Sob a chuva, num quarto de hotel, ela e ele
testam os limites do desejo. Entre risadas e
suspiros, uma camisinha comum não
resiste, revelando segredos íntimos. O
prazer explode em beijos e confissões de
amor, unindo-os além da pele.
A chuva batia suavemente contra o vidro da janela do quarto do hotel, criando uma trilha sonora perfeita para a
noite que se desenhava. Eles sabiam que aquele momento, anos no futuro, seria uma memória vívida de sua
conexão. Ela estava deitada sobre a cama branca, o cabelo espalhado pelo travesseiro, observando-o enquanto
ele despia a camisa.
— Você trouxe a proteção? — perguntou ela, com um sorriso malicioso nos lábios, enquanto os olhos
percorriam o torso dele.
Ele tirou um pequeno pacote do bolso da calça e jogou sobre o lençol.
— Trouxe. A extra grande, como sempre — respondeu, com aquele ar de confiança que a fazia sorrir.
Ela soltou uma risada alta, pegando a própria bolsa de noite e retirando um envelope quadrado.
— Exagerado do seu membro, amor. Eu trouxe uma comum, vai dar conta do recado perfeitamente.
Ele inclinou-se sobre a cama, aproximando o rosto do dela e sussurrou: — Tudo bem. Leve a sua. Tenta botar a
sua primeiro. Se não servir, aí a gente usa a minha.
Ela aceitou o desafio, sentando-se na cama e fazendo um gesto para que ele se aproximasse. O membro dele já
estava duro, pulsando com a antecipação. Ela abriu a embalagem da camisinha comum e tentou desenrolar o
látex sobre a glande. O material esticou ao máximo, mas recusou-se a descer pela haste espessa. Ela puxou mais,
mas o anel apertado travou, parecendo que ia estourar a qualquer segundo, incomodando a pele sensível dele.
Ela parou, olhando para a dificuldade óbvia e sentindo o calor subir no rosto.
— Nossa... você tinha razão — admitiu ela, largando a camisinha pequena no colo.
Sem perder tempo, ela pegou o pacote que ele havia trazido. O extra grande deslizou suavemente, cobrindo
cada centímetro da ereção dele sem oferecer resistência, ajustando-se perfeitamente como se fosse uma
segunda pele.
Ele a puxou para si, posicionando-se entre as pernas dela. Com cuidado, ele guiou a ponta até a entrada da
Abertura dela, que já estava molhada e latejando. O movimento inicial foi lento, permitindo que ela sentisse cada
veia e a espessura invadindo seu canal estreito. Ela suspirou, as unhas cravando nos ombros dele enquanto ele a
preenchia por completo. O ritmo foi aumentando, com ele bombeando fundo e devagar, roçando no ponto que
a fazia tremer.
A respiração ofegante preenchia o quarto, misturada aos sons da chuva lá fora. O prazer era intenso, uma
montanha-russa de sensações físicas e emocionais. Antes que o clímax os consumisse, ele se afastou por um
instante. Ela entendeu o desejo dele imediatamente, inclinando-se para pegar o membro dele com a boca. Ela
chupou com vontade, sentindo o gosto do látex misturado ao sabor dele, enquanto ele gemia alto.
Com um gemido profundo, ele soltou tudo na boca dela, o corpo retesando-se no ar. Ela engoliu tudo,
mantendo o olhar fixo nele. Ele puxou-a para cima, envolvendo-a em um abraço apertado.
— Te amo — murmurou ele, ainda ofegante, beijando a testa dela.
— Eu também te amo — respondeu ela, aninhando a cabeça no peito dele.