Na hora de vestir, decidi ousar ainda mais: sem sutiã. Coloquei uma moeda no bolso para sentir o geladinho da moeda tocando meu bico. O frio da moeda no bolso foi minha companhia, e enquanto caminhava até o Habib’s, minhas tetas balançando faziam a moeda roçar no meu bico, e minha buceta já começava a ficar molhadinha. Cada passo era uma mistura de vergonha, excitação e safadeza, enquanto eu sorria de forma quase inconsciente, imaginando o que poderia acontecer.
Chegando lá, pedi apenas uma esfirra. Mas na hora de pagar, a ideia mais perigosa me atravessou: dar a moeda ao garçon que estava atrás do balcão, e deixar que ele tocasse meu bico. Meu coração disparou, e a adrenalina tornou a situação ainda mais intensa. Ele pegou a moeda, e imediatamente senti o toque direto no meu bico. Um gemido escapou, meu rosto queimou de vergonha e excitação ao mesmo tempo, e o olhar dele, paralisado, só aumentou minha percepção de OON psicológico absoluto. Quase gozei ali mesmo, mas sabia que precisava sair antes que qualquer outro gesto transformasse a situação em algo ainda mais intenso.
Saí correndo do Habib’s, antes que o garçon "descongelasse" kkkkkkkkkk ainda lembrando do toque da ponta dos dedos dele em meu bico, rindo sozinha, tentando controlar a respiração e a excitação que fervilhava por dentro. Meu bico estava duro e enrugado como uma pedra, e minha buceta molhadinha. Fui descoberta.
Enquanto corria de volta para casa, imaginava a siririca que me esperava, sabendo que tudo que fiz até ali tinha sido perfeitamente planejado, irreversível e deliciosamente provocativo. Cada passo, cada movimento, cada sensação reforçava meu tesão: a vergonha, a provocação, a irreversibilidade e a autoconsciência extrema, tudo misturado em uma aventura que ainda hoje me faz sorrir só de lembrar.
Ahhh eu sugiro continuar a contar a siririca desse dia ...