Eu e meu enteado, na verdade, meu filho!!! Alimento bom pro filho ficar forte, é o leite paterno!

Continuação do conto eu e meu enteado!!! parte final

O carro seguia rápido pelas vias da cidade em direção a   uma rua arborizada, tranquila e sem muita luminosidade... Ali, um grande portão em ferro fundido, adornado com esculturas em bronze, separavam as vidas das pessoas, de tudo que elas mostravam em suas vidas públicas e tudo que elas viviam na privacidade...
A camioneta preta, com vidros escuros entrou rápido e mais rápido ainda, o portão de um dos sobrados foi baixado... Ali dentro, os dois em sil~encio subiam as escadas para o andar superior, onde uma grande cama coberta com lebçois de seda preto cobria o colchão... Cortinas pretas nas janelas, arandelas em bronze com luzes indiretas amarelas em algumas paredes, adornavam gravuras em posições eróticas... uma parede de vidro canelado, separava   o quarto da área de banho, onde uma grande banheira de hidromassagem, borbulhava fazendo espuma... O ar quente ligado, a música calma embalava a noite vinda de algum alto falante escondido nas paredes ou na própria cama.... Um grande sofá, revestido de veludo marrom, adornado com algumas almofadas e mantas, indicavam um ambiente onde poderia se beber e conversar...
Júlio pega duas cervejas no frigobar e alcança uma ao filho... senta naquele sofá e chama Juliano pra lhe acompanhar... os dois homens não tinham palavras... Nenhum deles conseguia começar a conversa mais importante de suas vidas... Tudo havia mudado e tudo que haviam descoberto em relação a sentimentos um pelo outro, que já não era pouca coisa, agora surge mais uma informação... talvez a mais importante de todas e a que fizesse as coisas realmente mudarem entre eles dois...
_Ta mais calmo filho?
_Calmo??? Não sei... pai!!!! de repente essa palavra tomou outro sentido né!!! mais pesada!!!
_Precisamos conversar filho!!! Sobre tudo que aconteceu hoje!!!!
_Apresar de tudo isso ter sido descoberto de maneira horrível, a melhor parte, foi saber que tu é meu filho de verdade!!! meu filho!!! Eu sou te pai, de verdade!!!!
Dizia Julio, realmente emocionado, sentado, com a garrafa de cerveja entre os dedos e os olhos marejados.... Olhava Fixamente pra Juliano, que também estava emocionado!!!! O garoto não conseguia segurar as lágrimas que escorriam pela face de pele macia...
_É pai!!!! Tu é meu pai de verdade e isso foi a melhor e a pior noticia que poderia ter recebido!!!
_Eu sei filho!!!! Não sei como a gente resolve isso!!! O que ja fizemos, não tem como voltar atrás... mas agora... Tudo é diferente!!! e eu não sei o que dizer e nem como agir!!!
_Pai!!!! Vou te perguntar uma coisa, mas quero que seja sincero comigo!!!!
_Claro filho!!! Sempre!!!
_Tu sentiu ciumes quando percebeu o que havia acontecido naquele banheiro entre eu e o cara que estava na piscina??? E depois, tuddo que aconteceu conosco, em nenhum momento, tu sentiu que estava fodendo com teu filho, mesmo que fosse de coração??? ou tu sentia apenas um homem junto contigo na cama e se entregando a tudo isso???
Julio baixou a cabeça, bebeu um grande gole de sua cerveja, olhou diretamente nos olhos de Julianos e começou a falar!!!
_Filho, naquele dia, depois que percebi que tu e aquele cara tinham feito sexo no banheiro, senti algo diferente, forte!!! uma sensação de aperto no peito que não sabia explicar... na hora pensei que fosse o meu lado de pai, mesmo de coração, tentando proteger o filho, preocupação... mas depois, percebi que aquilo me incomodou e muito...e não gostava nem de imaginar a cena de vcs dois juntos... Hoje eu percebo que senti ciúmes sim... e a segunda pergunta... durante as primeiras vezes que ficamos juntos, apesar de ser muito bom, depois me sentia culpado... pensava em não repetir, mas não resistia.... Até que me dei conta, que o homem que estava ao meu lado, na minha cama, ao mesmo tempo que era meu filho de coração e que eu amava assim, também, era o homem, que estava me mostrando um novo caminho e me fazendo sentir coisas que jamais imaginei sentir e que não queria perder e nem deixar de sentir....
_E hoje??? descobrindo que sou teu filho de verdade, o que muda??? Eu não vejo nada que possa mudar, apenas um laço mais forte que agora nos une... A gente fode pra caramba pai e em que isso mudou ou prejudicou nossas vidas e nosso relacionamento entre pai e filho??? Por que agora prejudicaria???
_Agora, tem a tua mãe que sabe da nossa história!!! Agora, tem uma sociedade inteira que pode vir a saber e pode ter certeza, não vão ser nenhum um pouco compreensiva conosco... O que estamos fazendo filho, é incesto e aos olhos de todos, isso é imoral, sujo, pervertido... Eu não sei o que fazer!!!!!
_Eu não quero ficar longe de ti pai!!!! Isso eu não vou aceitar!!!
_Eu também não meu amor!!!! Ainda mais agora, que descobri que tu é meu filho!!!! Quero ficar grudadinho em ti moleque!!!
_Então pai!!!! Nada precisa mudar entre a gente!!! Eu sempre te desejei, desde guri, as primeiras punhetas, foram imaginando teu corpo e muitas vezes, sentindo o cheiro de alguma cueca tua que encontrava no banheiro ou no cesto de roupa...
_Gostava de cheirar as cuecas do pai filho???
_Sim pai!!!! Teu cheiro sempre foi motivo pra eu gozar batendo punheta!!!!
Julio sentado em frente ao filho, sentia o cacete endurecer dentro da bermuda, sentia o tecido de sua cueca umedecer enquanto expelia seu líquido seminal... Não tinha como negar o tesão que sentia pelo filho e o guri da mesma forma....
_Sabe filho!!!! a cueca do pai, ta toda melada agora!!!
_Sério pai??? e o que ta esperando pra me dar ela pra eu cheirar???
Julio respirou fundo... e então levantou do local de onde estava, ficando de pé em frente a Juliano... Em silêncio desamarrou o cordão da bermuda de moletom que estava usando e a deixou cair, escorregando por suas coxas peludas até alcançarem seus pés... ergueu um pé e a jogou pra longe.. A cueca bege de m delo antigo que usava, de malha macia, modelava bem sua rola dura, deixando a mostra cada sali~encia, cada veia pulsante e mais, o brilho do líquido que escorria por sua uretra, que se espalhava sobre o tecido... os pentelhos de Julio, escapavam pra fora das barreiras de elástico das cuecas e o cheiro que vinha daquela região, era forte e inebriava as narinas e os sentidos do filho... O pau grosso pulsava dentro da cueca, a cabeça desenhada, melada pela grande quantidade de baba que ele produzia, exalava aquele cheiro almiscarado e ácido ao mesmo tempo...
_Cheira filho!!!! Cheira a cueca do pai... aproveita bastante que o pai ta com ela desde ontem... as manchas esbranquiçadas sobre o tecido não deixavam dúvidas de que realmente ele estava usando desde o dia anterior... naquele tecido estava impregnado o cheiro de porra, suor e mijo que escapara daquele caralho...
Juliano sentado, tendo o pai usando apenas a cueca em sua frente, o hipnotizara... Seus olhos fixos naquele cacete e as narinas quase encostadas naquele volume, sentindo o perfume de macho que ele exalava... De repente, sente a mão grande e forte de Julio sobre seus cabelos e o força mais, fazendo seu nariz encostar no tecido da cueca... Sentiu o melado que molhava o tecido, se espalhar por sua face de pele macia, sentiu os pentelhos grossos do pai, que teimavam em sair pra fora daquela peça, lhe roçar a pele... Sua boca estava seca... Seu corpo tremia e a sensação que tinha, era de estar   sendo dopado por algum produto, que o fazia perder o controle de seu próprio corpo... Julio segurou a camiseta que Juliano usava e a puxou pra cima, deixando o filho usado apenas a bermuda e o chinelo ... passou as mãos fortes nos ombros do filho, sentindo os músculos do moleque enrijecerem e seus pelos se arrepiarem e em seguida, mais uma vez, forçou a cabeça de Juliano e encontro a sua região pubiana...
_Cheira filho!!!! Sente o cheiro do macho que te fez!!!! Sente o cheiro do saco que te criou... lambe a cueca do pai, sente o sabor do melzinho do pai... Muitos irmãozinhos teus, devem estar ai...
Juliano abriu a boca e colocou o cacete do pai dentro dela... deslizava com os lábios por toda a extensão daquela rola, mesmo coberta com aquele tecido... conseguia sentir o sabor que havia penetrado naquelas fibras, o cheiro que ali se concentrava... então, segurou o elástico da cueca e a puxou pra baixo, a levando até o meio das coxas do seu pai, liberando assim aquele caralho grosso... o cheio que emergiu junto com aquela rola pulsante, era forte, cheiro de macho, Que embora Juliano ja tivesse sentido outras vezes, mas em nenhuma com a intensidade que se apresentava naquele momento... segurou o caralho quente entre os dedos, sentiu as veias pulsando e deslizou a pele do prepúcio, fazendo-a escorregar sobre aquele membro colossal, liberando a cabeça vermelha e deixando assim, todo o tesão derramado por aquela rola, exposto... em volta da cabeça da rola, havia se formado um creme branco, pegajoso, que se dissipava sobre a pele da cabeça conforme ele movimentava a pele... Julio gemia e jogava a cabeça pra trás, sentindo a mão quente e macia do filho lhe acariciando a rola.. em meio a aquelas sensações, ele pensava:
_Que pai não gostaria de sentir isso??? Como pode ser errado??? ter meu filho nesse momento tão intimo e prazeroso... em meio a esses pensamentos, quase urrou de prazer, ao sentir a língua quente e molhada de Juliano percorrer seu caralho, lamber a cabeça de sua rola, envolver toda a extensão onde se criava a aquela produção de creme de macho... olhava pra baixo e via o filho sorvendo todo o seu desejo... Tudo que Juliano saboreava agora, era fruto de horas e horas de imaginação, de lembranças, de desejo em possuir o corpo juvenil do filho outra vez...
Juliano envolvia a   cabeça da rola do pai, sugava, lambia... sentia todo o sabor que seu pai havia deixado pra que ele pudesse degustar... então, abriu mais a boca e deixou o cacete grosso deslizar pra dentro, sentindo cada espaço de sua boca ser preenchido, sentindo seus lábios se esticando pra poder comportar a grossura daquele caralho, sentindo a cabeça melada, se alojando dentro de sua goela... os olhos marejados, olhavam diretamente nos olhos do pai e via o brilho de prazer que sua boca lhe proporcionava... As mãos de Julio, seguravam firmes a cabeça do filho. O dedos grossos envolvidos em meio a seus cabelos sedosos... Juliano engasgou... a baba começava a escorrer de seus lábios, melando seu queixo e a pele clara do moleque, começava a ficar avermelhada, pela falta do ar em seus pulmões... o cacete do pai, pulsava dentro da goela do moleque... julio então foi tirando aos poucos o caralho de dentro da boca de Juliano, deixando o moleque voltar a respirar, entre engasgos e tossidas... Segurou o pau melado e esfregou no rosto do filho... Cuspiu em sua boca duas vezes, coisa que ja aprendera que Juliano gostava de receber... depois, se curvou e beijou os lábios carnudos, macios e melados de saliva do filho... Sua língua grande e dura, invadiu aquela boca, sorvendo toda a saliva, degustando o sabor da boca de Juliano... As mão grandes e pesadas do pai, acariciavam as costas do moleque, enquanto s mãos do moleque, acariciavam as coxas grossas e peludas de Julio... acariciavam a bunda grande, onde Juliano adorava enfiar a cara e cheirar, lamber e muitas vezes meter sua rola no rabo do pai!!
Os dois gemiam baixo, como se estivessem encabulados em demonstrar o prazer que estavam sentindo.. Julio olhava pro rosto do filho, que ainda estava sentado em sua frente.... o moleque ja retirara a bermuda e a cueca, ficando pelado, sentado no sofá... o pau grande e groso, pulsava entre as coxas de juliano... parecia pedir o toque e as caricias que somente o pai sabia fazer... Julio ergueu o filho e ficaram frente a frente... as rolas duras se tocavam meladas, como se quisessem se beijar, misturar seus fluídos mais íntimos... a respiração forte de ambos, poderia ser notada pela movimentação forte de seus torax... os peitos peludos, agora suavam, deixando as peles brilhantes em contraste com a luz quente que a iluminação daquele quarto proporcionava... Juliano tocou o pai!!! Acariciou o peito peludo, passou a mão pela barriga saliente e em seguida, levou os lábios em direção aos mamilos grandes e pontudos.. Mordendo e sugando cada um deles... sentindo o sabor da pele suada e o cheiro dos pelos do pai... Julio gemeu alto, ao sentir os dentes do filho lhe mordendo o bico dos peitos... uma dor leve, que lhe dava mais prazer do que dor, lhe fazia arrepiar e gemer... a boca quente de juliano, acariciava os pelos e a pele, e a língua, sorvia o suor que escorria entre os pelos, chegando até o umbigo, onde parecia um poço, retendo líquido... Abaixo, aquela trilha de pelos densos, se aglomerava cada vez mais, formando uma densa pentelhada que emoldurava aquele cacete em riste...
Ele lambeu a cabeça, sorveu o pré gozo que escorria translúcido, de sabor amargo e forte...
O olhar de Julio, acompanhava cada gesto do filho e cada toque lhe fazia sentir um desejo ainda maior em possuir aquele moleque... agora o seu moleque, de verdade.. Puxou o filho com todo o vigor que um macho com o seu tamanho deve ter e enfiou a língua dentro da boca do moleque... Os braços fortes envolveram o corpo de Juliano, tranzendo-o de encontro a seu corpo, quase fundindo os dois em um só... Os cacetes se apertavam, se roçavam em meio aos pentelhos que se enredavam... as coxas de ambos coladas, e as mãos, se acariciavam... juliano envolvi o corpo do pai, arranhava-lhe as costas enquanto entia a sucção dos lábios de julio em sua pele... sentia os dentes lhe morderem o pescoço, o lóbulo da orelha... sentia o caralho do pai pulsar entre os dois, melando seus pentelhos... As bocas coladas, os dentes que mordiam os lábios e os lábios que sugavam as línguas... O hálito quente, tocava-lhes as faces e o cheiro de seus corpos invadia cada vez mais o ambiente... Julio ergueu o braço e segurou firme a cabeça do filho, fazendo com que sua face, suas narinas e seus lábios, deslizassem por entre os pelos fartos e úmidos que ali se amontoavam... parecia que cada gesto, era pra demarcar um território que seria somente seu, acontece o que tivesse de acontecer... Juliano amava sentir o cheiro do pai, absorver todo esse aroma e todo o sabor daquele macho.. mas queria mais... queria sentir o pai todo dentro dele.. naquele dia, precisava se sentir possuído, se sentir pertencido...Precisava sentir que Julio o desejava e o amava, agora mais que antes...
A sintonia que os envolvia, era imensa... Parecia que cada pensamento era captado, lido, de maneira extra sensorial... Não precisava falar, expressar o desejo pra o outro sentir... Julio ainda com o filho em seus braços, foi virando o moleque de costas, trazendo as costas largas de Juliano de encontro a seu peito peludo e ´ suado... sua barriga saliente, se encaixando perfeitamente ao corpo do filho e a bunda redonda e grande do moleque, encostando em seus pentelhos, agasalhando seu caralho duro e pulsante entre suas nádegas peludinhas e umedecidas... a boca carnuda de Julio junto com a barba por fazer, roçava a nuca e o pescoço de juliano, que se retorcia e gemia com o toque do corpo do pai!!! a rola dura e melada de Julio, escorregava por entre as nádegas do filho, subindo e descendo em um bailar rítmico, onde os corpos subiam e desciam levemente, devagar, apenas para fazer os corpos deslizarem e sentirem o contato da pele... os braços fortes e peludos de Julio envolveram o corpo do filho... sua mão grande envolveu a rola macia e dura de Juliano, que pulsava quente entre os dedos do pai... Julio brincava com a pele do caralho, acariciava o prepúcio e fazia deslizar sobre a cabeça melada... Juliano gemia e jogava a cabeça pra trás, encontrando em Julio o apoio para a cabeça, encontrando os lábios do pai em seu pescoço, os dentes em seu ombro, a língua que deslizava em sua pele..
Os dois homens colados, encaixados, gemiam sentindo o contato de seus corpos... mas queriam mais... precisavam de mais... pai e filho precisavam se sentir encaixados, envolvidos, presos um dentro do outro... e neste pensamento, Julio segurou seu cacete melado e o encaixou na entrada do filho, que gemeu e pediu:
_Mete pai!!! Entra em mim... Hoje mais do que nunca, quero ser teu, teu filho, teu amante, teu puto!!!Quero teu leite me alimentando o cu paizão!!!!
Julio ouvindo o filho falar aquelas putarias gostosas, deu uma cuspida na mão e envolveu a cabeça de sua rola... ja estava lubrificado, mas passou mais cuspe... Sabia que a entrada judiaria do cuzão do filho, mas o moleque ja se acostumara com a rola do pai e gostava de sentir a pele entrando , ardendo dentro dele... O pai então, encostou a cabeça e forçou... Juliano forçou o corpo de encontro ao pai, relaxou o rabo o mais que pode e dessa forma, Julio foi entrando!!!! O filho já não sentia mais a dor que sentia no começo, mas ainda assim, aquela rola lhe queimava por dentro,,, lhe preenchia o rabo e o fazia gemer.. Julio foi entrando debagar, fazendo o filho sentir cada centímetro que entrava, cada pedacinho daquele cacete lhe preenchendo por dentro, até que a pentelhada do pai, se alojasse encostada na bunda do filho e as bolas batessem em seu rabo, formando a barreira que impedia que o pai entrasse mais... Juliano gemia, rebolava a bunda, sentindo todo aquele cacete pulsando dentro de si... Sentia o pai ali, abraçado a seu corpo, acariciando sua pele, masturbando seu caralho e fodendo seu rabo... Julio movimentava os quadris, entrando mais fundo dentro do filho, tirava e voltava a entrar em um balanço cadenciado, que permitia aos dois, sentir a sensação do vazio e do preenchimento...O ritmo era cadenciado e lento.. Ao contrário de todas as outras fodas que tiveram, onde a força e a velocidade dominava a relação, fazendo um sexo forte, pegado e cheio de energia ... dessa vez era ao contrário... era lento, com cuidado, repleto de caricias e carinho... cada um queria sentir ao máximo o corpo do outro... sentir a pele, a textura o calor...
Julio penetrava o filho sem pressa, fazia seu caralho deslizar por dentro do moleque, sentindo cada curva, cada angulo que o interior do filho lhe proporcionava... Juliano ao mesmo tempo, sentia os pelos do pai lhe acariciar as costas, sentia os pentelhos fartos lhe arranharem a pele macia de sua bunda e sentia a cabeça da rola do pai e cada veia saliente, penetrar pouco a pouco seu interior.. E quando Julio penetrava e parava lá dentro, sentia o cacete pulsar e cada veia se dilatar e aumentar eu volume... Era um misto de sensações, que aquele momento estava lhes proporcionando, que apenas o colar de seus lábios, podia responder tudo que estavam sentindo... o beijo era intenso e ao mesmo tempo macio...
As mãos de Julio de repente deslizaram para os quadris de Juliano, onde ele segurou com mais força... juliano se masturbava com mais velocidade... e os movimentos do pai, aumentavam a intensidade... Era o êxtase, o ápice daquele sexo que estava chegando!!! Julio entrava mais forte dentro do filho.. os gemidos ja não eram mais contidos, os sons ja eram mais explícitos... as bolas pesadas e peludas do pai, batiam forte contra o rabo redondo do filho, enquanto a r
_Quer leite filho???? Quer porra do pai???
_Quero pai, alimenta meu cu com teu leite!!! me enche de porra, me faz teu putinho pai!!!
_Vou te fazer meu putinho filho!!!! Ahhhhhhhhhhhhhhh, vou te engravidar filhão, te encher o cu com teus irmãozinhos... ahhhhhhhhhh caralho, vou gozaaaaaaaaaaaaaaaaaaarrrrrrr
_Goza pai!!!! aiiiiiiiiiiiiiiii ta me engravidando macho... gozaaaaaaaaaaaaa
Os dois machos engatados, sentiam os corpos tremerem... Julio tinha espasmos enquanto o caralho totalmente cravado dentro do filho, despejava sua porra farta em jatos fortes... Essa gozada tinha um significado diferente... pela primeira vez, estava possuindo o filho, sabendo que era seu filho.... o incesto estava sendo cometido de maneira consciente e consentido...... o leite farto inundava o rabo de Juliano, escorria pelo rabo aberto pelo pai, lambuzando as coxas e o piso do quarto.. Ao mesmo tempo, Juliano jorrava jatos fortes de porra fresca e juvenil sobre o veludo do sofá, molhando e marcando de branco, o tecido sofisticado do sofá... seu corpo estremecia enquanto era amparado pelo peito forte de seu pai... as respirações ofegantes, o suor que escorria e o cheiro de testosterona que e acentuava em meio aquele clímax...
O pau de Julio escorrera de dentro do filho, ainda pingando as ultimas gotas de seu leite, deixando a bunda de juliano aberta e melada... o filho ja estava acostumado a ficar arrombado pelo cacete paterno... Naquele dia, tudo era diferente, até o calor da porra que escorria de dentro era mais quente... Juliano levou a mão, recolheu o que pode da porra que escorria e trouxe aos lábios... queria sentir o sabor do leite do pai... depois, se virou e lambeu a rola que ainda pingava... sorvei as últimas gotas da porra paterna e engoliu o cacete que começava a amolecer...
Por fim, os dois em silêncio trocaram um beijo, terno, mas forte, um beijo masculino, com a testosterona invadindo suas bocas... Sugando suas salivas e sentindo o sabor de cada um deles...
Julio abriu mais duas cervejas, agora os dois pelados, suados, sentados naquele mesmo sofá, apenas se olhavam, tendo a certeza, que nada mudou... Ao contrário, o fato de serem pai e filho de verdade, apenas aumentou o desejo e o sentimento de afeto e amor que cada um deles sentia... Julio amava mais o filho, como filho e como homem e Juliano, olhava o pai e sentia o coração transbordar de sentimentos... amava o pai, sabia que poderia contar com ele, ser protegido por ele, como pai e como amante, como macho...
Uma semana se passou desde a descoberta por marta sobre os dois e a revelação do segredo... Julio e Juliano não haviam mais conversado com marta... sabiam que precisavam de tempo pra assimilar tudo que acontecera, mas também sabiam, que precisavam encarar tudo isso de frente e conversar com ela... na sexta a noite, Julio liga pra Marta... esperava uma mulher furiosa do outro lado da linha, mas pra sua surpresa, a voz de   Marta estava calma... A chamou pra vir em sua casa no outro dia a tarde pra conversarem sobre o que aconteceu...
No sábado a tarde, Marta chega sozinha e antes que alguém lhe perguntasse pelo marido, ela ja deixou claro, que o que aconteceu, ficou entre os três apenas... O que pra Julio foi um alivio!!!
Nenhum dos três estava a vontade... Pareciam estranhos...   Juliano não conseguiu chegar perto da mãe e ela, por sua vez, também, se manteve afastada... Olhou pra Julio e pra Juliano que estavam sentados um em cada poltrona e então ela falou, calma, mas firme:
_Eu jamais esperava descobrir o que descobri.. foi um golpe muito grande pra mim, de repente descobrir que meu filho, estava tendo um caso com meus ex marido.. e o pior, ter de revelar um segredo, que não revelei antes, por pura covardia e medo.. me arrependo tanto!!! Se tivesse falado a verdade, nada disso teria acontecido!!!
Neste momento, Julio a interrompe e diz:
_Se alguém aqui, poderia culpar outro, esse alguém seria eu... pois tu mentiu, me privou de saber que o Juliano era meu filho de verdade e...
Neste momento, ele e Juliano se olham nos olhos... o filho querendo adivinhar quais as palavras o pai diria...
_E, talvez se soubéssemos, não tivesse acontecido nada do que aconteceu!!! mas aconteceu marta e isso não da pra voltar atrás....
Ela olhava os dois e apesar de todo o clima tenso, marta não perdeu a doçura no olhar... juliano olhava a mãe e entendia o que ela estava sentindo... queria culpá-la, mas não conseguia e se perguntava, da mesma maneira que o pai: mesmo que soubesse a verdade, será que o que sentia,. Não seria mais forte???
_Julio, eu não contei nada disso pra ninguém... Tua vida articular, não me diz mais respeito, se tu te deita com homem ou mulher, não é da mais da minha conta.. O que eu não consigo aceitar, nem imaginar, é o fato de isso estar acontecendo com nosso filho!!!!
_Tu tem de entender, que eu não sabia que Juliano é meu filho!!! Quando aconteceu, nem eu nem ele, poderíamos imaginar isso!!!!
_E agora que sabem??? Espera!!!! eu não quero ouvir nenhuma resposta!!!
Carlos recebeu uma proposta da empresa, pra ir passar uma temporada nos Estados Unidos e Canadá...No começo, eu relutei, não queria eixar meu trabalho, minha vida pra mudar de pais, mas essa semana pensei muito e então, decidi aceitar... vamos no final do mês.. É só o tempo de organizar as coisas burocráticas aqui...
Filho, vou deixar meu apartamento pra ti, ja vou fazer isso essa semana, passar pro eu nome.. Eu sei que tu não vai comigo e não vou te forçar a ir... espero que tu arrume um namorado legal e se isso acontecer, com a mesada que te te mandarei e sei que teu pai também vai apoiar, tu poderá morar lá e ser feliz...
Julio e Juliano apenas ouviam enquanto marta falava, nenhum tinha coragem de interromper a mulher, que estava visivelmente emocionada...
_Não comentei com ninguem sobre o que aconteceu e nem vou comentar... Sei o que isso acarretaria e sei Julio, que nada disso aconteceu de maneira forçada... Mas conto sinceramente, com o juízo e bom senso de voces dois, pra que isso tenha ficado no passado!!!
Os dois se olharam e Marta, talvez até mesmo querendo se proteger, concluiu:
_Não me digam nada!!! Não me prometam nada!!! Apenas deixem a consciência de cada um de voces falar mais alto que o corpo!!! E me perdoem se puderem, por todo o mal que a minha mentira causou,,, sei que a culpa é minha e vou carregá-la até o último dia de minha vida...
Era possível perceber a tristeza no olhar de Marta...
Ela levantou e disse que ja ia embora!!!!
Juliano levantou, com olhar marejado e abraçou a mãe... um abraço apertado, onde os dois choraram... Não houveram palavras, não houveram promessas, apenas abraços, um beijo e um Eu te amo, de ambas as partas...
Julio abraçou Marta e ela mais uma vez pediu perdão!!!
_O tempo perdoará cada um de nós por nossos erros Marta... Não se culpe mais... a vida se encarregará de colocar as coisas no lugar...
Vai despreocupada, vou cuidar do nosso filho, te prometo!!!
_Quanto a isso, vou tranquila, Juliano não poderia ter um pai melhor que tu!!!
Marta virou de costas e sem olhar pra trás seguiu em frente, embarcou em seu carro e em dois minutos, ja não estava mais presente entre eles... na sala ampla da casa, estavam apenas os dois, pai e filho... Julio abraçou o filho, lhe deu um beijo na testa, olhou em seus olhos e disse:
_A parir de hoje filho, seremos pai e filho de verdade!!! Vou cuidar de ti, te proteger, te cobrar, te corrigir... Vou ser o melhor pai do mundo...
_Tu ja é o melhor pai do mundo!!!!
Juliano ouvia o pai falar, mas faltava algo... seu olhar gritava, suplicava por essa resposta e Julio percebia isso!!!
_Filho!!! Tem que ser assim... De hoje em diante, seremos pai e filho, na escola, na rua, no trabalho, nos passeios, na família... enfim.... mas respondendo o que esses olhos lindos estão perguntando, a noite, dentro do nosso quarto, seremos eu e tu... do jeito que amamos ser...
_Isso quer dizer que....
_Que tu mantém teu quarto organizado, com tudo que é teu, no meu quarto, tu não precisa de nada alem desse corpinho que o pai ama... vai ter de ser assim filho... na vida e na sociedade, seremos pai e filho e da porta daquele quarto pra dentro, ai as coisas mudam de figura!!!
Ambos se olharam e um beijo tinha que selar esse pacto..
Daquele dia em diante, os dois andavam de cueca dentro de casa, quase nunca usavam outras roupas, com exceção do dia em que a diarista vinha fazer a faxina..
Dentro de casa, não existia limites entre os dois homens... fodiam na sala, na cozinha... bastava um deles estar tesudo pra que a sintonia fizesse o outro também ficar.. e assim, a vida segue em paz... na rua, pai e filho, que amam e que são admirados pela beleza e pela postura educada e cordial com todos, dentro de casa, dois machos safados que   não tem pudor em ter uma relação incestuosa e feliz..


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Ficha do conto

Foto Perfil gauderiosafado
gauderiosafado

Nome do conto:
Eu e meu enteado, na verdade, meu filho!!! Alimento bom pro filho ficar forte, é o leite paterno!

Codigo do conto:
265988

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
03/07/2026

Quant.de Votos:
2

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