PUTA OFICIAL DA OFICINA MECÂNICA TODA... 1

Era dia de movimento, oficina cheia, telefone tocando, clientes indo e vindo. Eu estava na recepção, acabei de chegar para atender usava uma bermuda de futebol branca e uma regata rosa por baixo uma calcinha preta e um top de renda bem provocante e sensual com cheiro de puta, quando o supervisor financeiro passou atrás de mim, encostando de propósito. Senti a pressão do pau dele contra minha bunda e fiquei vadia na hora.Era minha primeira visita no horário de expediente a pedido do dono e do filho que eu sempre atendo após o horário de expediente, o supervisor cochichou:
— Sala de reunião. Agora.
Entrei minutos depois. A porta tinha vidro fumê, quem passava só via sombra, mas dentro a tensão era clara. O financeiro já tinha trancado e tirado o cinto.
— Vamos ver se você trabalha bem de verdade — ele disse, mandando eu tirar a roupa.
- Atende bem seus clientes,vamos ver... Tá gostosa demais..
Eu mal tinha começado a chupar ele quando o supervisor da mecânica entrou, com a cara fechada.
— Por isso você some do setor, né? — ele resmungou, mas já vinha abrindo o macacão, tirando o pau grosso e duro. — Então vou cobrar meu pedaço também.

O clima explodiu. O mecânico me virou de bruços na mesa da reunião, metendo sem dó, enquanto o financeiro socava minha boca com a rola dele, fazendo meus gemidos ficarem abafados. Do lado de fora, dava pra ouvir clientes conversando, ferramentas batendo, carros sendo testados. O risco de alguém bater na porta só deixava tudo mais sexy.

No meio da foda, a porta abriu de novo: era o cliente que estava esperando orçamento. Ele fechou rápido e ficou parado, olhando com um sorriso safado.
— É assim que vocês discutem contrato? Quero participar.

Ele tirou o paletó e já veio com o pau duro. O financeiro me segurava pela cabeça, socando minha boca; o mecânico me abria atrás, metendo forte; e o cliente enfiava a rola no meu peito, esfregando até gozar, jorrando porra no uniforme.

Meus joelhos batiam na cadeira, a mesa tremia, e do lado de fora os clientes seguiam falando com atendentes, sem imaginar que dentro da sala os três me usavam como brinquedo.

O mecânico gozou dentro de mim, segurando firme no meu ombro. O financeiro se apoiou na mesa, gozou no meu rosto e espalhou com a mão, me deixando todo melado. O cliente saiu rindo, ajeitando a calça, e ainda disse:
— Negócio fechado. Mas próxima vez quero reunião comigo desde o começo.

Quando saímos, cada um recomposto, o expediente continuava normal: carros, barulho de ferramentas e gente andando pra lá e pra cá. Só eu estava com a bunda latejando, o gosto de porra na boca e o tesão de ter sido fodido no meio da oficina lotada.
Depois da “reunião” na sala, a fofoca correu rápido. Os mecânicos descobriram que eu tinha dado pro supervisor e não demorou muito até me cercarem.
fui trocar de roupa no vestiário. Ainda estava tirando a camisa quando a porta bateu atrás de mim. Entrei em choque: eram quatro mecânicos, todos suados, sujos de graxa, ainda com os macacões meio abertos. O mais velho falou:
— Então é você que anda dando pros chefes, né? Hoje vai dar pra todo mundo aqui.

Antes que eu respondesse, um já me empurrou contra o armário, segurando meu queixo e socando a língua na minha boca. Outro abaixou meu shorts, rindo do volume da minha rola dura na calcinha.
— Esse cuzinho vai sair daqui arrombado. Que tesão essa putinha de macho só de calcinha e toda vadia tá pedindo pra levar pica de macho de verdade pauzão grosso no cú
-Vamos ver se dá gostoso e aguenta ser a cadela da gente

Me jogaram no banco do vestiário. O primeiro já veio enfiando a pica na minha boca, socando até minha garganta engasgar um pau de uns 22 cm duro e cheio de veias saltadas pulsando dentro da minha boca até a garganta me fazendo engasgar o que deixava ele com mais vontade de me foder. Enquanto eu chupava, outro já levantava minhas pernas e me comia sem dó, o pau entrando e saindo rapidamente sem frescura e sem dó pauzão pesado, a sala ecoando com o som da foda.

O terceiro se encostou no meu rosto, esfregando o pau no meu queixo , pau suado com cheiro de macho socador.
— Abre a boca, putinha, engole mais um.

E assim fiquei, sendo fodido por trás, chupando na frente e batendo punheta no outro. Eles se revezavam, um gozava e o próximo já vinha duro, pronto pra meter. O cheiro de suor, graxa e porra dominava o vestiário, as paredes ecoando nossos gemidos.

Em certo momento, me colocaram de quatro no chão, todos em volta. Um metendo na minha boca, outro na minha bunda, outro esfregando a rola no meu peito, outro batendo punheta olhando a cena. Eu era deles, brinquedo de oficina, cada um me usando como quisesse.

— Engole tudo, putinha do vestiário, só colocar a calcinha de lado e meter— um deles disse, gozando direto na minha cara. Logo em seguida, outro gozou dentro de mim, outro na minha boca e outro no meu peito, me deixando lambuzado, melado de porra, arrombado e sem fôlego.

Saíram rindo, batendo nas minhas costas como se fosse coisa de homem.
— Agora é oficial, putinha. Você não é só do chefão, é propriedade da oficina.
Estava sem forças, respirando fundo, tentando me recompor, quando a porta abriu de repente.
Era o supervisor da mecânica, com a cara fechada, seguido do financeiro ajeitando os óculos. Eles pararam, me olhando de cima a baixo.
— Então é isso que você faz ? — o supervisor falou, cruzando os braços.
— Não acredito… você se entregou pra oficina inteira — completou o financeiro, sorrindo cínico.
Eu não consegui responder. Só fiquei ali, ofegante, roxo de tesão e exausto. Eles se entreolharam, e o supervisor disse:
— Se deu pros meus homens, vai ter que dar conta de mim também.
Ele já abriu o macacão, tirando pra fora a rola grossa, ainda mais pesada que a dos outros mecânicos. O financeiro riu, tirando o cinto devagar:
— E eu também quero minha parte.
O supervisor me puxou pelo braço, me jogando de quatro no chão do vestiário. Ainda melado de porra, senti quando ele enfiou de uma vez, fundo, sem dó. Eu gemi alto, a bunda já acostumada de tanto que tinha sido usada, mas ainda assim ardendo.
Enquanto o mecânico me abria por trás, o financeiro veio pela frente, enfiando a pica na minha boca sem piedade.
— Engole direito, putinha — ele dizia, segurando minha cabeça com força e socando até minhas lágrimas escorrerem.
Fiquei preso entre os dois: o supervisor metendo forte na minha bunda, estapeando minha cintura, e o financeiro socando na minha boca, batendo meu rosto contra a barriga dele. O som dos estalos de pele batendo contra pele ecoava no vestiário vazio, misturado com meus gemidos abafados.
O supervisor estava sem controle.
— É isso que você gosta, né? Virar brinquedo da oficina. Vou te marcar pra nunca esquecer.
Ele metia tão fundo que meu corpo tremia, batendo contra o chão. O financeiro gozou primeiro, jorrando dentro da minha boca e me obrigando a engolir tudo. Logo depois, o supervisor cravou até o fundo e gozou dentro de mim, me enchendo ainda mais, deixando minha bunda escorrendo por fora.
Caí melado de porra por todos os lados. Os dois me olharam, satisfeitos. O supervisor disse:
— A partir de hoje, você é oficial da casa. Vai servir os mecânicos, vai servir a gente, se o chefão não te chamar nos queremos sempre E se reclamar, vai servir na frente de cliente também.
O financeiro ajeitou o cinto, deu um tapinha no meu rosto e completou:
— E amanhã o expediente começa cedo. Espero você aqui no vestiário.
Saíram, me deixando cheia de tesão, mas com o pau ainda duro, querendo mais.
Depois do que rolou o meu cliente e o filho chefão de todos soube, achei que as coisas iam se acalmar. Mas foi só ilusão. Quando eu ia saindo ele me chamou de novo na sala. Quando entrei, levei um choque: todos já estavam lá — supervisor da mecânica, supervisor financeiro, os mecânicos, até gente do escritório. Uns rindo, outros já abrindo a calça.
O filho do chefe falou, com um sorriso sujo:
— Funcionários, hoje vamos oficializar. Esse aqui não é mais só uma contratação… é a nossa putinha da empresa. Se aceitar? vai nos servir sem frescura, agradar , mas receberá todos os mimos, agradados e respeito terá os machos para servir e machos para agradar e fazer seus desejos....
Eu logicamente aceitei, Minhas pernas tremiam . E antes que eu reagisse, dois mecânicos já me seguraram, tirando meu shorts e me deixaram de calcinha na frente de todos. O diretor apontou:
— Quero todo mundo aproveitando.

Me jogaram na mesa de reunião. Um logo encaixou o pau na minha boca, outro levantou minhas pernas e meteu fundo, me fazendo gemer alto. A sala ecoava com risadas, gritos, sons de estocadas.

Um supervisor dizia:
— Abre mais, você vai aguentar todos nós.
E outro já vinha por cima, esfregando a pica na minha cara suada.

Era um revezamento insano: enfiavam na minha boca, depois na minha bunda, depois nos dois ao mesmo tempo. Enquanto eu engolia um, sentia outro arrombando atrás, enquanto mãos pesadas me seguravam, batiam na minha cara, puxavam meu cabelo.

— Isso, engole, putinha de empresa — um mecânico gritava, socando fundo na minha garganta.

Logo eu estava de quatro no carpete, vários em volta: um metendo na frente, outro atrás, outros se masturbando e gozando no meu corpo, me lambuzando inteiro. O cheiro de porra, suor e graxa tomou conta do ar.

O chefão, olhando a cena de braços cruzados, dava ordens:
— Quero ele lambuzado de todo mundo. Dentro, fora, no rosto, no peito. Quero ele marcado como nossa propriedade.

Um a um, foram gozando: porra escorrendo da minha boca, da minha bunda, respingando na minha cara e cabelo. Eu gemia sem parar, arrombado, esgotado, mas ainda sendo usado, cada vez mais fundo, mais bruto.

No final, fiquei jogado no chão do escritório, melado de cima a baixo, porra escorrendo de todos os lados. O diretor se abaixou, deu um tapa no meu rosto e falou:
— Agora sim. Você não é nossa . É o brinquedo oficial da empresa

Todos riram, s 88e vestiram e saíram, me deixando , usado por todos, sabendo que dali em diante, não havia mais volta.
Me ajeitei e o filho do chefão me levou para casa, uma hora depois recebi uma caixa muito elegante com uma conjunto de langerie La Perla, acompanhando de flores e 1 garrafas de Royal Salute, e 5 gramas de raio.
Com um bilhete

Esperamos vc amanhã para agradar nossos clientes e colaboradores....

Foto 1 do Conto erotico: PUTA OFICIAL DA OFICINA MECÂNICA TODA... 1

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Ficha do conto

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gabrielvadia

Nome do conto:
PUTA OFICIAL DA OFICINA MECÂNICA TODA... 1

Codigo do conto:
266150

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
04/07/2026

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1

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