Saio Pelada na Rua

Nada me dá mais tesão na vida, do que praticar OON (Only One Nude) sendo eu a Only One. É uma prática onde sou a única pessoa a estar totalmente pelada no meio de uma multidão de pessoas totalmente vestidas.
Outra coisa que me dá muito tesão, é estar na condição de CMNF (Clothed Male Nude Female) sendo eu a nude female e tem que ser em público.
Eu gosto porque a diferença fica escancarada. Eles estão vestidos, protegidos, dentro da norma. Eu não. Eu estou pelada. Mostro para eles minhas partes mais íntima, que eles é diferente da parte íntima deles.
O fato de ser em público é essencial porque a norma está visível. Se fosse num espaço privado, a assimetria perde força. Em público, todo mundo entende instantaneamente quem está “certa” e quem está “fora”. E sou eu que estou fora.
Eu fico marcada. Eles passam despercebidos; eu não. Essa desigualdade me dá vergonha, mas também me coloca no centro absoluto da situação. Eu não sou parte do ambiente — eu sou a ruptura dele.
Tem também o controle. Eles não precisam fazer nada. Só existir vestidos já me expõe mais. Isso intensifica a sensação de entrega: eu sustento a posição enquanto o mundo segue normalmente.
O público transforma tudo em algo sem volta. Não é encenação, não é combinado. É real. E essa realidade deixa meu corpo em alerta máximo.
No fundo, eu gosto porque o CMNF em público me coloca exatamente onde meu tesão nasce:
isolada, visível, consciente do corpo, quebrando a regra sozinha — e aguentando.
É por isso que não pode ser em outro lugar. Sem o público, não tem peso. Sem o peso, não tem o mesmo efeito.
Estar de meias tênis e óculos me fazem me sentir mais pelada ainda.
Além disso se eu quisesse me vestir não daria para me vestir correndo, pois, para vestir uma calça, antes teria que tirar meus tênis senão a calça não entraria e essa sensação de demora me daria muito tesão.
Eu me sinto mais nua porque meias, tênis e óculos não escondem nada do que “deveria” ser escondido. Pelo contrário: eles destacam a ausência do resto.
Esses elementos me mantêm funcional, não protegida. Eu não estou “despida em casa”, eu estou equipada para estar no mundo — só que sem roupa. Isso faz a nudez parecer ainda mais fora de lugar.
Estar vestida assim não é distração, não é descuido. Se alguém me flagrar assim não posso dizer que estava no banho, ou que fui assaltada, o contexto não permite. Todo mundo percebe que foi minha intenção mostrar minha buceta molhada e minhas tetas de bicos duros, minha bunda, minhas pernas.
Sinto o contraste de minhas meias e tênis vestido meu corpo, ao passo que sinto meu corpo todo sem roupas. O efeito final é esse:
Não parece que “falta roupa”.
Parece que a nudez foi proposital. E foi.
Quando minha nudez é escolhida, sustentada e contrastada com objetos cotidianos, ela fica mais intensa, mais visível, mais difícil de ignorar — para mim mesma primeiro, depois para qualquer um que olhe.
Por isso me sinto mais nua. Porque nada ali suaviza a exposição. Tudo confirma.
Sinto uma enorme vergonha quando fico excitada por estar pelada na frente dos outros.
Eu sinto vergonha quando fico excitada pelada na frente dos outros porque meu corpo começa a reagir antes da minha cabeça conseguir neutralizar. O tesão denuncia algo que eu “não deveria” estar sentindo ali. Essa denúncia me expõe ainda mais.
A vergonha vem do choque entre três coisas:
– eu sei que estou visível
– eu sei que isso é transgressor
– e eu sinto prazer com isso
Quando o tesão aparece, ele tira qualquer distância emocional. Meu corpo fica impossível de ignorar. Bicos dos seios, calor, respiração, postura — tudo vira prova viva do que está acontecendo comigo. Isso dispara a hiper consciência corporal que eu amo.
A vergonha não é só social. É autodirigida. Eu me vejo sentindo aquilo. Eu percebo meu próprio prazer num contexto onde ele “não cabe”. Essa lucidez dói — e excita.
Além disso, a excitação quebra a última defesa psicológica: a ideia de que eu estou só “pelada”. Quando fico excitada, fica claro que não é neutro. Tem desejo, tem entrega, tem vulnerabilidade real. Isso pesa.
Por isso a vergonha aumenta justamente quando o tesão sobe.
Não é contradição. É causa e efeito.
A vergonha me puxa para dentro do corpo.
O corpo intensifica o tesão.
O tesão torna a vergonha impossível de esconder.
Esse ciclo é o que me pega.
E não fujo dele — eu sustento.
Sinto um instinto muito forte de querer me cobrir, me vestir, me esconder, mas luto com todas as forças contra meus instintos e não me cubro, coloco as mãos para trás e ando, e isso me envergonha muito me faz me sentir errada, me faz sentir culpa e arrependimento, mas esses sentimentos fazem eu me sentir muito consciente de estar nua, é como se eu percebesse mais minha nudez. Todo mundo que me vê assim percebe que é intencional e isso me desmonta.
E também porque lutando para não me cobrir na frente das outras pessoas demonstra o quanto estou tendo a intenção de ser indecente, e isso me envergonha por mostrar que sou essa pessoa que quer ser vista pelada e não que estou sendo vista passivamente.
Meus gemidos saem e me envergonham, porque a vergonha faz meu corpo ficar tão hiper consciente, que é como se a vergonha tivesse massa, como se a vergonha acariciasse meu corpo me excitando, me masturbando, e quanto mais luto contra meus instintos para não me cobrir mais sinto meu corpo sendo acariciado pela hiper consciência.
Não é que a vergonha me “acaricie” de verdade. É que ela ocupa meu corpo inteiro. Cada centímetro vira perceptível. Isso se parece com carícia.
Vergonha ? hiperconsciência ? tesão ? vergonha por sentir tesão ? hiperconsciência...
Tocar meu próprio corpo mesmo sentindo tanta vergonha me excita muito. Acho que é como se fosse uma confissão tocar minhas partes mais pudicas em público, é como se eu me desnudasse mais ainda demonstrando minhas intenções indecentes e imorais.
O fato das minhas tetas balançarem ritmadamente e constante, enquanto ando e simultaneamente eu sentir meus bicos duros funcionam como se fosse uma siririca. Da uma vontade enorme de tentar contê-las para não balançarem, mas lutar contra esse impulso de contê-las me gera uma vergonha enorme, e isso me excita muito. A vergonha por eu mesma estar demonstrando estar gostando desse balanço me dá um tesão enorme. Meu rosto fica todo desfigurado, meus lábios ficam travados em uma risada sem eu ter como desfazer, meus músculos risíveis ficam tensos ao máximo, e ao mesmo tempo saem gargalhadas, porque acho engraçado demais minhas tetas ficarem balançando e com os bicos duros, é algo ridículo, e engraçado, e é como uma comédia ao mesmo tempo sinto algo como se fossem cócegas, cócegas extremamente fortes.
Quando bato siririca em público, o barulho enxarcado aumenta minha vergonha de maneira infinitamente exponencial, aquele tchec. tchec. tchec. por ela estar enxarcada parece algo indecente demais para o meu cérebro e por isso vem aquele instinto extremamente forte de parar, a ponto de eu ter que fazer muita força para minha mão continuar, perdendo até o ritmo. O barulho é muito indecente e além do barulho sinto o cheiro de minha lubrificação e isso também me envergonha por que meu corpo está confessando por mim.
Adoro gestos cínicos de alguém que me encontra pelada na rua como por exemplo: - Olha só, tem um cisco aqui no seu bico, e brinca com meu bico com a ponta dos dedos como se estivesse limpando, após isso ele diz: Nossa, por que seu bico ficou durinho e enrugado quando eu tirei o cisco? Dizendo isso como se fosse a coisa mais normal do mundo. O senão: -Por que você está molhada aqui? Apontando para a minha buceta. Vou passar a mão para secar. Por que quanto mais eu passo a mão, mais molhada ela fica? Como se ele não soubesse.
Não sei explicar o porquê, mas gestos e frases cínicas e como se fossem não sexuais me dão muito tesão quando estou pelada na rua, mais do que frases diretas.
Depois que acabo de gozar, é óbvio que não consigo mais sentir tesão, então tudo o que sobra é vergonha, culpa e arrependimento. Adoro sentir tudo isso pois isso faz com que meu tesão volte rapidamente, então para sentir mais vergonha ainda, fico tocando meus bicos, mesmo sem estar com tesão, pois isso demonstra que estou com intenções muito indecentes e imorais.
Outra coisa que amo é a irreversibilidade, de estar pelada em algum lugar muito longe, sem ter como me vestir, nem como dar alguma desculpa de como fui parar lá pelada. O fato de eu não ter opção além de continuar pelada me da muito tesão. Por exemplo, vou de ônibus até um lugar extremamente longe para voltar a pé, sem documentos nem carteira, nem celular e só com o dinheiro da ida. Chegando lá tiro toda a minha roupa exceto meias tênis e óculos, e jogo por cima de um muro bem alto que eu não consiga pular, ou por cima de um portão de uma casa que tenha um cão bem bravo que me impossibilite de pegar de volta.
Essa que descrevi, sou eu, o tempo todo, 24 horas por dia. Não sei porque sou assim, só sei que adoro gozar, e para mim, a maneira mais gostosa de gozar, é essa que descrevi acima.
Foto 1 do Conto erotico: Saio Pelada na Rua


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Comentários


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hxxx Comentou em 21/01/2026

Que tesão de mulher. Adicionei aos favoritos..




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Saio Pelada na Rua

Codigo do conto:
252681

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
20/01/2026

Quant.de Votos:
6

Quant.de Fotos:
1