elogiava os deles. Matteo, o coroa, (de camisa branca), foi o mais saidinho. Ele me pediu um beijo na boca. Pronto galera, o meu objetivo ficar com alguém durante essa viagem estava concluída. Mas, não sabia que era com três de uma vez.
Quem tirou as duas primeiras fotos, foi um rapaz, funcionário da escuna.
Fui na onda, acabei aceitando beijá-lo. Sentei no colo do gringo, (vejam a foto), e dei o beijo que ele pediu. Aí... o clima mudou totalmente, meus caros (as) leitores (as).
A terceira, quarta e quinta foto, eu que tirei. Com os três juntos. Eu beijando o Kayode. Depois, beijando o Pietro. Era o mais novo, e mais gato dos três.
O passeio de escuna durou duas horas. Ao desembarcar, eles me convidaram para almoçar, estava faminta e acabei aceitando. Caminhamos um pouco pela praia até chegar no restaurante. Matteo levou minha bolsa. Pietro e o Kayode de braços entrelaçados comigo. Lembro que o restaurante ficava ao lado de posto de combustível, de frente para o mar, numa região com barquinhos de pescadores.
Os gringos me trataram como uma princesa durante o almoço. Lembro exatamente o que comemos. A gente sentou, pediu moqueca, camarão, caipirinhas. A comida estava maravilhosa, porém, os olhares deles pra mim, foram se modificando a cada gole. O papo que antes era respeitoso, ficou cheio de duplo sentido. Até que Matteo, me fez um convite tendencioso.
— Foi o de acompanhá-los até o hotel, até a suíte onde eles estavam hospedados, de frente para o mar.
Eu gelei um pouco! Não sou idiota, sabia que era pra transar, porém, nunca tinha transado com três de uma só vez. Já fiz com dois, com três era novidade. Confesso a vocês: Fiquei quieta uns segundos pensando, não aceitei logo de cara, fui enrolando, enrolando...
Tomei a decisão no final do almoço. Olhei para cada um deles, dizendo que aceitava, falando: ‘Tá bom... eu vou. Mas vão com calma comigo, hein?’
Obviamente, eles ficaram animadinhos com meu “Sim”, com sorrisos de orelha a orelha. Quando saímos do restaurante, caminhamos cerca de 300 metros, até chegar no hotel.
Eles estavam hospedados na maior suíte daquele hotel. Um quarto espaçoso com varanda pro mar, muito linda, só não estava muito organizada: roupas espalhadas pelo chão, garrafas vazias, malas abertas.
Mal chegamos, mal fecharam a porta e já começaram a me tocar. Beijei o Pietro primeiro. O Kayode veio por trás, apertando meus seios, esfregando o pauzão duro na minha bunda. O Matteo tirando meu shortinho de praia e a calcinha do biquíni. Em poucos segundos, eu já estava nua pra eles.
A gente não transou logo de cara. Antes, eu fiquei de joelhos no meio dos três, e chupei um por um. O Kayode, tinha o pau maior dos três, era grosso e veioso, uma delícia de chupar. Eles seguravam meu cabelo, gemendo, me chamando de safada, de vadia gostosa. Me diverti, chupava fundo, babava, engasgava, alternando entre os três cacetes duros. Também chupei as bolas, a única que era peludo, era a do Matteo.
Justamente ele, Matteo, foi quem me levou pra cama e me jogou nela. Abriu minhas pernas e caiu de boca na minha vagina. Chupou muito enquanto os outros chupavam meus seios, minhas pernas, coxas, pés, tudo. Eles ficaram revezando. Sem a menor dúvida, quem chupava melhor, foi o Pietro.
Quem me comeu primeiro: Kayode, colocou o preservativo e veio. Transamos no ‘papai e mamãe’. Enquanto ele me comia, eu continuava a chupar os outros dois, alternando entre os dois paus. Kayode dava várias com força, me fazendo gemer naquela cama confortável e espaçosa.
Eles me viraram de quatro. Matteo fodeu a minha buceta por trás, metendo com força, segurando-me pelos quadris, enquanto chupava os paus de: Pietro e Kayode. Eles enfiavam fundo os paus na minha boca, me fazendo engasgar.
A transa estava gostosa e divertida, todos se divertindo à beça. Gozei pela primeira vez assim. Aí chegou a vez do Pietro, me comeu na mesma posição, estocando com força, e eu chupando os paus dos outros dois gringos.
Os três cavalheiros estavam insaciáveis. Trocaram de posição: O negão debaixo, pau na minha buceta; Matteo no cu; Pietro na boca.
Pela primeira vez na vida; eu estava com todos os buracos completamente preenchidos, gemendo sem parar, suada, um pouco embriagada devido a caipirinha do almoço. Em suma: estava entregue aos três gringos.
Eles me foderam assim por um bom tempo, se revezando, mudando de buraco, sempre dois dentro de mim ao mesmo tempo, xereca e cu, ou xereca e boca, enquanto o outro metia no cu. Foi uma loucura aquele dia, que jamais irei esquecer.
Uma das melhores partes dessa transa: Foi quando Pietro e o Kayode, eles me colocaram de pé, me ergueram do chão, um meteu na buceta, o outro meteu no meu cu. Ficaram um tempinho me comendo no ar. Meu corpo sacodia entre eles, os peitos balançando, pulando, eu gritando de prazer. Matteo assistia, se masturbando. Depois saiu um e deu o lugar pro Matteo.
Lembro: Do vento forte que entrava pela janela, erguendo as cortinas como a capa do Superman. Eu naquele momento, já estava mega, hiper cansada, nunca tinha transado tanto na vida. Tomei um gole de água antes deles me levarem de volta pra cama. A boca estava seca.
Na cama, Kayode me colocou de ladinho, veio por trás de mim e enfiou no meu cu, segurando minha perna aberta. Doeu um pouco, o pau dele era o maior dos três. Mudei de posição com o Pietro, fiquei de quatro. Ele me fodeu com força no meu cu, e foi o primeiro a gozar.
Saiu Pietro, veio Matteo. Ele deitado, eu por cima e de costas. Sexo anal gostoso, cavalguei rebolando, sentindo o pau todo dentro, enquanto gemia de ficar rouca. Fim de linha para o coroa bonitão, gozou e caiu fora.
Gozei pela segunda vez, com o Kayode, ele me pegou de quatro. Sexo vaginal e anal, ficou revezando entre os buracos. Foi o que mais gostei de transar, ele fodia de um jeito diferente; entre o rude, e o carinhoso. Um pouco antes de ele gozar, eu gozei pela terceira vez, corpo todo tremendo.
Kayode... foi o único que gozou no meu rosto e na minha língua, mas não engoli, nem sabia quem era o cara. Lembro; era uma porra grossa, cheiro forte, derramando o resto nos meus seios.
Quando finalizamos, eu fiquei quase desmaiada na cama. É difícil descrever o que senti na hora. Um pouco de loucura. Um pouco de dor no corpo. Um pouco de medo. Um pouco de arrependimento. Sei lá...
A gente ficou ali uns minutos conversando, recuperando o fôlego. Depois fui me limpar, e quando voltei limpa e vestida, fiquei bebendo e papeando com eles. A vista da varanda para o mar, era linda, inesquecível.
Depois... antes de sair, trocamos contatos. Voltei de táxi, não os encontrei mais, porque eles retornaram pra Itália no dia seguinte.
Fiquei cinco dias em Itacaré, no próximo texto, irei contar sobre a minha outra transa no litoral baiano.
Até loguinho, turma.
Beijos...





Quando nós mulheres. vamos atrás de rola, ninguém segura. Amei as dicas Vih.
parabéns seu conto tá excitante, não conheço essa cidade, mas pela sua descrição deve ser bom, quem sabe vou pra fazer uma visitinha e atrair alguns clientes gringos?
Nada como uma mulher decidida, resolvida e completamente preenchida!
Gostei do conto, estive em Itacaré em 2019. tem muito gringo, aproveitou bem mona 😈😘 tirou a sorte grande.