O administrador do condomínio estava atarefado, impossibilitado de nos dar atenção, mas como ele sabia que eu era o responsável pelo serviço, uma vez que tinha sido diretamente com quem havia acertado tudo a respeito da manutenção, não viu problema que eu seguisse adiante com meu funcionário e continuasse o serviço, sem sua supervisão. Pegamos as ferramentas que faríamos uso e subimos até a cobertura para resolvermos as últimas pendências.
Chico, meu melhor funcionário, também conhecido como Martelete, era um cara muito forte, e querendo agilizar tudo, pegou o que precisava para o serviço e seguiu para um apartamento, enquanto eu seguia para um outro. Como eu estava com roupa social, a fim de evitar sujar toda a roupa, tirei a blusa e fiquei fazendo algumas das partes mais simples, de forma a evitar me sujar. Estávamos com muita parte adiantada, quando Martelete avisa que ia parar para comer algo, ao que eu aviso que seguiria ali para avançar mais o serviço e aguardaria por ele. Estava no alto de uma escada, quando ouço vozes se aproximando. Não tinha como sair de cima da escada e colocar a blusa então, fosse quem fosse, iria me flagrar ali, trabalhando, mas sem camisa. Surgem duas meninas da limpeza, conversando e rindo, para descansar longe do serviço. Elas se espantam por me verem ali sem camisa, mas entendem que estava ali trabalhando, então me cumprimentam, me olhando de cima a baixo, e pedem licença para se acomodarem para poderem descansar. Disse que não precisariam se incomodar comigo, que podiam descansar tranquilamente, e pedi desculpas por estar sem camisa. Elas agradeceram, riram, sentaram na borda da piscina vazia e acrescentaram: - “Descansar com uma paisagem é ótimo, mas com duas, é melhor ainda! Não precisa pedir desculpas! A gente é que agradece!” Nesse ramo, a informalidade é praxe e esse tipo de brincadeira é mais que corriqueira, então embarquei na brincadeira e disse: - “É, mas uma paisagem é só para você olhar e relaxar... Essa paisagem aqui é pra fazer mais que ficar só olhando...” Rimos e a partir daí a intimidade foi só avançando:
- “Minha nossa! E o que dá pra fazer com essa paisagem?”
- “Se você gostou tanto dela, podia aproveitar pra sentir o sabor...”
- “Ih, mas se eu for provar, é capaz dessa paisagem não sair mais daqui...”
- “Se você provar, você vai é sentir a paisagem de verdade... Gosto, cheiro... E é uma paisagem que muda até de tamanho... Aí vocês não vão querer ver outra paisagem...”
- “Ah... isso é propaganda enganosa... Só acredito provando dessa paisagem!”
- “Concordo! Só acredito se mostrar a paisagem!”
- “Não faço propaganda enganosa... Se quiserem, podem ver de pertinho como a paisagem é mais do que real...”
E justo terminava o que fazia, então desci da escada, o que deu ênfase no que eu falava, fazendo com que elas interpretassem como se eu perguntasse “e agora?” A que começou a brincadeira comigo era uma morena de cabelos curtos, seios avantajados, uma bunda modesta, seguida de coxas relativamente grossas, com o corpo um pouco acima do peso. A amiga, que apenas acompanhava e vez por outra reforçava as indiretas da morena, era uma branquinha bem magra, com seios bem pequenos, mas uma bunda redondinha, daquelas que tem a forma certa pra um tapa. Tão logo eu desci da escada a morena se levantou, como se estivesse respondendo ao meu movimento, então arrisquei: - “Vem provar da paisagem!” A morena trocou olhares com a amiga, que ria como se duvidasse que ela fosse além das palavras, e então a morena me olhou de volta e disse: - “Se você abrir esse botão eu vou aí provar dela!” E um segundo após a fala dela, desabotoei a calça e concluí: - “Feito! Vem!” Ela então virou pra branquinha e disse para ela: -“Se prepara!” E veio em minha direção já esticando as mãos. Abri o zíper e arriei a calça e a cueca. E mal me ergui, meu pau saltou pra frente, rígido, balançando para cima e para baixo. A morena arregalou os olhos, meio incrédula, mas se aproximou em quatro passadas largas, se ajoelhou na minha frente e, me olhando nos olhos, segurou meu pau com as duas mãos, abriu a boca e foi deslizando ele para dentro, escorregando pelos lábios. Me apoiei na escada com uma das mãos e com a outra enganchei os dedos nos curtos cabelos dela, tamanho mínimo para poder segurar e controlar seus movimentos. A branquinha estampava uma face incrédula total do que via. Por uns breves segundos ficou imóvel apenas admirando, espantada com o que a morena fez.
Enquanto eu observava a branquinha, sentia a morena me devorando com a boca. Suas mãos largaram meu pau e passaram a me apertar a bunda, me puxando para si, enfiando mais e mais meu pau fundo em sua garganta. Ela engolia meu pau e serpenteava sua língua por minhas bolas, ao mesmo tempo em que suas unhas fincavam firmes em minha bunda, me puxando e deixando marcas. Seus movimentos eram bruscos, violentos, e ela gemia e tentava falar com meu pau lá no fundo, mas era impossível entender qualquer coisa a não ser perceber o prazer que sentia. Nisso, a branquinha arrisca se levantar para sair e justo quando chega próximo de nós dois, a morena me larga, estica o braço impedindo a branquinha de passar e fala de forma totalmente autoritária: -“ Aonde você pensa que vai! Você veio aqui comigo pra fazer uma coisa que você estava querendo muito, não lembra? Pois agora você vai fazer o que queria e muito mais! Tira a minha calça, deita embaixo da minha buceta e pode começar a me chupar agora mesmo!” Foi a minha vez de ser totalmente surpreendido. Aquela forma da morena agir com a branquinha me deixou ainda mais excitado. As duas tinham subido ali no momento de descanso do trabalho para transarem! Comecei a achar que eram namoradas, mas minha presunção foi novamente corrigida quando ouvi a morena começar a dar ordens na branquinha enquanto me masturbava: - "Anda, Bete! Não demora! Tu queria provar da minha buceta molhada! Então agora você não só vai provar dela, como também vai lubrificar meu cu, porque eu quero sentir essa rola me arrombando! Essa paisagem vai me fazer ver estrelas hoje, e você vai limpar tudinho depois!"
A cara da branquinha conseguiu ficar ainda mais branca, se é que era possível ela ficar mais pálida. Bete, como a morena chamou, foi lentamente se mexendo e obedecendo, meio que respondendo passo-a-passo o que lhe era ordenado. Primeiro tirou as calças da morena, puxando junto uma calcinha estilo fio dental que estava bem atochada naquela considerável bunda. Em seguida deitou-se desajeitadamente próximo à buceta da morena e então ficou esperando nova ordem, como se não soubesse o que fazer. A morena, insatisfeita por ela ter deitado distante, me soltou por uns segundos e se arrastou para trás, colocando os pés sobre os ombros de Bete, com os joelhos para a frente, arreganhando bem sua buceta e arriando o corpo sobre a boca de Bete, quase até prendendo a respiração da branquinha. – “Bete, é bom você me chupar direito! Quero ver se o que você falava também era verdade! A paisagem aqui provou que era real. Agora quero ver se essa sua língua vai mesmo me fazer gozar como nunca gozei! Prova, e você vira minha putinha!” Ela terminou de falar com Bete e voltou a me olhar, me chamando para levar meu pau de volta até sua boca: -“Vem, minha paisagem gostosa! Trás de volta essa delícia pra dentro da minha boca! Fode a minha garganta que eu quero gozar na boca dessa cachorra pálida!”
Mal ela terminou a frase e meu funcionário voltou. Quando presenciou a cena, sacana como o moreno também era, tratou logo de tirar a roupa também, ficando com o pau erguido bem ao meu lado, apontando para a boca da morena que, apesar de ter sido surpreendida, apenas esticou a mão até o pau do Chico e começou a masturba-lo. Como ele ainda estava seco, ela levou a mão para trás e enfiou por sob a calça de Bete, roçando a palma da mão na bucetinha dela: -“Ótimo! Está molhadinha! Perfeito!” E esfregou nela para deixar a mão bem lubrificada e voltou à masturbação do Chico. A morena largou um pouco meu pau e foi sentir o gosto do pau do Chico, passando apenas a me masturbar, então ela para e fala: - “Mete essa paisagem no meu cu! Me faz gozar com esse pau no meu cu!” Nem pestanejei. Fui para trás dela, obediente como a branquinha, afastei suas nádegas e fui metendo o pau até desaparecer dentro dela por completo. A morena gemia e balbuciava todo tipo de palavra com o pau do Chico na garganta. Ninguém entendia nada do que ela tentava pronunciar. Apenas entendíamos que ela estava tendo muito prazer. Então, para não ser apenas mais um pau mandado da morena, resolvi também dar ordens: -“Bete, segura a bunda dela bem afastada pra eu meter gostoso nesse cu! E já que está lambendo aí embaixo, lambuza meu saco também! Lambe ele, por que eu quero encher esse cu de leite e quero ver você lambendo o que vazar!”
Chico, surpreso por toda essa sacanagem, sentindo os gemidos da morena com seu pau todo enfiado até a goela dela, assim que sentiu a língua dela tocar a base do seu pau, ejaculou fartamente. – “Porra, morena! Se tu soubesse o quanto eu estava no atraso, não ia ficar me chupando!” E riu alto, pois gozou tanto que sua porra explodiu fundo na garganta da morena, fazendo-a engasgar um pouco e com isso, expelir a rola do Martelete da boca, terminando por receber mais das golfadas dele no rosto todo. O cara parecia uma máquina jorrando leite. Dei sorte dele ter mirado a cara da morena, caso contrário aquela gozada voaria longe e me atingiria também.
A morena, apesar de tossir um pouco com a engasgada de tanta porra no fundo da garganta, sorria e gemia de prazer. – “Ah, gostoso! Se você soubesse o quanto eu gosto disso, não tinha tirado esse pau delicioso do fundo da minha garganta! Eu teria bebido tudinho sem nem parar para respirar... Mas já que essa porra gostosa veio parar na minha cara, vou aproveitar a minha cachorrinha pra lamber ela todinha da minha cara, enquanto essa paisagem segue esfolando o meu cu!” Chico deixou o rosto da morena tão recheado de seu gozo que parecia até que ela tinha pintado a cara de branco, pra ficar parecida com a branquinha. Ela lambeu os beiços com a porra que estava escorrendo e deu nova ordem para a Bete: - “ Vem cá, cachorrinha! Vem lamber o rosto da sua dona agora!” Bete, com dificuldades, saiu debaixo de nós dois e foi engatinhando até o rosto da morena, obedecendo sua nova ordem, lambendo como uma cachorrinha feliz o rosto da sua dona, sorvendo cada gota de sêmen que escorria da face da morena. – “Ah, Bete, que delícia de cachorrinha você está se mostrando ser! Você é bem obediente! Assim que eu gosto! Tira essa sua roupa toda e fica peladinha aqui na minha frente, que eu quero sentir o gosto dessa bucetinha!” E Bete, como em transe, tirou sua blusa de serviço, sua calça, desceu a calcinha branca de renda e colou sua buceta de pelinhos ralos no rosto da morena. A morena enfiou a cara no meio das pernas de Bete, lambendo o que conseguia da bucetinha dela. Minhas investidas contra o cu da morena fazia com que ela se enterrasse cadenciadamente entre as pernas de Bete e, com todo o prazer da situação, não aguentei mais que alguns minutos a mais e anunciei meu orgasmo, jorrando todo meu gozo dentro do cu guloso daquela morena que, ao sentir meu orgasmo, aproveitou e deu nova ordem à Bete: - “Vai, cachorrinha! Faz o teu trabalho! Limpa meu cu e deixa ele pronto pra mais rola! Me faz gozar com essa linguinha mágica, como você me prometeu!”
O atraso sexual de Chico permitiu que ele logo estivesse pronto para mais uma e então ele acompanhou a cachorrinha Bete e falou: - “Vai branquinha! Limpa esse cu e lambuza meu pau pra eu arrombar essa morena e encher ela de porra de novo e você poder beber mais leite!” Bete sorveu toda a porra que conseguiu do cu da morena e babou toda a extensão do caralho de Chico, que não era pequeno. Ele mandou que Bete o colocasse no cu da morena e ela assim o fez. Mal a cabeça passou e a morena gemeu alto: - “Caralho! Que gostoso ser fudida assim, sem parar! Puta que pariu! Mete, gostoso! Enterra esse pau no fundo do meu cu e me faz gozar de novo!”
A morena já tinha gozado e nem percebi. Chico estava com fôlego sobrando e ia mostrar literalmente para a morena o porque do seu apelido, então recostei na escada para descansar e apenas observar a foda, mas não sem antes de me aproveitar de abusar da branquinha: - “Bete, enquanto a sua dona está levando no cu de novo, vem aqui limpar o meu pau. Tem mais porra aqui pra você lamber!” A morena sorriu e, em meio aos gemidos, ordenou: - “Isso, cachorrinha! Faz o serviço completo nessas minhas paisagens lindas!” E no papel assumido de cachorrinha, veio engatinhando até mim e começou a lamber meu pau, chupando e sorvendo todo vestígio de porra nele, descendo até minhas bolas e lambendo tudo. Eu curtia o prazer da boca da cachorrinha e desfrutava do prazer de ver aquele corpinho quase transparente, nu agachado à minha frente. Ao mesmo tempo, apreciava a foda de Chico com a morena, com Chico martelando fortemente aquele cu, jogando ela para frente e para trás com muito vigor, fazendo ela urrar de prazer e anunciar que estava gozando. Chico não parava. Seguia no ritmo frenético, martelando fundo o cu da morena. Podia ver pelas feições da morena que gozava e já não mais se controlava, então sentei-me no chão em frente à morena e mandei a branquinha sentar no meu pau de frente para ela, de forma a permitir que a morena a chupasse enquanto ela sentasse sua bucetinha em mim. Ela olhou para a morena como se aguardasse a confirmação da ordem, mas a morena estava em pleno orgasmo e não conseguia falar nada. Dei um tapa naquela bunda redondinha, logo vendo o vermelho se formando onde bati e ela então se posicionou conforme mandei e veio se agachando sobre meu pau, direcionando-o diretamente para sua bucetinha.
Assim que sua bunda se apoiou em mim, meu pau pleno dentro de sua bucetinha, puxei seu corpo contra o meu e me recostei, fazendo com que ela ficasse praticamente deitada de costas sobre meu peito. Assim que a morena se refez do orgasmo, deu de cara com a bucetinha de Bete recebendo meu pau e caiu de boca em nós dois, lambendo ora o grelo de Bete, ora minhas bolas, descendo e subindo a língua por completo, lambendo o que ficasse de fora da bucetinha de Bete e repetindo o movimento, como se também fosse uma cachorrinha. Chico ainda não tinha gozado novamente e seguia vigoroso nas investidas, arrombando por completo o cu da morena, que logo já nos lambia como se estivesse desesperada pelo prazer, gemendo novamente alto, sentindo mais orgasmos se formando.
A branquinha era silenciosa, mas dava pra ver que estava gozando também, então, assim que a morena começou novamente a demonstrar mais um orgasmo chegando, fiz a branquinha se erguer e sentar em mim com seu cuzinho. Ela estava mole, com poucas forças, mas finalmente teve disposição para falar algo: - “Eu... Nunca dei... Nunca... Hmmm... Meu cu... Ele é virgem...” A morena ouviu e ficou com mais tesão ainda, prestes a gozar, mal se aguentando, e mandou: - “Cachorra! Desce com esse cu nessa rola! Cachorra boa tem que dar o cu! Ai... Vou gozar de novo!... Puta que pariu!” E seu novo orgasmo veio pleno. Tanto que se tremeu toda recebendo ainda fortes pancadas das coxas do Chico, com o pau enterrado no cu arrombado dela. E obediente como estava sendo até agora, Bete, a cachorrinha, desce lentamente sobre meu pau novamente, desta vez encaixando em seu cuzinho virgem: - “Hmmm... Ai... Hmmm...” Ela gemia baixo, reclamando um pouco de dor. Dobrei as pernas e mandei que se apoiasse em meus joelhos enquanto descia e eu a segurava pelas nádegas, afastando-as e deixando aquele cuzinho virgem o mais esticado possível para receber meu pau. Era tanta a lubrificação que escorria de sua buceta que seu cuzinho foi facilmente sendo invadido, apesar dela sentir o incômodo. Tão logo sua bunda encostou em meu corpo, com seu peso todo novamente apoiado em mim, ela percebeu que meu pau estava enterrado por completo em seu cuzinho, acabando com sua virgindade anal.
Esperei que ela se acomodasse e logo ela começou a se contorcer de prazer. Estava tendo seu segundo orgasmo, com apenas a invasão plena do cuzinho. Seu primeiro orgasmo anal. Ela jogou o corpo para frente para se apoiar e com isso a penetração foi ainda mais firme e fez com que ela finalmente colocasse som em seu prazer: - Ai! Que delícia! Estou gozando! Ai! Ai! Ai... Minha nossa...” A morena ainda se recuperava do seu gozo, mas estava fraca e ainda levava rola no cu sem parar. Levantou os olhos para ver sua cachorrinha levando no cu e sorriu: - “Agora sim, minha cachorrinha! Agora sim... Ai, que delícia de rola!” Chico finalmente chegava em seu segundo gozo e avisou: - “Aí, morena! Enchi tua garganta de porra e agora vou encher teu cu! Toma, puta gostosa!” E jorrou novamente porra em abundância no cu da morena. Gozou, gozou, gozou e gozou dentro, fazendo a morena arriar de não ter mais forças nas pernas, então ele tirou o pau do cu dela e gozou e gozou mais das costas da morena. O cara estava com a produção de meses encubada. Eu, vendo aquela cena que parecia mais um filme pornô, comecei a sacudir a branquinha, fazendo ela rebolar no meu pau. Ela se apoiou na morena e começou a quicar, no início lentamente, mas então, na mistura do prazer, foi acelerando a velocidade, quicando sem ritmo, não aguentando mais o prazer que sentia, perdendo o pouco controle que tinha e isso fez com que meu tesão aumentasse ainda mais e anunciei meu gozo, ao que ela sentiu e parou de se movimentar para sentir os jatos dentro de seu cuzinho.
Mal terminei de gozar, ela saiu de cima de mim, engatinhando, e foi até o cu da sua dona, praticamente desfalecida no chão, e foi lamber suas costas para limpar sua dona, e em seguida foi para o cu dela, agora um buraco, e lambeu e sorveu toda a porra que conseguiu. A morena, semi-desfalecida, virou-se de peito para cima, sorridente, detonada de prazer, e então Bete veio engatinhando por sobre o corpo da morena, lambendo ela por inteiro, passando pelo rosto dela e se erguendo devagar, e finalmente falou: - “Abre a boca, Rose! Sua vez de me limpar!” E desceu seu cu até a boca da morena (que até então sequer sabia o nome), se arreganhando, esticando bem o cuzinho para que toda a minha porra que ainda estava lá dentro escorregasse na boca dela. Rose, que não conseguia parar de sorrir, colocou aquela língua comprida para fora da boca e aguardou toda a porra descer e cair nela, bebendo, gemendo e lambendo a branquinha.
Não percebemos o quanto aquela orgia espontânea demorou, mas sabíamos que as meninas certamente deveriam estar sendo procuradas para seus postos de trabalho, então elas se recompuseram o mais rápido que conseguiram, mas não sem antes combinarmos de uma reprise para nossa próxima visita. Chico se adiantou para mim e disse que resolveria as pendências desse cliente, que não precisaria mandar a equipe anterior e eu, diante de tal situação, avisei os funcionários que tiveram a infecção que deixaria Chico responsável por terminar aquele cliente, colocando-os para outro serviço e, claro, me prontifiquei em acompanha-lo nas próximas visitas, que não mais seriam apenas os quatro dias previstos...