Acordei com Júlia de frente para mim, me observando. — Bom dia, bela adormecida — disse ela, assim que abri os olhos. — Bom dia, minha linda professora — respondi, estendendo a mão e colocando seus lindos cabelos para trás da orelha. Ela retribuiu com um beijo longo e apaixonado. O desejo da noite anterior reacendeu imediatamente. Nossas mãos exploravam o corpo uma da outra com intensidade, até que uma voz vinda lá de baixo, da cozinha, interrompeu o momento. — O café da manhã das princesas está servido! Era Augusto, quebrando nosso clima. Rimos e Júlia falou, ainda com os lábios próximos aos meus: — Vamos descer. Depois continuamos. Eu sorri e respondi: — Vamos, mas também precisamos conversar sobre o que está acontecendo. Assim que terminei a frase, ela colocou o dedo sobre minha boca. — Não precisamos falar nada. Apenas deixe as coisas acontecerem. Júlia vestiu uma saída de praia semitransparente, sem nada por baixo, e me puxou pela mão. Coloquei uma camiseta regata e, quando ia vestir a calcinha, ela me interrompeu: — Não coloque nada. Vamos facilitar para o papai. Descemos e o café da manhã já estava servido. Como de costume, havia apenas duas banquetas diante do balcão. Júlia cumprimentou o pai sem nenhuma cerimônia, com um beijo ardente na boca, e disse: — Muito obrigada pela massagem, pai. Tive uma noite perfeita. Eu o cumprimentei já me sentando do outro lado do balcão: — Bom dia, Augusto. Júlia me repreendeu imediatamente: — Cumprimente direito, Silvana. Agora você deve tratá-lo como eu trato. De agora em diante, ele também será o seu pai e vai cuidar de nós duas igualmente. Me aproximei, um pouco envergonhada, e dei um beijo no canto da boca dele. Júlia, com tom mais incisivo, ordenou: — Augusto, mostre a ela como se faz. Augusto segurou minha cabeça com as duas mãos e me beijou com intensidade. Suas mãos desceram pelas minhas costas até minha cintura, que ele apertou contra seu corpo. Senti claramente a cabeça de seu pênis escapando pela lateral do shorts e roçando minha virilha. Júlia sentou-se na banqueta onde eu estava antes e avisou: — Hoje é o seu dia de tomar café com o papi, Sil. Eu sorri e apenas assenti com a cabeça. Augusto sentou-se e deu o primeiro gole no café. Eu ainda estava de pé, bebericando o meu. Júlia me perguntou, quase como uma ordem: — Não vai sentar? Olhei para Augusto, dei um sorriso sem graça e me sentei na mesma banqueta que ele, praticamente em seu colo. Logo senti sua ereção pressionando meu bumbum. Júlia aproximou-se do meu ouvido e sussurrou: — Agora sim, Sil. Você está se tornando a segunda filha do nosso papi Augusto. Vou te ensinar como faço para ele cuidar direitinho da gente. Depois de tudo o que estava acontecendo, entendi duas coisas fundamentais: a primeira era que fazia parte do jogo não falar explicitamente sobre o que ocorria; a segunda era que Júlia comandava tudo e nosso papel era seguir as regras dela. Enquanto tomávamos o café da manhã em meio a uma conversa animada, uma das mãos de Augusto já me tocava de forma ousada. Eu respondia me mexendo contra ele. Quando ele deslizou o dedo indicador completamente dentro de mim, eu estava encharcada. Ele retirou o dedo melado e o aproximou do rosto de Júlia, que o chupou com vontade. — Hum... Está pronta, dá pra sentir — disse ela. Júlia terminou o café primeiro e avisou que precisava ir ao banheiro. Antes de subir, aproximou-se do meu ouvido: — Quando terminar aí, será sua vez de me levar leitinho. Assim que ela subiu, terminamos o café e começamos a recolher as louças. Enquanto eu lavava a louça na pia, Augusto se encostou atrás de mim, segurou minha cintura e falou: — Agora já posso fazer a massagem em você, igual à que fiz na Júlia. Virei a cabeça e o beijei. A mão dele subiu sem cerimônia até meu seio, enquanto a outra passeava por todo o meu corpo. Quando ele parou de me beijar, murmurei: — É, paizinho... Quero tudo o que tenho direito. Cuide bem da sua nova filhinha. Depois de muitos beijos, toques e preliminares, ele me posicionou com as mãos apoiadas na pia, tirou o shorts, levantou minha camiseta e começou a me penetrar devagar, com movimentos cadenciados que foram se intensificando. Mudamos de posição algumas vezes — ele me sentou na banqueta e me possuiu de frente, com beijos cada vez mais vorazes. Quando senti que ele estava prestes a gozar, pedi que segurasse um pouco e me ajoelhei. Chupei até ele não aguentar mais. O primeiro jato veio em minha boca; retirei-o e deixei os demais atingirem meu rosto, pescoço e seios. Ele perdeu as forças e sentou-se na banqueta. Dei um rápido beijo nele e avisei: — Vou subir. Subi rapidamente e encontrei Júlia saindo do banheiro, nua, com a toalha enrolada no cabelo. — Estou aqui com o seu leitinho, minha rainha — disse, conforme ela havia pedido. Ela me beijou ardentemente. Passei o sêmen que ainda guardava na boca para a dela. Júlia lambeu meu pescoço, meu rosto e meus seios com voracidade. Nos lambuzamos inteiras, deitamos na cama e transamos com aquele “molho especial”, que só aumentava ainda mais nosso desejo.
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