Enrabada pelo amigo do corno



Tudo aconteceu de um jeito inconsequente, me fazendo perder totalmente o controle da situação.
Meu nome é Anabela, tenho 40anos, sou casada e sempre fui respeitada por todos da cidade onde moramos.
O detalhe é que Manuel adora arrombar a minha rata deixando-a lambuzada e bem leitada. Mas o destaque fica por insinuações de Manuel   Que deveríamos criar um onlyfans ou gravar vídeos com as nossas aventuras
Eu nunca disse que não, também nunca disse que sim. Entretanto, manuel insistia conversar sobre receber grandiosos cornos e assim as fantasias de infidelidades alimentavam nossas noites ardentes de sexo.
Portanto, irei relatar de como passei de dama na sociedade a casada puta do bairro.
Então vamos ao que interessa...
Na rua em frente à minha casa, aconteceriam as festas de São João, organizadas pelos moradores, e o Manuel colaboraria com, pães doces. Eu fiquei incumbida de fazer as roscas doces em nossa casa. No entanto, o fato de as roscas serem feitas em casa foi o primeiro passo para o Manuel se tornar corno. Digo isso porque ele tem um amigo chamado Pedro, que vem muito aqui em casa.
Eu já tinha reclamado sobre Pedro ficar me olhando. Mas Manuel não fez nada. Então se o homem da casa nada faz a respeito, passei a “desfilar” para Pedro usando blusas sem sutiã e calções curtos.
Porém, eu achei que meus atos de rebeldias não passariam disso. Mas, o problema é que as safadezas moram nos detalhes.

Naquela bendita manhã Manuel ligou, perguntando como estava a preparação das roscas. Antes de responder, Manuel mudou de assunto, falando que Pedro e a esposa viriam aqui em casa para me ajudar. Quando Manuel disse isso, será que ele imaginou que o amigo dele seria o primeiro homem de uma imensa fila a provar da minha rosquinha de couro?
Após desligar o telefone, tomei um banho, vesti uma cueca e um top rosa e fui descalça em direção a cozinha para o preparo das rosquinhas e não me preocupei com a chegada do Pedro e da esposa, pois mesmo a porta estando destrancada, pois tocariam à campainha de forma que eu teria tempo pra me vesti adequadamente.
Eu estava distraída quando fui agarrada por trás. Vi pelo espelho da cozinha que era Pedro.
Tentei me soltar, enquanto ele falava para eu ter calma.
– Pare, senão contarei ao meu marido. – tentei falar.
Mas Pedro afirmou que foderia a minha rata e ninguém saberia, pois ele havia trancado a porta e a sua mulher havia ficado na festa.
– Sossega Anabela , pois você deve ter engolido muito pau, - Pedro afirmou enquanto acariciava minha rata.
Não tive tempo para respostas agressivas, pois Pedro abriu o zíper da calça, botando seu pau comprido e grosso para fora e, em seguida, puxou minha calcinha até os joelhos e me carregou até a pia, onde eu fiquei sentada de pernas meio abertas.
Eu poderia ter gritado, mas as coisas que eu ouvia não eram na base dos gritos e sim sussurros em meus ouvidos.
– Deixa eu foder sua rata? Vai? Eu meto tudo e encho-te de leite.
– Não posso, a rata é só do meu marido. – falei mansamente.
Mas Pedro caiu de boca na minha rata , tentei fechar as pernas, mas parei ao ser atingida pela sua língua quente e molhada rodeando meu clitóris, meu nervosismo deu lugar a um tesão inesperado e deixei ele saborear o sabor de minha rata.
– Vai Anabela, abre as pernas. – Pedro tentou afastar minhas coxas e nesse ato a calcinha escorregou de meus joelhos.
Meu marido sempre insistiu em ser corno, mas há diferenças impactantes entre fantasias de cama e realidades.
Mas como nada fiz para cooperar. Pedro levantou meu corpo da pia e afobadamente meteu dando leves estocadas, me excitando e lubrificando a entrada da rata e logo o pau se alojou nas profundezas de minha rata. Confesso que gostei da penetração. No entanto, tentei esconder que queria mais daquilo. Ele socou por uns dois minutos e sem dizer nada, me virou e pôs minhas mãos na pia e seu ato seguinte soou como ordens
– Abra esse rabo e mostre a puta safada que existe em você, deixe que eu veja o furinho de seu cuzinho se contraindo e relaxando, pois já bati centenas de punhetas pesando na cena do cuzinho.
– Não, eu não sou puta, reclamei.
– Obedece sim, hoje sou teu macho e só saiu daqui depois de comer seu cuzinho.
Apesar das palavras autoritárias, ele nem por um momento tentou me agredir fisicamente.
– Tá bom, eu rebolo e contraio as pregas, mas só um pouquinho – sussurrei de forma submissa .
Mas ao mesmo entre minha submissão, fiz doce afirmando que era errado eu colaborar e que meu marido podia chegar do trabalho e descobrir que eu estava fodendo com o amigo dele e coisa e tal…
– Não há nada de errado em sexo vaginal e anal entre amigos.
– Como não? Eu sou casada.
Dito isso, Pedro me deu a opção de colaborar e seria tudo rapidinho. Afirmei ser uma mulher de respeito. Mas também afirmei que deixaria ele ver minhas delineadas pregas, com uma condição, de ele não introduzir o dedo e só meter o pau na buceta e eu nada contaria ao meu marido.
– E nem vai falar pra minha mulher?
– É claro que não. Mas que fique registrado, sou mulher de respeito e só faço isso porque você me obriga – falei em bom tom.
Então arrebitei bem meu rabo q e dei fortes contrações, abrindo e fechando as delineadas pregas do cuzinho.
Apesar do meu cinismo, de mulher de respeito eu não tinha nada. Eu agi como prostituta barata de esquina. De forma que aumentei a velocidade das contrações e aberturas anais, como que insinuado penetrações de um grande e suculento pau.
–Caralho Anabela, que cuzinho, abre e fecha, abre pra eu ver esse túnel lindo – Pedro falava grosseiramente sem parar.
Evidente que abri o máximo e, após suaves piscadas de cuzinho, minha ação de puta profissional estava completa, Pedro abriu o máximo minhas nádegas e meteu ainda mais forte, alargando meus lábios vaginais, deixando minha rata completamente aberta.
– Rebola no meu pau, caralho Anabela, nunca vi uma mulher tão vagabunda com pregas tão lindas como você, vai rebola, rebola – Pedro dizia desesperadamente.
– Certo. Eu rebolo só pra me livrar de você – menti descaradamente, pois qual seria a graça em trair meu marido e não rebolar no pau do macho?
Depois de um tempo rebolando, ficou nítido o barulho de chec, chec e chec, chec, tamanha a quantidade de meu gozo enchendo minha própria rata e lubrificando seu viril cacetão.
– Acabou? – perguntei, pensando que ele havia gozado.
– Gozar? Eu quero gozar nas profundezas desse rabinho guloso.
Ele tirou da minha rata e me levou para sala.
– Não, no cuzinho não – tentei alegar que nosso acordo era outro e que ia doer…
– Vai, por favor, eu nunca vi uma mulher abri o orifício anal como você faz.
– Mas vai doer...
– Deixa eu meter tudo no seu cuzinho. Eu prometo que meto devagar.
– Mas vai doer...
Ele viu meu semblante de preocupação, mas ele me acalmou com a afirmando que dava tempo e ninguém saberia.
Mas o que me levou a querer ser a puta do sexo anal, foi minha sutil observação que meu anel de casada reluzia entre meus dedos.
Essa percepção reluzente agiu como mensagem subliminar em minha mente, me atiçando a oferecer o buraco do
Meu rabo para ele. O meu lado vagabunda foi ativado e permitir ser levada até o sofá, fui rebolando como uma mulher que sente prazer em colocar chifres no marido.
Fiquei de joelhos no sofá, apoiada no encosto e empinei meu rabo.
– Tá bom Pedro, então mete logo no meu cuzinho que eu de ajudo.
– Co… Como é? – ele parecia não acreditar.
– Sem problemas – Falei de forma decidida – Sou uma puta. O prazer do sexo anal tanto é homem quando em mulher é ter o anelado lambido, arrombado e melado com grandes quantidades de leitinho pastoso.
A minha promiscuidade estava explicita. Eu dava carta branca para o amigo de meu marido me enrabar.
Pedro abriu minhas nádegas e sua língua ferina tocou meu orifício. De minha parte, aprendi vendo vídeos pornôs que é preciso relaxar as pregas, de forma que elas se abrem espontaneamente, permitindo a língua ou até mesmo dois imensos paus penetrarem Nas profundezas de qualquer cuzinho.
Mas apesar das preliminares, eu sabia que faltava algo.
– Espere, deixe eu ajudar – falei, cuspindo no dedo indicador e enfiando primeiro um e depois dois dedos dentro de meu orifício anal.
Meu trabalho libertino estava sendo feito com entradas e saídas de meus dedos, mas ainda faltava Pedro executar o papel de macho fodedor de pregas.
Tirei o dedo do ânus, Pedro posicionou sua pica comprida e grossa e forçou a entrada e meu cuzinho foi se abrindo como uma flor.
Meu cuzinho antes apertada foi dilatando, permitindo que o pau entrasse lentamente.
– O que falta pra você meter mais forte seu pau dentro do meu cuzinho? – falei com raiva
– Poxa, minha mulher não é assim – ele afirmou tristemente.
– Ora, deixe de tolices. Sua mulher é uma vagabunda. Mulher que é mulher seja gorda ou magrinha aguenta qualquer pau no cuzinho dela.

Vejamos leitores, o Pedro entra em minha casa e fica nessa tristeza de ficar falando que a mulher dele não aguenta pau no cu? Bem, de qualquer forma.
Eu entreguei meu corpo sem me importar com o futuro. Eu implorava para ele socar mais forte. Eu contraia meu anel apertando o cabo grosso do seu pau, gozei enfiando os dedos na rata enquanto rebolava meu rabo. Só então Pedro gozou enchendo as profundezas de meu cuzinho com seu leite grosso e pastoso.
De repente, bateu o arrependimento. Não havia mais volta, eu havia sido enrabada pelo amigo de meu marido. Eu corri para o banheiro, liguei o chuveiro e sentei no chão do box. Fiquei pensando na loucura que havia acabado de fazer.
Quando percebi, Pedro parado na minha frente com o pau semi duro. Eu podia ver fios grossos de espermas pendendo da cabeça do pênis.
– O que você quer? Você comeu a bunda da mulher de seu amigo e não está satisfeito? Porque não vai logo embora? – perguntei um pouco enraivecida.
Ele se aproximou e acariciou meus cabelos – Não fique brava, sempre achei que você era uma chupadora de pau das boas.
Entendi que ele se desviou do assunto, mas sua afirmação carinhosa quebrou minha resistência. Além disso, ele estava certo, sou uma chupadora de pau das boas. Eu parei de hesitar e segurei aquele pau enorme e estendi a língua para sorver o precioso líquido. Eu o ensaboei e depois o deixei foder minha boca por vários minutos enquanto esperava ansiosa para ele enchesse minha boca de leitinho.
No entanto, um pouco ante dele gozar, olhei para ele e perguntei se tudo ficaria entre nós.
– Sim, prometo nunca contar.
Sei que minha pergunta era uma tola formalidade, mas fiquei feliz com sua confirmação.
Após essas palavras, abri a boca e coloquei minhas mãos em suas coxas para manter distância correta.
Eu assisti hipnotizada quando seu pau disparou jatos de espermas, cobrindo meus cabelos, faces, sobrancelhas, olhos, mamas e finalmente em meu ventre.
Após meu batizado de espermas, eu rir enquanto usava minhas unhas para limpar os espermas ao redor dos meus olhos e faces.
Logo saímos do banheiro e fomos parra o quarto. Foi quando o telefone tocou, era meu marido perguntando se a rosca estava pronta e se o casal de amigos dele estavam me ajudando.
Essa era a oportunidade perfeita para conversar banalidades ao mesmo tempo exercer o papel de promíscua.
Só então respondi que Pedro tinha provado da rosquinha, mas ainda faltava mais uma prova.
Eu estava com o cuzinho latejando e piscando doida para continuar a levar ferro, apoiei as mãos na cama e abri as pernas e usei uma mão para tampar o celular e sem o menor pudor pedir para Pedro comer minha rosca mais uma vez antes de Manuel chegar.
Fiz isso por questões de fetiches extraconjugais. Afinal puta que é puta não sossega enquanto não oferece o cuzinho no local onde dorme com o marido corno.
– Pedro, você quer provar mais um pouco da rosca? O Manuel está voltando pra casa. – Falei alto para ele ouvir.
Voltei ao celular para falar banalidades. Manuel nem desconfiou que parava a conversar para gemer, rebolar e estocar o cuzinho no pauzão de Pedro. Eu agi como uma puta barata em nossa cama de casal, Manuel fez perguntas pela mulher de Pedro , mas eu trapaceei, conseguir falar banalidades por vários minutos, tempo o suficiente pra ser enrabada.
Pedro não demorou muito para gozar. Após o gozo, trocamos alguns selinhos, não tenho e nem pretendia ter sentimentos de amor para ele, e nem no futuro eu almejaria isso.
Quando Pedro foi embora, ainda falava no telefone e após um grande rodeios de perguntas, resolvi dialogar sobre conversas de esposa puta e marido diplomados do imenso clube dos cornos mansos.
– Manuel, é verdade que eu posso de fazer de corno? Você ia ficaria manso se descobrisse que eu de trair? – Perguntei timidamente.
Houve momentos silenciosos até Sandro afirmar.
– Contanto que eu saiba de tudinho…
Confessei para Manuel que eu tinha acabado levar na buceta, ter tomado leitinho, e levar profundamente na bunda, disse que o amigo dele foi o responsável.
A confissão poderia ter acabado com meu casamento, mas, segundo Manuel, o pau dele ficou duro, confirmando para mim que seu desejo de corno manso sempre foi verdadeira.
– Minha puta linda – disse ele rapidamente – tudo que eu te peço, continua nua e não tome banho antes deu chegar.
Ao chegar em casa. Ele queria saber detalhes da história do leite com rosquinha.
Ele fez questão de me beijar num beijo apaixonado e, em seguida cheirou minha buceta.
– Ele fodeu mesmo a bunda? – falou me virando de costas,
Não tive tempo para responder, Manuel me levou pra cama onde rapidamente tirou as roupas e começou a lamber o interior de minha rata com resíduos de espermas.
– Eu te fiz de corno e sua primeira atitude é me chupar. – falei pra ver sua reação.
– Anabela, põem na sua cabeça que eu sou teu corno e ficaria extasiado vendo espermas de outro homem escapulindo de sua buceta.
– Mas os espermas seriam desperdiçados? – falei rindo.
Manuel me surpreendeu ao falar que a melhor maneira de agradar um marido manso, seria ele ver a esposa ser fodida na boca, coma e cuzinho e depois, para não desperdiçar, ela deveria sentar no rosto do corno para ele ser agraciado a lamber e saborear todo leitinho pastoso.
– Você fala sério? – perguntei.
– Sim. Agora finja que estou lambendo espermas de outro de sua buceta.
– Mas você acha que minha buceta tá melada com o que? Só com meu gozo?
– Você pode me chamar de... – Manuel pareceu hesitar.
– Você quer foder e ser chamado de meu corno, é isso?
– É claro que quero.
– Seu corno, mete logo seu pau na minha rata e sente o estrago seu amigo fez, ele me fez de sua puta particular e me arregaçou, vai corno, mete pra ver como ficou.
Ouvir esse pedido foi como uma ordem, Manue introduziu seu pau numa só estocada. Eu gritei tão alto que poderia ser ouvida por alguém que passasse na rua.
– Sim, foda-me meu corno, foda com mais força. Fode tua vagabunda que acabou de ter meter chifres
– Você gozou no pau de outro ao ponto de lambuzar o picão grosso dele?
– Claro, aliás, eu ofereci até o rabinho, mas eu apreciaria mais se você estivesse olhando.
– É? E pra que eu deveria ver? – Manue quis saber como um bom corno manso.
Minha resposta foi grossa, porém, verdadeira;
–Para saber o quanto gosto de rola no buraco do cu – eu respondi, arranhando suas costas.
Manuel me virou de costas e viu meu cuzinho ainda meio frouxo, ele lambeu ao redor das pregas indo atingir o centro do minúsculo alvo e depois meteu o pau. Acho que ele nunca bombou tão forte, não haviam pregas para meu corno arrombar.
– A partir de hoje não haverá segredos entre nós…
– Então me autoriza ser uma putinha de rua? É isso que você quer?
– Eu deixo, se você quiser…
– Agora que sei que tenho um marido manso em casa, eu faço de tudo.
Naquela noite Manuel deu cinco gozadas. No dia seguinte na festa de São João, Manuel assumiu o papel de marido corno manso ao insinuar que eu deveria convidar Pedeo a ir em nossa casa e que ele só iria após eu ligar o chamando.
– Pedido de marido manso feito é pedido rapidamente aceito – falei beijando-onde seguida.
Passei ao lado de Pedro e comentei que Manuel ficaria até o final da festa e que eu estava indo para casa e a porta ficaria aberta.
Não demorou Pedro entrou. Duas horas depois liguei pro amor da minha vida.
– Tá afim de lamber um cu e rata melada de porra?
Após meu marido chegar, e apreciar meu rabinho, ele ainda fez as típicas perguntas de bom maridinho corno manso.
– Mas o que você vai fazer para que eu fique muito, mais muito corno manso?
– por amor a você receberei grandes quantidades de porras em minha boca e, juro pela rainha das vagabundas que farei de você um amado marido corno manso que almejas ser.
– É?
– Claro marido, sêmen de outros machos é viciante.
Depois desse dia eu já esperava Pedro em casa pra uma rapidinha, mas a mulher dele descobriu, menos mal que ela confessou pra mim que Pedro era o maior corno da freguesia. Então, meu marido ia para o trabalho e Pedro vinha pra casa e a mulher dele ia ser fodida pelos machos dela. No entanto, Pedro teve que viajar a trabalho.
Tudo bem. Afinal fui fodida por outros homens que conheci através da mulher de Pedro.
Manuel concorda, mas agora ele impõem condições, ele quer que nenhum homem more perto de casa, isso dá tranquilidade para o homem da minha vida assistir da janela enquanto se masturba em deliciosas frenéticas punhetas em minha homenagem

Foto 1 do Conto erotico: Enrabada pelo amigo do corno

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Enrabada pelo amigo do corno

Codigo do conto:
265321

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
25/06/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
4