Um dia quando morava em um apartamento no bairro do Campo Comprido estava chegando tarde em casa e já na rua do ap, passei por dois catadores de latinha e cada um carregava um saco, passei por eles e encarei, eles olharam e ficaram dando risadas, provavelmente haviam percebido meu interesse, mas não passou disso e segui meu caminho. Cheguei em casa, guardei o carro e fui até o portão e os vejo passar e eles me olham e dão risadinhas novamente e cutucam um ao outro, fico na calçada e eles seguem o caminho, e antes de virar a esquina um deles olha para trás e desaparecem.
Eu cheio de tesão como sempre resolvi entrar e tomar um banho, passei óleo pelo corpo e resolvi tentar a sorte e ver se um deles ou os dois voltavam, e então vesti uma calcinha fio dental e um short de corrida que é mais curto, fui até o portão. Era uma noite de verão eu havia pego um raio e umas cervejas era aproximadamente 21 hrs , e fiquei na calçada encostado ao muro, passou-se aproximadamente uns 20 minutos e vejo um homem vir em minha direção, e quando aproximou-se mais eu percebi que era um dos catadores de agora a pouco, e já não estava mais com o saco de latinhas, e havia trocado de roupa, parecia ter tomado banho, e usava bermuda, camiseta e chinelos, e esse não era o que havia olhado para trás, mas o outro, e na verdade eu tinha me interessado mais pelo outro, mas o tesão era maior e não liguei para qual deles estava vindo e resolvi arriscar. Ele passou meio desconfiado, talvez até tímido, cumprimentou-me e passou, mas diminuiu os passos, virou e voltou até mim e puxou assunto dizendo:
- tá bem quente hoje né? Confirmei que sim e ele emendou:
- pois é, resolvi tomar um banho e dar um volta para refrescar. Eu disse que também estava fazendo o mesmo. Continuamos ali conversando amenidades, e a calcinha estava discretamente visível e ele me encarava e indicava que estava vendo e perguntou:
- tá usando calcinha, fera? Dei uma risada, como se tivesse tímido por ter sido descoberto, disse que não estava usando e ele emendou:
- de boa, cara! Não ligo para isso não, cada um faz o que gosta. Tá mandando um raio também né? Deve tá só no tesão...
Ele deu uma alisada no pau e me pediu, quase em tom autoritário:
- vira ai e mostra o rabo para eu ver. Disse isso, de forma bem máscula e chegou mais perto.
Eu tremia todo, mas entrei pela portaria donprrdio sem porteiro e virei de costas, e ele já chegou mais perto, baixou meu short e ficou alisando minha bunda e apertando seu pau sob a bermuda.
Alisou meu rabo e de forma bem máscula me disse:
- rabão gostoso o seu, hein. Top demais. Coloca um raio pra nós!
Coloquei e mandamos ele abriu uma cerveja, era bem bronco na forma de falar e se expressar, mas aquilo me enchia de tesão, e meu cuzinho piscava com a rudez daquele macho.
Tirou o pau para fora, uns 22 cm, grosso, chapeleta grande e babada, colocou minha mão sobre sua rola e me perguntou:
- você tá é querendo levar no toba? Apertei sua rola e disse que sim e ele retrucou:
- consegue um local ai que eu como teu cuzinho.
Olhei a ele, e como queria levar para dentro do ap, então disse para subir que morava só, mas que ali no corredor, atrás do carro era seguro.
Ele olhou para os lados, pensou um pouco, pareceu meio desconfiado e relutante, mas disse:
- já que você está dizendo que é de boa vamos entrar.
Entramos e eu apenas encostei o portão e fomos para perto do carro e atrás de uma pequena árvore que poderia nos esconder de alguém que passasse na rua.
Ele parecia um pouco desconfortável e eu tirei sua camiseta e baixei seu short, me baixei e comecei a alisar seu pau que já havia amolecido, mas logo que passei a língua na cabeça da rola ele começou a ficar mais tranquilo e o pau voltou a levantar: majestoso, pesado, veiúdo, cabeção exposto e gostoso, e um cheirão de sabonete.
Conforme o chupava ele ficava mais relaxado e safado, e então ficava falando bem baixo:
- isso, viado, chupa meu pau. Abocanha com gosto essa mamadeira que vou soca-la no seu cu, cadela.
O chupei bastante enquanto ele gemia, alisava meu cabelo e por vezes segurava minha cabeça e socava a rola como se tivesse torando uma bocetinha.
Eu chupava olhando para ele que piscava e me dizia:
- ai sim gosta de pau, hein. Chupa bem gostoso que daqui a pouco vou torar seu cuzinho.
Aquele pau é maravilhoso para ser mamado, pois aquele cabeção entra gostoso por conta da chapeleta que possui. Ao mesmo tempo em que o chupava cuspia em toda a sua rola e voltava a chupar. Enquanto o chapava ele tirou minha camiseta e me olhou e perguntou se eu queria levar no cu, e como respondi que sim ele disse:
- então fica em pé para eu torar seu cuzinho.
Claro que não perdi tempo mas fiz ele subir no ap , coloquei uma carreira servida e ele colocou-me com as mãos apoiado sobre o sofá, Tirou meu short e deixou-me ali na sala com a porta aberta apenas de calcinha, pronto para ser comido. Começou a roçar a cabeça da rola em meu cuzinho, dava tapas em minha bunda. Pediu mais um raio e quanto lhe entreguei ele baixou e começou a literalmente cheirar na minha bunda,e depois levantou minha perna e começou a passar a língua em meu cuzinho. Eu gemia freneticamente e estava em êxtase com a chupada do catador, rebolava em sua cara e ele foi me virando e deixou-me com o rabo empinada e as mãos apoiadas no sofá e continuava a me chupar, até que levantou-se, passou lubrificante no cacete, tirou o fio da calcinha para o lado, colocou o pau apontado em meu cuzinho, começou a penetrar-me e me disse:
- quer ser fêmea, então aguenta para receber meu pau.
Falou isso e socou todo o pau. Tentei fugir e ele segurou-me, puxou-me contra seu corpo, voltou a socar tudo e me disse:
- vem cá, não queria pau, então toma, não foge , aguenta o pauzao do teu macho Relaxa que vou apagar o fogo do teu cu. Empina esse rabo que vou socar tudo. Vou foder gostoso esse rabo..
Ele segurava-me pela cintura e metia. Me levou até o chão e voltou a penetrar-me, deitou seu corpo sobre o meu, socando forte em meu rabo e me dizia:
- tá gostando, né? Isso geme no meu pau, putinha rebola gostoso nele e imagina vai ter fila de pica pra meter no teu rabo e te ver gemendo e levando ferro grosso e gemendo feito uma vadia no meu pau.
Rebolei apertando sua rola com meu cuzinho e lhe perguntei: e se aparecer algum macho você para de meter?
Ele virou-me e ficou sentado no sofá e colocou-me sentado em seu pau e me disse:
- paro nada, e se aparecer eu deixo assistir a vadia levar no cu. Você é putinha de vários? Eles te comem gostoso? Já chamo os parça
Eu cavalgava em seu pau, o tirava todo de dentro de mim e volta a sentar e dizia que sim que eu era putinha de vários que ele mandasse .
Ele puxava a calcinha para cima que quase cortava meu rabo, fazia-me arrebitar o rabo para ele olhar o pau entrar e sair. Me colocou em pé e voltou a socar, fazendo um barulho alto com as estocadas aceleradas até que deu um berro, socou tudo e começou a gozar. Aproveitei para gozar enquanto ainda o tinha tenho do meu cuzinho, e ele ainda ficou um tempo bombeando de leve, encostou-se na parede e eu ainda fiquei engatado nele, rebolando em seu pau enquanto ele apertava os meus peitos, e ele fazia menção em sair e eu voltava a sentar, ele ria e me dizia:
- cara, você gosta mesmo de um pau, hein. Que bom que você gosta, pois eu estava precisado de um cu igual ao seu: gostoso e guloso. Melhor ainda que somos vizinhos.
Levantei-me e tirei seu pau que ainda estava duro, vi a enorme quantidade de porra que ele tinha gozado, não resisti e comecei a chupa-lo, enquanto ele respirava fundo e relaxava me dizendo:
- isso! Deixa limpinho.
Eu apenas mamava e olhava para a cara do safado desconhecido que acabara de me comer.
Levantei e ele perguntou se era possível conseguir um copo d’água e eu disse que iria buscar, fui só de calcinha mesmo e ele ficou lá peladão . Voltei e ele permanecia igual.. Ele tomou mais um pouco de água e começamos a conversar. Disse que era separado da mãe da filha dele, e que fazia um tempo estava sem conseguir um trabalho fixo e por isso estava trabalhando no que aparecia. Que era pedreiro durante o dia e a noite catava umas latinhas junto do amigo que morava com ele.
Perguntei se era o outro cara que havia passado na porta da minha casa com ele e ele respondeu dando uma risadinha:
- ele mesmo.
Perguntei se ele sabia onde ele tinha vindo e ele disse:
- sabe sim. Chegamos lá e eu fui tomar banho e lhe disse que iria vir aqui ver se te encontrava para poder torar seu cuzinho.
Eu perguntei se não era problema esse assunto entre eles e ele falou:
- nada. Se ele tem oportunidade ele come também, e só não veio comigo porque achou que você não estaria mais aqui, mas eu disse que se não tivesse eu tocaria na porta, pois sabia que você queria dar e eu estava com tesão demais da porra.
Enquanto conversava eu alisava sua rola, mandando um raio, logo ficou dura novamente e eu o masturbava lentamente. Cuspia na mão e alisava a cabeça da rola. Virei de lado para ele, lhe mostrando a bunda, e o safado começou a pincelar a cabeça da rola em meu cuzinho. O sentia querendo entrar, passou lubrificante na rola e voltou a brincar na porta do meu cuzinho. Virei contra e voltou a possuir-me como sua vadia e me dizia:
- toma no cu, viado. Que rabo guloso você tem. Levou pau agora a pouco e já quer novamente, então toma, vadia, puta, cadela de macho. Você agora é minha putinha e sempre vou vir aqui te socar, te fazer de mulherzinha que é o que você gosta, mas vou ter de trazer ajuda para apagar esse fogo e comer esse teu bocetão. Um vai te comer enquanto você chupa o outro. Você quer?
Eu gemia e lhe dizia que sim. Com uma das pernas levantadas e apoiadas no encosto do sofá o sentia entrar com tudo em mim.
Ficamos ali engatados uns 20 minutos, na mesma posição, até que ele gozou e eu novamente voltei a chupa-lo enquanto bati uma para gozar.
Tomamos mais um pouco de água e ele me dizia:
- vadia, que bom te encontrar, você todo gostoso, passivo, guloso, é tudo o que eu gosto. Se quiser posso voltar, e me passou o número de telefone e eu anotei, explicou-me onde morava e me disse para aparecer lá no outro dia para conhecer o amigo dele, Carlos, pois ele iria adorar me conhecer. Me disse que poderia ir usando calcinha, pois havia adorado e como certeza o amigo iria curtir. Despediu-se e foi embora.
Eu estava no tesão do raio e ainda era 23hrs, resolvi ir buscar um pouco mais e, já na saída da favela mandei uma lagarta nervosa e na volta para casa passei por um local e vi um homem parado em frente a um depósito. Ele estava só de bermuda e com os braços cruzados, e do lado de dentro da grade. Era alto, magro, negro, e por volta de 40 anos.
Passei por ele e olhei, mas segui o caminho. Resolvi voltar, mas antes resolvi trocar de calcinha que sempre tenho no carro Vesti e passei novamente pelo local e o cara ainda estava no mesmo local e me olhou e acenou com a cabeça. Fiz o balão e voltei. Quando voltei tive foi uma surpresa, pois o cara estava com o pau duro para fora do short.
Parei o carro em frente ao portão, arrumei um teko desci e fui até ele cumprimentei enquanto alisava o pau me perguntou:
- perdeu o sono?
Disse-lhe que estava dando uma volta e mandando um raio no tesão e ele foi direto:
- quer tomar um leite antes de chegar a casa? Nem respondi e ele já abriu o portão e me disse:
- entra aqui para você mamar. E serve um desses pra mim... Que aí o tesão aumentou
Entrei e ele fechou o portão e fomos a um canto e ele me disse:
- abaixa ai e pode ficar a vontade no pau!
Caraças, que pau grosso, minha mão nem dava a volta, e devia ter uns 19 cm. Baixei-me e nem perdi tempo e fui chupando a rola e ele já disse:
- tô num tesão ,cara, e estava doido para gozar. Já iria entrar para bater uma, mas daí você apareceu e vou leitar sua boca.
Ambos estávamos com tanto tesão, e eu para piorar estava bêbado e tekando doido por leite que o chupava sem parar, o masturbava e apertava suas bolas enquanto chupava aquela cabeça grande, e não demorou ele disse:
- para se não vou gozar. Eu nem o atendi e continuei mamando.
Ele então apenas gemeu gostoso, segurou minha cabeça, socou a rola o máximo que entrou e gozou, e gozou muito. Fiquei ali ainda chupando aquele pau e engolindo aos poucos a porra. Ele dava uns espasmos e soltava uns risos de satisfação. Chupei até deixar limpo aquele pau. Subi e fiquei alisando a rola que ainda estava dura, e ele tirou minha camiseta e começou a chupar meus peitos e alisar minha bunda e enfiou a mão por dentro do short e começou a cutucar meu cuzinho. Seu pau já pulsava de duro. Ele virou-me contra a parede e começou a alisar a rola em meu cuzinho e me perguntou:
- tem capa ai para eu te comer? Disse que tinha no carro e ele baixou meu short e me disse:
- vai lá assim e volta para eu te socar. Disse que ele era doido, mas aceitei e voltei com algumas camisinhas. Ele riu e perguntou:
- quer dar isso tudo? Eu disse que ficava por conta dele. Chamou-me para irmos ao fundo e eu, até por receio, disse para ficarmos ali mesmo. Ele já foi encapando a rola e me disse:
- mas pode passar alguém e ver você ser enrabado! Eu disse que não ligava. Mandamos mais um raio para desinibir aí fiquei louca de tesão Ele passou lubrificante em meu cuzinho, me virou e começou a socar devagar até socar todo o pau dentro de mim, deu uma parada e me disse para relaxar. Quando dei uma empinada ele segurou-me pelos peitos e começou a socar. Ouvimos um barulho de alguém andando na rua e ele arrastou-me até ao portão e continuou socando, até que vimos um homem bêbado passando do outro lado da rua, e ele fez barulho até que o homem ouvisse, e quando nos viu parou e fez uma cara de espanto. Ficou do outro lado olhando, meio cambaleando e veio até o portão, deu uma risadinha e disse:
- PORRA! Tá socando vara no viado sem dó. Ele chegou mais perto e começou a alisar meu peito e me dizia:
- tá liberando legal para o cara, hein.
O cara me virou e mostrou minha bunda para o bêbado e lhe disse:
- fica olhando o viado dar para mim.
Antes de voltar a meter o bêbado pediu para passar a mão. Me alisou e tirou a rola para fora. Uma rola já dura, grossa e uns 22cm ou mais.
O vigia nem tirou a mão do bêbado e voltou a me comer. O bêbado aproximou e colocou a rola por dentro da grade e fiquei ali levando rola no cu e alisando a outra, até que o vigia pergunta se quero mais leite e quando digo sim ele tira a camisinha e joga pelo muro e me diz para abaixar. Eu então abaixei e comei a chupar a rola do vigia e a do bêbado que estava até limpinha. O vigia não aguentou e gozou em minha boca, e eu voltei a chupar o bêbado, mas logo veio um carro e ele guardou o pau. Resolvi levantar-me e vesti o short e resolvi ir embora. O vigia já estava vestido, abriu-me o portão e disse que poderia passar ali quando tivesse a fim. O bêbado já havia saído.
Entrei no carro as presas, pois na verdade queria era encontrar o bêbado. Saí e logo o avistei e o cumprimentei e ele por um instante não me reconheceu, mas eu lhe disse: pô estava te mamando e você saiu sem me dar leite. Ele deu uma risada e me disse:
- ah, agora lembrei. Você era o viado que dava dando para o cara.
Eu confirmei e ele aproximou-se do carro e eu já comecei a alisar seu pau que logo ficou duro e o tirei para fora da calça e fiquei alisando e ele me perguntou:
- quer dar mais, viado? Bora chegar ali do outro lado que vou te fazer chorar na vara.
Desci do carro já com a camisinha e lubrificante e ele disse para irmos a um lote vago que havia umas plantações e isso nos esconderia. Enquanto caminhávamos para o local de abate, ele foi alisando minha bunda. Antes de entrar ele me disse:
- bora ver se você aguenta uma rola grande.
Entramos e ainda o baixei e chupei mais um pouco e ele tirou o pau de minha boca e me disse:
- pronto, já mamou, agora levanta para eu socar. Mal passou lubrificante já colocou a rola em meu cu e socou tudo de uma vez. Dei um grito e um pulo para frente, mas ele foi mais rápido e segurou-me pela cintura e me disse:
- foge da rola não, viadinho! Só lembro de ter dito que ele estava me arrebentando e ele nem ligou, começou a socar e me dizia enquanto abraçava-me contra seu corpo:
- veio dar, agora aguenta. Ele socava muito gostoso. Enquanto metia segurava meus peitos com as duas mãos, e logo fui relaxando, rebolando no pau e gemendo e ele me disse:
- já tá curtindo a enrabada, puta? Sabia que você iria gostar. Rabão gostoso, cu quentinho demais. Sorte eu tive para encontrar seu cu para me agasalhar. Enquanto falava ele socava e alisava meu pescoço com sua barba por fazer. Ele socou-me uns 15 minutos sem parar até gozar. Socou fundo e sentia a força da gozada que batia em meu cuzinho. Ficou parado e perguntou se eu queria gozar com o pau socado e eu disse que queria gozar mamando o pau dele. O safado tirou o pau de uma vez e me disse:
- então abaixa, mamador de rola! Logo que baixei ele tirou a camisinha, jogou a porra sobre o pau e ficou alisando em minha cara e depois socou o pau em minha boca e me dizia para limpar.
Antes de sairmos dali ele ainda disse que iria dar uma mijada e eu pedi para segurar seu pau.
Ele riu e me disse com uma voz brava: porra! Mas você gosta mesmo de um pau hein, viado! Pega nesse pau então. Enquanto eu segurava sua rola para mijar ele ficou metendo o dedo em meu cuzinho, e quando terminou de mijar dei aquela balançada na rola e uma leva punheta na rola que já estava dura. Ele disse que quando bebia o pau ficava sempre duro. Aproveitei para dar mais uma chupada, mas dessa vez ele não gozou.
Saímos dali e ofereci para leva-lo em casa. Disse que morava perto e logo chegamos. Pelo caminho fui alisando seu pau e ele rindo e dizendo:
- cara, tu gosta mesmo de pau hein. Acabou de levar vara de dois, tomou leitada e ainda tá mexendo no meu cacete.
Acabou que o mamei ali e tomei leite novamente. Ele desceu e disse para eu aparecer no domingo depois do almoço para tomar uma cerveja. Achei que era zoaira e ele pediu meu número para me ligar depois e eu passei. Realmente queria dar novamente para ele, pois ele fode pra kcte, mas nem imaginava que iria rolar, mas domingo pela manhã ele mandou mensagem perguntando se eu iria aparecer. Disse que só iria tomar banho e iria. Dei uma geral e fui. Cheguei lá e ele estava sóbrio e totalmente diferente da madrugada e havia um amigo. Até pensei que nem iria rolar, mas quando foi me apresentar ao amigo disse:
- esse aqui é meu amigo mamador. Esse gosta de rola. A mamada é boa, mas o cu é melhor. E foi dizer que estava bêbado, mas lembrava que me comeu no mato.
Por um instante fiquei sem graça e ele disse:
- tá de boa, aqui é meu parceiro, e o chamei para ele te comer também.
O amigo dele é um puta de um negão safado e já chegou e alisou meu rabo. Relaxa que meu negócio é cu e vou gostar demais de te comer. Resumiu que eu dei para esse dois o dia todo. O negão tem um baita de um pau grosso, e quando saímos dali ainda fomos para um motel. Depois disso já dei para esse negão algumas vezes, e uma destas dei para ele e o primo, e em outra para os três.