Edifício Comercial – Parte 2 – Recepcionista



- “Consultório, Kelly, bom dia!”
- “Seguindo o excelente dia, Kelly, e aceitando sua oferta, vou querer sim sua ajuda...”
- “Desculpa, quem está falando?”
- “Nossa... Você me ofereceu ajuda não tem 10 minutos... Já me esqueceu?...”
Pude ouvir seu sorriso. Foi a vez dela ser surpreendida. Aproveitei e continuei falando, dizendo que a Dra. tinha sido muito prestativa, que eu tinha
adorado a experiência, mas fiquei curioso em saber a respeito da sua ajuda e perguntei quando conseguiria me ajudar. Kelly então me pediu um minuto, dizendo
que me retornaria a ligação. Concordei e desligamos. Poucos segundos se passam e recebo a seguinte mensagem: “Agora! Atravesse a rua! Edifício em frente,
número 233. Aguarde na portaria! Estou indo!”

Minha vez de sorrir. Aquilo parecia loucura. Eu acabara de conhecer aquela delícia de morena; ela sabia que eu tinha acabado de transar com sua chefe e
mesmo assim me passou uma cantada e em menos de 20 minutos após tudo isso acontecer, fiz o contato e ela já aceitou me encontrar. Nem fiquei pensando
muito. Apenas tratei de atravessar a rua e seguir até a portaria indicada. A recepção do prédio tinha umas cadeiras onde logo tratei de sentar para aguardá-la.
O porteiro veio em minha direção para falar comigo, mas logo que se aproximou, Kelly apareceu e acenou para ele, que sorriu para ela e retornou ao balcão da
recepção, já chamando o elevador para ela. Me levantei e Kelly segurou minha mão e me guiou na direção dos elevadores, que logo apitaram anunciando a
chegada, sem nos fazer esperar por eles. Entramos e Kelly pressionou o 6, recostando-se na parede e me puxando para próximo dela. Mal trocamos
cumprimentos e, sabendo que aquele era um ambiente dela de trabalho, aguardei uma iniciativa dela para poder agir.
Chegamos ao andar e ela novamente me puxou pelo corredor, acelerada, parando diante da porta do antigo consultório da Dra. Ela abriu a porta, virou-se para mim, sorriu, desta vez maliciosamente, e então esticou o braço, agarrou-me pela blusa e me puxou para dentro da sala, me envolvendo num delicioso carnudo
beijo. Aqueles lábios grossos eram saborosos, gostinho de cereja, e grudavam nos meus com vontade, enquanto suas mãos me desvencilhavam da calça. Empurrei com o pé a porta para que se fechasse e cessei o beijo apenas para conseguir tirar minha blusa, mas foi esse breve afastamento de nossos lábios e ela já seguiu descendo pelo meu corpo com a língua, agachando-se e seguindo diretamente para meu pau, engolindo-o por completo. Precisei me apoiar nas paredes do corredor da sala para me equilibrar, pois mal tínhamos conseguido entrar no consultório e minha calça agora estava nos tornozelos, me dificultando andar. Kelly estava voraz, me engolindo como se controlasse o tempo que tinha disponível. Ousei pedir calma e então recebi um olhar de volúpia de volta, com meu pau inteiro em sua boca, ela fazendo barulhos de sucção e babando meu pau inteiro ao mesmo tempo. Aquela sensação era absurda!

Eu mal tinha recém gozado na chefe dela e agora estava com aquela morena espetacular me devorando, praticamente sentindo a mistura de sabor do meu pau e da buceta da Dra. Pensar nisso já me fazia querer gozar e eu estava tentando arduamente não explodir tão rapidamente fundo naquela garganta, mas ela era
feroz. A boca me engolia tal e qual sua chefe, como se tivesse sido ensinada para fazer igual. E percebendo minha excitação, ela aumentava ainda mais suas
investidas. Enrolei aqueles belos cabelos lisos, que de tão longos, enrolei 2 vezes na mão, e então puxei com certa força, tentando controlar seus movimentos, mas ela apenas gemeu forte, balbuciando palavras que mal podia compreender já que ela não permitia que meu pau fugisse de sua boca: - “Hmmmm... ommm... aimmm... om orra...” Quem escutasse, não saberia nunca que ela estava na verdade dizendo: - “Hmmmm... Bommm... Assimmm... Com força...” E então segui aplicando a força, tentando controlar suas investidas, que em resposta tive suas mãos me puxando pela bunda, com suas unhas sendo cravadas em meus glúteos, fazendo meu pau ir ao máximo possível dentro de sua boca, tocando o fundo de sua garganta, seus lábios beijando meu corpo, sua língua se esfregando em minhas bolas. Aquela sensação estava quase impossível de controlar, então puxei seus cabelos com mais força, fazendo com que ela me soltasse na marra. Ela enfim largou meu pau, saliva escorrendo pela boca, a cara lambuzada, brilhando, ela olha para mim, aquele sorriso malvado novamente, e então diz: - “A Dra. me mandou provar direitinho do paciente... E eu sou uma recepcionista muuuuito obediente... Então quero fazer meu trabalho direitinho...” Incrédulo, ainda que mega excitado, perguntei: - “Quer me explicar exatamente o que está acontecendo? Vocês duas estão me deixando louquinho!” E ela, passando os dedos e sorvendo toda a saliva que escorria de seu rosto, foi sensualmente se levantando e andando de costas pelo corredor, se afastando de mim e indo na direção da sala principal do antigo consultório: - “Então... A Dra. tem uma tara por você de infância. Eu já conhecia a história e, quando ela me falou o que planejava, disse que depois que ela conseguisse abusar de você, que eu teria que me oferecer para você também e que levasse seu sabor para ela de volta...”

Meio sem entender direito, questionei: - “Levar de volta meu sabor? Como assim?” E ela, sorrindo aquele sorriso que me conquistou na recepção mais cedo,
explicou: - “Então, a Dra. é minha dona... Eu faço TUDO o que ela manda... No consultório, sou a recepcionista dela, e faço todo o trabalho do consultório
que ela me manda fazer... Fora do consultório, sou a cachorrinha dela e faço exatamente TUDO o que ela me manda fazer... E hoje ela me presenteou com uma
ordem muito deliciosa, que foi a de te chupar bastante para sentir o gosto da buceta dela no teu pau...” Falou isso, com a maior naturalidade enquanto caminhava, já se livrando da própria calça, virando-se de costas para mim. Alcançou a sala e, apoiando-se na mesa à sua frente, empinou sua bunda, que brilhava com o reflexo da luz do dia que entrava pela janela, e concluiu: - “... e voltar para o consultório com a buceta cheia da sua porra... Que eu tinha que conseguir tirar o máximo de gozo desse seu delicioso pau que ainda restasse e que voltasse com tudo no fundo da minha buceta... “

Quase gozei com aquele comentário. Não bastasse aquela visão maravilhosa, ainda ouvir aquelas palavras saindo daquela gostosa... Era tudo muito absurdo. Absurdamente excitante! E aquela morena não parava de me excitar: - “Vem... Vem encher a minha bucetinha, vem... A Dra. mandou e eu preciso obedecer...” Nem precisei ouvir mais nada saindo daquela boca... Já tinha terminado de arrancar uma das pernas da calça e, segurando o pau, apenas o guiei na direção daquela bucetinha quente e encharcada. Entrei fácil de tanto que escorria de sua lubrificação. Era sua lubrificação misturada com toda saliva que ela deixou em meu pau... Escorregou fácil para dentro daquela bucetinha apertada. Ela gemeu: - “Ai, que delícia... Amo a Dra.... Amo esse presente delicioso que ela está me dando... Goza... Goza fundo... Me lambuza... Enche a minha bucetinha com a sua porra... Me deixa atender a minha dona... Ai, que delícia... Hmmm... Gostoso... Goza pra minha dona!”

Ela ia gemendo, falando e me deixando mais e mais excitado. Eu já metia com força. Uma das mãos já enrolada novamente naqueles cabelos, puxando-a como se domasse uma potranca... A outra apertando sua bunda com força, deixando marcas... A cada instigada dela, minhas investidas se tornavam mais e mais bruscas, ao ponto de começar a empurrar a mesa para frente, até encostar na parede. Dava tapas em sua bunda, que ela logo retornava com mais e mais gemidos, pedindo mais e mais de tudo o que eu estava oferecendo... Não aguentava mais aquela situação toda. O extremo já havia sido ultrapassado... Não conseguia mais segurar o orgasmo e então falei: - Vou gozar, gostosa! Vou encher essa sua bucetinha quente pra você atender a Dra.! Vou gozar! Vou gozar, minha putinha! Toma! Toma minha porra!” E jorrei! Nem acreditei o quanto, mas gozei tanto que sentia sair um jorro atrás do outro, indo fundo naquela buceta... Precisei me apoiar novamente na parede, de tanto esforço que fiz, respirando forte para recuperar o fôlego. Assim que soltei seus cabelos, comecei a me afastar e ela rapidamente buscou algo na gaveta da mesa. Era um plug que ela tratou de meter na buceta, na tentativa de impedir que meu gozo escorresse. Ajudei-a, erguendo sua calcinha e calça, para que tentasse segurar o quanto pudesse. Ela agradeceu e, mantendo a posição em que estava sobre a mesa, me pediu que fosse para sua frente, para que ela limpasse meu pau.

Atendi seu pedido e desta vez, lambeu-me como se estivesse apenas me limpando, sorvendo todos os vestígios de meu gozo e seus líquidos. Lambia meu pau por completo, engolindo-o novamente, mas sem tentar me excitar. Quando enfim me deixou praticamente “seco”, se levantou, ajustou sua roupa o máximo que pôde e disse: - “Obrigada... Agora vou poder levar para a Dra. o que ela me mandou pegar... Seu gozo na minha buceta, e nossos gostos na minha boca...” Terminamos de nos ajeitar, descemos e antes de ir ela falou: - “Não esquece da próxima consulta! Tenho certeza de que vou poder ajudar mais!”...


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Edifício Comercial – Parte 2 – Recepcionista

Codigo do conto:
265848

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
01/07/2026

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