O quarto estava imerso numa penumbra amarela, apenas o suficiente para iluminar o momento que Clara tanto temia e desejava. Ela era minúscula diante dele, a cabeça mal alcançando o ombro dele, e a insegurança a fazia cruzar os braços sobre o peito, tentando esconder os seios pequenos que ela sempre considerou insuficientes e desinteressantes. Quando ele a conduziu para o quarto, o coração dela disparou contra as costelas, não apenas pela antecipação do ato, mas pelo medo paralisante da rejeição naquele momento de intimidade crua. O ar estava pesado, denso, cheirando a perfume barato e o aroma inconfundível de desejo masculino que emanava dele em ondas. — Eu... eu avisei que são pequeninos, sussurrou ela, a voz trêmula e baixa, desviando o olhar enquanto as pontas dos dedos dele traçavam lentamente a espinha dela, deixando um rastro de eletricidade e arrepios na pele. Ele não parou. Pelo contrário, a mão dele desceu e afastou os braços dela com firmeza, mas sem força bruta, expondo os seios lisos e pálidos à luz fraca. — São perfeitos, resmungou ele contra a pele do pescoço dela, antes de descer os lábios e morder suavemente um dos bicos duros, fazendo um gemido incontrolável escapar dos lábios dela. A vergonha dela derreteu diante da voracidade dele; ele não queria uma musa de revista, queria aquela carne quente, viva e real. Clara sentiu o zíper descer com um zumbido áspero e o peso do jeans dele cair no chão com um baque surdo. Quando a roupa interior baixou, a respiração dela prendeu na garganta, seca e ofegante, enquanto seus olhos se arregalavam. O membro dele saltou livre, pesado e imponente, batendo no abdômen duro com um som úmido e carnudo. Era uma obra-prima bruta de virilidade, grosso como o pulso dela e tão longo que ela duvidou que coubesse inteiro dentro dela. A carne era escura, quente e radiante, atravessada por veias azuis e pulsantes que pareciam ter vida própria, bombeando sangue freneticamente para aquela torre de poder ereto e ameaçador que pulsava em ritmo acelerado. Ela não conseguiu desviar os olhos, completamente hipnotizada pela visão daquela imponência deliciosa. Os testículos dele pendiam abaixo, enormes e cheios, parecendo pesados com a carga acumulada, prontas para explodir a qualquer momento. Clara sentiu a abertura escorrer, molhando a calcinha que ela ainda vestia, enquanto admirava a potência daquele membro gigante. Era duro, firme, cheio de veias saltadas e absolutamente pronto para o ato. A visão daquele membro imponente fez com que ela se sentisse ao mesmo tempo intimidada e desesperadamente faminta por ser esticada, dominada e preenchida por ele até o limite, sentindo cada centímetro daquela vara quente envolvendo seu prazer.
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