Meu primeiro maduro - Parte 4.



Depois de ter começado o dia nesse ritmo, desci para tomar café da manhã. O marmanjo, fica ao meu lado sem roupas, tanto eu como ele, enquanto tomamos café juntos.
Eu sabia que o dia ser longo e queria muito testar os limites do maduro. Após o café da manhã, nos vestimos e ele me mostrou o resto do sítio.
Entre papos e muita descontração, ele me apresentou um rio, chamado Juqueri que ficava próximo de sua casa. Depois de ver o rio voltamos, enquanto ele fumava um cigarro, me olhava com olhar fixo e de longe sentia o seu desejo.
Numa parte mais discreta, me mostrou o volume de sua calça que já estava durão, tirou o sinto e enrolou em volta do meu pescoço.
No meio do nada, entre um trago e outro, ajoelhei sobre a grama, e saque o cacetão do madurou que soltou sobre o meu rosto com aquele membro.
Não o bastante, pediu para eu abrir a boca e por língua pra fora, e como um puto que era, apagou a bituca de cigarro na minha língua, achei do caralho, e fiquei muito molhada na hora.
Duro e com a pau erguido, exibia toda sua potência, dei um chupão no saco dele enquanto ele ia tirando a camisa.
Totalmente nu, me ajudava a tirar a roupa. Continuei apenas no saco, não fazia muito tempo da última foda e o maduro já estava no tesão de novo, que loucura!
Das bolas,eu ia até a cabeça do pau dele com a língua e dava uma bela cuspida. O Garanhão se agitava, me chamando de piranha, vagabunda e putinha.
Sempre dando porrada com o seu pau na minha cara, falando que seu pau era maior que o meu rosto, demostrando sempre sua vitalidade e potencia sobre mim.
Desde que eu havia chegando, ele já tinha me pedido para liberar o cuzinho, mas queria que fosse no meu tempo e puxou o cinto que estava enrolado no meu pescoço, onde fiquei de é, ele me virou de costas e com as duas mão apoiadas numa árvore, o maduro veio por trás, encaixando a piroca em mim. Eu já estava toda babada, o maduro ia enterrando com firmeza, dizendo que eu ainda estava apertadinha, mas depois desse estadia com ele, iria voltar pra casa toda abertinha.
Segurando na minha cintura, e eu inclinada para frente, ele socava lentamente na minha bucetinha.
Sempre buscando o fundo, e sempre com força, ele inclinava seu corpo sobre o meu ficando com o seu rosto sobre minha nuca, me xingando, gemendo enquanto socava sem parar.
Aumentava o ritmo, ser chamada e égua e chamá-lo de cavalo era algo frequente nas nossas fodas, e ali não foi diferente.
No meu ouvido, ele pediu para eu abrir minha bundinha para eu mostrar meu cuzinho, e quando abria, ele pedia para eu piscar, me falava que estava se preparando para usar a portinha de trás.
Pau na minha buceta, enquanto me chama de égua. Quando ele tirava o pau, eu sabia que era hora de chupar ele. Sempre com fome, eu lambuzava a piroca do marmanjo. Sempre ofegante, e insaciável, era do tipo de homem fode olhando nos olhos e isso me deixava mais excitada. Me puxou outra vez pelo cinto no pescoço, levantou uma perna, segurando no meu tornozelo, dobrei a perna e por trás ele voltou a socar.
Nessa posição, ficava com o corpo bem colado ao dele, sentia seu calor e suor. Aquele cheiro de macho no meio do mato era algo avassalador. Coloquei minha mão na bucetinha e me masturbava enquanto ele socava.
Ele pedia novamente para gozar na sua piroca, dei um grito e gozei na pica do marmanjo mais uma vez. Ele me puxou para baixo e disse: “AGORA ORDENHA ESSE CACETE”.
Como da outra vez, fiz o mesmo esquema, deixei apenas a cabeça da piroca dele dentro da boca, mais selada com os meus lábios, sugando como canudinho, e punhetava de forma frenética.
Ele se agitava, me chamando de: “BEBEDORA DE LEITE”.
Travado com pica na minha boca, a respiração aumentava e ele despenhava mais uma vez aquele leite grosso e gostoso que só ele tinha, tudo dentro da minha boquinha.
Enquanto pau dele ia amolecendo, eu continuava, sugando até a última gotinha do leite dele. Depois de engolir, ele me levantou e me colocou no seu ombro e me carregou até sua casa, me sentia uma, todos sem roupas e exaustos de mais um foda intensa.

QUE DELICIA ESSE CAVALÃO!!!!

Foto 1 do Conto erotico: Meu primeiro maduro - Parte 4.

Foto 2 do Conto erotico: Meu primeiro maduro - Parte 4.


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Ficha do conto

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gihpimenta

Nome do conto:
Meu primeiro maduro - Parte 4.

Codigo do conto:
265706

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
30/06/2026

Quant.de Votos:
3

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2