Setealem: A Jornada Peladona

Eu estava parada no ponto de ônibus, vestida normalmente: jeans, camiseta, tênis, mochila nas costas. Aguardando meu ônibus passar.

Quando ele chegou, subi, procurando um lugar no corredor. Só havia homens dentro do ônibus; eu era a única mulher. Tudo parecia normal… até que olhei para baixo.

Meu corpo me deixou sem fôlego. Minha roupa havia desaparecido. No lugar, eu vestia uma camiseta transparente que mal cobria meu corpo, eu era a única com roupas indecentes. Por baixo, apenas minhas meias e tênis.

De repente, percebi que não era só a roupa que havia mudado. As atitudes das pessoas ao meu redor eram diferentes, e até eu mesma reagia de forma diferente. Os homens totalmente vestidos, com roupas normais, olhavam, fascinados, mas sem desejo sexual — e eu não sentia medo ou repulsa. Ao contrário: a vergonha que antes me faria perder todo o tesão agora me intensificava. Cada olhar, cada passo, cada situação me fazia soltar um micro gemido involuntário, meu corpo ardia.

Mesmo eu sentindo o instinto mais profundo, querendo sumir dali, cobrir minha nudez, eu lutava contra meus instintos e demonstrava descaradamente minha intenção de mostrar minhas partes íntimas. Meus músculos tremiam, meu coração acelerava, mas havia uma vontade quase selvagem dentro de mim de me expor cada vez mais.

Foi nesse instante que eu finalmente o vi. Tremendo, sussurrei:

"Por favor… me ajude… a ter coragem… de tirar a camiseta."

Ele se aproximou, confiante, com aquele olhar provocador que fez cada fibra do meu corpo estremecer.

"Duas peças são suficientes para você ir a qualquer lugar," disse ele. "Meias e tênis… isso é tudo que você precisa."

Meu instinto queria me impedir de tirar o pouco que restava de minhas roupas, mas o que ele disse me excitou tanto que lutei bravamente contra meus instintos, puxei a camiseta com vontade e a joguei pela janela do ônibus.

O ônibus passava por uma ponte sobre um rio. O vento agarrou a camiseta, levando-a para longe. Eu acompanhei cada movimento com os olhos arregalados: a camiseta flutuou, caiu no rio abaixo e foi arrastada pela correnteza. Não havia volta. Estava peladona, só de meias e tênis. E adorei. Cada sensação de vulnerabilidade era deliciosa, intensa e irreversível.

Ele olhou para mim e perguntou:

"Você mora perto daqui?"

"Não… estou muito longe… pelo menos uns dez quilômetros," respondi, ainda tremendo.

Ele sorriu, provocador:

"Mas não tem problema… dá para ir assim de meias e tênis para qualquer lugar."

Meu corpo vibrava com cada palavra dele. Cada músculo reagia, cada nervo pulsava. Tremendo, arqueando, me fazendo soltar micro gemidos involuntários, cada olhar silencioso dos homens totalmente vestidos, com roupas normais, amplificava meu calor. Cada movimento meu era um ato de entrega completa.

O prazer cresceu até se tornar avassalador. Arqueei o corpo, gemendo alto, cada músculo pulsando com êxtase. Meu corpo inteiro parecia dançar sozinho, tremendo, arqueando, reagindo ao toque dele, ao cinismo e à exposição absoluta. Eu estava entregue à vergonha, ao desejo e à vulnerabilidade.

Quando o ônibus finalmente parou, ele se afastou, descendo para o mundo real. Eu saí, pisando firme, peladona, só de meias e tênis, sem saber como me vestir. O frio da brisa bateu na minha pele, fazendo cada músculo estremecer. Depois que gozei, só sobraram vergonha, culpa e arrependimento, sem a proteção do tesão, e isso fez eu sentir minha nudez muito mais intensamente. Estranhamente, essa percepção acabou fazendo meu corpo recuperar o tesão, embora não tão rápido, de maneira intensa, sólida e consistente, percorrendo cada fibra do meu corpo enquanto eu caminhava, expondo-me cada vez mais.

Não havia mais ônibus. Sem bolsa, sem dinheiro, sem nada. A distância era de dez quilômetros. Cada passo percorria ruas, calçadas e praças, lembrando-me de minha vulnerabilidade, mas provocando prazer contínuo e irreversível.

Enquanto caminhava, senti algo estranho na minha meia: a chave de minha casa havia parado ali, pressionando levemente contra a sola do pé. O toque frio do metal percorreu cada nervo, provocando tremores e mais excitação. Cada quilômetro percorrido aumentava minha vulnerabilidade, mas também meu prazer, a vergonha e o tesão se misturando a cada passo, cada olhar, cada sensação de vento na minha pele.

A caminho do shopping, decidi que queria me desafiar, me exibir totalmente, sentir cada olhar curioso, cada reação silenciosa das pessoas. Caminhei pelas ruas, passos firmes, quadril balançando, me expondo completamente à cidade. Cada passo fazia minhas tetas balançarem e meus bicos endurecerem, ficando mais visíveis ainda, e isso me envergonhava imensamente. Além disso, sentia minha lubrificação escorrer pela minha buceta, que fazia barulhos enxarcados com minha siririca, denunciando toda minha indecente intenção aos meus observadores. Cada movimento lembrava que eu estava peladona, reforçando a hiper consciência da minha nudez e ativando intensamente meu tesão. Meus pés estavam apenas de meias e tênis, reforçando para todos os observadores minha intenção de estar pelada, enquanto cada frio da brisa e o toque do chão sob os tênis faziam meu corpo estremecer e gemer, misturando vergonha e excitação de maneira avassaladora.

Chegando ao shopping, caminhei pelos corredores, explorando cada vitrine, cada escada, sentindo o contraste do ar frio com o calor que subia pelo meu corpo. Cada olhar silencioso fazia meu corpo reagir involuntariamente: arqueios, tremores, micro gemidos. Depois fui ao mercado, apenas para desfilar, sem bolsa, sem dinheiro, sem roupas, só de meias e tênis. Cada passo, cada movimento de quadril, cada toque do pé no chão, provocava novas ondas de prazer.

Mesmo enquanto percorria os dez quilômetros de volta, o prazer surgia e reaparecia várias vezes. Cada arqueio, cada micro gemido, cada tremor, cada sensação de frio ou vento na pele aumentava minha excitação. E no fundo da minha mente, podia ouvir a voz dele, mesmo ele tendo desaparecido no mundo real:

"Como aquela mulher vai fazer para ir pelada para casa?"

E eu, sentindo vergonha, culpa e tesão, respondi silenciosa, excitada:

"Não se preocupe… vou adorar."

Finalmente, cheguei à porta da versão de minha casa em Setealem, peladona, só de meias e tênis, com a chave ainda na meia. Cada passo que me trouxe até ali estava gravado em meu corpo. Setealem não era apenas um lugar — era um estado de entrega total, onde a vergonha se misturava ao prazer, a exposição se transformava em libertação, e até a culpa despertava tesão.

Tremendo, abri a porta e fui direto para o meu guarda-roupa, esperando me vestir novamente. Mas quando abri, meu coração disparou: não havia roupas normais. Todas as peças estavam preparadas para o exibicionismo. Transparências, tecidos de arrastão, aberturas bem na buceta e nos seios, nenhum sutiã ou calcinha. Meu corpo inteiro reagiu imediatamente.

No início pensei que isso fosse normal para todas as mulheres daquela dimensão — mas eu já havia passado por várias lojas, observado mulheres normais, comportadas, comprando roupas normais. Não, isso era só para mim. A realidade de Setealem se infiltrava em cada detalhe da minha vida, e mesmo a roupa que deveria me proteger agora parecia destinada a expor cada centímetro do meu corpo, aumentando minha vulnerabilidade, excitando-me de forma intensa e irreversível.

Decidi então que nunca mais eu compraria roupas em nenhuma loja normal, só compraria roupas de sexshop extremamente ousadas e exibicionistas.

Eu estava presa nesse mundo, peladona, excitada novamente, consciente de que isso agora fazia parte de mim para sempre. Cada tremor, arqueio e micro gemido ainda vibrava em minha pele. Cada sensação era irreversível, cada instante de vulnerabilidade e prazer se fundindo, criando uma experiência ultra sensorial e inesquecível.


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Ficha do conto

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saiopeladanarua

Nome do conto:
Setealem: A Jornada Peladona

Codigo do conto:
252202

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
15/01/2026

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