O silêncio de repente se fez presente e nenhum dos dois homens pronunciava uma só palavra... na rua, uma leve brisa quente fazia as arvores balançarem, prenunciando que a chuva ou um temporal de começo de verão se aproximava... dentro da sala, o som era de duas respirações fortes, que faziam dois peitos peludos arfarem... de repente, um último gole e o barulho do copo vazio sendo apoiado sobre o vidro da mesa de centro... Mário se levanta, deixando mais a mostra o tamanho de seu caralho duro, que agora apontava pra esquerda, quase escapando do elástico da cueca e inundando a sala com o cheiro característico que um macho extremamente excitado produz... Marcelo sorveu aquele odor e sua rola pulsou... Sentiu em suas narinas, o cheiro da rola de seu pai, o cheiro produzido por sua pele suada, por seus pelos umedecidos e então, Mário se aproximou da poltrona em que o filho estava sentado... imóvel, Marcelo apenas observava o pai, cada movimento... a mão segundando a rola e massageando sob o tecido.. o olhar que penetrava até a alma e fazia a boca do filho secar, a aproximação lenta, que fazia cada músculo daquelas coxas serem realçados pela iluminação fraca do abajur e por fim, o toque quente e forte de uma mão áspera em seu ombro... Marcelo olha pra cima e encontra o olhar do pai e aquele brilho que ele não conseguia decifrar... Aliás, naquela noite, tudo era indecifrável... os sentimentos, os desejos, a vontade doida que ele sentia de abraçar o pai, de sentir o calor daquele corpo, o sabor daquela pele, a vontade insana que de repente se apossou de sentir a textura, a maciez daqueles lábios, de beber daquela saliva... Tudo parecia loucura, parecia um sonho do qual a qualquer ele acordaria suando e assustado, mas querendo que fosse verdade...
Seus pensamentos foram interrompidos pela voz grave e suave do pai:
_Vem filho... vem com o pai!!!! E sentiu aquela mão áspera segurar a sua e lhe puxar...
Marcelo como se fosse um guri de quatro anos de idade, apenas obedeceu e seguiu o pai pelo corredor escuro.. no fundo do corredor uma porta se abriu e um cheiro almiscarado de suor , de cueca de macho invadiu suas narinas.... Uma luz de cabeceira fora acesa e em sua frente, se deparou com uma cama grande e toda desarrumada, com lençóis emaranhados, travesseiros amassados e aquele cheiro, cheiro de macho, de suor, de cueca usada, de porra... Com certeza, dentro daquele quarto, seu pái muitas vezes havia se masturbado e suado muito... com certeza, por ali, deviam estar atiradas em algum canto, alguma ou algumas cuecas usadas e gozadas que seu pai usou pra limpar a rola e em sua frente, aquele homem, forte, peludo, com a pele brilhando pelo suor que escorria, com a cueca melada e uma rola grossa que teimava em pulsar dentro daquela peça de roupa... Marcelo parado em frente ao pai, embora fosse maior e mais alto, se sentia um gurizinho, prestes a cometer um pecado e não sabia como agir... Sabia o que queria, o que sentia, mas não tinha nenhuma reação... de repente, fora tomado pelo medo, pelo receio... e se tudo aquilo fosse uma ilusão, e se nada fosse real e se tudo que ele achava que estava acontecendo, fosse apenas imaginação de sua cabeça? todas essas perguntas, foram respondidas e desmentidas, no momento que a mão de seu pai, guiou a sua mão até o cacete pulsante e quente e ouviu a voz forte quase sussurrar:
_Pega nele filho!!!! Tu passou o dia admirando, olhando... agora aproveita e pega, sente como teu desejo despertou teu pai!
Marcelo não conseguia mais negar... Não conseguia mais evitar e então, segurou aquela rola grossa, que quase queimava sua mão e pulsava, como se pedisse, implorasse pela liberdade e por seu toque.
Quando se deu conta, seus joelhos alcançaram o chão e suas mãos seguravam aquele elástico, puxando pra baixo, fazendo aquele cacete saltar e bater na barriga peluda de seu pai, liberando um fio de baba, que se prendia ao tecido da cueca, mas que logo, se desprendeu e com o ar em movimento, alcançou o rosto e a barba de Marcelo.
Mario apoiou sua mão sobre a cabeça do filho, fazendo com que Marcelo lhe olhasse nos olhos e então disse:
_Sem culpa filho!!!! Faz o que tu tem vontade!!!! e mata a vontade do teu pai também!!!! Segurou a rola e esfregou a cabeça melada nos lábios de Marcelo... O cheiro forte da rola de seu pai, suada e com odor de urina, lhe penetrou as narinas, lhe causando um arrepio que lhe percorreu do pescoço até a entrada de seu rego peludo... Então, Marcelo abriu os lábios e pela primeira vez, pode sentir aquele sabor agri doce, salgado e alcalino, lhe invadir a boca... Sentiu o calor daquela cabeça melada penetrar em sua gruta quente e molhada e suas papilas gustativas, absorverem todos os sabores daquele cacete... as mão fortes de Mário pousadas sobre sua cabeça, forçavam em direção a sua região pubiana e os ouvidos de Marcelo, ouviam os gemidos produzidos pelo pai, que parecia um urso urrando ao sentir a garganta do filho começar a ser preenchida... Marcelo sentia náuseas e o ar começava a faltar... já havia chupado outras rolas, poucas poderia se dizer, mas nenhuma com o tamanho e a grossura da rola de seu pai... A goela começava a arder e de seus olhos brotavam lágrimas, pelo ar que não conseguia absorver... Uma sensação de desespero começava a tomar conta de sí e ele agarrava fortemente as coxas peludas e musculosas do pai, tentando afasta-lo, sem obter sucesso... Mario parecia dominado pela fúria do desejo e só conseguia sentir a cabeça de sua rola, ser quase esmagada pelas paredes da garganta quente do filho... A saliva ja formava uma cascata na boca de Marcelo, que sem conseguir respirar e sem conseguir a própria saliva, produzia abundantemente e formava uma cascata, molhando a sua barba e seu peito peludo... Quando já não conseguia mais tentar afastar o pai, sentiu a pressão da rola diminuir e sair de dentro de sua boca... Marcelo engasgou, tossiu tentando recuperar o fôlego, e baba ainda escorria e seu rosto molhado pela saliva e pelas lágrimas, olhou pro pai que olhava quase incrédulo sobre o que tinha acabado de fazer..
_Filho me perdoa!!!! o que que eu fiz??? caralho, que merda to fazendo???
Ele se afastou do filho e Marcelo observou o pau do pai todo babado ainda escorrendo sua saliva... Por mais louco que pudesse parecer, ele havia gostado do que o pai fizera... e aquela seria a única oportunidade de poder desfrutar de tudo aquilo, pois de acordo com a reação do pai, sem a bebida, dificilmente aconteceria algo novamente... O botão do foda-se estava ligado e no outro dia, poderia culpar a cerveja, a carência, poderiam até passar alguns sem se falar, mas com certeza, isso não afastaria os dois. Então, ele não poderia perder essa oportunidade!
Mario parado ainda de pau duro, olhava pra Marcelo sem saber mais o que dizer e nem como agir. Ao mesmo tempo que sentia vontade de fugir, sentia vergonha e remorso, também, sentia o corpo arder por aquele desejo insano que tomara conta dele...
Mario então viu seu filho se levantar do chão onde ainda permanecia ajoelhado e se aproximar dele... Marcelo olhos nos olhos do psi e encontrou o desespero e o medo de quem acabara de descobrir o erro, o pecado, o medo da recusa, da repulsa... a mão grande de Marcelo pousou atrás da cabeça do pai e seu rosto se aproximou em silêncio... Os olhos não se afastavam nenhum milímetro, era como se um quisesse olhar dentro da alma do outro e descobrir cada pensamento, cada desejo... O cheiro de suas peles suadas, era sentido por suas narinas e o calor de seus corpos cada vez mais próximos, ardia em suas peles como brasa ardente... O hálito quente roçava em suas faces, até que o calor de seus lábios se encontraram... Mário imóvel, não parecia mais o macho cheio de furor que a poucos minutos fodia a goela do filho com força... agora sem reação, apenas esperava pelo próximo passo e esse quem deu foi Marcelo. Segurou firme a nuca do pai e o puxou a seu encontro, com sua língua molhada, quente e dura, forçou os lábios do pai a se abrirem e a explorar um beijo incestuoso, cheio de desejos... as mãos de Marcelo começaram a percorrer as costas peludas do pai, arranharem a pele enquanto sentia o caralho duro e babado de Mário pulsar em seu ventre e melar seus pentelhos... em menos de um minutos, os dois machos quase se digladiavam, com suas línguas ávidas por prazer, descobrindo, desbravando a boca um do outro, sorvendo as salivas e descobrindo o sabor que cada boca possuía.
O s gemidos eram abafados dentro de suas bocas, as mãos apertavam a pele, os músculos, deslizavam por entre os pelos molhados pelo suor provocado pelo tesão e pelo calor... Os corpos colados, as respirações ofegantes, ja não escondiam o desejo de posse que cada um sentia em relação ao outro... A boca de Mário percorreu o pescoço do filho, a língua lambeu a pele e os dentes se cravaram tentando marcar o território, como um macho alfa, proprietário deixaria marcado... Marcelo gemia alto, enquanto as mãos do pai abriam suas nádegas e seus dedos grossos deslizavam por entre os pelos molhados até encontrar o túnel quente e apertado, coberto por uma mata negra, que escondia a fonte dos prazeres.... Cada saliência em torno daquele túnel foi acariciada, enquanto se contraía com o toque estranho... Marcelo urrava de tesão com as caricias do pai.. de repente, tivera seu corpo virado e se sentiu abraçado por trás... Pode sentir a barriga peluda e saliente e o peito peludo de seu pai, se moldar integralmente em sua silhueta masculina... suas costas receberam perfeitamente em um encaixe quase desenhado e então, sentiu o grande e grosso caralho quente e melado, deslizar por entre suas nádegas, sentindo a fricção e a pulsação daquele gigante de cabeça rosada... A barba por fazer, o hálito quente e os lábios grossos e molhados de Mário, percorriam a nuca e o pescoço do filho, lhe arrancando grunhidos e arrepios... os dedos grossos, seguravam os mamilos grandes e pontudos de Marcelo, torcendo e brincando, fazendo o filho gemer e se contorcer envolvido no abraço forte do pai... Não havia mais como fugir, não havia mais como negar, ele queria, ele desejava sentir aquele macho, ser preenchido, possuído por aquele homem forte e peludo e ser novamente o gurizinho do papai, só que dessa vez, servindo ao pai, sentindo seu cacete duro dentro, lhe dando prazer e lhe oferecendo o melhor de todos os alimentos, o leite paterno... Sua bunda peluda rebolava de encontro a rola do pai. Mário esfregava, pulsava a rola e melava aquele rabo grande e redondo... Precisava preparar aquele cu, pra receber seu caralho, então, se abaixou atrás do filho, segurando firme em suas nádegas e as afastando... Marcelo apoiou as mãos em parede e afastou as pernas, facilitando o toque do pai...
O cheiro do corpo do filho, era inalado por Mário e servia como estimulante, fazendo seu caralho pulsar ainda mais forte... Sua língua foi desbravando aquela mata densa de pelos que se escondia em meio aquelas duas montanhas de carne e musculo, até encontrar aquele poço quente e profundo... Marcelo gemeu alto, seu corpo inteiro se arrepiou como se uma corrente elétrica tivesse lhe percorrido toda a estenção da coluna... A língua dura e melada de Mário tocou no centro do prazer do filho, fazendo aquele cuzinho se contrair, as pregas se dilatavam e se contraiam conforme o toque da língua forçando a entrada e lambendo todo o rabo...Mário sugava aquele rabo, brincava com a língua e com a ajuda dos dedos grossos, pode abrir aquele cu, até conseguir sentir o sabor e o calor que emanava lá de dentro... Marcelo se contorcia de prazer e gemia forte, enquanto a língua de seu pai, lhe entrava como se fosse uma pequena rola, lhe fodendo e lhe arrancando suspiros e gemidos...
Marcelo estava entregue e de seus lábios ofegantes, só se conseguia ouvir a súplica pra ser fodido:
_Me fode pai!!!! Me arromba o cu, me enche com essa pica de cavalo!!!!
Mário se ergueu atrás do filho, caminhou até o criado mudo, e pegou um tubo de gel, o que gerou até surpresa em Marcelo, mas em seguida deduziu que devia ser pra bater punheta nas noites solitárias... Mário puxou Marcelo até a beirada da cama, apoiando o filho e o deixando com o rabo empinado e com as pernas afastadas... besuntou seu cacete com bastante gele e passou uma quantidade generosa no rabo do filho, fazendo o cara urrar quando um dedo grosso penetrou em seu orifício... Mario enfiava o dedo no rabo de Marcelo, metia e tirava, depois fazia movimentos circulares, o que fazia seu filho urrar de tesão e também com um pouquinho de dor. Conforme Marcelo ia relaxando, seu pai ia introduzindo mais um dedo e assim ele fez, até que três dedos grossos estivessem totalmente enterrados no rabo de Marcelo...Por um momento o filho pensou, em como o pai era experiente e fazia essas coisas, se fora casado por tantos anos com sua mãe... Logo o raciocínio foi interrompido, por uma cabeça quente e melada forçando sua entrada... ele travou, mas o caralho continuava forçando... as mãos grandes e fortes de s eu pai seguravam em seus quadris, puxando seu corpo enquanto o corpo de seu pai fazia o movimento inverso...
_Relaxa filho!!!! Deixa o pai entrar!!! Vai doer, mas tu vai gostar e depois de hoje, tu vai querer todo dia!!!!
Marcelo sentia as pregas arderem, sentia o rabo queimar e em um momento em que relaxou, sentiu a cabeça romper sua resistência... O golpe foi traumático... sentiu como se uma espada em chamas estivesse lhe abrindo ao meio... suas pernas fraquejaram, seus olhos escureceram por um segundo e em seguida, sentiu seu corpo ser preenchido... se sentia ardendo, queimando, sendo rasgado, enquanto o caralho quente e grosso de seu pai, seguia deslizando por dentro daquele cu, pressionando as paredes quentes ...
_Ahhhhhhhhhhhhhhh que cu gostoso filho!!!!! relaxa!!! Sente o pai todo dentro de ti!!!!
_Ahhh pai!!! Fode caralho!!!!! Rasga meu cu... mete com força pai!! ahhhhhhhhhhhhhh
Mário ouvia as súplicas de seu filho e metia mais fundo... o cacete ja estava quase todo enterrado dentro daquele rabo... ele sentia aquele cu apertado, quase estrangular sua glande, pressionando e fazendo a pele de seu caralho arder... gemia forte, sentindo seu filho se contrair a cada centímetro que ele avançava, até que seus pentelhos fartos, tocaram a pele da bunda de seu garoto, suas bolas grandes bateram naquela bunda e ele então pode sentir inteiro seu cacete cravado dentro de seu filho.... Marcelo gemia, arfava sentindo seu rabo queimar por dentro, sentia sua pele sendo dilacerada, rasgada e seu corpo invadido, sendo preenchido de forma a não conseguir se movimentar... as mãos fortes do pai apertavam sua carne, com certeza no outro dia, teria hematomas e manchas roxas pelo corpo, sem falar que não conseguiria andar direito... de repente, sente aquele invasor fazer o movimento contrário e ir saindo de dentro... a sensação, é que parte de seu interior, estava sendo carregada junto com a cabeça daquele caralho... a dor era quase tão insuportável, como quando foi a entrada... a diferença é que agora sua pele estava mais ardida, mais friccionada... Mário olhava seu cacete grande e cheio de veias, brilhando pelo lubrificante e pelos fluídos anais do filho, escorregar pra fora, fazendo o rabo de seu guri, vir junto.. sentia como se estivesse esvaziando o filho, trazendo seu intestino preso em seu caralho, tamanha era a pressão que aquele cu fazia em torno da cabeça.... Quase tirou todo, mas a cabeça permaneceu dentro e então, ele voltou a entrar... Marcelo berrou novamente... O pai, embriagado pelo prazer, quase não ouvia os gemidos de dor de seu filho, apenas queria sentir e foi assim que fez... Cravou seu cacete novamente e então voltou a sair... Marcelo tremia todo, as pernas estavam bambas, a boca seca e a respiração ofegante... a voz enfraquecida, já não conseguia pedir mais nada, apenas se deixava levar... Seu corpo era embalado pelo poder de s eu pai, cada entrada e cada saída, faziam Marcelo quase perder as forças, se rabo ja não obedecia seu desejo e sua musculatura anal se afrouxava em torno daquele cacete, permitindo que ele deslizasse pra dentro e pra fora, de forma mais violenta e rápida... as bolas pesadas de Mário batiam de encontro a Marcelo, fazendo barulho... O cuzão de Marcelo estava arrombado!!! Ele pediu ao pai, mas não imaginou que sofreria tanto e também, jamais imaginou que seu pai, fosse uma máquina de meter, com uma rola cavalar e que tinha uma potência invejável...
Sentia as estocadas firmes e fortes daquele caralho, sentia a cabeça alcançar seu fundo e seu corpo ser jogado como um brinquedo nas mãos de seu pai!
Mário, metia forte, queria entrar dentro do filho, se manter lá dentro, aproveitar cada segundo daquele lugar quentinho que acabara de encontrar pra meter o cacete...Se debruçava sobre as costas fortes do filho e deixava seu suor escorrer ali... Mordia a pele do filho e gemia rouco próximo a orelha de Marcelo. Sua boca procurava a boca do filho e suas línguas eram chupadas, sugadas, enquanto a rola entrava e saia dentro daquele cu... O pau de Marcelo embalava ao tranco daquelas metidas e a baba escorria melando o lençol da cama do pai...
O cheiro de foda entre machos, invadia o ambiente e aquele quarto agora, além do cheiro das cuecas esporradas do pai, tinha também, o cheiro dos fluídos que ambos deixavam escorrer sobre o piso e o lençol... tinha o cheiro do sovaco que a muito perdera o efeito dos desodorantes e o cheiro de pré gozo e de suor que escorria entre pelos e pentelhos... Mario sabia que em breve encheria o cu do filho de porra e Marcelo se preparava pra sentir toda a carga que o pai depositaria dentro de seu rabo...
Os movimentos se intensificavam, os gemidos eram mais fortes, como se dois ursos estivessem se digladiando em uma batalha feroz e voraz...
O cu largo do rapaz, recebia as entradas e saídas daquele cacete, cada vez mais rápido e sentis o pau do pai inchar, aumentar o volume... sentia as veias se dilatando e cada vez mais quente...
Mário sentia a pressão que vinha de dentro, como se suas bolas estivessem virando do avesso, prestes a explodir... Agarrava-se ao filho, como se fosse um cavaleiro montado em seu cavalo, e no galopar precisava se prender pra não cair... a explosão foi forte...Mario sentiu seu leite brotar em jatos fortes e contínuos, inundando aquele rabo quente, sentindo seu caralho mergulhado em um lago quente e viscoso, pulsava o cacete enquanto seu corpo se lançava sobre as costas de Marcelo, sentindo perder as forças pra continuar de pé....
Marcelo sentiu os jatos de porra lhe encherem o rabo, juntamente com os urros de seu pai, que eram quase berros de desespero... sentia o cacete pulsar e se afundar dentro de seu rabo enquanto um caldo quente, fazia suas entranhas arderem, pelo contato com a pele já tão machucada pelo atrito... O leite escorria por seu canal, melando suas bolas... seu rabo sem forças de contração, não conseguia segurar dentro e enquanto sentia o peso em suas costas do corpo peludo e molhado do pai, sentia também a pica grossa escapar de dentro de sí, trazendo junto aquele rio quente que escorria feito cachoeira em penhasco..Não conseguia fechar o rabo... Com certeza estava arrombado e assim, melado e com o cu vazando, se deixou escorregar sobre aquele lençol melado e ardido pelo suor, pela baba e pela porra que agora ajudava a melar mais ainda... seu corpo estava pesado, sua respiração ofegante, mas seu caralho ainda duro precisava gozar, colocar pra fora todo o leite que produzira enquanto era fodido por seu pai... Mario caiu de lado, se afastou e foi observar o cuzão do filho!!!
_Porra filho, que estrago eu fiz nesse cu!!! Vou passar uma pomada, pra tu conseguir sentar amanhã... O rabo de Marcelo estava aberto, inchado, vermelho... As pregas se escondiam sob os pelos melados pelo leite branco que ainda escorria de dentro... O pai passava o dedo, recolhendo o leite que brotava e voltava a meter pra dentro, querendo que o filho aproveitasse cada gota de sua porra cremosa...Ainda com o rabo pra cima, Mário via as bolas de seu filho quase explodindo, precisando se aliviar... então virou o filho de barriga pra cima e disse:
_Alimenta o pai filho!!! o pai precisa recuperar as forças... Marcelo quase sem acreditar, viu seu pai abrir a boca e engolir seu cacete sem nenhuma dificuldade... Sentiu a cabeça escorrer pela goela e seus pentelhos tocarem na face do pai!!!! Instintivamente, sua mão tocou os cabelos de Mario e assim começou a movimentar os quadris, forçando a cabeça do pai de encontro a seu corpo..não precisaram muitos movimentos pra Marcelo gemer alto e se derramar todo em jatos potentes dentro da boca do pai... O leite brotava forte e Mario engolia todo o que podia, mas muito escorreu pelo canto de sua boca, melando os pentelhos do filho e sua própria barba por fazer.. Mario estava com o rosto melado com a porra do filho , passava o dedo e sugava cada gota do leite.. Marcelo ofegante e ainda sem acreditar no que havia acontecido, observava seu pai, o cara mais macho que ele conhecia, lamber seu caralho e beber seu leite...
Mario deixou o cacete e os pentelhos do filho limpos, sorveu cada gota de sua porra e em seguida, se esgueirou sobre seu corpo, quente, suado e o beijou na boca... Os dois machos fortes abraçados sobre a cama molhada, trocavam salivas e exploravam suas bocas... Marcelo sentia o sabor de sua própria porra na boca de seu pai... as respirações pesadas, o ar denso, os cheiros dentro daquele quarto... os dois nem se davam conta, que lá fora o mundo parecia que ia desabar em um temporal de verão, com ventos e chuva torrencial...
Mário se afasta do filho e olhando em seus olhos pergunta:
_Matou a vontade filho???
_Que vontade pai? Pergunta Marcelo ainda confuso!
_vontade de foder com teu pai, de dar o rabo pra ele, de sentir a porra do teu pai dentro do rabo!!! a vontade que tu sentiu o dia inteiro!
Marcelo não tinha mais o que esconder... Tinha acabado de ser bem fodido pelo pai e ter leitado a goela do safado, então, pra que mentir!?
_Comecei a matar pai! Agora tu me responde uma coisa...
_O que filho?
_Não é tua primeira vez com homem né pai??? caralho, tu fode muito velho!!!
Mário deu uma risada e respondeu ao filho:
_Filho, ja estourei as pregas de quase metade dos machões la do futebol!!! basta mijar perto deles, os safados sentem o cheiro da minha rola e do meu mijo e ja ficam manjando e o pai não é fraco, tu percebeu! Depois, é um sorriso, uma cantada de leve e o machão ta de quatro perdendo as pregas e sofrendo na minha rola, do mesmo jeitinho que tu sofreu!!!! Eles acabam sempre pedindo bis, será que meu filho vai querer bis??
_Bis??? Tu quer só bis pai???
Mário riu safado pro filho e aquele sorriso, deixava claro um novo começo praquele macho safado e fodedor!!!
_Por mim, a partir de hoje, tu já não sai mais dessa cama!!
_Isso é um convite pai???
_Convite??? Acho que um pedido!!! E ai, aceita???
Os dois se olharam novamente, Mario passou a mão no rabo do filho, ainda melado, mas agora fechado e disse:
_Vamos tratar disso aqui, deixar novinho, porque agora o pai não trem mais porque procurar rabo na rua, se o melhor de todos, vai dormir todo dia na minha cama!!!! Os dois riram e ali, naquela cama melada ao som da chuva e do vento forte, os dois se beijaram novamente, celebrando o começo de uma história, que dificilmente alguém saberia....