QUARENTENA
Nunca Carla poderia prever que o isolamento a que foi sujeita devido ao coronavírus iria modificar a sua vida …
A escola do seu filho tinha fechado e como não tinha mais ninguém para tomar conta dele acabou por ficar em casa. Com receio de sair á rua nesse dia decidiu encomendar comida.
Enquanto a refeição não chega, vai ao quarto do filho e vendo-o a jogar Playstation fecha a porta do quarto, sabia que ele ficaria por ali durante horas entretido e assim veste o seu velho fato de treino e começa a limpar a casa.
: -Realmente preciso de fazer mais exercício, estas calças já não me servem. Comenta com ela própria.
Vai trocar de roupa, recorda que toda a sua roupa velha fora deitada fora na última limpeza, mas como estava sozinha com o filho, desenrascada como sempre fica só de cuequinha mais uma velha t-shirt continuando assim a limpeza da casa.
Absorvida nas limpezas ouve o toque da campainha mas ignora-o até se torna repetitivo e nessa altura lembra-se da refeição que tinha encomendado. Larga a esfregona rapidamente fazendo-a cair sobre o balde derramando toda a água no chão da casa de banho, corre para a porta e instintivamente abre a porta esquecendo-se dos trajes menores que trazia consigo.
Carla só se lembra mesmo que estava de cuequinha quando viu a cara de espanto e de surpresa do entregador de comida.
Atrapalhada pede ao homem que leve as caixas para a cozinha enquanto corre para o seu quarto a fim de se vestir….
Tufão estava atordoado com aquela receção, Uma deusa de cuequinha com um papinho bem saliente no meio da sua cuequinha e um top somente a tapar os seios, notando-se os bicos salientes… via agora Carla a fugir para o quarto deixando para trás a visão de uma bunda redondinha tapada por um fio dental reduzido.
Entra e procura a cozinha deixando o saco em cima da mesa e aguarda a chegada dela, na sua cabeça vagueia a imagem das nádegas dela a afastarem-se…
Carla no quarto passa por diversos estados de espírito, aquela situação faz ela passar de envergonhada a incrédula, de divertida até excitada por recordar o olhar de desejo daquele homem ao vê-la assim. Veste com dificuldade as velhas calças de treino e quando vai tirar a t-shirt para trocar por uma camisola, pára e lembrando-se do olhar daquele homem decide ir mesmo assim.
Quando Carla chega á cozinha dá com Tufão a olhar para ela como um louco, mas ao mesmo tempo atrapalhado, baixava os olhos, de seguida olhava para ela com desejo e baixava-os novamente atrapalhado.
Carla entrega o cartão de multibanco para pagar, mas Tufão estava tão nervoso que não conseguia passar o cartão, o código baralhava-se no seu cérebro com a imagem dela em calcinhas, embaraçado dizia que o problema era da máquina, inconscientemente mexia no seu pau… para ela ver aquele homem másculo atrapalhado pela sua presença deixava-a divertida, mas ao mesmo tempo excitada. Aproxima-se dele e procura ajudá-lo com o cartão, mas essa aproximação faz com que Tufão repare ainda mais nos seus seios deixando escapar um … “Meu Deus”
O olhar fixo de desejo dele juntamente com o calor do seu corpo perto do dela faziam Carla sentir a sua bucetinha começar a pegar fogo … Carla larga a máquina e vai até á mesa agarrando o saco da comida e sem querer curva-se de costas deixando o seu lindo traseiro naquelas calças justinhas bem perto do olhar dele. Tufão arregalava os olhos, engolia em seco e sentia seu pau cada vez maior dentro das suas calças, mal ele sabia que nesta altura era Carla que estava louca por sentir o seu caralho enfiado na sua buceta, a esta altura já Carla estava mais que húmida...
Tufão apesar de receoso, num ato de loucura agarra-a e começa a deslizar as suas mãos pelo corpo dela, beija-a no pescoço, na nuca, nas orelhas, fazendo-a
enlouquecer...
-Pára, o meu filho está no quarto …. Implora ela sem muita convicção.
Tufão estava louco, neste momento nada ouvia, todos os seus sentidos estavam atordoados pelo desejo que tinha por aquela mulher…. Num gesto rápido arrancou a velha calça de treino e deitando-a no chão da cozinha começa a lamber, a chupar todo o seu corpo…
Carla tentou debater-se, mas a sua mente também estava turva, aquela língua deslizando na sua pele fazia-a arrepiar-se toda e o desejo de ter aquele homem dentro de si cada vez era maior. Sente a boca dele aproximar-se do seu ninho de prazer, sente ele mordiscar por cima da calcinha e vai ficando cada vez mais ensopada…. estava louca para sentir a carne quente daquele homem dentro dela.
Tufão arranca a sua calcinha e começa a chupar, a lamber os seus lábios vaginais, o seu clitóris, o seu buraquinho…Carla sente o corpo cada vez mais quente, todo ele se arrepia e estremece por dentro, implora agora para que ele não pare…
A boca de Tufão não parava e a sua língua percorria todos os detalhes da sua coninha, o líquido dela misturava-se com a saliva dele formando um aroma do qual ele não conseguia resistir chupando ainda com mais desejo. Carla agarrava a cabeça dele e ia sentindo o seu corpo a estremecer e esquentando cada vez mais … sente pequenos choques agradáveis dentro dele, aperta as pernas quase asfixiando-o e nuns repetidos gemidos sente-se a vir para a boca dele.
Tufão desaperta as calças num ato de desespero, o seu caralho mal cabia nas suas calças de tanto duro e ereto que estava, ela abocanha-o, sente a cabecinha dele deslizar entre a sua boca e de seguida engole ele todo até ter ela toda preenchida… Ele geme excitando-a ainda mais, Carla agarra o pau com as mãos e á medida que o vai punhetando, a sua boca entra num vai e vem tirando ele para fora e metendo-o para dentro até á garganta ficando quase com falta de ar.
A loucura e desejo apoderou-se de ambos, Tufão tira o seu caralho duro e já melado da boca dela, empurra-a para o chão e deita-se sobre ela penetrando-a de seguida de forma animalesca. Carla sente a sua buceta abrir e aquele mastro grosso invadi-la, dá um grito mais alto do que gostaria, afinal o seu filho estava em casa, mas o calor e os arrepios que vinham do seu interior deixavam-na atordoada e fora de si.
: -Vai, fode-me…sou toda tua…Isso, não pares…faz o que quiseres comigo… implorava ela entre gemidos e frases soltas.
Tufão estava perdido num mundo de prazer, aquelas palavras deixavam-no num estado selvagem e ao mesmo tempo que afundava o seu caralho naquele buraquinho quente e melado chupava os peitos dela com força parecendo querer devorá-los, Carla apertava e cravava as suas unhas na bunda dele fazendo força contra a sua cintura, queria sentir aquele pau delicioso bem lá no fundo ….
Tufão começa a sentir o seu corpo a chegar ao limite e sente-se a vir, mas não queria acabar já aquele momento único, tira o seu membro para desespero dela e pede-lhe para se virar deixando-a com a bunda deliciosa virada para ele. Agarra-a e ao mesmo tempo que esfrega o seu clitóris com a mão, com a língua lambe o buraquinho do seu cúzinho…
: -Tás louco, assim não. Reclama ela.
Apesar de reclamar, o corpo dela estremeceu ao sentir aquela língua quente e húmida no sítio proibido, o seu clitóris esquentava e o seu buraquinho dava-lhe agora sensações únicas, impossíveis de descrever. Nunca pensou que um dia aquele buraquinho a deixasse num estado de transe pura…Geme e entra em delírio quando a boca de Tufão desce novamente para o clitóris e sente o seu cuzinho ser penetrado por um dedo…
: -Aiii , que bom … vou-me vir outra vez … faz mais rápido … Uiiiii
Carla estava desnorteada, aquela língua chupando o seu clitóris e aquele dedo entrando e saindo do seu cuzinho dava-lhe ainda mais prazer, em segundos o seu corpo entra em espasmos e ela goza uma vez mais
: - Humm…estou-me a vir… Uiii tão bom ….
Antes mesmo que ela recuperasse Tufão voltou a chupá-la, enfiou a sua língua no seu ânus, Carla voltava a gemer…
: -Sabes mesmo como enlouquecer uma mulher…
Nesse momento todo o buraquinho dela se abriu de desejo para sentir a cabecinha do membro dele invadir o seu cuzinho
: -Aiii… devagar…
Grita ela de dor, mas logo a dor foi-se transformando em tesão, Tufão metia ele devagar no seu cu apertadinho. Carla nunca tinha tido sexo anal e para ela era uma surpresa sentir aquele membro desbravar o túnel do seu cu dando-lhe um prazer enorme. Ondas de calor começaram a tomar conta de seu corpo á medida que Tufão ia enchendo e vazando o seu cuzinho com o seu caralho delicioso….
Ouve ele a gemer, o seu pau acelerando cada vez mais dentro do seu cuzinho e por fim sente as bolas dele esborrachando-se nas suas nádegas e a cabecinha bem no fundo do seu corpo. Carla quase tem uma sensação de desmaio quando Tufão enterra bem fundo nela e de dentro do seu membro saí uma quantidade de esporra que o enche todo…
deixa-se cair para a frente e durante uns momentos ficam os dois unidos pelas suas fontes de prazer.
Por fim despedem-se com um sorriso e Carla chama o seu filho para o almoço e volta ao seu estado de quarentena.