Hoje, vou contar pra vocês sobre uma viagem rapidinha que fiz pra Ubatuba, SP, na última semana do verão desse ano de 2026.
Aproveitei que minha filha ia passar o final de semana com o pai dela (meu ex), e resolvi dar uma escapadinha, só pra recarregar as energias... e me divertir um pouco.
Antes dessa viagem, já tinha reservado dois dias numa pousadinha bem gostosa, pertinho do Aquário de Ubatuba.
Já fui pra Ubatuba várias vezes na vida, mas era a primeira vez que ficava nessa pousada específica. Saí de casa lá pelas 23h da noite de sexta-feira, dirigindo sozinha e Deus me protegendo.
Foram umas 5 horas de estrada, com duas paradinhas pra fazer xixi e comer alguma coisa. Estava amanhecendo em Ubatuba quando cheguei. O tempo estava nublado, não fazia aquele calorzão insuportável, o que era bom pra não derreter logo de cara.
Parei numa padaria, tomei um café da manhã bem caprichado, e só depois fui pra pousada fazer o check-in.
Quando entrei no quarto, abri a janela, tirei a roupa e tomei um banho bem gostoso, tirei o cansaço da viagem e caí na cama pra dormir um pouco. Acho que dormir por seis horas. Acordei já com aquela energia renovada... Vesti logo um biquíni roxo, (da foto), bem cavadinho, joguei uma saída de praia por cima, peguei minha bolsa e fui a pé pra praia, rebolando no caminho e sentindo o olhar de quem passava.
Chegando na areia, antes de entrar no mar, passei protetor solar em mim, esfregando bem na nuca, nos peitos, braços, na barriga e nas coxas. Entrei no mar rapidinho, só pra refrescar o corpo, mas não fiquei muito tempo não... fiquei com medo de deixar a bolsa sozinha debaixo da toalha.
É foda ir pra praia sozinha, né? Não tem ninguém pra ficar de olho nas coisas enquanto a gente curte.
Fiquei deitada na canga, de óculos escuros, observando os homens bonitos que passavam. Estava bem disposta a conhecer alguém nessa viagem. Tinha uns interessantes, uns com corpo legal, mas nenhum me chamou atenção o suficiente pra eu dar mole. Nenhum papo rolou até ali.
Depois de um tempo peguei minhas coisas e saí da praia pra almoçar num restaurante ali pertinho. Comi uma moqueca deliciosa, tomei uma caipirinha gelada e voltei pra pousada.
Tomei um banho bem gostoso, lavei o sal do corpo e, pra não perder o clima, vesti o mesmo biquíni roxo cavadinho.
Saí da pousada, peguei o carro e dirigi até a Estrada do Farol. De lá fui a pé pra Praia do Cedro, um lugar que eu já tinha ido duas vezes em outras viagens.
A praia é pequena, mas a vista é linda pra caralho, com aquelas pedras e o mar batendo. Dessa vez estava praticamente vazia, o que me deixou bem mais à vontade. Estiquei a toalha, passei mais protetor e comecei a tomar banho de sol, relaxando de verdade.
Foi aí que apareceu um rapaz... o Isidro. Um homem negro lindo, todo tatuado, 40 anos, solteiro, ex-modelo. Corpo escultural, daqueles que a gente vê em revista.
Já tinha visto ele assim que cheguei lá. Ele veio até a mim, caminhando pela areia, me viu tomando sol e veio direto falar comigo. Chegou perguntando se poderíamos conversar, dei sinal que sim. O papo fluiu na hora.
Eu já olhei pra ele e pensei: 'É esse aí. Esse vai me comer nesse final de semana'. Já tinha decretado na minha cabeça que ele seria o cara da viagem.
Ele sentou do meu lado, e a conversa foi longa, fez várias perguntas, meu nome, se eu era solteira, se tinha filho, onde morava, o que eu fazia da vida. Fui na mesma vibe, e também perguntei várias coisas, aliás, eu queria conhecer o que ia transar.
Depois de um monte de perguntas pra lá e pra cá, o papo foi esquentando rapidinho. Ele me elogiando o corpo, eu falando que estava louca pra curtir a viagem... até que o Isidro me convidou pra ir num lugar mais vazio ali na região. Eu entendi o recado na hora: nós dois queríamos a mesma coisa. Falei “sim” sem pensar duas vezes, mesmo mal conhecendo ele. Fui na cara e na coragem.
Ele foi um cavalheiro, me ajudou a recolher a toalha, carregou minha bolsa enquanto a gente subia uma trilhinha curta.
Meu coração batia acelerado, tive um pouco de medo e tesão.
Chegamos num cantinho bem reservado, cheio de rochas grandes, parecido com aquele lugar da outra vez em Paraty.
Assim que chegamos, ele me puxou pela cintura e rolou o primeiro beijo. Caralho, o beijo dele era bom pra porra, só estava com um pouco de bafo, mas nada é perfeito nessa vida... Foi daqueles beijos que chupa a língua e já deixa a gente molhada.
O clima esquentou de vez. Olhei pra ele com cara de safada, mas, com o coração aceleradíssimo, respirei fundo e depositei a minha sorte e segurança, primeiramente em Deus, e no destino.
Desamarrei o biquíni roxo e mostrei meus peitos pra ele. O Isidro arregalou os olhos, e não perdeu tempo: grudou a boca nos meus mamilos, chupando forte, dando umas mordidinhas, uma mão apertando a bunda enquanto a outra massageava o outro seio.
Nesse momento, eu já estava daquele jeito, gemendo baixinho, sentindo a buceta molhar e pulsando. Ajoelhei na areia entre as rochas, puxei o short dele pra baixo e... nossa senhora. O pau dele era grande pra caralho, grosso, veiúdo e brilhando, vejam pela foto que eu postei aqui. Comecei a chupar bem gostoso, devagar no começo, lambendo toda a cabeça, depois enfiando o máximo que conseguia na garganta, babando bastante enquanto olhava pra cima pra ele. Ele segurava meu cabelo e gemia baixo, chamando-me: de gostosa, de gostosona, de linda, de safada.
Não demorou muito. Ele me levantou, me virou de costas e me inclinou numa pedra lisa. Ele tinha camisinha, puxou da carteira, colocou a camisinha no pau, puxou a calcinha do fio do biquíni pro lado e meteu fundo na minha buceta.
Que delícia do caralho, gente... o cacete era grande, esticava tudo a minha vagina. O bom vem agora, começou socando ritmado, fundo, uma mão no meu quadril e a outra apertando meus peitos. Eu rebolava pra trás pedindo mais forte. Fui atendida, o cara distribuiu em mim, uma sessão de investidas, daquelas que deixam as pernas bambas, e o coração acerado de emoção.
Depois ele sentou numa pedra maior, aquelas no fundo da foto, e me puxou pra cima dele, de frente. Cavalguei aquele pauzão gostoso, subindo e descendo, rebolando no fundo enquanto ele chupava meus mamilos de novo. Ficamos pouco nessa posição, porque ele pediu para me comer de quatro, e não me arrependi.
Troquei pra de quatro de novo, ele metendo mais bruto na buceta, já pedindo, se podia liberar o cuzinho, dando tapa na bunda.
Por fim, eu aceitei, ele estava de camisinha, e liberei só um pouquinho, rebolando a bunda na frente dele.
O Isidro foi um cavalheiro, soube se controlar no anal, porque não doeu muito, quando eu pedia para ele diminuir, ele atendia na hora, respeitando meus limites, e deixando a brincadeira divertida.
APRENDAM RAPAZES....
“Posso gozar na sua cara, você deixa?”, ele perguntou no finalzinho da nossa transa. Disse “sim”. Abri a boca, língua pra fora olhando pra ele com cara de vadia. Infelizmente, não foi registrado.
Isidro tirou a camisinha no desespero, fiquei pertinho dele ajoelhada como se estivesse orando. Ele bateu uma punheta rápida, tipo dez segundos e gozou forte... dois a três jatos quentes de porra caindo na minha testa, bochechas, boca e escorrendo pros peitos. Eu lambi um pouquinho pra sentir o gosto.
Graças a Deus, ninguém apareceu na hora, um local super discreto que eu adorei conhecer.
A gente ficou um tempinho ali trocando uns beijos e risadas. O Isidro pegou o meu contato, claro. Eu dei o WhatsApp pra ele, anotando o número dele também.
A despedida foi boa: um beijo bem molhado, ele apertando minha bunda e eu sussurrando no ouvido dele que tinha sido uma delícia sentir aquele pauzão, a transa em si.
Voltamos caminhando pra praia principal, depois pegamos a trilha que dava para a “Estrada do Farol”. Peguei minhas coisas, abri a porta do carro e coloquei tudo dentro. Ele tinha uma moto, a gente se despediu, e cada um seguiu seu destino.
Passei resto do dia passeando por Ubatuba, curtindo o visual, comendo uma tapioca e tomando água de coco. Estava com a buceta ainda latejando do pós-foda, mas feliz da vida.
Quando cheguei na pousada à noite, tomei um banho demorado, deitei na cama... e aí fiz o que eu sempre faço nesses casos: abri o WhatsApp, vi a mensagem dele chegando e bloqueei na hora. Sem drama, sem continuidade. Foi só uma foda gostosa na viagem, nada mais.
No dia seguinte, no domingo, acordei cedo, fui pra praia de novo, aproveitei mais a água do mar, tomei um solzinho e relaxei mais um pouco. No começo da tarde, almocei, depois fiz o check-out da pousada, coloquei o carro na estrada e voltei dirigindo pra São Paulo, com um sorrisão no rosto e as lembranças na cabeça.
Foi assim minha escapadinha pra Ubatuba... curta, mas bem intensa.
Se vocês curtiram o conto, me contem nos comentários qual parte mais deixou vocês com tesão. E se quiserem que eu conte outra aventura (tem cada uma mais louca guardada), é só pedir que eu venho aqui narrar tudinho bem detalhado pra vocês baterem uma bem gostosa.
Obs: + fotos no álbum.
Boa noite, beijos, tchau!!!!


Delicia de conto, que maravilha, gostoso de ler pra caralho. Como é bom ler que cada um sabe fazer o que tiver de melhor pra aproveitar a vida, gozando a vida como deve ser bem e bastante gozada. Que bom saber ser livre das amarras da sociedade e viver o melhor que a vida pode oferecer, meus parabéns. votado e aprovado
muito sapeca vcc
paracce q a vida ama trepá no mato, quenga safada, vadia ao extremo, caçadora de rola, putona paulista
AMO UBATUBA TEM MUITOS LUGARES PRA TREPAR, CONHEÇO ELE LUGAR MUITO BEM, DEVE TER APROVEITADO DEMAIS É ISSO AÍ TREPA MESMO
Essa é das minhas - - - bem putinha e safada
gostei do seu conto moça, dá pra ver que vc quer curtir a vida adoidado nota1000
Delícia de conto, e você é gostosa pra caralho! Tesão de mulher!