Edifício Comercial – Parte 1 – Esteticista

Passei por um período estressante demais no trabalho e acabei desenvolvendo algumas irritações que terminaram por eclodir em meu pescoço. Não parecia ser nada demais, e até usei um creme hidratante, acreditando que seria o tratamento, mas sempre que estava de blusa, a gola irritava a pele e acabava me machucando, ao ponto de causar leves feridas. Tratei de marcar logo uma dermatologista pelo plano de saúde e por sorte, consegui o atendimento rapidamente e já no primeiro horário do dia.

Logo que cheguei na clínica, fui atendido por uma belíssima recepcionista. Linda morena de pele clara e cabelos negros lisos, longos, brilhando quase em reflexo à iluminação da sala. Dona de um sorriso largo e convidativo e um olhar bem receptivo, cumprimentou-me agradavelmente e perguntou por meu nome. Já nessa recepção quase gaguejei, misturando o cumprimento com meu nome e tirando uma deliciosa risada já para começarmos o dia bem. Feitas as perguntas iniciais, ela informou que a Doutora estava por chegar e, como o gelo havia sido quebrado, ficamos conversando amenidades até a chegada dela.
Foram pouco mais de 15 minutos de conversa e já tinha conseguido diversa informações daquela delícia de morena. Mãe solteira de um menino de apenas 2 anos, tijucana, adorava dançar, rodinha de samba, churrasquinho e aquela básica cervejinha de fim de semana, praia... Uma genuína carioca! Estávamos já começando a contar casos divertidos de nossas vidas, quando enfim a Doutora chegou, desculpando-se pela demora e pedindo apenas 2 minutos para que pudesse entrar e se organizar para enfim poder me atender. Mencionei que ficasse à vontade, que a casa era dela, e rimos todos, inclusive a Doutora.
Em menos tempo do que ela havia pedido, o telefone toca e a recepcionista, Kelly, atende e me informa que já poderia entrar, me encaminhando até a sala. Agradeci, entrei e a Doutora novamente pediu desculpas pela demora, se movimentando de forma acelerada, ajeitando o computador, mesa, papéis, e então me perguntou o que me levara até ali. Sentei-me, olhando para ela que seguia agitada, e respondi mostrando a pele do pescoço irritada. Ela perguntou-me se tinha ideia do que poderia ter causado isso e, sorrindo, respondi: - “Acho que ter passado por uma semana estressante e ter ficado acelerado igual à Sra. está neste momento...” Ela subitamente parou tudo o que estava fazendo, me olhou nos olhos e sorriu, percebendo que estava agitada demais. Pediu-me desculpas novamente e, tal como comecei meu dia com a Kelly, comecei meu dia com a Doutora Isabela, com uma consulta que parecia mais um bate-papo. Ela pediu-me para sentar à maca próxima à janela para avaliar a lesão. Pediu-me que tirasse a camisa, já que a gola roçava na lesão, agravando a situação dela, e assim fiz o solicitado. Ela examinou a lesão com um par de lentes iluminadas sobre a testa, e em seguida perguntou se não havia mais nenhuma lesão, que respondi negativamente, mas os olhos dela já me seguiam examinando independentemente.

Não pude deixar de perceber que seus olhos demonstravam mais que apenas uma busca minuciosa por mais alguma lesão. Ela parecia analisar também algo que estava curtindo. Passou quase um minuto olhando por meu peito, parecendo buscar por algo mais, e então tocou minha pele próximo à minha marca de nascença localizada bem ao lado do meu mamilo esquerdo. Seu toque, ainda que leve, me fez cócegas e quase pulei da maca, rindo e dando um susto nela. Rimos e mais uma vez ela me pediu desculpas, mas desta vez, já abusando da sensação de estar à vontade com ela, acrescentei: - “Com cócegas eu também cobro!” E ela riu ainda mais. Estávamos muito à vontade um com o outro e, ao final da consulta, me receitou o creme necessário, disse que não era nada demais e me aconselhou a mais dessas risadas para descontrair o estresse. Perguntei se o conselho vinha com a companhia e rindo, e seguindo com o atendimento, agora se misturando à uma conversa ela falou: - “Você é bem divertido, gato... Não tem porque esse estresse. Precisa relaxar mais... Dar uma namorada... Sexo é ótimo para relaxar...” Aproveitei a oportunidade e perguntei: - “Tô precisando muito seguir essa receita, Dra.! Me ajuda!”

Surpreendentemente, ela para de rir e fica me olhando por uns segundos. Vai até sua mesa, olha sua agenda e então liga para a recepção, pedindo por um produto, em seguida ela pergunta se tem algum atendimento e então pede para Kelly ir até a outra sala para buscar algumas amostras grátis do creme que havia me receitado. Ela então desliga o telefone, me olha nos olhos, solta os cabelos presos e diz: - “Você tem 30 minutos. Volta para a maca, mas agora tira também a calça, que vou te examinar melhor...” Eu fiquei estático. A surpresa foi tanta que só consegui me movimentar após ela se aproximar o suficiente de mim e me beijar. De olhos abertos, me observava enquanto enfiava sua língua dentro de minha boca, com seus lábios quase me engolindo. Aquela voracidade, aquela mulher me devorando subitamente, foi tudo tão inesperado que demorei muito até conseguir absorver as sensações que ela me passava. Suas mãos ágeis já me desvencilhavam das calças e abriam seu jaleco, exibindo um fino vestido estampado azul. Ela então me empurrou na maca, me fazendo sentar, com minhas calças já nos joelhos. Usando minha calça de alça, ergueu minhas pernas e as jogou para o lado, virando-me na maca, deixando-me pronto para deitar. Colocou a mão no meu peito e me empurrou para baixo, forçando-me a deitar na maca. Eu não conseguia agir. Aquela mulher era plena no domínio e na execução. Percebi um sorriso sádico quando ela olhou para mim e percebeu minha incredulidade. E, mantendo sua mão em meu peito, como se quisesse me impedir de me levantar da maca, com a outra mão segurou meu saco firmemente e puxou na direção dos meus pés. Meu pau erguido como se tivesse a vida independente da minha, com a puxada que ela deu no meu saco, colocou-se apontado para o teto e ela, que até então ficara apenas me olhando, curtindo meu espanto, abocanhou de imediato e por completo todo o corpo. E sem nenhum pudor ou calma, como se já tivéssemos transado inúmeras vezes antes, caiu de boca no meu pau engolindo ele inteiro, babando bastante e deixando meu pau totalmente lubrificado.

Sendo inundado pelas sensações do prazer, comecei a finalmente me mexer e levei a mão à sua perna, buscando erguer seu vestido para alcançar sua buceta, mas nem tive tempo de chegar até ela, logo subiu sobre mim na maca, pernas arreganhadas, montando em meu pau, guiando ele certeiro em sua buceta, que por incrível que seja, estava alagada. Assim que encontrou a posição, sentou de uma só vez, com meu pau invadindo sua buceta tal e qual foi com sua boca, e rebolou, quicou, esfregou-se em mim... Com uma das mãos apoiada ainda em meu peito, agora também servido de apoio, e a outra agora em minha garganta, ela então falou: - “Ai... Que tesão! Puta que pariu! Goza, safado! Goza, que eu já estou indo pro meu segundo orgasmo! Goza, filho da puta! Relaxa e goza fundo na minha buceta!” Eu não acreditava naquela transformação, mas o tesão foi tanto que poucos minutos se passaram e eu já estava querendo gozar. Ela estava no controle de tudo, inclusive do meu orgasmo. Senti seu corpo começar a se retesar, sua buceta apertar meu pau e ela então anunciou o orgasmo e me mandou gozar junto, o que meu corpo atendeu como se não importasse se eu queria ou não. E gozei da mesma forma que ela, jorrando, pleno, enrijecendo meu corpo junto com o dela.

Quando enfim ela aliviou a pressão das mãos, relaxou também o corpo e tombou sobre mim. Respirávamos ofegantes, ela impressionantemente ainda acelerada, começou a falar: - “Nossa... Hoje eu acordei com um tesão absurdo... Sensação quase incontrolável... Até me atrasei justamente porque precisava dar uma gozada urgente, mesmo que rápida. Não aguentei me segurar. Me masturbei no carro lá embaixo, no estacionamento... Desculpa... Se soubesse que isso aconteceria, eu não teria me atrasado... Teria corrido aqui pra cima logo e me jogado em cima de você mais cedo...” E riu... Eu, ainda atônito, mas agora sorrindo feliz pela gozada à jato mais espetacular que já tivera, falei: - “Nossa... Você é um furacão!” Isabela, vendo que eu ainda estava inerte, veio até mim e, conforme me desnudou, agora me vestia, acelerada da mesma forma, dizendo: - “Kelly deve já estar voltando. Não temos muito tempo. Veste logo a roupa, porque ela não pode nem imaginar que isso tudo aconteceu! Eu nunca fiz isso na minha vida! Só não consegui me segurar. Já tinha muito tesão em você. Você não lembra de mim, mas estudamos juntos e eu sempre tive um tesão secreto por você... Quando você tirou a camisa eu precisei me controlar, e até estava indo bem, mas quando você disse ‘me ajuda!’, não aguentei...”

Minha nossa... Ela era acelerada demais e eu mal conseguia acompanhar tudo o que acontecia. Estudou comigo? Não me recordava. Não conseguia lembrar. Eu não conseguia acompanha-la. Estava terminando de colocar a camisa e prestes a perguntar de onde nos conhecíamos quando o telefone tocou. Isabela atendeu, e pediu que Kelly entrasse. Ela desligou o telefone, veio até mim, segurou meu rosto e me deu mais um beijo, desta vez um apaixonado, delicioso, mas também rápido, afastando-se de mim e chegando à sua mesa no justo momento em que Kelly batia à porta e anunciava sua entrada. Eu buscava pelo último botão da camisa para fechar, mas avidamente, Isabela já tratara de fechar, provavelmente enquanto me beijava. Kelly entrou, aquele sorriso ainda estampado em seu rosto, entregou à Doutora o que ela havia pedido, e saiu. A Doutora me entregou os remédios e explicou a aplicação dos cremes, como se estivéssemos seguindo o atendimento, sem ter tido a transa no meio tempo. Parecia uma pausa de filme.

Comecei a rir, incrédulo, e Isabela sorriu, me acompanhando. Perguntei: - “Isso tudo aconteceu mesmo?” E ela então me olhou e disse: - “Claro! E veja, daqui há uns dias vou querer ver o resultado do tratamento...” E antes que ela seguisse com o total controle, eu falei: - “Ah, mas pode apostar que eu vou voltar!” Ela riu e completou: - “Marca com a Kelly a próxima visita! E se precisar, pode me ligar. Meu número particular está na receita. Pode ligar a qualquer hora...” Sorríamos um para o outro. Ela me levou até a porta, se despediu de mim e avisou para Kelly me agendar na semana seguinte.

Saí da sala e me dirigi até a Kelly para agendar o retorno. Kelly perguntou da preferência de dia e horário, se poderia ser na semana seguinte, mesmo horário e afirmei que sim, mal conseguindo raciocinar. Kelly então, para me ajudar, falou: - “Vou marcar você no mesmo horário na semana que vem, mas vou deixar as três primeiras sessões reservadas para você.” E piscou para mim. O que estava acontecendo? Kelly sabia? Aquilo era uma armação planejada? Que tipo de pegadinha era aquela. E Kelly, percebendo minha surpresa, enfim conseguiu me fazer compreender tudo: - “Pê, a Doutora sempre falou de vocês quando eram crianças. Não se lembra da 1ª série? Então, mesmo hoje, já adultos, ela sempre falava que você tinha sido a paixão que ela nunca tinha conseguido contar e quando viu seu nome na agenda, não parou um minuto sequer de falar o quanto ainda sonhava com você. E vou te falar, não sei como você era quando criança, mas te vendo hoje, ui... Minha nossa... Até eu fiquei com tesão...” E riu novamente.

Quando Kelly mencionou a 1ª série, finalmente consegui unir o nome à lembrança. Peguei o cartão do consultório com a marcação do retorno e então Kelly falou: - “Pê, se precisar, meu telefone também está no cartão. Eu ajudo sempre à Doutora. Ela sempre me pede ajuda, sabe? As vezes eu tenho que ir no antigo consultório pegar os cremes e remédios que ela pede, mas as vezes ela também me pede para ajudar na consulta, então, já sabe... Pode me ligar também se precisar de alguma ajuda...” Ela disse isso e começou a rir, provavelmente por perceber a surpresa estampar na minha cara novamente, ainda que desta vez tenha sido a primeira que ela tenha visto. Saí dali, peguei o elevador, desci, saí do prédio e parei na calçada. Olhei para o edifício, olhando para o alto dele, buscando a janela da sala do consultório. Fiquei parado por uns minutos. Então peguei o celular e liguei para Kelly...


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Edifício Comercial – Parte 1 – Esteticista

Codigo do conto:
265435

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
26/06/2026

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