Eu pretendia andar totalmente pelada de dia, em algum lugar onde só passassem pessoas com totalmente vestidas. Vesti então apenas uma camiseta, mas minhas pernas ainda estavam totalmente visíveis. No entanto parecia comum, por parecer apenas uma camiseta que cobria um shorts ou uma saia curta.
E tudo ficava mais arriscado porque por baixo da camiseta, eu estava completamente pelada, com apenas uma camiseta por cima e mais nada além de meias, tênis e óculos. Essas três peças não combinavam com a situação. Era muito fácil alguém mais atento perceber que não havia mais nada me vestindo além de uma camiseta. Minhas tetas que balançavam soltas com o menor movimento, meus bicos tão duros e enrugados ficavam tão marcados no tecido fino da camiseta que pareciam estarem pelados, minha buceta estava tão rente no comprimento da camiseta que não faltava nem um milímetro para ela ficar de fora.
Peguei um ônibus sem ao menos ver qual era o destino.
De repente avistei um cemitério, e resolvi descer do ônibus. Logo na entrada havia um segurança. O segurança perguntou o que eu queria e eu disse apenas que iria andar um pouco. Ele permitiu minha entrada.
Já nesse ponto achei que ele poderia perceber que eu estava de totalmente pelada por baixo da camiseta, e tremi bastante. Quase que ele percebeu. E, se não percebeu o pijama, com certeza percebeu que havia algo errado pelo meu nervosismo.
Mesmo nervosa, eu estava decidida.
Depois de sair da visão do segurança, olhei pelos corredores do cemitério e vi que estava bem deserto.
Com o coração saindo pela boca, tirei a camiseta ficando totalmente pelada. Tentei me consolar imaginando que se alguém me visse assim eu poderia dizer que eu não estava completamente pelada pois eu estava usando quatro peças: meias, tênis, brincos e óculos. É um pensamento absurdo é claro, mas justamente essa estranheza é que me dava tanto tesão. Coloquei a camiseta em cima de uma lápide e saí andando.
Eu poderia muito bem ter dobrado a camiseta e colocado de um jeito que pensassem que ela estava ali propositalmente e que alguém iria buscá-la. Mas não. Eu quis aumentar o risco e a joguei toda amassada, de um jeito que, se alguém visse, poderia achar que era lixo e provavelmente se livraria da peça, deixando-me irreversivelmente pelada, sem que a volta para casa fosse possível sem que todos me vissem completamente pelada pelo caminho.
Deixei a camiseta ali largada e saí andando.
Andei por cerca de vinte e cinco minutos ou mais.
Quando olhei para trás, vi aquele corredor enorme, bem longo e percebi que tinha andado para muito longe da minha camiseta e, nesse momento, senti que estava irreversivelmente pelada.
Ao perceber isso, fiquei com uma vergonha enorme, que me fez ficar muito consciente de minha nudez, e comecei uma siririca bem intensa, daquelas que só uma verdadeira tarada poderia tocar.
Se alguém me flagrasse pelada daquele jeito, só de meias, tênis, brincos e óculos, já seria vergonhoso. Imagina então se me visse batendo uma siririca descarada, em um lugar tão público, de uma maneira tão intensa que parecia uma louca. Literalmente uma louca pois até meu cabelo ficou todo desalinhado, fiquei mostrando aquele sorriso aberto mostrando os dentes e rindo descontroladamente
A vergonha que senti só me deixou com mais tesão pois a vergonha faz eu sentir mais intensamente o fato de estar ridiculamente pelada.
Depois bater siririca por cerca de dez minutos, comecei a gozar. Eu estava tão emocionada que costumava demorar quinze minutos para gozar, mas estava com tanto tesão, comecei a gozar em apenas dez minutos... ou menos.
Olhei para o lado quando, de repente, vi que estava em uma parte do cemitério que ficava visível para um prédio.
Me senti tão observada, que meu tesão aumentou absurdamente. Isso fez com que meu orgasmo fosse tão forte, que eu mal conseguia continuar minha siririca. Minha mão queria paralisar, mas insisti com todas as minhas forças.
Louca de emoção e rezando para que as pessoas que estivessem naquele prédio estivessem me presenciando pelada e ainda por cima, batendo siririca, gozei violentamente.
Após o violento orgasmo, fiquei com vergonha, senti culpa e arrependimento.
Sentimentos que eu já estava sentindo, mas agora, sem a força do tesão, resolvi voltar.
Na volta, eu mal tinha andado uns dez minutos quando, olhei para o lado e vi que o prédio que antes estava visível apenas na parte do topo agora estava totalmente visível.
Isso significava, por outro lado, que eu também estava muito mais visível, com mais janelas e mais andares me presenciando completamente pelada.
Ao perceber isso, fui inundada novamente pelo tesão, e me acabei de novo na siririca.
Bati siririca como nunca havia batido em minha vida.
Dessa vez olhando diretamente para o prédio e me sentindo observada por todos os habitantes dele.
E isso me fez sentir o maior tesão da minha vida.
Após gozar, já com minhas pernas moles e trêmulas de tanta intensidade, segui retornando para minha camiseta.
Eu já tinha andado por bastante tempo quando, de repente, vi que minha camiseta já não estava mais lá.
E que provavelmente teria que voltar o caminho todo para casa, passando pelada por vários lugares públicos.
Eu seria a única pelada, no meio de toda aquela gente.
E isso fez meu tesão voltar com tudo. Comecei a bater siririca novamente, dessa vez quase na entrada do cemitério, com o risco de ser vista por pessoas que passassem na rua.
E isso me deixou muito excitada. Gozei novamente.
Já sem o poder do tesão, prestei mais atenção e vi que o vento apenas tinha jogado a camiseta para longe, para bem perto da saída, do lado do segurança.
Nesse momento, na maior cara de pau, segui até bem perto do segurança, peguei a camiseta e a vesti.
Nesse momento eu já estava na rua, com pessoas passando na calçada e presenciando que, além da camiseta, não havia mais nada.
Nesse momento senti uma enorme vontade de tirar a camiseta novamente e bater outra siririca, ali mesmo, na frente de todo mundo.
Mas isso já seria estranho demais.
Peguei outro ônibus e decidi que ainda iria passear em algum outro lugar.
Dessa vez eu já sabia o destino. Eu iria para o shopping, do jeito que eu estava.
No ônibus, todos os bancos estavam ocupados e permaneci em pé. Ao prestar atenção, percebi que minha camiseta estava curta demais, e que a diferença de altura, fazia com que as pessoas sentadas, vissem totalmente minha buceta.
Mas o que aconteceu no ônibus e no shopping eu contarei em outra ocasião.

que tesao de relato pqp se eu te pego peladinha assim no cemiterio eu te faço gozar dnv agr eu quero saber oq vc fez no shopping kkk
Que delicia imaginar você ali nua se masturbando , uma vez ja bati uma no meio da rua deserta de noite na frente de um prédio imaginando o mesmo que você! É um tesão indescritível