Tenho uma amiga que já estava tentando marcar de rever fazia alguns meses e estávamos loucos por um reencontro de memórias, então já tinha até a vítima com quem planejava usar o brinquedo. Seu aniversário estava chegando, então a união dos fatores estava exponencialmente perfeita. Minha compra estava com a previsão de chegar na sexta-feira, véspera do aniversário dela, mas justo o dia em que ela pretendia sair para comemorar. Esperando que tudo acontecesse perfeitamente, marquei com ela de nos encontrarmos um pouco antes e irmos juntos, assim eu poderia colocar meus planos já em movimento.
Sexta-feira, algo perto das 14 horas, a recepcionista do escritório informou de entrega de encomenda e pedi que recebesse e me trouxesse. Poucos minutos se passam e ela entra em minha sala com a caixa, e aproveitou o momento para me trazer alguns relatórios que havia solicitado pesquisa. Enquanto ela me mostrava seu trabalho, eu abria a encomenda, totalmente despretensioso. Ela explicava sua pesquisa, apontava os índices e apresentava as folhas de cada relatório que fez, e eu desembrulhava o pacote, até chegar na caixa, neutra, sem nenhuma indicação do que seria, e então finalmente cheguei ao produto e retirei-o da caixa.
A curiosidade natural a fez prestar atenção ao que retirei da caixa e isso a fez gaguejar em sua explicação, surpresa pelo que viu. Foi algo totalmente inesperado. Eu não via nenhum problema em abrir este tipo de encomenda, já que não tinha nenhuma maldade implícita. Era um objeto como outro qualquer. Nunca vi maldade no fato apenas de ser um item reconhecido por ser brinquedo sexual. O fato é que a reação dela foi bem interessante, pois após gaguejar um pouco, ela se enrolou muito na conclusão das suas pesquisas. Perguntei se estava tudo bem e ela respondeu que sim, mas foi ruborizando. Perguntei se ela via algum problema com aquilo, erguendo o plug em sua direção, exibindo-o, e ela então ficou vermelha como um pimentão, sorrindo, sem graça, intimidada. Falei que ela não precisava ficar com vergonha. Mencionei que era um presente para uma amiga e perguntei o que ela achava. Nossa, aquela pergunta fez ela quase saltar da cadeira. Ela tossia, engasgada, sorrindo, envergonhada, e não conseguia concluir a resposta sem se interromper. Falei que ela podia se acalmar, rindo da situação. Falei que não era nada demais, apenas um brinquedo sexual, mas ela não se conteve. Falei que ela podia deixar para me falar da pesquisa mais tarde, já que tinha ficado tão desconcertada. Ela pediu desculpas, colocou uma mão para trás, como se protegesse a própria bunda e foi saindo da minha sala, mas não sem antes me deixar com algumas ideias para tentar com ela, vendo tudo o que aconteceu.
Aquilo me deixou mais excitado para meu encontro com minha amiga, então peguei os outros itens que havia comprado por conta da imaginação que pipocou quando comprei o brinquedo e tratei de ligar logo para ela:
- Mi? Tudo bem? Já está livre? Estou indo te encontrar pra já começar a abusar de você.
- Ei! Você tá louco! Não são nem 16 horas ainda! Estou no trabalho. Não consigo sair assim, tão cedo. Deixa pelo menos chegar 17 horas que consigo pedir para sair um pouco mais cedo e nos vemos...
- Nada disso! Estou indo agora. Vai me receber quando me anunciarem. E vai me receber lá embaixo, na portaria, porque já vou começar a abusar de você logo que eu chegar! Espero não ter que começar já cedo a ter que te castigar...
- Pê... Por favor... Agora eu estou...
Desliguei. Ela me conhece. Ou me obedecia, ou sofria as consequências. O simples fato de saber que ela estaria impossibilitada de me atender me fez querer ir logo para testá-la. Chamei a recepcionista à sala, ela veio e avisei que iria sair, para entregar o presente para minha amiga. Avisei que não voltaria mais hoje, de forma que precisaria das pesquisas dela na segunda-feira, logo no início do dia. Ela concordou, dizendo que não teria problema algum, então, para saber o quanto de espaço tinha para me aventurar com ela, acrescentei: - “Eu vou chegar um pouco mais cedo na segunda para colocar os relatórios em ordem e porque também vou receber outra encomenda. Se você estiver disposta a me ajudar mais cedo com esse relatório e com a nova encomenda que vou receber, chegue 07:30. Assim consigo terminar os relatórios e abrir um novo presente. Interessada?” Ela ficou vermelha instantaneamente. Por reflexo, levou as mãos à frente da buceta, como se a protegesse, mas justo quando eu imaginava que ela fosse reclamar algo, ou achar que era alguma brincadeira, mesmo que fosse interpretada como de mal gosto, ela me surpreendeu, dizendo: - “Pode deixar, Sr. Pê. Segunda-feira eu chego mais cedo pra te apresentar as pesquisas das planilhas e te ajudar com o presente...” E abaixou os olhos, como uma perfeita submissa... Me surpreendeu. Sorri, fechei minha sala e antes de sair falei: - “Combinado! Segunda-feira! 07:30h em ponto, na minha sala! Venha disposta! Bom fim de semana!” E saí do escritório.
Desci do prédio ainda mais excitado com meus planos por conta daquela deliciosa surpresa com aquela pequena secretária da qual nunca nem esperava conseguir nada. Uma aventura já sendo preparada na minha mente para segunda-feira. Abusaria da minha amiga já pensando em como vou abusar da minha secretária.
Segui para o trabalho de minha amiga para encontra-la e dificultar sua vida. O simples fato de imaginar a ação, já me deixava excitado. Não demorei mais que uns trinta minutos e cheguei na portaria do edifício em que ficava o escritório em que ela trabalhava. Me anunciei na recepção e aguardei. A recepcionista estava prestes a me informar que poderia subir, quando escutei o telefone da recepção tocar e uma outra recepcionista informa à que estava me atendendo que a Mi estava descendo para me receber e me indica as poltronas da recepção para aguardar e me pergunta se gostaria de uma água ou café. Agradeço, declino as bebidas e me dirijo à poltrona para aguardar pela Mi. Ela sabe que não curto esperar e dou, mentalmente, a folga de esperar apenas 5 minutos para que ela aparecesse, caso contrário seria punida, não importando se a culpa fosse do elevador. Enfim ela aparece, apressada, mantendo a postura, mas demonstrando lembrar-se de não me fazer esperar. Me cumprimenta, olha para o relógio, me olha novamente e fala: - “Merda... Pê, me perdoa...” Cinco minutos e 20 segundos. Eu nem precisei falar nada. Ela já sabia. Entreguei a caixa para ela e mandei que fosse ao banheiro colocar. Disse que era parte do presente dela. Nervosa, ela sorriu, curiosa por receber um presente que tinha certeza, iria gostar e ao mesmo tempo iria se envergonhar.
Mi pegou a caixa que entreguei, foi ao banheiro e retornou sem demora. Me deu um beijo, agradeceu o presente e me levou pela catraca de acesso do prédio, onde chamamos pelo elevador e, junto com mais 9 pessoas, subimos. Ela pressionou o último andar e nos dirigimos ao fundo do elevador. Cheio, não lotado, o elevador fechou a porta e subimos. Mi usava um vestido de tecido fino e então aproveitei a primeira maldade e ali mesmo, às costas de todos e sob os olhares de quem ousasse estar assistindo às imagens da câmera de segurança, pousei minha mão direita nas costas dela e fui erguendo seu vestido com os dedos. O tecido fino subia facilmente, encolhendo na frente, mas praticamente imperceptível. Ela olhava em volta, nervosa, com receio de alguém perceber alguma coisa. Nada que me faria parar. Segui subindo seu vestido até conseguir alcançar o elástico do short que ela usava sob o vestido. Um short desses de lycra, moldado no corpo, para não permitir transparência do vestido. Enfiei a mão por dentro do short, buscando encontrar o presente devidamente colocado. Mi fechou os olhos de medo e de excitação, suando de receio de ser vista, excitada pelo excesso de abuso do que eu estava fazendo. Ela certamente achava que minha intenção era verificar se ela havia me obedecido, colocando devidamente o presente como eu supostamente haveria mandado. O fato é que sim, eu estava confirmando que ela estaria com o plug devidamente colocado, mas não era essa a minha real intenção. O que eu queria ali era surpreendê-la com o inesperado, que era prender a corrente no elo que havia na joia do plug.
Demorei um pouco com a mão enfiada por dentro de sua calcinha, a ponto de fazê-la olhar para trás, nervosa pela demora, tentando entender o que eu pretendia, então mostrei para ela uma coleira presa em uma corrente na outra mão, com a corrente descendo na direção da minha outra mão, a que estava dentro de sua calcinha, brincando com o plug em sua bunda. Ela não conseguiu compreender e o elevador já havia feito 3 paradas, deixando poucas pessoas restando no elevador a ponto de encobrir o que eu estava fazendo. Por sorte dela, a cada parada, desciam uma ou duas pessoas, e todas sempre ficando de costas para nós. E mais sorte ainda, o barulho que os elos da corrente faziam não fizeram ninguém querer curiosamente virar a cabeça para entender o que seria aquele barulho. Pura sorte dela. Quando finalmente consegui travar o gancho no elo do plug, retirei a mão e deixei o vestido cair, ficando com um pouco do pano erguido por conta da corrente não ser tão comprida. Dei um curto passo para o lado dela e mostrei a coleira para ela, que viu o couro em minha mão e seguiu com os olhos a corrente que descia, fazendo uma pequena curva sobre seu vestido. Todos desceram do elevador, ficando apenas nós dois e então, quando compreendeu o que era aquilo, arregalou os olhos, desesperada. Ficou morrendo de medo de entrar no escritório assim. Entreguei a coleira em suas mãos e mandei que entrasse no escritório segurando-a, e fosse até sua mesa e sentasse normalmente. Assim ninguém perceberia nada. Só perceberiam alguma coisa se ela demonstrasse o nervosismo que estava demonstrando.
Apressadamente foi seguindo até sua sala, onde entramos e ela fechou a porta. Me chamou de maluco, dizia que eu era impossível, que eu não tinha jeito e ficou falando por alguns minutos, enquanto eu, sentado, ficava apenas olhando, rindo, excitado, tanto quanto ela, mas ela não admitiria enquanto não dosasse o nervosismo. Mandei que ela sentasse e se acalmasse e ela sentou bruscamente, como se tivesse esquecido o que estava enfiado em seu cu. Tão logo sentou, tão logo tentou se levantar, pois o plug com a corrente ficava com um volume que o fazia se enterrar fundo em seu cu. Ela sentou, ergueu a bunda e então, apoiando-se nas laterais da cadeira, voltou a se sentar mais cuidadosamente, sentindo a penetração do plug empurrada pela corrente. Puxei minha cadeira para ficar na sua lateral esquerda, próximo a em que ela se sentou e puxei a cadeira dela de forma que ficasse de frente para mim. Estiquei a mão para que me entregasse a coleira e ela, receosa, mas obediente, me entregou. Puxei a coleira de forma a esticar a corrente e ela se segurou na cadeira e gemeu. Dei alguns puxões mudando um pouco a direção para cada puxão, e aos poucos percebi que ela agora fechava os olhos e fincava as unhas nos braços da cadeira, nervosa e excitada. Olhei em volta para me certificar de que ninguém olhava e então, com a mão esquerda, puxei a coleira de forma a deixar a corrente ao máximo esticada e com a mão direita fui direto na sua buceta por sobre o short. Queria me certificar de que ela realmente estava se excitando. E mais que confirmei, pois seu short era lycra o que fazia com que todo e qualquer líquido passasse sem um mínimo de retenção.
Mi reclinou-se para a frente, receosa por verem minhas ações, jogando seu corpo por sobre meu braço na vã esperança de cobri-lo e impedir que qualquer pessoa conseguisse interpretar o que eu estava de verdade fazendo. O tecido permitia sentir sua bucetinha pingando então, excitado, não quis nem saber. Chapei a mão por sobre sua buceta e comecei a masturba-la, sem deixar de ficar puxando a coleira o tempo todo de forma a faze-la sempre sentir que o plug estava ali. Meus dedos escorregavam pela lycra umedecida, deslizando facilmente pelo tecido encharcado. Dava para sentir seus líquidos escorrerem por minha mão, criando uma pequena poça em sua cadeira de couro. Investi em movimentos mais bruscos. Sei que ela adora quando aperto mais e mais ela. Ela não aguentava mais. Estava quase gozando. Sei também o quão escandalosa ela é quando atinge o orgasmo e, por mais que eu curta o sadismo, não queria causar a demissão dela por gozar então parei subitamente meus movimentos e ia retirar minha mão, mas ela abriu os olhos e me olhou em tom interrogativo, não compreendendo o motivo de eu ter parado, achando que seria um dos meus atos sádicos com ela. Olhei em volta, como que mostrando o motivo sem precisar dizer nada, mas ela puxou minha mão de volta para sua buceta, suplicando pelo olhar que eu seguisse e permitisse a ela atingir o orgasmo. Voltei a esfregar mais um pouco seu grelo e sem precisar muito, ela gozou. Controlou-se ao máximo para não emitir nenhum som, mas não conseguiu impedir que seu corpo denunciasse tudo o que sentiu, uma vez que arqueou toda a coluna e vergou sua cabeça para trás, segurando na braçadeira da cadeira como se tentasse impedir que fosse cair.
Segurei-a pela nuca e puxei-a para mim, de forma a tentar controlar um pouco seus impulsos, olhando ao redor, tentando prevenir qualquer problema. Por sorte, novamente, ninguém observava nada. Todos com a cara enfurnada em seus computadores ou celulares. Mi ofegava, lentamente retornando sua respiração normal. Quando finalmente conseguiu soltar a cadeira, seus dedos estavam rígidos, doloridos de tanta pressão aplicada, que chegou a deixar marcas de unha na madeira. Quando relaxou na cadeira, seu corpo pesou sobre o assento, expelindo a pequena poça de gozo formada no couro, deixando um filete escorrendo, pingando na frente de sua cadeira. Entreguei a coleira para que ela pudesse ir ao banheiro se ajeitar, mas mandei que não a removesse. Diante de tal orgasmo, ela nem questionava nada. Apenas obedecia, como costumava fazer. Levantou-se, pegou a coleira de minha mão e seguiu ao banheiro, com a corrente erguendo mais do que devia seu vestido pela lateral. Um dos elos havia se enroscado no fino tecido do vestido. Ela não percebeu. Ela não se importaria. Havia também uma mancha de molhado em sua bunda. Isso tampouco a incomodaria naquele momento. Ela estava com a sensação absoluta de um orgasmo pleno e inesperado em meio ao expediente.
Eu apenas sorria, me divertindo como sempre com os resultados desse tipo de brincadeira que eu adoro. Ela demorou um pouco para sair do banheiro. Duas colegas chegaram a perguntar por ela, para saber a respeito da comemoração dela mais tarde. Apenas informei em ambos momentos que ela havia ido ao banheiro e já retornava. Ninguém percebera nada. E quando ela retornou, sorrindo totalmente relaxada, me agradeceu o presente, tombando na cadeira, sem se importar com o úmido do seu orgasmo que ainda restava no assento. Então levantei-me e já prestes a sair, falei: - “Esse foi só o começo... Na sua festa continuamos... Tenho muito a abusar de você hoje... Vou te esperar no restaurante... Quando chegar, venha até mim me entregando a coleira. Não a retire. Senão vou precisar te castigar... Não demore para chegar!” E saí...
