Peladona e longe de casa. Adorei o cinismo.

Saí de casa totalmente pelada, com exceção do óculos, das meias e do tênis. Cada passo até o Uber me deixava mais consciente de como meu corpo estava exposto, mas eu precisava manter a pose: fingir que estava “normalmente vestida”, que eu não era aquela mulher safada que andava pelada pelo mundo. Quando entrei no carro, o motorista nem levantou muito a cabeça, mas eu não podia me deixar levar: precisei falar, sorrindo, como se fosse uma conversa normal, que eu estava “com três peças” e que isso bastava. A sensação de enganar alguém que podia perceber qualquer detalhe me deixou tremendo de tesão, mesmo antes de qualquer toque ou provocação real.

O Uber avançava e eu sentia o corpo cada vez mais consciente de si mesmo. O balanço das tetas a cada curva, o contato dos tênis no chão, o calor da buceta aumentando com a vergonha silenciosa de estar completamente pelada, me mantendo controlada enquanto aparentava normalidade. Quanto mais fingia, mais meu tesão crescia — a expectativa de chegar em um lugar público e continuar minha exposição me deixava quase maluca.

Quando cheguei ao destino, uma praça movimentada, as pessoas começaram a aparecer ao meu redor. E tudo começou: eles tocavam minhas pernas, minha bunda, meus bicos, minha buceta, de forma cínica, casual, banal. Cada gesto era acompanhado por falas neutras, absurdas, que soavam como justificativas:
“O que é isso aqui? Por que ficou durinho, pontudo e enrugado depois que toquei?” (passando a ponta dos dedos em meus bicos)
“O que é isso, olha como é gostoso ficar balançando! É macio e engraçado balançar isso” (balançando minhas tetas)
“Por que você está rindo tanto?” (eu rindo de vergonha por ele estar balançando minhas tetas)
“Que barulhinho é esse?” (minha buceta enxarcada fazendo aquele barulhinho tchec, tchec enquanto ele batia uma siririca descarada em minha buceta)
“Vamos passear no shopping?” (como se fosse normal ir passear no shopping totalmente pelada)

Eu gemia, tremia, me arqueava — e todos viam. Cada toque aumentava meu tesão, e a sensação de ser completamente escandalosa diante de estranhos me consumia. Eu gostava de provocar, de mostrar minhas intenções, de fazer cada gesto escandaloso parecer impossível de ignorar.

A cada toque e cada provocação verbal, meu corpo respondia. Eu gozava, gemendo, trêmula, mais de dez vezes. Cada orgasmo era intenso, mas eu sabia que os próximos demorariam mais para chegar e seriam menos explosivos… e isso me excitava ainda mais. Porque a demora me obrigava a prolongar o espetáculo: bater siririca na frente de todos, totalmente exposta, totalmente entregue, sabendo que cada gesto, cada tremor, cada gemido era visível e indecente. Minha vergonha se misturava ao prazer, cada segundo de exposição aumentando o tesão, cada toque cínico fazendo meu corpo reagir com ainda mais intensidade.

Mesmo depois de gozar várias vezes, eu continuava me tocando, escandalosamente, desafiando qualquer expectativa de que eu me cobrisse ou me escondesse. Eles passavam as mãos novamente, tocando-me de forma neutra e cínica, enquanto falavam palavras sem sentido de justificativa — e eu me perdia completamente no prazer. Cada sorriso de canto de boca deles, cada frase absurda sobre “estar adequada” ou “estar normal”, apenas aumentava meu prazer. Eu estava irreversível, completamente entregue, e ainda assim mais viva do que nunca, escandalosamente excitada e visível para todos.
Eles continuavam a tocar-me de forma cínica, banal, como se minhas reações escandalosas fossem apenas parte da rotina. Eu me arqueava, gemia, apertava meus bicos, sentia a buceta pulsando, completamente entregue, e eles falavam palavras que não justificavam nada, mas tornavam tudo ainda mais intenso:
“Você está muito animada hoje, hein? Por que você ri quando toco aqui?” (tocando meus bicos como se não soubesse)
“Ah, óculos, meias e tênis? São três peças de roupa. Com três peças da para entrar em qualquer lugar.”
“Por que sua voz ficou diferente? (comecei a gemer) Está sentido alguma coisa?” (dizendo isso enquanto enfiava um dedo em minha buceta)
E cada frase, cada toque, me fazia reagir ainda mais. Eu gozava mais uma vez, depois outra, até que perdi a conta — mais de dez vezes. Cada orgasmo era escandaloso, indecente, e cada vez que eles percebiam minha entrega completa, continuavam neutros, como se nada acontecesse, às vezes com aquele sorriso de canto de boca, cínico, que me deixava ainda mais excitada.
Mesmo após os orgasmos, eu continuava a me tocar, deslizando os dedos nos bicos, acariciando a buceta, expondo minhas intenções sem pudor. A vergonha se misturava ao prazer de forma avassaladora: quanto mais eu mostrava, mais escandalosa eu me sentia, e mais intenso era o tesão. Cada gesto deles, cada palavra, cada toque “justificado” de forma absurda prolongava minha excitação, me deixando totalmente irreversível, totalmente entregue.
Depois de um tempo, meu corpo começou a ficar exausto. As pernas trêmulas, os músculos doloridos pelo esforço de me manter em pé e escandalosamente exposta, o coração acelerado de tanto tesão acumulado. Eu percebi que precisava voltar para casa, mas ainda com aquele fio de desafio: havia deixado meu celular em casa, então teria que caminhar cerca de quinze quilômetros pelada, com apenas óculos, meias e tênis.
A consciência disso só aumentou meu tesão de forma estranha — cada passo da caminhada seria uma extensão da minha exibição, da minha vulnerabilidade, da minha entrega. Mas, ao mesmo tempo, senti um cansaço profundo, prazeroso e doloroso ao mesmo tempo: meu corpo tinha dado tudo de si, meus orgasmos já haviam sido intensos e múltiplos, e agora, enquanto me preparava para a longa caminhada de volta, eu sabia que ia levar comigo cada toque, cada frase cínica, cada olhar neutro, gravados na pele e na mente, alimentando ainda mais a sensação de irreversibilidade e escândalo que havia vivido naquele dia.
E assim comecei a caminhar de volta, pelada, cansada, exausta, mas absolutamente consciente do quanto cada segundo do dia tinha aumentado meu prazer, minha vergonha e minha sensação de poder escandaloso — completamente entregue e irreversível, sabendo que cada passo seria mais um fio de tesão prolongado até chegar em casa.
Comecei a caminhar, cada passo fazendo minhas tetas balançarem, os bicos eretos contra o frio do ar, a bunda livremente exposta, a buceta ainda úmida de tanta excitação. Cada movimento era dolorosamente delicioso: a consciência de que qualquer pessoa que passasse poderia me ver me deixava trêmula, gemendo baixinho, mesmo enquanto tentava manter a postura e o semblante “normal” diante de quem cruzasse meu caminho.
O vento no corpo me lembrava constantemente da minha vulnerabilidade — o frio nas coxas, o toque suave nos bicos, o ar passando pela buceta aberta. E quanto mais eu andava, mais meus músculos se cansavam, mas isso só intensificava o prazer. Cada passo era uma provocação silenciosa para quem passasse por perto, e eu adorava a tensão de não poder recuar, de estar totalmente exposta, irreversível.
Alguns transeuntes olhavam de canto de olho; outros desviavam, fingindo neutralidade — mas o efeito era avassalador. A vergonha se misturava ao tesão, meu corpo reagindo involuntariamente a cada gesto, a cada olhar. Eu tocava meus bicos discretamente, sentia a buceta pulsando, a excitação ainda me dominando, e cada gemido contido se transformava em um lembrete de que eu estava escandalosamente viva.
Enquanto caminhava, comecei a sentir a intensidade do tesão se prolongando de forma quase dolorosa: eu sabia que, por estar cansada e pelos múltiplos orgasmos anteriores, cada próximo seria mais demorado para chegar, menos explosivo, mas infinitamente mais intenso por conta do tempo que eu passava me expondo, me tocando, mostrando minhas intenções escandalosas sem nenhum pudor. Cada movimento das mãos, cada ajuste nos bicos ou na buceta, prolongava o prazer, tornando minha caminhada uma extensão do espetáculo que havia começado na praça.
A cada quilômetro, o cansaço físico aumentava, mas também o êxtase da vergonha e do tesão: minhas pernas doíam, os músculos reclamavam, mas meu corpo gritava de prazer com cada balanço, cada toque inconsciente. A ideia de percorrer quinze quilômetros pelada, totalmente visível e vulnerável, alimentava meu tesão de forma incontrolável. Eu estava exausta, mas cada passo era uma oportunidade de me perder novamente na mistura de escândalo, exposição e prazer.
Finalmente, depois de longos quilômetros, comecei a sentir que precisava chegar em casa. O corpo pesado, trêmulo, os músculos doloridos, a buceta ainda pulsando, os bicos latejando, o suor frio e quente misturado — eu estava completamente exausta, mas cada passo me lembrava do quanto tinha me dado, do quanto tinha se exposto e se entregado. E mesmo cansada, sentia aquela pontada de tesão intenso, a consciência de que cada momento da caminhada tinha prolongado minha excitação e escândalo, deixando-me completamente irreversível.
Quando finalmente avistei minha casa, respirei fundo, o corpo ainda latejando de prazer e tensão, sabendo que cada passo daquela jornada — desde o Uber, a praça, os toques cínicos e a exposição escandalosa, até os quinze quilômetros de volta — tinha amplificado meu tesão de maneiras que eu jamais esqueceria. Exausta, mas completamente viva, continuei andando, saboreando cada sensação do corpo que havia se entregado sem pudor algum, sabendo que o escândalo, a vergonha e o prazer tinham se tornado inseparáveis naquele dia.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


255598 - Fiquei pelada no estacionamento do prédio. Fui descoberta. - Categoria: Confissão - Votos: 5
255511 - Me abandonaram pelada - Categoria: Confissão - Votos: 7
255327 - Como gozar usando canetas esferográficas verde e azul - Categoria: Confissão - Votos: 6
255289 - Como gozar usando uma calça e uma bolsa - Categoria: Confissão - Votos: 7
255237 - Como gozar usando uma Camisa Social e uma Moeda. - Categoria: Confissão - Votos: 4
252768 - Respondam por favor - Categoria: Exibicionismo - Votos: 10
252681 - Saio Pelada na Rua - Categoria: Exibicionismo - Votos: 8
252448 - Depois do Carnaval, fui buscar meu carro - Categoria: Exibicionismo - Votos: 8
252434 - Carnaval - Categoria: Exibicionismo - Votos: 12
252397 - Movida por Contrastes. - Categoria: Exibicionismo - Votos: 9
252202 - Setealem: A Jornada Peladona - Categoria: Exibicionismo - Votos: 6

Ficha do conto

Foto Perfil saiopeladanarua
saiopeladanarua

Nome do conto:
Peladona e longe de casa. Adorei o cinismo.

Codigo do conto:
255669

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
27/02/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0