Tudo aconteceu quando conheci Ana filha de uma das amantes de meu pai.
Na época morávamos em uma casa simples de um conjunto habitacional.
A casa tinha dois quartos: sendo, um de casal e em de solteiro, um banheiro e uma sala. Conjugada com a cozinha.
Quando Rita veio morar conosco trazendo a filha eu e Ana tivemos que dividir o mesmo quarto, que só cabia um guarda roupas e as duas camas de solteiro que sobrava apenas menos de meio metro entre elas ou seja, era quase uma cama de casal dividida.
Nessa época eu tinha 18 e Ana tinha entre 10 e 11, pra a mim isso foi ótimo pois como era um tremendo punheteiro, teria uma mulher real pra masturbar além de tentar comer ela.
Nessa época meu pai tinha entre 30 e trinta cinco anos.
Estava no pico do apetite sexual, e isso também me rendeu muitas punhetas.
Rita era mais nova e se fosse igual a filha era daquelas falsa magra, pois Ana era magra da bunda bem arrebitada e da buceta carnuda, tipo capô de Fusca, e seios do tamanho de duas azeitonas rosadas.
Na primeira noite já me preparei pra bater uma, Ana dormiu cedo; faço aqui uma observação os quartos não tinham portas , apenas cortinas e Rita decidiu que o quarto de solteiro permaneceria a noite toda com as luzes acessas " acho que ela tinha premonição" kkkkkkk.
Cedo da noite já ouvi o barulhinho vindo do quarto do meu país, olhei pra Ana e vi que já dormia a" acho que na cidade onde viviam dormiam no máximo as nove da noite".
Ouvi então a famosa frase, aí não, eu nunca dei a bunda. Nessa hora eu já estava deitado na porta do quarto de casal debaixo da cortina.
Não via nada pois todas as luzes estavam apagadas exceto a do meu quarto.
Mas pra um punheteiro o importante não é ver e sim ouvir.
Rita era meia trancada nos gemidos e no sexo, acho que nunca tinha pego um homem que fazia sexo de verdade.
Os gemidos e falas eram extremamente baixos, mas para mim o suficiente.
Pois ouvia ela falando, que era mais grosso e que ela não estava acostumada a fazer sexo por muito tempo.
Enquanto isso a cama rangia em ritmo e alto, anunciando que papai socava forte nela que só emitia: aaaaiiii, huuuuuiiiii, devagarrrrrrr, calma.
Até que finalmente o velho resolveu comer o cu dela nisso ouso ela falar que iria a. Meu quarto ver se eu e Ana estávamos dormindo mesmo.
Imediatamente me arrastei de volta pra minha cama.
Como eu tinha o mal costume de dormir nu virei de bruços e senti ela me cobrindo, porém Ana também tinha costumes.
Ela dormia com apenas um longo baby Doll daquelas de renda totalmente transparente e não usava nada, eu digo o nada por baixo.
Depois que Rita saiu vi que Ana continuava do mesmo jeito.
Rita voltou pro quarto parece que naquele dia meu pai tava tarado pelo cuzinho da Rita pois foi a cava ranger e e eu ouvir: casaalllmaaaa, tá doendo muito vai devagar por favor.
Você sabe que nunca fiz isso, haaaaaaaaaaaaaa dói demais.
Acho que ele não deixou nem ela acostumar pois após aos lamentos um grito acompanhado por um choro contido deram lugar ao barulho forte da cama ranger e as súplicas de dor e por mais de meia hora Ana agonizou com a rola no cu dela que que finalmente ouço ele dizer que estava gozando e calmamente os barulhos cessam e o silêncio reina.
A tenção foi tanta que não tive tempo de bater um, então esperei novamente ele retirando o baby Doll de Ana me delicio com aquela linda e intocável buceta e também o intocado cuzinho dela.
Como tá a primeira vez bati uma punheta chupando aquela bucetinha linda. Fazendo questão de guardar um pouquinho de gala pra jogar bem na. Testa daquela bucetinha marcando território.