Na luz suave do quarto,
ele a tomou nos braços,
com carinho no olhar
e desejo em cada abraço.
— “Eu quero você perto de mim.”
— “Então não me solte”, ela sorriu.
O membro revelava o desejo,
mas eram o afeto e o amor
que conduziam cada movimento.
A entrada dela parecia guardar
o segredo daquela noite.
Beijos, suspiros, pele e calor,
dois corações perdidos no mesmo ritmo.
E, entre promessas sussurradas,
eles se entregaram profundamente,
intensamente, sem pressa.
— “Eu te amo.”
— “E eu amo quando estamos assim.”
Naquela noite,
não havia apenas desejo:
havia ternura, paixão
e dois amantes se encontrando
por inteiro.
homemdevermelho